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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

BOLSONAZISTAS ATACAM JOVEM EM PORTO ALEGRE


Uma cena de horror, mas que reflete o que o Brasil está se tornando. Um país dos fascistas, do ódio e do medo. Uma jovem com menos de 20 anos, foi agredida por três homens, que usaram um canivete para marcar o símbolo nazista, a suástica, no seu corpo e ainda socaram a menina.

Sabem a causa da reação violenta dos "bolsonazistas"? A menina estava com um adesivo em sua mochila, com a inscrição #EleNão. 

O Brasil caminha rumo ao nazismo e o fim das liberdades individuais, com as "bençãos" do povo mais pobre e oprimido, como um voto de protesto a política atual. Só que o povo não percebe que o voto de protesto nunca criou nada de produtivo e legal, só lembrar do Collor.

A mídia é bem poderosa, que consegue fazer o oprimido amar o seu opressor.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

O ESTADO É DE EXCEÇÃO!

O que é o Estado de Exceção? É uma situação temporária de restrição de direitos e concentração de poderes que, durante sua vigência, aproxima um Estado sob regime democrático do autoritarismo. Isto estamos vivendo do Brasil em vários momentos, principalmente os movimentos de esquerda, que são atacados brutalmente e seus direitos violados. Vejam abaixo o relato onde jovens foram atacados pela brigada militar. 
No início da noite do último dia 24, após o julgamento do ex-presidente Lula, 28 jovens, entre eles militantes do Levante Popular da Juventude, MST, MPA e do Mídia Ninja, foram detidos no 3ª Departamento de Polícia de Porto Alegre, onde estão sendo assessorados até o momento por advogados parceiros. Abordados ainda na rua, os militantes foram conduzidos para a casa de um dos militantes do Levante, que foi completamente revirada pela polícia sem que fosse apresentada qualquer tipo de justificativa para tal. Ainda antes de serem detidos no 3º DPPA, os militantes foram conduzidos ao Departamento da Criança e do Adolescente (DECA) devido a presença de um menor de idade entre eles.
O processo foi conduzido de forma arbitrária pela Brigada Policial de Porto Alegre. Policiais sem identificação revistaram os pertences dos militantes sem a presença destes. Além disso, a polícia permitiu que a RBS, filiada da Rede Globo, filmasse com exclusividade os militantes dentro da viatura e dentro do 3º DPPA, assim que chegaram ao local, antes mesmo do acompanhamento por parte dos advogados de defesa.
A criminalização da esquerda e da luta é um braço fundamental do golpe a democracia no nosso país. Diante da retirada de direitos historicamente conquistados e do desmonte do estado brasileiro, querem implantar em cada um(a) de nós o medo de se manifestar. Reprimir os nossos sonhos, a nossa capacidade de se indignar e principalmente, querem que a juventude não compreenda que só o povo organizado tem o poder de transformar a realidade.
Vivemos tempos difíceis, mas de muita resistência. Nos últimos dias, milhares de brasileiros foram às ruas defender o estado democrático e o direito de Lula ser candidato a presidência. Em Porto Alegre, 100 mil pessoas tomaram a Esquina Democrática da cidade. O povo empunhou as suas bandeiras e a sua decisiva vontade de decidir os rumos do seu próprio país. A luta está só começando.
Exigimos a soltura imediata dos militantes detidos. Lutar não é crime!

DCE-JR – UNIFESSPA
DCE – UFPA
DCE UNI-RN
DCE UEPB
DCE UFRPE
COLETIVO CUCA TE PEGA – UFRPE
DCE UFC
DCE UFS
DCE PUC-Minas
UEE-MG
Juventude da Articulação de Esquerda MG
Kizomba MG
UJS MG
FENED
DCE UBM
DCE UFBA
Coletivo Ousar
DCE UFSCar
Movimento Mudança Pará
DCE UNIR
DCE UEMG
DA Guignard – UEMG
DA Frutal – UEMG
DA Divinópolis – UEMG
DA Barbacena – UEMG
DA Diamantina – UEMG
DA ESMU – UEMG
DA Poços de Caldas – UEMG
DA FAAP – UEMG
DA Carangola – UEMG
DA Ubá – UEMG
DCE UNEB
UEB – União dos Estudantes da Bahia
CAED – Centro Acadêmico dos Estudantes de Direito – Unisinos
Diretorio Academico Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (DA FAFICH) UFMG
Diretorio Academico Faculdade de Educação (DA FAE) UFMG
Diretório Acadêmico Faculdade de Ciências Econômicas (DA FACE) UFMG
Diretório Acadêmico da Faculdade de Letras (DA FALE) UFMG
Diretório Acadêmico da Faculdade de Farmácia (DA FAFAR) UFMG
Centro Acadêmico de Ciências do Estado (CACE) UFMG
Centro Acadêmico de História (CAHIS) UFMG
DAEA
Correnteza UFMG
Centro Acadêmico de Serviço social (CASS) UFPB
CA de Letras UEPB Campus I
FITRATTELP
SINTTEL – PI
CA de Ciências Contábeis UEPB Câmpus I
CAGE – Centro Acadêmico de Geografia-UFPA/CAMPUS DE ALTAMIRA
Coletivo Miolo de Pote – Barro-CE
AESP- PB
UJS – PB
DCE – UnB
Diretório Acadêmico de Física – UEFS
Diretório Acadêmico de Economia – UEFS
CACOS- Centro acadêmico de Comunicação Social – UFCG
CACAU – Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo – UFCG
Coletivo de Comunicação COMUNICAIS
Juventude Socialista Brasileira – Paraíba
Associação de Grêmios Estudantis do IFPB
Grêmio do IFPB de JP
SINSPUMU – Sindicato dos Servidores Públicos Municipais – Uiraúna-PB
Centro de Defesa da Mulher “Márcia Barbosa de Sousa” – Cajazeiras-PB
Coletivo de Relações de Gênero do SINTEP – Cajazeiras-PB
Partido dos Trabalhadores (PT) de Cajazeiras-PB
CA de Geografia da UFCG, campus Cajazeiras
DCE – IFPB
Centro acadêmico de Ciências sociais – UFCG de Sumé-PB
PJR – PB
Associação de Gestão Colaborativa do Coletivo de Cultura Cultucar
Associação dos Empreendedores de Economia Solidária e Artesãos – Cajazeiras-PB
Partido Socialista Brasileiro (PSB) de Cajazeiras-PB
CA de Sistemas de Informação do IFCE, Campus Crato
DCE- Unimontes
Centro Acadêmico de Ciências Sociais Florestan Fernandes(CACSFF)-UFPB
Mandato do Vereador Rivelino Martins – PSB de Cajazeiras-PB

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

IGNORANTE INICIATIVA PODE TRANSFORMAR PORTO ALEGRE NUM CAMPO DE BATALHA

Marchezan no carro do MBL no ato a favor do impeachment da presidenta Dilma
O prefeito de Porto Alegre Nelson Marchezan Junior é autor de uma molecagem que pode resultar em convite para o confronto.
Marchezan resolveu tirar uma casquinha marqueteira das manifestações convocadas para acompanhar o julgamento do recurso de Lula no caso do triplex no TRF no dia 24.
Numa carta publicada no Twitter e endereçada a Michel Temer, afirmou que existe uma “ameaça de ocupação de espaços públicos municipais pelos diversos movimentos sociais” e que teria ocorrido “menção à desobediência civil e luta propugnadas nas redes sociais por alguns políticos, inclusive senadores da República”.
Solicitou tropas da FN e do Exército “para auxiliar na segurança da população e proteção dos próprios [prédios] públicos municipais, em razão do iminente perigo à ordem pública e à integridade dos cidadãos porto-alegrenses”.
Marchezan quer negar aos apoiadores de Lula o direito de fazer o que ele fez ao longo dos últimos dois anos, saindo fantasiado nas ruas pelo impeachment de Dilma sem ser incomodado.
Em agosto de 2016, estava no alto de um carro de som do MBL, sua tropa de choque, gritando palavras de ordem como “fora Dilma”, “fora Lula”, “fora PT” e “fora comunismo” (!?!) juntamente com milhares de boçais teleguiados.
É inconstitucional e antidemocrático — mas e daí?
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, já disse que “pessoalmente” não vê a “possibilidade de emprego das Forças Armadas”. “Se consultado, reafirmarei a desnecessidade”, declarou.
Oficialmente, quem pode pedir isso é o governo, não a prefeitura. Marchezan atropelou o governador Ivo Sartori e causou mal estar no gabinete de crise instalado para discutir as ações de segurança pública para o dia 24.
A ideia era trabalhar com “discrição”, segundo a Rádio Gaúcha, “para não fomentar o conflito”. Dado o grau de vagabundagem e delinqüência do governo Temer, a presidência anunciou que resolveu “analisar” o pleito.
Marchezan jogou gasolina na fogueira. O ato ganha, graças a seu voluntarismo cafajeste, um clima de guerra. Trata-se de um ignorante com iniciativa, tipo de soldado que Napoleão mandava fuzilar.
Ele vive disso. Fiel à delinqüência ideológica do MBL, usa as redes para instigar o apetite da extrema direita. “Se você pertence a certos partidos vermelhos, está proibido formar quadrilha”, escreveu em uma publicação na época das festas juninas.
Num vídeo, atacou os “babacas de sindicatos e partidos vermelhos que quebraram o Brasil e outros lugares do mundo”. E por aí vai.
É filho de um parlamentar que fez carreira na Arena durante a ditadura e que foi líder do governo João Figueiredo na Câmara dos Deputados. Nelson Marchezan pai votou contra a emenda Dante de Oliveira, a das diretas, em 1984.
O filho, ao que tudo indica, herdou a atração irresistível por tanques e homens fardados. Sob o pretexto de proteger seus cidadãos, pode entrar para a história como um fanfarrão criador de casos que transformou uma cidade num campo de batalha.
Por Kiko Nogueira - Diretor do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.