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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

BRASIL GERA 17 MILHÕES DE EMPREGOS EM DEZ ANOS

Com a gravíssima crise internacional sendo escondida por parte da mídia brasileira, afinal sua publicidade logo teria uma comparação com a nossa realidade, o Brasil continua gerando empregos, pode ter sido a menor criação de empregos formais dos últimos dez anos, mas ninguém consegue escrever uma linha sequer, que o país continua gerando empregos e renda para a sua população. Mas os números dos últimos cinco meses de 2013, são melhores que o mesmo período de 2012.
 
Nos números abaixo vocês podem reparar que não é nada alarmante e que o país bateu os mais de 17 milhões de empregos criados durante os últimos 10 anos. lembro bem quando o Lula disse que criaria 5 milhões de empregos no seu governo e muita gente caiu na gargalhada e hoje podemos dizer que temos um país que olha para seu povo trabalhador. Ainda falta muito para termos um país mais justo e solidário, a saúde e a educação, precisam melhorar muito, mas já é bem melhor que o Brasil de 2002, que o sociólogo largou.
 
GERAÇÃO DE EMPREGOS NOS ÚLTIMOS 10 ANOS
 
2003 - 821 MIL
2004 - 1.747 MILHÕES
2005 - 1.514 MILHÕES
2006 - 1.485 MILHÕES
2007 - 1893 MILHÕES
2008 - 1.669 MILHÕES
2009 - 1.296 MILHÕES
2010 - 2.543 MILHÕES
2011 - 1.944 MILHÕES
2012 - 1.301 MILHÕES
2013 - 1.117 MILHÕES
 
TOTAL EM 10 ANOS: 17.330 MILHÕES

sábado, 18 de janeiro de 2014

CRESCE O NÚMERO DE OCUPADOS NO BRASIL

Mais alguns números que não vão passar na televisão. O IBGE, divulgou na última sexta-feira, 17/01, informações inéditas sobre o mercado de trabalho brasileiro e vejam vocês que a coisa piorou, para a grande mídia é claro! O estudo mostra que o número de brasileiros desempregados diminuiu no último trimestre de 2013, agora são 7,3 milhões contra 7,8 milhões no trimestre anterior. A população ocupada passou de 89,4 milhões no primeiro trimestre de 2013 para 90,6 milhões no segundo trimestre, acima dos 89,6 milhões do segundo trimestre de 2012.
 
 No segundo trimestre de 2013, 76,4% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada, um avanço de 0,9 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2012 (75,5%). As taxas regionais variaram de 61,5% no Nordeste a 84,0% na região Sul, no segundo trimestre de 2013. Enquanto a taxa de desocupação ficou em 7,4% para o Brasil, no enfoque regional foram verificadas diferenças: a região Nordeste foi a que apresentou a maior taxa, 10%, e a região Sul, a menor, 4,3%.
Evolução do mercado

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

BRASIL CRIA MAIS DE 1,546 MILHÃO DE EMPREGOS EM 2013

Apesar de setores da mídia tentarem minimizar e até distorcer os números da geração de empregos no país, a verdade é uma só, o Brasil continua gerando empregos e renda para seus trabalhadores, aumentando assim, a quelidade de vida do seu povo, apesar da gravissíma crise econômica que vive a Europa e o EUA.
 
De acordo com números do Ministério do Trabalho, a criação de empregos formais em novembro alcançou o saldo de 47.486, um crescimento de 0,12% em relação ao mês anterior. É o melhor resultado dos últimos três anos, para o mês. Mas o crescimento de vagas no mercado de trabalho vem crescendo e no acumulado do ano de 2013 (até novembro) é de 1.546.999 postos de trabalho formais. Isto representa um crescimento acumulado no ano de 3,91%  e de 11,20% nos últimos três anos, com quase 5 milhões de novas vagas criadas em todos os setores da economia brasileira.
 
Dos 26 estados do país o Rio de Janeiro foi o estado com melhor desempenho, com 16.985 novos postos de trabalho, Minas Gerais teve o pior resultado, com menos 11.942 empregos com carteira assinada. Depois do Rio de Janeiro, que registrou alta na criação de empregos formais em novembro impulsionado pelo bom desempenho do setor do Comércio, aparecem o Rio Grande do Sul, com crescimento de 0,39%, e Santa Catarina, com acréscimo de 0,48%, no percentual de postos formais.
Dentre os estados que mais reduziram o nível de emprego formal no mês de novembro, depois de Minas Gerais, aparece o estado de Goiás, que perdeu 8.397 postos de trabalho; seguido por Mato Grosso, com menos 5.204; e São Paulo, com redução de 3.751.
 
Só não enxerga quem não quer ver, ou que tem outros interesses, que não sejam da coletividade e o bem do nosso povo.