Mostrando postagens com marcador FHC X LULA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FHC X LULA. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de maio de 2014

O BRASIL DE ANTES E AGORA: O SALÁRIO MÍNIMO

Continuamos com a nossa série de comparações entre os governos do PT (LUla e Dilma) e do PSDB (FHC e Serra), para demonstrar claramente que o Brasil de hoje é bem diferente de 2002. Hoje falaremos sobre a evolução do Salário Minimo, que muitos economistas tucanos, diziam ser inflacionário e por isto precisavam manter ele defasado.
 

Durante o governo do fernando Henrique Cardoso (PSDB), o Salário Mínimo não aumentou o seu poder de compra em relação a inflação, ao contrário, perdeu seu valor. Em 1999 a perda foi 4,32% e em 2002, em 1,42%. Só no Governo Lula e agora no governo Dilma é que o Salário Mínimo vem ganhando no seu poder de compra.
 
SALÁRIO MÍNIMO X DÓLAR
 
Uma boa comparação do crescimento do valor do Salário Mínimo é a sua comparação com o Dólar. Em 1995, ele valia $ 109,89 e através dos anos no governo tucano, o SM foi perdendo valor em relação ao Dólar. Em 1998, ele valia $114,04, a partir daí começou uma política de arrocho salarial brutal com os trabalhadores e o Salário Mínimo não ficou fora. Em 1999, ele valia apenas $ 81,44; Até 2002 ele teve uma leve valorização e chegou em 2002 valendo, $ 86,21. Mesmo o Lula no seu primeiro ano, dar um aumento de 20% do Salário Mínimo, (aumento real de 10,70%), ele voltou a perder em relação ao Dólar, valia $ 72,07. A partir de 2003 o SM ganhou muito em relação a inflação e ao Dólar, chegando em 2008 valeu $ 247,02 e em 2012, valer $ 334,41. Estes números demonstram bem onde o Governos do PT, apostou a suas fichas, no consumo e no aumento de renda da classe trabalhadora, coisa que as elites não perdoam.

 
SALÁRIO MÍNIMO X CESTA BÁSICA
 
Outra comparaçõa legal é com o poder de compra do Salário mpinimo e o valor da Cesta Básica.  No gráfico acima você poderá percebeu o quanto o SM ganhou em poder de compra. Em 1995, no primeiro ano do Governo FHC, o Salário Mínimo, comprava 1,15 Cesta Básica. e chegou ao final do seu dois governos (2002), comprando apenas 1,55 Cesta Básica. Com a política de valorização real do Salário Mínimo implementada pelo Governo Lula, já no seu terceiro ano (2005), o Salário Mínimo comprava quase duas Cestas Básicas (1,97). Em 2006 chegou comprar 2,06 Cestas Básicas. e terminou o seu governo comprando 2,27 Cestas Básicas. No segundo ano do Governo Dilma, (2012), o Salário Minimo comprava 2,18 Cestas Básicas.
 
SALÁRIO MÍNIMO E O AUMENTO REAL
 
Outra análise possível é observar que no ano em que Fernando Henrique Cardoso assume seu mandato (1995), o Salário Mínimo valia R$ 100,00 e, no ano de sua saída (2002), o mesmo valia R$200,00, o que demonstra um crescimento de 100% no período, sendo que desse aumento, se descontarmos a inflação dos oito anos, averiguamos um aumento real de 21,89% no Salário. Por sua vez, Lula assume o mandato em 2003 com o Salário Mínimo valendo os R$ 200,00 deixados por FHC. No ano de sua saída (2010), o mesmo salário valia R$ 510,00, caracterizando portanto um aumento de 155% em relação ao valor do início de seu mandato, e 53,6% de aumento real, descontando-se a inflação. Já nos dois primeiros anos do mandato de Dilma Rousseff, o Salário Mínimo passou de R$510,00, deixado pelo governo Lula, para R$622,00 no ano de 2012, o que representou um aumento de 22% em dois anos de governo, dos quais 8,61% de aumento real.
 
Ainda dizem que o Brasil tudo está ruim.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

O BRASIL DE ANTES E AGORA: GERAÇÃO DE EMPREGO

Periodo do Governos do PT
Estaremos periodicamente, fazendo algumas comparações do Brasil de 2002, do Sociólogo Fernando Henrique Cardoso, o queridinha das elites e da mídia brasileira e o Brasil de agora, do governo do PT, do Lula e da Dilma, que a mídia tentar transformar no pior governo da história, que o Brasil é o pior país do mundo para se viver. Deve ser para eles mesmo, afinal são avessos a distribuíção de renda e repartir espaços que antes eram apenas "deles", como shoppings e aeroportos.
 
COMO FHC DEIXOU O BRASIL
 
A primeira comparação é a geração de empregos e renda do Brasil. Lembro bem que em 2002, quase todos os meus amigos estavam desempregados, os trabalhadores amargavam altas taxas de desempregos, com até concursados sendo demitidos de empresas públicas, - aquelas que não eram entregues a iniciativa privada - altos índices de violência, miséria e a favelização das grandes cidades aumentando em índices arlamantes. A renda do trabalhador achatado com a desculpa de que salário era inflacionário. Vamos aos números:
 
O DESEMPREGO DESPENCA NOS ÚLTIMOS ANOS
 
Em 2002 o Brasil tinha uma taxa de desemprego de quase 11% e tinha um viés de alta, tanto que no ano seguinte esta taxa chegou a 12,4%. A partir dai, quando a mudança da política econômica (que a mídia insiste em dizer que é a mesma), o país começou a investir no seu povo, aumentando sua renda, gerando mais consumo e aumentando a oferta de empregos. No mês de dezembro de 2013, chegamos ao patamar de uma taxa de 4,3%, em algumas regiões do país, esta taxa chegou a 3,5%. Estamos entrando no Pleno Emprego!
Números do desemprego em 2013
A RODA PASSOU A GIRAR AO CONTRÁRIO
 
Com isto o Brasil fez o roda girar ao contrário, gerando e aumentando a renda do trabalhador, ele passou a consumir mais e assim as empresas passaram a produzir mais e gerar mais ofertas de empregos e assim sucessivamente, é só olhar o gráfico das taxas de desempregos do Brasil até 2013. Vem caindo fruto de um governo que pensa em seu povo, que olha para o povo trabalhador.

A CRISE E A MÍDIA
 
Olha que o mundo neste período entrou em crise e braba. Com a Europa e Estados Unidos, batendo recordes de desemprego, crise esta que até hoje nção foi solucionada. Quem não se lembra da frase do Lula, que no Brasil, a crise seria uma "marolinha". A mídia caiu de pau e depois nunca mais falou sobre o assunto e agora vem tentando, a dois anos seguidos, criar uma crise para destabilizar o governo e assim tentar retomar o governo com seus aliados tucanos.
 
O Brasil tá aí, gerando emprego, renda e melhoria de vida para seu trabalhador, só não ver, quem tem outros objetivos, que não seja termos um Brasil mais justo e solidário.