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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

O PT NÃO ACABOU!

Terminadas as eleições de 2018, onde o Brasil escolheu um caminho muito perigoso, colocando em risco a democracia e levando o país a um retrocesso político, econômico e cultural, o Partido dos Trabalhadores continua como uma das grandes forças da política brasileira.

ATAQUES BRUTAIS

Desde quando o PT foi criado, em 1982, o partido sofre ataques brutais por parte das elites mais egoístas do mundo, através da grande mídia brasileira, totalmente controlada pelos barões das comunicações, onde apenas seis famílias, controlam quase todos os grandes canais de TV, Rádio e Jornais de grande circulação. Suas lideranças são investigadas, com suas vidas revida de cabeça pra baixo, enquanto os dos outros partidos, são "aliviados" pela mídia, que inflou a população para tira do poder uma presidenta legitimamente eleita e levou a prisão a sua maior liderança, sem nenhuma prova real, passando por cima de todos os ritos processuais. 

O Bolsonaro foi eleito, por alguns fatores, mas o principal foi o protesto a política tradicional. O anti-petismo foi muito difundido pelas classes dominantes e que encontrou ressonância na classe media. O povão, que ganha até dois salários mínimos, que depende muito das ações sociais, ficaram fiéis ao Partido dos Trabalhadores.

O PT PÓS ELEIÇÕES

Agora a onda é dizer que o PT acabou. Sonho das elites, que apostam nisto a muitos anos. O partido saiu forte das eleições, mesmo não conseguindo fazer o Presidente da República. Os dados explicam isto. Apesar de perder algumas vagas, o PT continua como a maior bancada da Câmara Federal, elegeu 56 Deputados Federais e 84 Deputados Estaduais. Além disto o PT, continuou sendo o único partido a se fazer presente nas duas primeiras colocações desde 1989, mesmo quando FHC, ganhou no primeiro turno, ele foi o segundo mais votado nacionalmente. Isto sem falar que o PT foi o partido que mais elegeu governadores, com quatro estados (Rio Grande do Norte, Piauí, Ceará e Bahia).

Como depois de tanto ataques, com a sua principal liderança impedida de participar do pleito, o PT conseguiu eleger tantos deputados e governadores? O PT está morto, é a frase mais fake de toda a campanha, apesar dos fake news do Bolsonaro.


PT O PARTIDO MAIS CORRUPTO?

Mas alguns dizem, que o PT é o partido mais corrupto do Brasil. Como se o partido que o Bolsonaro passou 31 anos da sua vida pública, tem 31 membros envolvidos na Lava Jato e o PT tem 6 envolvidos? O DEM é o partido com maior número de políticos cassados, 69 no total, o MDB (ex PMDB) tem 66, PSDB tem 58 e o PT aparece com 10.

Os Candidatos barrados pela Lei da Ficha Limpa, o PSDB aparece no topo com 56 políticos, o PMDB, vem logo em seguida, com 49. O PP, tem 30 e o PT tem 18.

O PT E A INCLUSÃO SOCIAL

A verdade é que o PT foi o único partido que ousou enfrentar as elites e redistribuir renda neste país. Em toda minha vida, foi o Partido dos Trabalhadores que proporcionou um pouco de alegria para o povo tão sofrido. Agora parcela da população beneficiada pelas políticas inclusivas do partido, se volta contra ele. Mas isto é compreensível, a medida que falta educação e informação isenta para a grande maioria da nossa população.

Os dois governos Lula, foram de prosperidade para toda população brasileira, todos ganharam, o trabalhador e o empregador. No meio do governo Dilma, pelos erros da politica econômica, mas também pela pauta bomba liderada pelo corrupto, Eduardo Cunha, destruíram qualquer tentativa de retomada o crescimento. Isto por causa da recusa da presidenta em apoia-lo para presidência da Câmara dos Deputados. A crise e o aumento do desemprego, foram o estopim para lotarem as ruas, como a grande mídia tentava desde o governo do presidente Lula. Vale lembrar que a Globo parou até a transmissão do futebol para transmitir as manifestações de rua, patrocinadas pelo que de mais de corrupto existe na política brasileira, com o financiamento de grupos empresarias e banqueiros. 

Não acho que o PT acertou em tudo, cometeu erros graves, mas a sua perseguição não é pelos seus erros e sim pela seus acertos e ousadia. Para o bem da população mais pobre deste país e para a classe trabalhadora, o PT não pode ser jogado fora na lata do lixo. Ele continua sendo um instrumento importante da luta por justiça social no Brasil e o mundo.

Como dizia ativista americano, Malcolm X, "Se você não for cuidadoso, a mídia te fará odiar as pessoas que estão sendo oprimidas e amar as pessoas que estão oprimindo".

(Dados tirados do site do TSE)

sábado, 27 de outubro de 2018

O VOTO NO FUTURO DO BRASIL

Tranquilidade x ódio
Neste domingo, os brasileiros e brasileiras irão as urnas, para decidir não só o próximo presidente do Brasil, mas também que futuro de país deseja. O eleitor irá decidir por dois projetos totalmente antagônicos.

A candidatura do Fernando Haddad, apresentou durante toda a campanha um programa sustentável de gestão para o Brasil sair da crise e gera empregos e renda, numa economia pautada no setor de serviços, que precisa da renda e do consumo para sobreviver e fazer a roda econômica girar. Além de apresentar uma série de proposta que visam a redistribuição de renda, como a mudança na tabela do imposto de renda, onde o trabalhador assalariado, que ganha até R$ 5.000, estará isento. A tributação das grande fortunas e dos lucros dos bancos também são propostas de Haddad, que levou o processo eleitoral pautado no amor, tranquilidade e nas propostas para mudar o País.

Já a outra candidatura, Jair Bolsonaro, tenta passar para o eleitor a imagem que ele seria a renovação, quando tem 29 anos como deputado federal, sem apresentar nenhum projeto relevante, que possa mudar a vida dos brasileiros. Fala tanto em segurança publica, mas nada apresentou em todos esses anos. Bolsonaro, não fala em momento algum na sua campanha em taxar as grandes fortunas e os lucros dos bancos. Todas as falas do candidato é em direção aos direitos da classe trabalhadora, como a retirada de direitos como o 13º salário, férias e outros garantidos na CLT. Inclusive apresentando a proposta de  contratação diferenciada da carteira de trabalho "verde e amarela", onde o empregar poderá escolher entre contratar um empregado, com direitos ou sem direitos. Além de propagar o ódio, preconceito contra as minorias, transformando o país numa sociedade de guerra e intolerância.

É nisto que o eleitor vai ter que escolher nas urnas. Não tenho a menor dúvida que um Brasil mais justo e solidário, com respeito e fraternidade, passa pela eleição de Fernando Haddad-13.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

O SISTEMA ABRAÇADO AO BOLSONARO


Por Jefferson MIola, publicado no seu Blog

Nesses dias derradeiros que antecedem a eleição de domingo, dissiparam-se todas as indefinições; o sistema está abraçado ao candidato de extrema-direita.


Bolsonaro é o candidato da Globo, da mídia, do TSE, STF, MP, PF, do judiciário; dos bancos, dos empresários, das forças armadas, das oligarquias.

O fascista é o candidato do establishment, é o candidato em quem o sistema aposta todas as fichas, não importa o quão tenebroso seria um eventual governo dele.

Repete-se, no Brasil do século 21, a experiência da Alemanha de 1933, quando as frações da classe dominante, cegadas pelo delírio, sucumbiram a Hitler e ao hitlerismo, abrindo as portas do inferno que tragou o sistema político-institucional alemão.

Nada parece despertar o instinto de auto-preservação do sistema. Nem mesmo as ameaças totalitárias e sanguinárias antecipadas pelos milicianos nazi-bolsonaristas, que prometem fechar o STF e perseguir para assassinar os oponentes do fascismo. Esses anúncios repugnam o mundo civilizado, mas não comovem a abastardada oligarquia brasileira.

É acintosa a conivência do tribunal eleitoral diante da fraude da eleição e da manipulação grosseira financiada por empresários corruptos com milhões de reais de caixa 2.

Nos partidos de centro-direita mais importantes, PSDB e MDB, que se supunha prestarem lealdade incondicional à democracia para além das divergências com o PT, a adesão ao nazi-bolsonarismo foi chocante.

Líderes do PSDB, como FHC e outros políticos, assim como intelectuais tucanos que [ainda] não aderiram abertamente à candidatura do Bolsonaro criam sofismas, mitigam os perigos da eleição do Bolsonaro e vendem ilusões para não declarar apoio ao Haddad, em que pese conhecerem as atrocidades e práticas milicianas da família Bolsonaro.

Também desprezam os apelos de autoridades, intelectuais e políticos do mundo inteiro para se somarem aos democratas na missão de salvar o Brasil do abismo fascista.

A essas alturas, seria ilusório crer que a oligarquia possa ter algum constrangimento em ser governada por um personagem tosco, torpe, truculento.

Bolsonaro é o elo de união da burguesia e de todas as frações da classe dominante num novo pacto de dominação para sair da crise neoliberal desde uma perspectiva totalitária, centrada no terrorismo estatal e paramilitar para o extermínio da esquerda e do PT.

A elite brasileira, em aliança com o grande capital internacional, encomendou a Bolsonaro a execução de um plano econômico ultraliberal, selvagem, e cujo conteúdo anti-povo, anti-nação e neocolonial devastaria o país.

A contenção do avanço fascista é a tarefa histórica que não pode prescindir da união de todos os democratas e progressistas do Brasil. É necessário, nos dias que restam até a eleição, continuar e intensificar o esforço para alertar as consciências e conquistar a adesão do povo à resistência ativa ao fascismo.


A derrota do fascismo significará a derrota do sistema. Os próximos dias serão de guerra titânica da democracia e da liberdade para impedir que o país seja arruinado pela loucura e pelo desatino do establishment.

Obs: Na parte da tarde publicarei os palpites do brasileirão, que faço em todas as rodadas do Campeonato Brasileiro. 

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

MARCOS COIMBRA DIZ QUE O CENÁRIO PROVÁVEL É DE EMPATE NAS PRÓXIMAS PESQUISAS

Marcos Coimbra: Tudo indefinido
O diretor do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, confirma o que todos já percebem nas ruas em todo o país. O cenário de crescimento do Fernando Haddad e queda do Jair Bolsonaro. Coimbra afirma que as pesquisas de sábado devem apresentar um cenário totalmente indefinido e que pode até apresentar um empate cravado.

Afirma ainda, que uma declaração do Ciro Gomes nesta reta final, poderá ser o fator decisivo para a virada do Haddad. "Pode ser valioso para definir as eleições em favor do candidato do PT". A rusga entre o irmão do Ciro, Cid Gomes, prejudicou em muito a campanha do Haddad, no Ceará, este movimento do Ciro Gomes poderá criar uma onda positiva, a partir do estado nordestino. Coimbra afirma também que uma declaração do Fernando Henrique Cardoso pode ajudar, já que parcela do eleitor conservador está incomodado com o Bolsonaro.

Bolsonaro está caindo e Haddad subindo lentamente; por isso, segundo Coimbra, um impulso que parta de Ciro e FHC pode ser decisivo. 

CENÁRIO DOS ELEITORES QUE VOTAM BRANCO E NULO, COM OS INDECISOS

As eleições de 2016 tem diferenças marcantes em relação a 2014. Naquela, a três dias da eleição as pesquisas indicavam entre 7% e 9% de votos indefinidos (indecisos, nulos e brancos); na pesquisa da Vox Populi de agora, o índice é de 17,6%. "No primeiro turno, houve 8,5% de votos nulos e brancos; tradicionalmente, no segundo turno este índice cai um pouco, deve ficar ao redor de 6,5%. Isso quer dizer que há 10% dos eleitores que devem resolver seu voto entre hoje e domingo", disse Coimbra.

Para o diretor do Vox Populi, a marca dos últimos dias tem sido "a incapacidade de Bolsonaro de ampliar sua base; está perdendo o que ganhou no impulso da vitória no primeiro turno e parece caminhar para uma votação semelhante à que teve na primeira rodada, porque está perdendo votos".

Uma eleição que parecia definida, a favor do Bolsonaro, agora tudo pode acontecer no domingo.

Fonte: Site Brasil 247

A CEGUEIRA POLÍTICA

Charge do Mariano para o Charge On Line. Uma ilustração que retrata bem a cegueira política que tomou conta do povo brasileiro.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

FERNANDO HADDAD VIRA NA CAPITAL PAULISTA

Julia Duailibi
Segundo a Julia Duailibi, no seu Blog, no site G1, Fernando Haddad, já ultrapassou Jair Bolsonaro, no 2º turno das eleições, na capital do estado de São Paulo, na última pesquisa do Ibope, divulgada dia 23/10. Haddad teria 51%, dos votos válidos, contra 49% do Bolsonaro.

A subida do Fernando Haddad, tem haver com a mudança de tom da campanha petista e também com a "colada" fracassada do João Dória, candidato do PSDB ao governo do estado. Usaram a palavra "Bolsodoria" para demonstrar claramente o vínculo bem próximo das duas candidaturas. Só que o "tiro" saiu pela culatra.

O candidato, Marcio França/PSB, que disputa o segundo turno das eleições, contra o Dória, vence na capital paulistana com uma diferença de 18 pontos. No interior, onde o eleitorado é mais conservador, Dória ainda lidera.

Para demonstrar a subida do Fernando Haddad, no 1º turno, o candidato petista conseguiu ter apenas, 19,7% dos paulistanos, enquanto Bolsonaro, obteve 44,58%.

No interior, onde é maioria o eleitorado, o "casamento Bolsodória" ainda lidera e com boa vantagem. Bolsonaro tem 71% das intenções de votos e Fernando Haddad, tem 29%, dos votos válidos. Mas a tendência da capital, poderá fazer uma onda para o interior e favorecer a candidatura petista.

Em todo o estado de São Paulo, Bolsonaro lidera com 64% e Haddad tem 36%, mas com viés de subida. Dória tem 53%, contra 47%, do Márcio França, que também tem viés de subida.

Este cenário em São Paulo pode demonstrar uma vidada em todo o processo eleitoral. Ainda teremos 4 dias de grandes emoções.

Fonte: G1

TV GLOBO CANCELA DEBATE E FERE DE MORTE A DEMOCRACIA

E AGORA WILLIAM BONNER?
A Rede Globo de Televisão, com a recusa do candidato Jair Bolsonaro de comparecer aos debates, para dialogar com o povo os problemas que o povo enfrenta diariamente, a TV da família Marinho, cancelou o debate que já se tornou tradicional na democracia brasileira, como o ultimo debate de 2º turno, nas eleições presidenciais, desde 1989.

Nunca um candidato deixou de ir ao debate, num 2º turno. Com o cancelamento, a Globo não só impediu o povo de conhecer melhor as propostas das duas candidaturas, como vetou uma entrevista com o candidato Fernando Haddad, que se dispôs a comparecer.

Esta é a maior prova que a família Marinho prefere correr os risco com o fascismo, como fez no golpe de 1964, do que ter um governo do PT, que tem como prioridade governar para os mais pobres e para a classe trabalhadora.

O cancelamento, coloca a candidatura, que vem propagando o ódio e o fascismo, em grande vantagem e com reais condições de ganhar a presidência do Brasil, por WxO. Mas a democracia poderá pagar caro e ficará na história o episódio e que agora em diante, ninguém se sente obrigado a debater os problemas do povo.

Fica uma pergunta. Se fosse o candidato do PT, na condição inversa, o que faria a Rede Globo de Televisão. Acho que sei. Iria manter o debate e deixar a cadeira vazia. O fascismo intimidou a Globo e fará com todo o país.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

O SUICÍDIO DA IMPRENSA E DA JUSTIÇA


Consumada a vitória de Jair Bolsonaro, o líder da “imprensa livre” será o ‘bispo’ Edir Macedo.

Consumada a vitória de Jair Bolsonaro, o chefe do Poder Judiciário será Sérgio Moro.

Consumada a vitória de Jair Bolsonaro, justiça e jornalismo estarão presos à bota de um presidente que já não esconde seus desejos ditatoriais, insuflando seus fanáticos com banimento e prisão dos que dele discordam.

“A faxina agora será muito mais ampla. Essa turma, se quiser ficar aqui, vai ter que se colocar sob a lei de todos nós. Ou vão para fora ou para a cadeia. Esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria”. (…)“Vocês, petralhada, verão uma Polícia Civil e Militar com retaguarda jurídica para fazer valer a lei no lombo de vocês”

Nenhum dos ditadores do período militar falou em linguagem tão escancarada e o faz porque a mídia e a Justiça o acalentaram como “elemento útil” e agora ele tem vida e força própria.

Em todos os lugares, os medíocres salivam: os cargos, as promoções, os “mercados” poderão agora ser conquistados sem talento, mas com o dedo duro.

Um ajuntamento de ex-oficiais, reunião de pessoas para delinquir contra a ordem democrática, prepara-se para assumir os cargos públicos, como uma horda de gafanhotos. E quem se dispõe a roubar a liberdade e a vida de seus compatriotas dificilmente terá objeções morais a roubar-lhes o dinheiro e o futuro.

Ainda mais se piar contra eles representar cadeia ou caixão.

Não é preciso mais, como disse o “filho do ômi“, nem mesmo um cabo e um soldado para fechar uma Suprema Corte ou um jornal. Basta um berro, porque ambos estão acoelhados.

Acessem os comentários das notícias nos grandes portais: a Folha é “petralha” , a Globo é “comunista”, os ministros do STF, “vagabundos”.
Como cadáveres que se tornaram, nem mesmo podem reagir ao vilipêndio.

Restamos apenas os que não “estamos cansados”, para usar a expressão vergonhosa do Ciro Gomes, em Paris.

E resta, ainda, a esperança de que, exposta – ainda que com a omissão da imprensa e dos tribunais – a face horrenda do que vem por aí, o povão veja a ameaça iminente da destruição da liberdade.

Fonte: Tijolaço

domingo, 21 de outubro de 2018

SETE DIAS PARA O BRASIL DEFINIR O SEU FUTURO

Tenho dito que este processo eleitoral é totalmente diferente de todos os outros que a jovem democracia brasileira já enfrentou. Não vamos decidir, em segundo turno, apenas entre o melhor ou pior candidato, para presidir o país, vamos votar se queremos continuar com as liberdades individuais e amadurecendo o sistema democrático, que  muito precisa evoluir, ou o caminho de um projeto autoritário, que não respeita as opiniões divergentes e as minorias, que age de forma truculenta com os diferentes, e tem um programa de governo que esquece os mais pobres e beneficia os mais ricos e poderosos.

Além disto, a jovem democracia estará em risco e a prova cabal é o povo raivoso que cerca uma das candidaturas, que já dá sinais que entraremos num túnel escuro, sem saída e sem respeito aos direitos democráticos. Sairá do armário aqueles que usam o rigor da Lei quando é para os outros e o jeitinho quando é do seu interesse.

Assim agem lideranças evangélicas e o mercado, sedento em nossas riquezas e nas estatais superavitárias, como a Petrobrás, Banco do Brasil, Eletrobrás, Caixa Econômica, entre outras. As que não interessarem ao "Sr. Mercado", serão extintas. 

A Rede Record de Televisão, escolheu lado e parte para o ataque contra a candidatura do Haddad, a mesma que em algum momento flertou com os governos do PT, apenas por interesses econômicos e não olhando para o povo mais humilde, que era assistido pelos programas sociais.

Agora o povo vai as urnas sem perceber que ele será o principal afetado pela sua escolha. Sei que muitos já dizem, "não temos nada a perder", não temos saúde, educação, emprego e segurança, o que mais poderíamos perder?" Não consegue olhar que tem muito a perder, perdem a liberdade, o mínimo que já tem e a oportunidade de voltar a ter um país que olhe para os mais necessitados.

BOM VOTO! VIVA A DEMOCRACIA!

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

MAIS UM ATAQUE IMORAL DOS "BOLSONAROS" AO FERNANDO HADDAD


Texto publicado no site do ex-presidente Lula denuncia mais um episódio da "máquina de fake news dos apoiadores de Bolsonaro contra Fernando Haddad", que desta vez, por meio do filho do candidato do PSL Carlos Bolsonaro, "deixou de lado qualquer limite moral e resolveu acusar Haddad de envolvimento com a pedofilia e até com a questão do incesto". "É mentira, é óbvio!", denuncia o texto. Confira a íntegra:

Neste sábado (13/10) a máquina de fake news dos apoiadores de Bolsonaro contra Fernando Haddad deixou de lado qualquer limite moral e resolveu acusar Haddad de envolvimento com a pedofilia e até com a questão do incesto. É mentira, é óbvio!

Apesar de não guardarem nenhuma relação com a realidade, as postagens foram replicadas por vários perfis nas redes sociais, gerando centenas de denúncias ao canal da campanha do petista dedicado às fake news. Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, foi uma das pessoas que replicou o ataque à honra de Haddad em relação ao tema do incesto, mesmo após o desmentido feito pelo autor do post original (veja imagem abaixo).


Demonstrando completo escárnio ético e total indiferença face à verdade – e à Justiça Brasileira –, Carlos Bolsonaro fez, inclusive, questão de manter o post em sua página pessoal no Twitter como “Tweet Fixado”, a fim de dar destaque maior e permanente à mentira.


O tema do incesto havia surgido há alguns dias em um post mentiroso de Olavo de Carvalho no Facebook, no qual ele atribuía falsamente a Haddad uma suposta defesa do incesto. Após ter publicado a mentira em seu perfil, Olavo de Carvalho optou por retirar o post do ar – por se tratar de uma mentira.

As motivações de Carvalho para as postagens e sua alteração posterior são uma questão à parte – que o escritor, provavelmente, terá de responder na Justiça.

A questão que fica é o limite para Carlos Bolsonaro e para os apoiadores do candidato Jair Bolsonaro, que insistem na mentira até depois de ela ser desmentida pelo próprio inventor da mentira original.

Dia da Baixaria

Vale lembrar que, também neste sábado (13/10), utilizando-se de mecanismos completamente toscos – e sujos – de ataque à honra do candidato petista, as fake news falaram de um suposto projeto de lei para relativizar o crime de pedofilia, que seria um projeto do PT e de Haddad. A notícia, já desmentida, fazia referência ao PL 236/2012, que é, nada mais, nada menos, que o Novo Código Penal, de autoria do senador José Sarney (MDB), que está em tramitação no Senado e não legaliza a pedofilia. O mais importante: esse PL não tem NADA a ver com Haddad, nem com o PT.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

O TEMPO DE DECIDIR ESTÁ PASSANDO


Por, Teresa Cruvinel, no Jornal do Brasil
O tempo está correndo e daqui a 14 dias será o segundo turno.
Bolsonaro manteve, segundo a primeira pesquisa Datafolha, a vantagem de 16 pontos percentuais sobre Fernando Haddad (58% a 42% dos votos válidos) obtidos no primeiro.
Os Pilatos da direita lavaram as mãos, alegando tratar-se de disputa entre dois extremos; Ciro Gomes e Marina Silva saíram de cena lambendo as mágoas com o PT.
Apontar Haddad como o outro extremo é desonesto e o dilema é falso.
A escolha a ser feita é entre a continuidade da experiência democrática, que já fez do Brasil um país bem melhor, e o início de uma nova aventura autoritária.
Impedir que o autoritarismo se imponha pelo voto, abrindo as comportas para perseguições lastreadas em preconceitos, é algo que vai muito além de apoiar um candidato do PT.
Devia ser um imperativo democrático. Todos sabem que Haddad, com seus poucos aliados (PCdoB, PSB, PPL e PSOL), dificilmente conseguirá virar o jogo. Isso só será possível se houver uma unidade vigorosa na sociedade civil e na esfera partidária mas o que tem prevalecido, além da omissão, é uma resignação melancólica. Com tanto mimimi, devemos ir nos preparando para o governo Bolsonaro.
Para virar o jogo, Haddad teria que conquistar a maioria dos votos de Ciro, Marina e Boulos e parte dos votos de candidatos do outro lado, como Alckmin, João Amoedo, Dias e Daciolo.
E ainda boa parte dos dez milhões de eleitores que, juntos, ocuparam o quarto lugar no primeiro turno, depois de Alckmin: os sete milhões que anularam o voto e os 3 milhões que votaram em branco.
Existem ainda os 20 milhões que não foram às urnas no dia 7.
Existe, pois, alguma disponibilidade de votos para uma virada, se tomarmos como impossível a conquista de eleitores que votaram em Bolsonaro no primeiro turno.
Quem votou nulo ou em branco já disse que está por aqui com a política e com o sistema, e este também não é um voto fácil de ser conquistado. Uma parte dos que se ausentaram pode ter tido a mesma motivação mas muitos faltaram por impedimentos diversos.
Mas para conquistar parte destes votos disponíveis, o alinhamento das forças democráticas com Haddad devia ser vigoroso e já estar avançado, fazendo ecoar a mensagem de que o mais importante agora é preservar a democracia e barrar o avanço do projeto que, além de autoritário, será indutor da violência e de preconceitos como o racismo, a homofobia e o machismo.
Entre os partidos isso não aconteceu.
Na sociedade civil a movimentação é tímida, apenas intelectuais e artistas começam a se posicionar, como fez ontem Caetano Velloso, apesar da Regina Duarte, que tinha medo de Lula mas não tem de Bolsonaro, que recebeu a visita dela.
O que se tem visto é o festival do mimimi: não apenas políticos e partidos sobem no muro.
As pessoas também vão às redes sociais dizer que abominam o candidato autoritário mas não votam em Haddad por isso e aquilo: que o PT se corrompeu, que foi Lula que inventou o “nós contra eles”, que o PT só buscou vingança ao lançar candidato próprio, ao invés de apoiar Ciro, e coisas assim.
E se Ciro tivesse sido o candidato, não teria ele se tornado o alvo das iras bolsonarianas, sendo acusado de se alugar para o PT?
O que não se tem visto é alguém, cuja voz tenha ressonância, dizer sensatamente: os governos do PT trouxeram avanços mas também muitos danos ao país.
Os pecados cometidos, entretanto, são veniais diante do pecado mortal que será perpetrado contra a democracia se Bolsonaro for eleito.
Essa é a questão: para castigar o PT, estão dispostos a imolar a democracia?
O horário eleitoral começou e o programa de Bolsonaro, com seu aparente descuido técnico, mostrou que existem estrategistas de marketing na campanha, eficazes até na dissimulação do próprio marketing.
Ele vai usar armas pesadas, combinando rajadas de antipetismo com sua própria humanização.
O de Haddad foi correto, apresentou propostas mas transmitiu a sensação de isolamento. Faltaram os apoiadores, dizendo que estão com ele por uma razão maior. Por ora, estão dedicados ao mimimi.
Fonte: Brasil247

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

CAI A FARSA DO KIT GAY


A maior fake news da campanha de Jair Bolsonaro contra Fernando Haddad, o tal "kit gay", que de acordo com a mentira espalhada, propõe ensinar sexo na escola a crianças de seis anos ou até forçá-las a mudarem de gênero, vem sendo desmascarada por youtubers. 
Um vídeo publicado na página do Facebook  ‘Quebrando o Tabu’, apresentado por Fabrício Andrietta, explica que o “kit gay” nunca existiu e detalha como o candidato do PS inventou essa história delirante, de onde ela saiu e o motivo.
O vídeo revela que, ao contrário do que já foi dito por Bolsonaro, o 9º Seminário LGBT Infantil, onde teria sido lançado o material fictício, nunca existiu. O Seminário realizado tratou, na verdade, de diversos temas sobre a ótima de pessoas LGBT, inclusive crianças e sexualidade. Em um resumo simples, o objetivo era encontrar soluções para evitar que crianças apanhem ou sejam mortas por quererem lavar a louça ou brincar de boneca.
O youtuber Leonardo Stoppa, que também tem um programa na TV 247, é outro que desmonta a farsa, na internet, em um vídeo curto de oito minutos. Ele detalhe que a proposta inicial foi um projeto educacional chamado "Escola sem homofobia" e dá dicas de como abordar os eleitores de Bolsonaro que têm medo do "kit gay" e de que forma desmentir o candidato.
A jovem Paula Landucci, do canal DiariodePLanducci, depois de também detalhar toda a farsa do kit gay, afirma que Bolsonaro "distorce as informações, mente, para conseguir manipular você aí, eleitor dele".
Fonte: Brasil 247

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

BOLSONAZISTAS ATACAM JOVEM EM PORTO ALEGRE


Uma cena de horror, mas que reflete o que o Brasil está se tornando. Um país dos fascistas, do ódio e do medo. Uma jovem com menos de 20 anos, foi agredida por três homens, que usaram um canivete para marcar o símbolo nazista, a suástica, no seu corpo e ainda socaram a menina.

Sabem a causa da reação violenta dos "bolsonazistas"? A menina estava com um adesivo em sua mochila, com a inscrição #EleNão. 

O Brasil caminha rumo ao nazismo e o fim das liberdades individuais, com as "bençãos" do povo mais pobre e oprimido, como um voto de protesto a política atual. Só que o povo não percebe que o voto de protesto nunca criou nada de produtivo e legal, só lembrar do Collor.

A mídia é bem poderosa, que consegue fazer o oprimido amar o seu opressor.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

CARTA AOS PAIS E MÃES DA BESTA FASCISTA

Por Fernando Brito
Senhores ministros, desembargadores, juízes.
Senhores editores, comentaristas, jornalistas políticos.
Senhores donos e programadores de TV que encheram telas e alto-falantes do “mundo-cão” e dos brados de “senta o dedo”.
Apresento-lhes o seu filho, o fascismo.
Não é mais apenas o “bebê de Rosemary” que os ajudou a depor um governo eleito.
Ele já está andando sozinho na rua, pela mão de Jair Bolsonaro.
Leva porretes para bater nos “indesejáveis”.
Carrega capim em carroças para “dar” a eleitores nordestinos.
Já fala “direitinho” palavras como “esquerdopata” (porque ser de esquerda é doença), que as mulheres “não são higiênicas” se forem feministas, já diz que vai prender, bater, torturar, matar, metralhar.
Bate palmas para quem vilipendia uma morte, quebrando em público uma singela placa com o nome de uma mulher assassinada.
Sobretudo, já fez as pessoas   se tornarem adoradoras de um novo deus, pagão e mau, o “Mito”, que trocou a cruz do sacrifício pela pistola do exterminador.
Não neguem que este horror disforme que assola a sociedade seja seu filho. Em seu DNA está a intolerância, a ideia de que a sociedade se divide em homens e mulheres bons e homens e mulheres maus, e que a estes cabem, pela ordem, porrada, bala, lei e cadeia.
Os senhores transformaram a cela, a cadeia, a prisão nos ícones da realização da felicidade, em lugar da escola, do trabalho e fizeram do monstro o mito adorado.
Agora, o menino está a ponto de pegar a chave da casa.
E, lamento informar, virá cheio de apetite sobre os senhores.
Seu amiguinho fardado, a muito custo, está sendo contido.
– Espera, espera, depois a gente…
Pois é, esperem.
Porque não será outro o destino de vocês, diante da fome infinita de inimigos, o alimento envenenado que produzem em sua mente obcecada.
Se querem escapar, não usem o mimimi de que “todos são iguais”.
Os que vocês chamam de “iguais” a ele nunca fizeram apologia da morte, da discriminação, nunca tomaram bens de ninguém e nunca os impediram, infelizmente, de usarem o poder que têm, ainda que fosse para amalgamar o mal.
Ou é preciso alguém de fora, como o alemão (que aqui vive há seis anos), Philipp Lichterbeck , na Deutsche Welle?
Agora me pergunto por que 49 milhões de brasileiros se sentem representados por um homem que, em toda a sua vida, não fez muito mais do que passar 27 anos sentado no Parlamento, embolsando um tremendo salário. Nesse período, ele nunca se importou em ofender pessoas e falar grosso. Aí ele colocou os próprios filhos nesse negócio lucrativo que é ser político no Brasil. Também eles não se importam em ofender pessoas e espalhar o ódio. E essa família é ovacionada pelas massas. Como explicar isso para alguém de fora? O Brasil não queria ser um país sério?
Nós resistiremos, se preciso, a outra noite e contra ela vamos nos imolar em luz.
Vocês, porém, vão mergulhar no medo e na treva, rastejando diante do senhor que geraram e pariram.
Torçam por nós, mesmo nos odiando. Somos a última defesa que vocês possuem.
Fonte: Tijolaço

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

QUERIAM GANHAR NO WO

O resultado eleitoral demonstrou que boa parte da população brasileira, votou por protesto a política tradicional e a todo descaso as questões básicas no país. Não votou num projeto e o grande perigo, é que este protesto poderá levar o povo para algo muito pior e perigoso.

Não vejo na candidatura que chegou a frente neste primeiro turno, qualquer pretensão ou capacidade de resolver o problema da falta de saúde, segurança e de uma educação pública de qualidade. O caminho é para perda de direitos e diminuição da renda do trabalhador e o aprofundamento da crise econômica.

É uma candidatura sem pé e cabeça, que pode levar o país para o colapso. Tentaram levar as eleições no W x 0, sem debate de futuro. O povo protestou, mas disse que o debate é necessário e a candidatura líder do 1º turno, que não debateu com a nação seu projeto de governo (se houver), terá que fazer agora. Não poderá mais fugir dos debates e serão um contra o outro, frente a frente. Bom para o Brasil e bom para a democracia.

domingo, 7 de outubro de 2018

DIA DE DECIDIR ENTRE A INCLUSÃO SOCIAL E A BARBÁRIE

As principais cinco candidaturas nas pesquisas
Chegamos ao grande dia, o momento de escolher entre dois projetos de país bem destintos. Um projeto representado pelo Fernando Haddad-13, que propõe reeditar as politicas sociais e econômicas do governo Lula, com muita inclusão social e aumento da renda, para gerar empregos e fazer a roda econômica girar. Esta política favorece, principalmente os mais pobres e os trabalhadores, afinal todo processo é baseado no aumento da renda da população.

O outro projeto, representado por Jair Bolsonaro, é a barbárie para os trabalhadores com ameaças de mais retiras de direitos, como o 13º salário, mudança na aposentadoria e a manutenção dos privilégios dos políticos e do judiciário. Um projeto que pretende impor a força sua ideologia de ultra direita, propondo entregar a preço de banana, o que ainda restou do governo Temer. Bolsonaro votou a favor do projeto que terceiriza as atividades fins, a favor da reforma trabalhista, que retirou uma série de direitos dos trabalhadores e defende a reforma da previdência, que ferrar com os que buscam uma aposentadoria digna depois de anos de trabalho.

O voto não pode ser dado por uma obra de marketing ou dado com ódio, que foi fomentado pela grande mídia brasileira. Eu voto no Brasil, na inclusão social, na defesa das minorias, na manutenção da universidade pública e de um estado capaz de ser indutor do crescimento econômico. Por isto voto 13, Haddad Presidente!