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quarta-feira, 8 de maio de 2019

BRASIL PERTO DA CONVULSÃO SOCIAL

A cada dia que passa cresce assustadoramente o "exército" de desempregados em todo o país, que povoam as calçadas das grandes cidades. São famílias inteiras entrando em desespero, por não ter mais como alimentar seus filhos e não ter onde morar. A dignidade do ser humano indo para o lixo.

É uma tragédia coletiva por trás de um desempregado. Como conseguir um novo emprego como uma economia que só encolhe? As empresas demitem, diminuem e várias fecham as portas.

Um governo que não tem a menor condição de fazer a roda da economia girar de outra forma. Não tem uma ação sequer apontando para o crescimento econômico. O mercado percebe isto e se retrai. É um caos para o setor produtivo do país.

Mas, o mercado financeiro este sim, está muito feliz e aplaudindo um governo que "bate continências" para suas exigências, derretendo os direitos da classe trabalhadora e, assim abocanharem trilhões dos direitos trabalhistas e previdenciários.

O (des)governo Bolsonaro, apostou na informalidade como forma de gerar subempregos, para atender os empresários e parcela da elite brasileira, enganando a população com números que poderiam significar geração de empregos. Mas nem isto vai ocorrer, é tragédia total!

Agora o Ministro Paulo Guedes, fala em acabar com o direito a aposentadoria, como forma de "salvar" o país da derrocada, se a reforma não sair o Brasil não tem mais jeito. É uma falácia que eles sempre usam quando precisam aprovar algo de interesse dos ricos.

Além do desemprego em massa, o governo destrói as políticas públicas e prepara o Brasil para entrar numa convulsão social, talvez jamais vista em nossa história. 

Ainda temos aqueles que defendem este governo, mas a maioria que fez "arminha" nas eleições estão envergonhados com o que transformaram o nosso país. O Brasil hoje, é governado para uma minoria privilegiada e tem um governo que nos envergonha internacionalmente.

Pobre do Brasil e do nosso povo!  

terça-feira, 31 de julho de 2018

BANCOS PROJETAM LUCRO R$ 71 BILHÕES PARA 2018.

Os bancos projetam uma lucratividade que vai ultrapassar a R$ 71 bilhões, em 2018. Isto vai representar um aumento de 11,6% em relação aos lucros de 2017. Mesmo com toda esta lucratividade, os bancos continuam a reduzir seus lucros e aumentar o desespero de milhões de brasileiros e brasileiras com o fantasma do desemprego.

Os bancários estão já em negociação pela campanha salarial e vem exigindo nas mesas de negociações que os empregos da categoria seja preservado e que as novas contratações sejam feitas por bancários e não por terceirizados, com a utilização da precarização da  mão de obra, através da nova legislação trabalhista, que destrói a qualidade do emprego no Brasil.

Os bancos vão para a televisão e propagam seus anúncios a modernidade e falam da responsabilidade social. Só na propaganda mesmo! Afinal de contas, com toda essa lucratividade, se os banqueiros tivessem a responsabilidade com o país de verdade, poderiam preservar os empregos de seus trabalhadores, já seria uma grande contribuição para a sociedade, numa grave crise que o país atravessa.

Mas os bancos continuam a demitir e somente este ano (2018), já fecharam 2.846 postos de trabalho. O estado de São Paulo registrou o maior saldo negativo no emprego bancário no período: 57,8% das admissões e 64,7% do total de desligamentos, com 955 postos fechados. Em seguida, Rio de Janeiro e Paraná foram os estados que mais fecharam postos: 724 e 358 

Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a estratégia dos banqueiros é a de economizar uma grana preta para faturar ainda mais dinheiro, sem repassar a redução de custos para o consumidor, que continua pagando tarifas cada vez mais caras e os maiores juros do planeta. “Os bancos trazem prejuízos para os bancários e para a sociedade, pois com menos caixas e funcionários para o atendimento, as filas aumentam, o atendimento piora, sobrecarregando os funcionários que continuam nas agências”, critica a presidenta do Sindicato, Adriana Nalesso.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

BANCOS LUCRAM E DEMITEM

Mesmo com a sequência de lucros, os bancos fechados 2.347 postos de emprego bancário em todo o país, nos quatro primeiros meses de 2018. São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná foram os estados com maiores saldos negativos. Foram, ao todo, 8.933 admissões e 11.280 desligamentos no mês. Somente em março, os bancos fecharam mais de 121 postos de trabalho pelo país.
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) apontam ainda que São Paulo registrou 58,1% das admissões e 65,5% do total de desligamentos, apresentando o maior saldo negativo no emprego bancário no período analisado, com 663 postos fechados no ano. Rio de Janeiro e Paraná foram os estados que mais fecharam postos, depois de São Paulo. Foram fechados, respectivamente, 462 e 323 postos. O Pará apresentou o maior saldo positivo (95 postos).
Para Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT, a pesquisa deixa clara a falta de responsabilidade social dos bancos. “É inadmissível que ao mesmo tempo que os banqueiros lucram cada vez mais, eles cortem postos de trabalho. Toda a população é atingida, pois aumenta o desemprego no país, sobrecarrega os profissionais que continuam empregados nas instituições e prejudicam a qualidade do atendimento aos clientes. Isso, sem comentar as altas taxas de juros executadas no País.”
A situação é mais alarmante se levarmos em conta que, desde janeiro de 2016, apenas em 4 meses os saldos foram positivos (janeiro de 2016, julho e novembro de 2017 e janeiro de 2018).
De acordo com dados dos balanços das instituições financeiras, os cinco maiores bancos que atuam no país (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú e Santander) eliminaram 16,9 mil postos de trabalho somente em 2017. Levando em conta todo o setor bancário, segundo o Caged, o número de vagas extintas no ano passado chegou a 17,5 mil.
Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander – os quatro maiores bancos múltiplos com carteira comercial que atuam no país –, lucraram R$ 17,4 bilhões apenas nos três primeiros meses de 2018.
No período, o Banco do Brasil atingiu lucro líquido ajustado de R$ 3 bilhões, crescimento de 20,3% em relação ao primeiro trimestre de 2017. O Bradesco teve lucro líquido recorrente de R$ 5,1 bilhões, alta de 9,8% em relação ao mesmo período do ano passado. O Itaú obteve lucro líquido recorrente de R$ 6,4 bilhões, crescimento de 3,9% em relação a igual período do ano passado. O Santander alcançou lucro de R$ 2,9 bilhões, alta de 25,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
A Caixa ainda não divulgou seu lucro trimestral, e junto com os outros quatro bancos citados acima, responde por aproximadamente 90% dos empregos do setor bancário.
Os bancos não lucram apenas com o fechamento de postos de trabalho. A alta rotatividade com redução salarial é outra maneira encontrada por esses conglomerados para aumentar os ganhos.
De janeiro a abril, os bancários admitidos recebiam, em média, R$ 4.007, enquanto os desligados tinham remuneração média de R$ 6.607. Ou seja, os admitidos entram ganhando 61% do que os que saem.
A discriminação de gênero é outra realidade nos bancos. Em abril, as bancárias mulheres foram contratadas com média salarial de R$ 3.245, o que equivale a 72% do salário médio dos bancários homens, que no mesmo mês foram admitidos com média salarial de R$ 4.488. As bancárias demitidas recebiam, em média, R$ 5.549, equivalente a 73% do salário médio dos homens desligados que ganhavam R$ 7.579.
Fonte: Contraf-CUT

terça-feira, 6 de março de 2018

O BRASIL REAL

Parte da grande imprensa brasileira tenta de todas as maneiras passar uma imagem que o pior já passou, bem diferente dos anos que o PT era governo, onde uma notícia positiva era praticamente impossível nos telejornais, rádios ou nas manchetes dos jornais de circulação nacional.



Agora propagam que a economia avançou e passam a imagem que tudo vai melhorar. Tudo isto para manter o podre governo Temer em pé até as eleições de 2018, onde tentarão emplacar alguma "novidade" para continuar a espoliação ao trabalhador brasileiro e as riquezas do nosso país.


Mas a realidade do trabalhador e do povo é bem diferente. O País iniciou o ano com o aumento da taxa de desemprego e do número de pessoas sem trabalho. A reforma trabalhista só fez o mercado informal ditar as regras, mesmo com um cenário de juros baixos, o empresariado brasileiro sabe que não se pode confiar neste cenário econômico para investimentos, como fizeram na época do governo Lula, onde os índices de desemprego chegaram perto do pleno emprego, com 4%.

A taxa de desemprego no país subiu a 12,2% no trimestre até janeiro, segundo a Pnad, divulgada pelo IBGE, na última quarta-feira. Com isto os números voltaram ao mesmo patamar do trimestre até outubro de 2017, significando que as contratações temporárias da época de final de ano, viraram poeira.

O Brasil tinha entre novembro e janeiro, 12,689 milhões de pessoas desempregadas - uma Portugal inteira - contra 12,300 milhões no quarto trimestre de 2017 e de 12,921 milhões no mesmo período do ano anterior.

Já o número de pessoas ocupadas caiu no período a 91,702 milhões; sobre 92,1 milhões no período anterior e 89,854 milhões, no mesmo período do ano anterior.

Este é o Brasil real e oficial e não o que a Globo, Bandeirantes e Cia, tentam fazer a população acreditar.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

COMO MANIPULAR UMA NOTÍCIA

Como o povo já percebeu a grande mídia brasileira, tem lado e perdeu o pouquinho de isenção que tinha num passado bem distante. Mas vejam o absurdo da manipulação da notícia sobra a taxa de desemprego no trimestre de agosto a outubro de 2017. Isto ocorreu quando os números foram anunciados no início de dezembro.

A MANIPULAÇÃO

A maioria dos telejornais dos principais canais de TV do Brasil, jornais, sites e rádios, anunciaram que a média da taxa de desemprego no Brasil caiu para 12,2%, no trimestre de agosto a outubro/2017. Mas qual foi a comparação que a grande mídia utilizou?  Comparou com o trimestre anterior (maio a julho), que foi de 12,8%. "A taxa de desemprego recua no Brasil, 0,6%, demonstrando que a economia vem se recuperando, mesmo lentamente".

Assim disse a grande mídia, liderada pela TV Globo, a Rede Bandeirantes, os Jornais O Globo e o Estado de SP, que se esforçam para melhorar a imagem da quadrilha que tomou conta do poder no Brasil, e que vem fazendo o trabalho que as classes dominantes exigem. Pela comparação da grande mídia brasileira, foram 586 mil pessoas que conseguiram emprego, no Brasil, no período.

QUAL A MANIPULAÇÃO DA INFORMAÇÃO? 

A comparação correta é sempre com o mesmo período do ano anterior. Neste caso, o correto seria com o mesmo trimestre de 2016. É mais seguro para avaliar a economia. Dando um exemplo do mês de dezembro, onde normalmente o comércio emprega. Como comparar este período que o mês de novembro ou qualquer outro do ano? O correto é comparar com dezembro de 2016, assim fazer uma avaliação correta e segura.

A NOTÍCIA COMO DEVERIA

O Brasil registrou no trimestre de agosto a outubro de 2017, uma taxa de desemprego de 12,2%, maior que o mesmo período do ano anterior, que foi de 11,8%. Quase ninguém divulgou que a taxa de 12,2% é a maior desde o início da série histórica da pesquisa feita pelo IBGE, desde 2012. Comparado com o mesmo período de 2016, são mais 698 mil pessoas a mais sem emprego. Então houve um aumento no desemprego de 0,4% e não uma diminuição da taxa em 0,6%.

Se compararmos os números do trimestre anterior (586 mil mais trabalhadores empregados) e com o mesmo período do ano anterior (698 mil pessoas perderam o emprego), teremos uma diferença de 1 milhão 284 mil trabalhadores.

É assim que a grande mídia faz com tudo o que interessa a ela.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

TEMER "INCLUI" 4,1 MILHÕES NA POBREZA

Inegavelmente o Brasil, depois de 2003, quando o ex-presidente Lula assumiu a presidência, entrou numa rota de crescimento e inclusão social, onde mais de 40 milhões foram incluídos na classe média e mais de 30 milhões saíram da extrema pobreza. A fome de milhões de brasileiro foi praticamente erradicada.

Mais isto infelizmente incomodou muito a classe dominante brasileira, que não quer em hipótese alguma que o povão melhore de vida e chegue mais perto dos bens de consumo e serviços que só são usufruídos por ela.

Deram o golpe a qualquer custo e implementaram uma agenda derrota nas urnas. As mesmas medidas que o país já provou e que levou o Brasil a ter a maior concentração de renda do mundo.

Hoje, no (des)governo Temer, mais de 4,1 milhões de brasileiros entraram na faixa de pobreza, sendo que 1,4 milhões voltaram para a extrema pobreza, segundo relatório elaborado pelo Instituto de Pesquisa Aplicada(IPEA), pelo Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento (PNUD) e pela Fundação João Pinheiro, publicado na última segunda-feira (14).

Além disto, o estudo mostra que houve uma redução na renda per capita da população, que passou de R$ 803,36, para 746,84. Estes números demonstram o quando a política econômica de Temer é nefasta ao trabalhador e ao país. Afinal, o Brasil tem uma economia pautada no setor de serviços e para que este setor se desenvolva, é preciso que a população tenha o seu poder compra aumentado.

A frase que o ex-presidente Lula insiste em propagar, que o povo não é o problema e sim a solução. No fundo o que ele quer passar como mensagem, é que a economia brasileira só "roda positivamente", se o povo tiver dinheiro no bolso, para consumir e assim as empresas produzirem e gerarem empregos e renda.

terça-feira, 25 de julho de 2017

BANCOS FECHAM MAIS DE 10 MIL POSTOS DE EMPREGO

Mesmo lucrando bilhões, os banqueiros ajudam aumentar a crise que o Brasil enfrenta, quando encerram 10.752 postos de trabalho em todo o país, somente no primeiros seis meses de 2017.

Os estados que mais sofrem com a ganância dos banqueiros, são: Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Os bancos Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa, foram os principais responsáveis pelo processo de demissões. São os mesmos que arrecadam milhões com a cobrança de tarifas bancárias aos clientes, sem contar as demais operações financeiras, altamente lucrativas. Com isto os bancos pagam todas as despesas de pessoais e ainda sobra muito dinheiro.

Pesquisa da CONTRAF - Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro, CLIQUE AQUI para ver.

Os bancos vão para a grande mídia passar uma imagem, através dos anúncios mentirosos, que são responsáveis socialmente. Se fossem, não estariam demitindo em plena crise, afinal lucram bilhões com a sociedade brasileira e este seria o mínimo que poderíamos esperar de um setor altamente lucrativo.

Fonte: CONTRAF CUT

quarta-feira, 5 de julho de 2017

A ELITE EGOÍSTA NÃO SABE OUVIR O POVO

O Povo quer dignidade!
A economista Mônica de Bolle, uma neoliberal, disse à BBC, que a "Elite da elite, o governo Temer não entende o que é estar desempregado no Brasil".

Em diversos países em crise, os governos procuram adotar práticas de proteção aos mais pobres, que sempre são os primeiros a sofrer com qualquer recessão. A primeira medita é ouvir o que esta camada da população passa no seu cotidiano, isto acontece até em governos conservadores, como o da Grã-Bretanha.

O economista chefe do Banco da Inglaterra, Andy Haldane, está viajando pelo País de Gales, não para palestras com homens de negócios e sim para ouvir e olhar as experiências das famílias comuns para a elaboração de novas políticas monetárias.

Haldane disse: "As famílias mais pobres da Grã-Bretanha, estão sendo atingidas pelo aumento dos preços dos produtos essenciais, como comida e combustível, e as ações para evitar que uma inflação mais alta se torne enraizada devem, portanto, ser uma prioridade".

Haldane conheceu diversas pessoas e famílias que estão com dificuldades para lidar com o aumento do custo de vida. Esta atitude de ouvir os mais pobres, diante das dificuldades da crise econômica é louvável, embora as soluções que Haldane pretende dar de combate a inflação possam levar ao aumento do desemprego e do achatamento salarial, condições semelhantes que vivemos aqui no Brasil.

A diferença é que o nosso "homem forte" da economia, não escuta o clamor dos mais pobres. Ele é todo ouvidos aos interesses dos banqueiros, latifundiários e dos mais ricos. Aos pobres ele só tem o olhar estratégico eleitoral. 

Este governo não sabe o que é a fome e a pobreza. É triste olhar um governo que pouco se lixa para o sofrimento do seu povo. Quer na verdade explorar ainda mais para aumentar a forma de exploração dos trabalhadores.

É muito retrocesso.

Fonte: Blog do Altamiro Borges

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

SANEAMENTO DA ECONOMIA DO TEMER: DESEMPREGO CHEGA A 12%

A cada mês o desemprego, medido pelo IBGE, aumenta e no último trimestre de 2016 chegou a 12%, contra 11,8% no trimestre anterior, demonstrando a tendência de aumento e desmentindo algumas fontes de governo que tentar passar alguma reação da economia para a sociedade, com a colaboração da grande mídia.

A Taxa de Desemprego tende a aumentar, infelizmente, no início deste ano. Dezembro sempre é um mês que a taxa de desemprego perde força, com as contratações do comércio, devido as festas de natal. Mas não foi isto que aconteceu e 400 mil pessoas perderam a carteira assinada em dezembro passado.

Nos últimos dois anos, o Brasil passou de 6,7 milhões de pessoas aptas ao trabalho, mas sem emprego para 11,7 milhões. São mais 5 milhões de trabalhadores que foram para a rua e sem condições de levar algo digno para dentro de casa, depois que a política neoliberal, de passado tão triste, voltopu a imperar na economia e na política brasileira.

 Agora, ninguém mais lembra da pauta bomba do Eduardo Cunha que impediu o governo Dilma de tentar melhorar a economia, com apoio da direita e das elites brasileiras. Ai está o resultado!

A política do estado mínimo e deixando a economia ser ditada pelo capital/mercado é este o resultado. Os ricos continuando acumulando riquezas e os trabalhadores sendo explorados e milhões sendo desempregados. O Governo Golpista de Temer, diz que as "duras" medidas (só para os trabalhadores), são necessárias para sanear a economia. E chamam isto de sanear a economia?

Fonte: Tijolaço 

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

TAXA DE DESEMPREGO AMPLIADO DO BRASIL CHEGA A 21,2%

A taxa de desemprego ampliado do Brasil, no terceiro trimestre de 2016, bateu a marca de 21,2%, quase o dobro do desemprego oficial. São aproximadamente 23 milhões de brasileiros que estão desempregados ou subutilizados. A Taxa de desemprego oficial ficou em 11,8% no mesmo período.

A chamada Taxa de Desemprego Ampliado diz respeito à soma dos desempregados efetivos, quem faz o chamado "bico" por falta de opção, quem trabalha menos do que poderia e quem desisitiu de procurar trabalho.

O estudo comparativo com outros países foi feito pelo banco Credit Suisse e revelou que o Brasil está entre os recordistas globais do desemprego ampliado. A média dos países analisados foi de 16,1%. O México ficou com 18,3%, e Turquia com 15,9%, que são países com renda comparável ao Brasil. Os países afetados profundamente com a crise internacional, são: Grécia (31,2%), Espanha (29,75%), Itália (24,9%), Croácia (24,6%) e Chipe (23,8%).

O levantamento indica que o Brasil tem a sexta maior taxa de desemprego ampliado entre os 31 países desenvolvidos emergentes que foram avaliados. E pensar que o Brasil em 2009, tinha uma taxa de desemprego em torno de 4%, muito perto do pleno emprego.

Tudo mudou muito rápido e nada me tira da cabeça que os grandes culpados desta crise são os golpistas, que pisaram fundo na "pauta bomba" na Câmara dos Deputados, liderados pelo presioneiro e ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. 

As elites na sua ânsia de retomar o poder, sem o voto democrático, pisou fundo no acelerador e levou a economia para o fundo do poço. Para eles era necessário criar a crise na economia para ter apoio na sociedade a proposta do golpe. Eles acreditavam que bastavam tirar o PT do poder, que eles recuperariam a economia automaticamente. Pisaram tão fundo no acelerador que levaram a economia para o colapso e agora levará um bom tempo, maior que eles pretendiam, para o país voltar a gerar emprego e renda.

As perspectivas não são boas, a pauta recessiva do governo golpista de Michel Temer, não dará vigor necessário que a economia precisa. Enquanto isto, os paneleiros ficam repetindo que a culpa é do PT, os trabalhadores vão pagando com seus empregos.

Resta agora aos trabalhadores a união necessária para retomar as lutas e levar milhões às ruas para exigir dignidade e a manutenção dos seus direitos. Dia 05 já tem manifestação em todo o Brasil, contra a Reforma da Previdência. O que você está esperando?

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

O DESEMPREGO NO BRASIL E NO MUNDO

Para aqueles que gostam de achar que o Brasil é o pior país do mundo, resolvemos fazer uma comparação, que a grande mídia brasileira não faz, entre as Taxas de Desemprego nos principais países do mundo.

No Brasil, o IBGE acabou de anunciar a taxa de desemprego no terceiro trimestre de 2014, que ficou em 6,8% e teve uma pequena queda em relação ao mesmo período do ano passado, que foi de 6,9%. Em relação ao mês anterior ela ficou estável.

A maior prova que a economia brasileira ainda continua com força é a comparação com a grave crise mundial, que desemprega milhões e aumenta a miséria em diversos países, principalmente na Europa.

Na Espanha a Taxa de desemprego chegou a 25,93% no terceiro trimestre de 2014. A taxa de desemprego nos jovens com menos de 25 anos é alarmante, chega a 55,5% de desempregados.

Na Grécia a Taxa de desemprego ficou acima de 27% no último trimestre. A Grécia tem o maior desemprego da Europa, que tem 12,2% em média de desempregados na zona do euro. Na população até 24 anos a situação é bem pior, a taxa de desemprego chega a 58,3%.

Na França a Taxa de Desempregados chegou a 10,4% da população economicamente ativa. Entre os jovens o desemprego atingiu a 24,3%, o mais grave que os últimos números apresentam uma tendência de alta no país.

Em Portugal a taxa de desemprego também é alta, no terceiro trimestre deste ano a taxa ficou em 13,1% da população economicamente ativa.

Na Itália a situação não é diferente e apresenta uma alta taxa de desempregados, que ficou no último trimestre em 13,2%. Esta taxa é a maior da história e entre os jovens a situação é alarmante, onde a o desemprego chega a 43,3%.

Na Alemanha a situação é bem melhor, a Taxa de Desemprego vem se mantendo estável em 4,9% da população economicamente ativa e entre os jovens até 24 anos, sobe para 7,7%.

Na Turquia a Taxa de Desemprego ficou em 10,1% e entre os jovens até 24 anos em 19%.

Na Holanda a Taxa de desemprego ficou estável em 8% na população economicamente ativa e entre os jovens até 24 anos, a taxa ficou 9,7% e vem numa tendência de queda. Em Abril esta taxa chegou a 11,5%.

No Reino Unido a taxa de desocupados ficou em 6% e vem apresentando um queda. No final de Março ela apresentava um índice de 6,8%. Entre os jovens chega a 15,6% a taxa de desemprego.

Fora da zona do Euro, alguns países apresentam dificuldades e outros conseguem se manter estabilizados diante da crise mundial. 

Nos Estados Unidos a taxa de desempregados chegou 5,80% e entre os jovens chegou a 12,7%.

A taxa de desempregados no Japão, que tem historicamente um desemprego muito baixo, ficou em 3,5%, para ser ter uma ideia, em janeiro de 2014 a taxa estava em 4% da população economicamente ativa. Entre os jovens até 24 anos ela dobra e vai para 7,2%.

Aqui na América do Sul podemos pontuar alguns países importantes como a Argentina, que tem uma taxa de desemprego em 7,5%.

A Colombia apesar de apresentar uma tendência de queda, tem ainda uma taxa de desempregados preocupante, hoje está em 7,9%.

O Paraguai tem a mesma taxa de desempregados da Colômbia, em 7,9%.

Venezuela tem a taxa de desemprego em 7% da sua população economicamente ativa. No ano de 2014 o país conseguiu se manter estável com as taxas de desempregados.

O Uruguai tem hoje a taxa de desempregados no país em 6,7% da sua população.

Cada país tem a sua metodologia de aferição dos dados, mas de uma forma geral conseguimos ter uma visualização do processo mundial e que ainda não superamos a crise internacional e conseguimos exergar que a crise preocupa a economia brasileira, mas o governo brasileiro soube usar durante os dois últimos anos, principalmente, das armas para impedir maiores reflexos internos.



sábado, 18 de janeiro de 2014

CRESCE O NÚMERO DE OCUPADOS NO BRASIL

Mais alguns números que não vão passar na televisão. O IBGE, divulgou na última sexta-feira, 17/01, informações inéditas sobre o mercado de trabalho brasileiro e vejam vocês que a coisa piorou, para a grande mídia é claro! O estudo mostra que o número de brasileiros desempregados diminuiu no último trimestre de 2013, agora são 7,3 milhões contra 7,8 milhões no trimestre anterior. A população ocupada passou de 89,4 milhões no primeiro trimestre de 2013 para 90,6 milhões no segundo trimestre, acima dos 89,6 milhões do segundo trimestre de 2012.
 
 No segundo trimestre de 2013, 76,4% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada, um avanço de 0,9 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2012 (75,5%). As taxas regionais variaram de 61,5% no Nordeste a 84,0% na região Sul, no segundo trimestre de 2013. Enquanto a taxa de desocupação ficou em 7,4% para o Brasil, no enfoque regional foram verificadas diferenças: a região Nordeste foi a que apresentou a maior taxa, 10%, e a região Sul, a menor, 4,3%.
Evolução do mercado