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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

SENADOR PEDE DESCULPAS A DILMA POR TER APOIADO O GOLPE



Senador Telmário Mota pede desculpas a Dilma Rousseff por ter apoiado golpe: “botei uma quadrilha ali". Acho que o senador tem que pedir desculpas ao povo brasileiro, aos 14 milhões de desempregados e outros milhões que voltaram para a miséria extrema.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

A VOLTA DO "FARSANTE" PATO AMARELO

A FIESP (Federação das Indústrias de São Paulo), através do seu presidente, Paulo Skaf, depois de muita pressão e contra sua vontade, vai tentar ressuscitar o seu pato amarelo contra os aumentos de impostos aplicados pelo governo do seu amigo pessoal, Michel Temer.

Para tentar limpar sua imagem, já bastante deteriorada, o presidente da FIESP, foi para os microfones e se mostrou indignado com o aumento do PIS-Confins sobre os combustíveis, para tentar tapar o buraco nas contas de governo. Buraco aumentado pela política econômica recessiva imposta pelo governo e pelo ministro da Fazenda, o banqueiro, Henrique Meirelles. Menos salários, menos consumo, menos produção e menos recolhimento de impostos. É uma bola de neve, onde o país e o seu povo, só acumulam prejuízos.

Mas este "teatro" do Paulo Skaf, ninguém mais acredita, nem mesmo o empresariado que ele representa. Todas atividades do "Pato Amarelo" no governo Dilma, era apenas para derrotar o projeto de inclusão social. Este governo afundado na corrupção e sem nenhuma credibilidade interna e externa é o governo do Paulo Skaf e disto ele não pode escapar. Afinal é unha e carne com os cacifes do PMDB e já foi citado nas delações da Odebrecht e de outras empreiteiras, diversas vezes.

 Mas os verdadeiros "Patos" em toda esta história, foram a maioria dos "coxinhas", que ajudaram o impeachment da presidenta, Dilma Rousseff, e colocaram em seu lugar a "tropa" mais corrupta de toda a história do país, os velhos cacifes do PMDB. Além de ajudarem a liquidar os direitos trabalhistas, previdenciários e aumentar os impostos.

Toma! Isto ficará nos livros de história do país, não tenho a menor dúvida.

Foto: Débora Melo/Carta Capital

terça-feira, 20 de junho de 2017

OS REAIS OBJETIVOS DO GOLPE NO BRASIL

A partir de 2003, o Brasil passou a viver um processo virtuoso de distribuição de renda, diminuindo as desigualdades, a pobreza, o analfabetismo, democratizando o acesso as universidades e aumentando a inclusão social, parecia que o país iria entrar no grupo dos países desenvolvidos.

O EGOÍSMO DA CLASSE DOMINANTE


Mas o egoísmo da classe dominante brasileira é tanto, que incomodava a presença de pessoas que jamais eles tinham sequer chegado perto, a frequentar os mesmo lugares, como aeroportos, bares e restaurantes, além de seus filhos passarem a estudar com os filhos do povo mais pobre. Isto foi imperdoável!


O crescimento econômico também incomodava outras economias, que viam a brasileira apenas com um local onde pudessem ter a matéria prima e a mão de obra barata. 

O COMEÇO DA GRANDE ARTICULAÇÃO

Começou então uma grande articulação, com a máscara de combate a corrupção, que não é de um governo, e sim de um sistema que opera no Brasil a 500 anos, para derrubar o governo que vinha priorizando as pessoas, em detrimento do mercado financeiro.


Em 2007, o Brasil descobre petróleo na camada chamada Pré-Sal, estimada em R$ 20 trilhões, seria a independência e o passaporte para o futuro. O que fez o governo que priorizava as pessoas, aprovou que todos os recursos que viessem do Pré-Sal, seriam destinados ao desenvolvimento da educação e da saúde pública. O petróleo do Pré-Sal é 100% nacional, aprovado nas discussões do marco regulatório.


O APROVEITAMENTO DA CRISE ECONÔMICA

Em 2010, começou uma série de denúncias sobre corrupção na máquina pública, que era financiado pelas empreiteiras, e ai começou o processo chamado Lava-Jato. Ao mesmo tempo, a crise econômica internacional crescia, principalmente na Europa, com a crise do Euro. No mesmo período, o Brasil anuncia que pagou toda sua dívida externa, que tinha com banqueiros internacionais e assim se livrou da batuta do FMI, e isto desagradou o sistema financeiro internacional, principalmente o americano, que tinha dinheiro fácil com os juros da dívida brasileira.

Em 2012, denuncias de espionagens da NSA sobre a presidenta Dilma Rousseff e os principais diretores da Petrobrás.

MOMENTO VIRTUOSO E ATAQUES BRUTAIS


Em 2013, A taxa básica de juros, cai para 7,25%, o menor patamar da história. O IBGE, registra pela primeira vez na história, o pleno emprego no Brasil, ou seja, uma taxa de 4,75% de desempregados. Podia se dizer que quem procurava emprego achava. Mesmo com toda boas notícias, a grande mídia brasileira, controlada por apenas seis famílias bilionárias, começou a incentiva grandes manifestações de rua, com o slogan de combate a corrupção. Em menos de três meses, aprovação da presidenta Dilma, cai de 80% para 40%, isto meses antes das eleições.

NÃO ACEITARAM A DERROTA NAS URNAS



Em 2014, vem a primeira fase da Lava Jato e a presidenta Dilma Rousseff se reelege por uma pequena diferença de votos. Os derrotados, depois de toda campanha contra, não aceitam a derrota e buscam destabilizar o governo com ações na judiciário, legislativo e um "bombardeio" no noticiário jornalistico, em todos os grandes meios de comunicações, com único objetivo de derrubar o projeto político em curso, e não a falada luta contra a corrupção. Afinal, agora apoiam um governo realmente corrupto, e querem trocá-lo apenas para implementar o projeto que foi derrotado nas urnas em 2014.

AS MANIFESTAÇÕES DE RUA

Era preciso criar algumas entidades que pudessem legitimar todo este processo de mobilização das ruas. Criaram então, o MBL, Vem Pra Rua, Revoltados Online e Nas Ruas, que passaram a liderar chamamento das manifestações, com a mídia fazendo a grande cobertura. As panelas batiam, são as mesmas que hoje estão guardadas em silêncio profundo.

O EDUARDO CUNHA E O CONGRESSO


Na outra parte, o corrupto do Eduardo Cunha paralisou a Câmara dos Deputados, e nada do governo mandava de projeto para enfrentar a crise econômica, era aprovado. Assim a crise e o desemprego aumentaram e a popularidade da presidenta caia mais. O cenário para a derrubada da presidenta e do projeto que se iniciou em 2003, estava pronto.

Hoje, ouço muita gente dizer, que nada disto estaria acontecendo se a Dilma tivesse feito um acordo com o Eduardo Cunha. Então ela foi derrubada pelas suas virtudes e não pelos seus defeitos.

A MÍDIA AUMENTA A NARRATIVA DA CRISE


Ainda em 2015, em plena crise, os empresários param de investir, a mídia aumenta e alimenta a narrativa da crise, que agora ela tenta esconder, inclusive mentindo, dizendo que o país está dando demonstrações de crescimento. Foi aprovado no Congresso, a PEC da Bengala, que impediu a Dilma de indicar novo membro para STF.

Entrando em 2016, a operação Lava Jato, chega no centro do governo federal, em especial ao partido dos trabalhadores. O STF se cala no processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

DA MORTE DO MINISTRO, A ENTREGA DO PRÉ-SAL


Em 2017, morre num acidente estranho, o ministro do STF, que vinha sendo contra ao processo seletivo da Lava Jato, de investigar apenas partidos e pessoas ligadas ao governo, poupando a oposição. Logo após a morte do ministro, Temer indica um tucano para o seu lugar no STF. Governo muda o marco regulatório do Pré-Sal e entrega nossas riquezas as petrolíferas internacionais. Aprova o fim da educação universal e do Sistema Único de Saúde-SUS. Colocam em debate no Congresso Nacional, as Reformas da Previdência e Trabalhista, além de aprovarem a PEC da Terceirização, que praticamente acaba com a carteira de trabalho. Não satisfeitos, fatiam uma das maiores empresas de petróleo do mundo, a Petrobrás, preparando a sua entrega ao capital internacional. 

Ainda houve a troca do Comando Militar, por um mais adepto ao processo "linha dura", preparando a repressão as manifestações de ruas que estavam por vir. Afinal, a classe trabalhadora e suas entidades de representação, não poderiam ficar calados com todos os ataques aos seus direitos elementares, como trabalhadores.

ATAQUES A QUEM RESISTE A ENTREGA DO PAÍS AO CAPITAL INTERNACIONAL


Roda no Congresso um Projeto de Lei  que modifica a data das eleições no país, passando de 2018 para 2020. Brasil volta a realizar exercícios conjuntos na Amazônia, com os EUA. Nas manifestações contra as reformas, manifestantes são presos e agredidos covardemente em todo o país. Índios sofrem chacinas e atacam diversas lideranças sindicais.

Os trabalhadores do Brasil, realizam a maior Greve Geral da história, contra o governo golpista e as reformas. Estamos ainda no meio do ano de 2017 e muita coisa ainda vem pela frente. Mas a verdade é que boa parte da população ainda não percebeu o que está em curso no país. Hoje o trabalhador busca a sua sobrevivência diária, nem consegue ter tempo para pensar em reagir aos ataques. 

DE VIRA-LATA, A INDUTOR


De 2003 até 2014, o Brasil passou a ser um país que estava disputando espaço na economia global, com diversas empresas comprando multinacionais, inclusive em território americano. O Brasil sair da política econômica vira-lata, para um país concorrente, desagradou muitos poderosos do capitalismo mundial, que olham para a nossa nação, apenas como forma de aumentar sua exploração e suas riquezas. Era preciso fazer algo e fizeram, agora o Brasil vem sendo entregue a preço de banana, como sempre foi em quase toda a sua história.  


Mas não vejo outra saída a não ser resistir e fazer o povo acordar, antes que seja tarde demais e a classe dominante passe a ter mais riqueza e o povo fique ainda mais pobre.     

Entendeu ou precisa desenhar?

Fonte: texto do Fernando Horta Professor de História da UNB

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

RESPEITO À DEMOCRACIA

No confuso processo eleitoral americano, a candidata mais votada não foi eleita. Hillary obteve 230 mil votos a mais que Donald Trump e perdeu a eleição. Mas no dia seguinte aos processo eleitoral, ela respeitou a regra do jogo e reconheceu a derrota.

Nas eleições brasileiras de 2014, a então candidata, Dilma Rousseff, venceu as eleições com mais de 3,4 milhões de votos que o segundo colocado, Aécio Neves. Mas ele e seus eleitores, propagaram o tempo todo, após ao processo eleitoral, que a diferença foi insignificante e ressaltaram que o Brasil estava dividido. Inclusive, o seu partido, o PSDB, pediu recontagem de votos, abriu processo para cassar a chapa vencedora, colocando assim todo o processo democrático em dúvida.

Como falou o jornalista Fernando Molica, nas redes sociais: "Imaginemos a barrulheira se, no Brasil, houvesse um colégio eleitoral como o norte-americano, o Aécio tivesse mais votos que Dilma e, ainda assim saísse derrotado.

Charge: Genildo
Fonte: Facebook do Jornalista Fernando Molica

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

DILMA JÁ FOI ABSORVIDA PELA HISTÓRIA E OS GOLPISTAS CONDENADOS

O texto do Paulo Nogueira demonstra claramente, que os golpistas já estão condenados pela história e a Dilma absorvida, independentemente da votação no Senado Federal.

Texto de Paulo Nogueira

Não importa a votação final do Senado, Dilma já foi absolvida pela história e os golpistas condenados.

Ficou cabalmente provado que ela não cometeu o crime que lhe foi imputado na peça infame do impeachment.

Dilma não pedalou.

Ficou cabalmente provado, igualmente, que seu afastamento foi um golpe cínico, canalha, despudorado da plutocracia corrupta e predadora.

O objetivo em nenhum momento foi combater a corrupção. Isso serviu apenas de pretexto, como em 54 com Getúlio e 64 com Jango.

Se quisessem erradicar a corrupção, jamais o maestro do golpe teria sido Eduardo Capone Cunha e nem o beneficiário principal Michel 6% Temer.

A finalidade era conquistar o Estado por outro meio que não os votos e, uma vez feito isso, estabelecer um governo destinado a favorecer os plutocratas. Para tanto, programas sociais foram sendo postos no lixo mesmo sem Temer ser efetivado.

Temer. FHC. Aécio. Serra. Famílias Marinho, Frias, Civita e Mesquita, ao lado de seus comentaristas e editores de alto poder de famulagem. Sérgio Moro. Gilmar Mendes. O STF no conjunto.

Todas os nomes listados acima, apenas alguns entre tantos, são a escória destes tempos dramáticos para a democracia brasileira. E assim a posteridade os reconhecerá: seus filhos e netos haverão de se envergonhar de seu papel no golpe plutocrata.

Com Dilma é o oposto.

Ela foi claramente vítima de homens corruptos, ricos e inescrupulosos.

Não teve chance de governar desde que iniciou o segundo mandato que garantiu graças a 54 milhões de votos.

Foi imediatamente perseguida. Caçada. Aécio e FHC contestaram os votos das formas mais sujas possíveis. Em seu jornalismo de guerra, a mídia crucificou Dilma. A Lava Jato e Sérgio compuseram um circo infernal. No Congresso, Eduardo Cunha, com seus métodos de gangster, inviabilizou qualquer possibilidade de Dilma passar medidas que pudessem fazer frente à crise econômica.

Não bastasse isso, a esquerda acusou Dilma injustamente de colocar em prática um programa conservador.

Ora, ora, ora.

Estes dois meses de Temer mostraram o que é, efetivamente, uma plataforma conservadora. Mesmo nas cordas, Dilma não mexeu nas ações sociais que tiraram milhões de brasileiros da miséria nos últimos anos.

Temer está fazendo o que Aécio teria feito caso fosse vitorioso.

A posteridade reparará mais esta injustiça contra Dilma: a da esquerda míope, que tradicionalmente, na história, facilita os golpes da direita.

É uma desgraça nacional, do ponto de vista das coisas concretas, ver um projeto thatcherista ser imposto aos brasileiros quando o mundo avançado já renegou o legado de Margaret Thatcher.

O thatcherismo foi responsável pelo crescimento vertiginoso da desigualdade social nos últimos 30 anos, com seus pilares francamente a favor dos ricos.

Nem os herdeiros de Thatcher, os conservadores britânicos, ousam falar em seu nome para a sociedade. Não existe uma única estátua de Thatcher na Inglaterra. É sábido que, se erguida hoje, será derrubada amanhã.

E mesmo assim Thatcher inspira os responsáveis pela economia brasileira. Um país já tão desigual se tornará ainda mais injusto.

Dilma, repito, já foi absolvida e os golpistas condenados.

Caso o golpe seja efetivado em agosto, Dilma cairá de pé, maior do que jamais foi. E os golpistas ganharão de joelhos, condenados ao desprezo eterno dos brasileiros.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

PESQUISA: 52% DOS BRASILEIROS QUEREM NOVAS ELEIÇÕES

O Instituto Ipsos, divulgou na última terça-feira (26), pesquisa que 52% dos brasileiros querem convocações de novas eleições, para outubro deste ano e portanto, querem o Michel Temer fora do Planalto. Neste universo, 38% querem que o Temer convoque e 14% querem que a Dilma volte e convoque as novas eleições.

Apenas 16% dos entrevistados querem que o Temer fique no governo até 2018 e 20% querem a volta da Dilma e que ela conclua o seu mandato. Esta pesquisa do Instituto Ipsos, só comprova a manipulação do DataFolha, que mostrava que 50% queriam a permanência do Temer no poder, quando na verdade apenas 16% queriam isto.

O desejo de novas eleições cresce a cada dia no país inteiro e isto só demonstra que a população exergou que os destinos da nação precisa voltar para as suas mãos e que esta é a única saída para a crise política e econômica.

Este atual governo golpista e corrupto, não tem autoridade moral para conduzir o país de volta ao caminho do crescimento. O judiciário está envolvido em casos de corrupção e sem moral para liderar a superação da crise política. A Dilma, se encontra sem maioria mínima no parlamento para conduzir o processo. Portanto a única saída é devolver o povo a decisão.

 "O desejo de novas eleições vem sendo apontado pelo Pulso Brasil há alguns meses. Isto é reflexo que Michel Temer, não conseguiu associar sua gestão a soluções dos principais problemas que afligem o brasileiro, como o combate á inflação e ao desemprego". Afirmou Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos Public Affairs e responsável pelo Pulso Brasil.

Foi destacado pelo Danilo Cersosimo, que o descontentamento generalizado com a classe política é uma causa do crescente sentimento por novas eleições.

A pesquisa do Intituto Ipsos, foi realizada em 72 cidades no país.


Fonte: Amigos do Presidente Lula

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

DATAFOLHA MOSTRA: DILMA FICA E CUNHA SAI

O instituto de pesquisa DataFolha fez um levantamento entre os deputados federais e quase metade deles (45%) entende que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) deveria renunciar ao cargo. O Presidente da Câmara é investigado pela operação lava Jato, com acusações de manter contas secretas na suíça e mantidas com dinheiro desviado da Petrobrás.

Cunha ainda deixa no ar a possibilidade de conduzir o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff. Mas a opinião dos parlamentares, segunda o DataFolha, é muito indefinida neste momento. Nem a oposição nem o governo teriam garantidos os votos necessários para decidir a abertura de um processo de afastamento da Dilma se a questão fosse levada ao plenário da Câmara.

Entre os deputados que aceitaram participar da consulta, 39% disseram que votarão a favor da abertura do processo se a questão for levada ao plenário da Câmara. Outros 32% afirmaram que votarão contra. E 29% dos consultados não se posicionaram nessa questão. Preferiram não responder ou disseram que não tinham posição formada sobre o tema.

No plenário, para que o processo de impeachment seja então aberto, são necessários os votos de 342 dos 513 deputados (só o presidente não vota). Aberto o processo, o presidente da República é afastado do cargo. O processo em si e a votação final a respeito do afastamento definitivo cabem aos senadores.

No Senado, onde foram ouvidos 51 senadores, o balanço também é mais favorável à petista. O maior grupo (43%) disse que vota contra o afastamento definitivo, caso a Câmara abra um processo de impeachment. Os que prometeram votar a favor somam 37%. E 20% dos senadores não se posicionaram.

A pesquisa foi realizada realizada entre 19 e 28 de outubro.


segunda-feira, 7 de julho de 2014

DILMA CRESCE PARA O DESESPERO DAS ELITES

Saiu uma nova pesquisa, agora o Datafolha e aponta o crescimento da intenção de voto na Presidenta Dilma Rousseff de 34% para 38%  e isto com certeza está levando a mídia e as elites ao desespero, ainda mais que os seus candidatos não subiram. O Aércio Neves e o Eduardo Campos ficaram dentro da margem de erro da pesquisa.
 
Depois de todo terrorismo contra o evento, agora todos já falam e assumem a frase da Dilma, a "Copa das Copas". É a famosa carona na onda positiva que todos querem pegar. Até o Aércio apareceu com a camisa da seleção do aeroporto do Rio. É muita cara de pau, estava apenas esperando o fracasso do evento, para cair de pau e tirar os dividendos políticos.
 
Esta pesquisa não deve gerar ilusões, muita mentira e notícia negativa virá pela frente, não duvido nada de que estão preparando aquelas denúncias a beira do processo eleitoral. Mas as transformações que o Brasil está vivendo é muito mais forte que tudo e na minha avaliação, Dilma vai ser reeleita!