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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

CHARGE: OPERAÇÃO SALVA AÉCIO NEVES


 A Charge do Nani retrata bem a operação para salvar o mandato do Senador da república mais encrencado com a justiça, Aécio Neves PSDB/MG.

Fonte: Site A Charge On Line

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

AÉCIO NEVES ZOMBA DA JUSTIÇA: "NINGUÉM PODE COMETER CRIMES IMPUNEMENTE"


O único senador a discursar - terça 09 - pelo PSDB, Aécio Neves, defendeu o Antônio Anastásia, com o discurso que ninguém está acima da lei. Usou esta frase para atacar a Presidenta Dilma Rousseff, esquecendo que o próprio tem oito delações contra ele, na Operação lava-Jato.

Aécio Neves, disse que a "impunidade" deixará de predominar. Mas esqueceu de citar a construção de um aeroporto, com recursos púiblicos, em uma fazenda familiar. Também esqueceu da obra da CEMIG, que corta outra fazenda familiar.

O Senador tucano esqueceu também de outros crimes, que estão impunes, como:

- Os R$ 23 milhões que o José Serra/PSDB/SP recebeu da Odebrecht.
- O processo de cassação do Eduardo Cunha já tem 300 dias e até agora nenhum parlamentar do PSDB, se manifestou no processo contra o Cunha.
- O mensalão tucano repousa a 11 anos no Ministério Público. Todfos Apostam na prescrição para todos ficarem impunes.
- O "Tremsalão" do Metrô de São Paulo, que envolve o governador do estado, Geraldo Alckmin. O PSDB governa o estado a mais de 20 anos.

O Senador Aécio Neves, sumiu do noticiário da grande mídia brasileira, que o protege de todas as formas. O discurso do tucano no Senado, zomba da Justiça Brasileira, afinal ele é o grande beneficiado com a morosidade e a impunidade. Sua fala foi a seguinte: "Ninguém pode cometer crimes impunemente". 

Veja a matéria completa no site Brasil Atual, no Blog da Helena

Fonte: Brasil Atual

quinta-feira, 9 de julho de 2015

AÉCIO QUER VIRAR A MESA NO TAPETÃO

O processo em curso no país é para interromper através de um golpe o governo Dilma e assim acabar com o processo inciado em 2003 de redistribuição de renda no Brasil. O mais absurdo é ver lideranças tucanas defendendo o golpismo caracterIstico da ditadura militar. Fernando Lugo no Paraguai passou por processo parecido, com toda a elite se organizando para tirar do poder alguém que pensava em inverter as prioridades.

O golpismo é tão escancarado que até colunistas da Folha de São Paulo, é o caso de Marcos Augusto Gonçalves. Anti-petista ferrenho, mas não aguenta mais o golpismo do PSDB.

Eis trechos de sua coluna com o título "Aécio quer virar a mesa no tapetão":

(...) Não se sabe dos tucanos emplumados qual tem sido mais infeliz e calhorda em suas manifestações. Bem, na verdade sabe-se: Aécio Neves. Definitivamente, o fracasso eleitoral subiu-lhe à cabeça.
(...)
Dolorido e inconformado com a derrota, comporta-se como o garoto mimado que pega o carro importado e sai em disparada desrespeitando sinais, como prova de sua superioridade.
(...)
Mas sem dúvida em nossa América Latina a tradição golpista da direita é mais bem-sucedida (...) temos também os levantes mais pragmáticos –aqueles que visam sobretudo as vantagens econômicas que a ocupação do Estado pode propiciar.
(...)
subsiste um substrato golpista na política brasileira
(...)
O PSDB, que tem dado mostras de desorientação, com períodos de euforia e alguns brevíssimos interregnos de sensatez, chegou à sua convenção no fim de semana animado com denúncias que poderiam proporcionar um caminho juridicamente defensável para depor a presidente. Depois de votar de maneira irresponsável contra seu próprio programa e os interesses do país, de ter defendido o impeachment e voltado atrás, os tucanos resolveram se preparar para "em breve" ser situação.
(...)
A política nacional, nesse Fla x Flu, desce ao "modus operandi" da cartolagem (...) jogamos mais pelo padrão Fifa de nossos homens públicos e de suas articulações.
(...)
Nessa arena, o PSDB deixou claro que sua jogada é ganhar no tapetão. (...) O time tucano quer uma virada de mesa e, para isso, vai usar contra a presidente alguns dispositivos do regulamento que todos, inclusive seus filiados, descumprem regularmente à luz do dia.
(...)
Mesmo que a ideia possa ser mais pressionar do que realmente antecipar o final do mandato de Dilma, o PSDB envereda por um caminho perigoso. Uma investida persistente na tentativa de afastar a petista poderia ter consequências graves, e ainda não bem avaliadas, para o país.
(...)
Não seria em hipótese nenhuma um processo pacífico. A mobilização da militância e das entidades que defenderiam a presidente e das forças que apoiariam a virada de mesa no tapetão poderia nos levar ao ápice de uma escalada de radicalização e intolerância que precisaria na verdade ser contida, moderada e não excitada.



Fonte: Blog Amigos do Presidente Lula

terça-feira, 30 de junho de 2015

COLUNISTA DO JORNAL O DIA DENUNCIA MANIPULAÇÃO DA VEJA

Na sua coluna de ontem - segunda-feira (29) - Octávio Costa denunciou a manipulação que a Revista Veja faz em todas as suas edições. Mas a omissão da doação a campanha do Aécio Neves (PSDB) no caso de reportagem da empreiteira UTC é critante. Vejam a reprodução da coluna




DE OLHO NA POLÍTICA: EMPREITEIRO DA UTC FEZ DOAÇÃO A CAMPANHA DO AÉCIO NEVES 

Octávio Costa

Há alguns dias, um jovem repórter, ao ouvir comentário que fiz sobre uma reportagem da ‘Veja’, teve a seguinte reação: “Ah, você ainda lê a revista dos inimigos!” Eu não sabia que o carro-chefe da Editora Abril estava sendo tratado desta maneira no meio universitário e fiquei bastante surpreso. Confesso que fiquei decepcionado. Trabalhei na ‘Veja’ por oito anos, de 1973 a 1981, época em que a revista, sob o comando de Mino Carta e depois com Elio Gaspari de editor-chefe, lutou contra a censura e pela volta do país à democracia. Lembro-me bem que Gaspari, em 1983, divulgou em primeira mão a música ‘Vai Passar’, de Chico Buarque, celebrando os estertores da ditadura militar. Infelizmente, o tempo passou e, hoje, ‘Veja’ tornou-se “inimiga” dos jovens politizados que sonham com as bandeiras românticas da esquerda. É apontada como porta-voz da direita. Até gente experiente que critica os erros cometidos pelo PT deixou de ler a revistona. E com certa razão.

Ao atirar contra os governos de Lula e Dilma Rousseff, ‘Veja’ abandonou qualquer resquício de imparcialidade. Fez sua opção política. A ordem é ir atrás de denúncias (bem fundamentadas ou não) contra os petistas. No auge do Mensalão, foi publicada, na ‘Carta ao Leitor’, uma foto da equipe de Brasília, em que o chefe da redação, Policarpo Júnior, posava à frente dos repórteres, imitando Eliot Ness, o célebre agente do Tesouro dos EUA que combateu Al Capone. Dizia-se que eles eram sentinelas avançados da Justiça, num evidente exagero. Para azar da Abril, meses depois foi revelado que Policarpo era amigo do contraventor Carlinhos Cachoeira, com quem teria viajado para os Estados Unidos. Foi uma bomba. Mas Policarpo justificou-se, explicando que só poderia ter acesso a casos de corrupção se mantivesse relações com bandidos. Cachoeira, portanto, seria apenas uma fonte de informações. 

O episódio caiu no esquecimento. Mas, esta semana, ‘Veja’ voltou a publicar foto de Policarpo à frente dos repórteres. Diz que a equipe presta serviço aos governados e traz “os espantosos relatos” da delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa. Na verdade, trata-se de sequência da capa ‘Os segredos do empreiteiro’, publicada em fevereiro com a chamada: “O que Ricardo Pessoa, da UTC, preso em Curitiba, quer contar sobre a Lava-Jato”. Lá, dizia-se que o empreiteiro, na delação, revelaria detalhes do esquema de corrupção da Petrobras. Agora, a revista divulga a lista de acusações. Trata o empreiteiro como dono da verdade e dá todas as denúncias como boas. Mistura doações legais e ilegais. E põe no mesmo nível a contribuição de R$ 20 milhões ao ex-presidente Fernando Collor e de R$ 150 mil à campanha do deputado Júlio Delgado, do PSB mineiro. Qualifica de “passa-moleque” o fato de um deputado não ter facilitado um negócio da UTC.

Chama a atenção a falta de informação sobre os R$ 4,5 milhões que a UTC doou à campanha de Aécio Neves em 2014. ‘Veja’ põe no alto da lista os R$ 7,5 milhões doados à campanha de Dilma, mas se esquece totalmente do tucano. Também não se preocupa em contar quem é Ricardo Pessoa, o chefe do cartel que assaltou a Petrobras. O grande corruptor não é o alvo da revista da Abril. É exatamente por seu olhar enviesado que ‘Veja’ deixou de ser lida pelos jovens de esquerda.

Fonte: Jornal O Dia