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domingo, 12 de agosto de 2018

DIA DE HOMENAGEAR UM GUERREIRO



Neste domingo especial, eu não poderia deixar de homenagear um guerreiro e exemplo de luta para muita gente, principalmente para aqueles que se acham cansados e desanimados. Um ativista que luta sua vida inteira, por um mundo mais justo e solidário, com uma energia pouco vista aos seus 85 anos de vida.

Este é o Professor Antônio Rodrigues, meu exemplo e meu pai, com muito orgulho.

Um pouco da história de vida deste guerreiro da classe trabalhadora.

Professor Antonio Rodrigues é Licenciado e Bacharel em Geografia pela UFRJ. Filho de imigrantes expulsos pelo latifúndio onde trabalhava no processo de organização dos trabalhadores canavieiros no norte-fluminense, perdeu a pequena propriedade que possuía vindo com toda a família no pós-guerra a residir na antiga “favela do esqueleto”, onde hoje se situa a UERJ.
Ingressou na então Escola Técnica da Imprensa Nacional – EAGIN onde teve seu primeiro contato com o mundo do jornal. Na década de sessenta, ingressa na FNFI, hoje UFRJ. Casa-se em 1961 e um ano após nasce Vinícius de Assumpção, ex-presidente do Sindicato dos Bancários e atual vice-presidente da CONTRAF.
Em 1964, ano do golpe militar, cursava o 3° ano da Universidade quando foi punido por  “atividades subversivas”, o que retardou a conclusão do curso de licenciatura e Bacharelado em Geografia. Neste período ingressou no corpo docente da CAP – UFRJ. Em 1968, nasce a filha, Valéria de Assumpção, que também se tornou professora.
No período de 1970 a 1990, passou a atuar no município de Nova Iguaçu, com ênfase no Instituto de Educação.  Educador da rede estadual de 1970 a 2000, o prof. Antonio atuou também em várias escolas particulares, dentre elas o Sacre Coeur, Anglo-Americano, Zacaria e Universidade Santa Úrsula. Em Nova Iguaçu e Belford Roxo, ele atuou como professor e coordenador da equipe que criou as Faculdades ABEU, época em que teve seu nome acolhido pelo Conselho Nacional de Educação como seu vice-diretor.
Na década de oitenta, saído da ABEU por divergência política, voltou a lecionar Geografia, base de sua formação acadêmica, submetendo-se à concursos públicos para o Colégio Naval em Angra dos Reis, onde atuou por 10 anos e Colégio Pedro II, onde permaneceu como docente durante cerca de 20 anos. Nos últimos 10 anos foi chefe do Departamento de Geografia dessa emérita escola, sendo eleito sempre por eleições diretas.
Ingressou na Diretoria Central do SEPE no processo grevista de 1979/1980 e organizativo da categoria dos Professores no Estado do Rio de Janeiro. Em 1982, filiou-se e passou a militar no Sinpro-Rio. Na década de 90 a sua atuação no Sindicato se fez através da Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino no Estado do Rio de Janeiro – FETEERJ. O prof. Antonio também foi membro da Diretoria Plena da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino – CONTEE. 
Em 2011, recebeu o Título de Benemérito do Estado do Rio de Janeiro, da ALERJ, proposto pelo Dep. Estadual, Gilberto Palmares. Atualmente exerce o cargo de tesoureiro do Sinpro-Rio e coordenador da FETEERJ. Além de ter grande representação de base, com grande reconhecimento e respeito da categoria por sua luta.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

SÓ PODE SER PIADA E DE MAU GOSTO


A assassina, Suzane von Richthofen, que matou os pais, em 2002, cumpre sentença de mais de 39 anos de prisão, recebeu o induto dos "Dias dos Pais". Isto mesmo, vai comemorar o Dia dos Pais com quem?

Na sua última saída temporária, Suzane, informou um endereço falso. mesmo assim foi libertada temporariamente e só vai voltar no próximo dia 16. Na última saída, Suzane, informou um endereço na cidade de Angatuba, no interior paulista, mas não foi localizada no imóvel. Ela foi presa e ficou numa cela isolada como punição e posteriormente, foi absolvida pela justiça que entendeu que ela não agiu de má fé.

Mas liberar a assassina dos pais, no Dia dos Pais? Isto no mínimo é uma piada de mau gosto com a população e com todos que ficaram indignados com o bárbaro crime.

Se fosse um "pobretão", teria os benefícios da Lei? A cada dia se comprova que a justiça brasileira foi feita apenas para proteger a elite branca deste país. A eles a dupla interpretação da Lei, aos demais a dureza da Lei.

Fonte: Jornal O Dia






segunda-feira, 10 de agosto de 2015

DESCOBERTAS DA CIÊNCIA SOBRE A PATERNIDADE

Como ontem foi Dia dos Pais, resolvi fazer uma pesquisa sobre algo que se relacionasse com a data e achei uma pesquisa divulgada no site Mega Curioso sobre "coisinhas" que a ciência já descobriu a respeito da paternidade. É um artigo de Randy Rieland. Vale a pena conferir:

Eles também ficam "grávidos"


Calma, os papais não ficam literalmente grávidos! No entanto, assim como as mulheres passam por uma série de alterações hormonais durante a gravidez, um estudo conduzido pela Universidade de Michigan apontou que os futuros papais também podem sofrer variações em seus níveis de hormônios.
A pesquisa acompanhou 29 casais “grávidos” durante um período de oito semanas, coletando amostras de saliva para medir os níveis hormonais dos futuros papais e mamães diariamente. Como esperado, as mulheres apresentaram variações significativas nas taxas de hormônios e, surpreendentemente, os homens também passaram por alterações, sofrendo quedas nos níveis de testosterona e de estradiol — que é uma forma de estrogênio.
Ficar com os filhos faz bem para eles
Um estudo conduzido por cientistas da Universidade Northeastern de Boston, nos EUA, revelou que pais que conseguem se dedicar aos filhos são mais propensos a se sentir melhor com respeito à vida profissional e menos inclinados a abandonar seus empregos. O curioso é que, segundo os pesquisadores, essa tendência não está necessariamente associada à ideia de que os pais precisam manter seus trabalhos para sustentar a família.
Conforme explicaram, na verdade, os pais realmente se beneficiam da companhia dos filhos e de estar envolvidos na sua criação. Como consequência, eles se sentem mais felizes e satisfeitos em seus locais de trabalho, resultando em uma maior produtividade. Aliás, o estudo apontou que o contrário também acontece, ou seja, que pais menos ligados aos filhos são menos focados em suas vidas profissionais.
Eles têm forte influência sobre suas filhas
Moças que tiveram bons relacionamentos com os pais durante a adolescência são mais inclinadas a adotar hábitos sexualmente seguros quando chegam à vida adulta. E mais: filhas que cresceram em lares com pais atuantes também costumam ter menos parceiros sexuais ao longo da vida. Essa foi a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Flórida que envolveu 748 estudantes — dos quais 60% eram mulheres.
A pesquisa foi conduzida para descobrir aspectos sobre a adolescência dos participantes, como o nível de envolvimento dos pais durante esse período, por exemplo. Com respeito à conclusão, os pesquisadores acreditam que uma explicação para o comportamento das moças seria que a presença paterna em suas vidas faz com que elas sintam menos necessidade de buscar atenção masculina fora de casa quando se tornam mais velhas.
O DNA deles é o que manda
Você até pode ser a cara da sua mãe — e inclusive ter herdado uma porção de gestos e comportamento dela. No entanto, de acordo com um estudo feito por cientistas da Universidade da Carolina do Norte, os mamíferos são geneticamente mais parecidos com os pais.
Segundo os pesquisadores, embora os filhos recebam a mesma quantidade de mutações genéticas — que fazem deles indivíduos únicos — do pai e da mãe, as que vêm dos pais são as mais “utilizadas”. Conforme explicaram, essa informação é importante na hora de estudar doenças que são herdadas geneticamente, já que, dependendo de quem transmitiu a mutação, a expressão desses genes pode ocorrer de forma diferente nos filhos.
Eles ajudam menos depois que os filhos nascem
Os papéis de homens e mulheres mudaram muito nas últimas décadas, e em lares onde os casais trabalham fora, os maridos normalmente dividem as tarefas domésticas com as esposas de maneira relativamente equilibrada — até que o primeiro filho nasce! Bem, isso acontece pelo menos de acordo com uma pesquisa da Universidade Estadual de Ohio, nos EUA.
O estudo foi conduzido com 182 casais e, antes de a “cegonha” chegar, os homens costumavam dividir os afazeres domésticos com as mulheres de forma bem democrática. No entanto, depois do nascimento das crianças, a distribuição das tarefas mudava bastante, e as esposas passavam a “trabalhar” em casa ao menos uma a hora a mais por dia do que eles. Aparentemente, algumas coisas não mudam mesmo!
Fonte: Megacurioso.com.br