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terça-feira, 19 de março de 2019

VINHOS DO MUNDO: PORTUGAL

Portugal é um dos mais tradicionais países produtores de vinhos do mundo, onde foram criados vinhos clássicos, como o Vinho do Porto e o Vinho Madeira. Com mais de 250 tipos de uvas nativas cultivadas em seus vinhedos, o país é responsável pela elaboração de vinhos que encantam os nomes mais exigentes da crítica especializada.
Até alguns anos atrás, os grandes vinhos portugueses estavam limitados aos vinhos fortificados (produzidos com acréscimo de aguardente vínica), mas hoje Portugal vive uma verdadeira revolução vitivinícola, apresentando ao mundo produtos de classe mundial, capazes de concorrer com o melhor produzido na Europa e no Novo Mundo.
O clima quente de algumas regiões, aliado ao terroir privilegiado e às modernas técnicas de produção utilizadas na elaboração de seus vinhos, têm garantido a Portugal vinhos concentrados, complexos e únicos, geralmente apresentando uma excelente relação qualidade/preço.
Além das castas internacionais, que se adaptaram muito bem ao clima e solo portugueses, como é o caso das uvas Syrah, Cabernet Sauvignon e Chardonnay, Portugal conta com uma impressionante variedade de castas autóctones, incluindo algumas – como a Touriga Nacional - que já são consideradas entre as melhores uvas do mundo para a produção de vinhos finos.
Apesar da Touriga Nacional ser bastante utilizada na elaboração de vinhos e considerada um dos maiores tesouros portugueses, outras uvas nativas também recebem o merecido destaque, como é o caso das castas tintas Castelão, Baga, Trincadeira e Touriga.
As uvas de coloração branca mais utilizadas no país são as castas nativas Fernão Pires, Alvarinho, Encruzado e Arinto. As cepas dão origem a vinhos brancos leves e refrescantes, incluindo o famoso Vinho Verde português, conhecido por ser acessível, além de apresentar aromas florais. Os vinhos são ligeiramente frisantes e exprimem no palato acidez e leveza.
Sem dúvidas, Portugal produz alguns dos maiores tesouros do mundo do vinho, em uma grande variedade de estilos e preços para todos os bolsos, agradando aos mais exigentes críticos do universo dos vinhos.
Fonte: Site Mistral

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

FORÇA DA NATUREZA

Para começar o mês de fevereiro, publico uma linda foto do Farol, em Portugal, para demonstrar a beleza, mas também a força que a natureza. Ao longo de anos, fotógrafos de todo o mundo estão enviando seus trabalhos para a National Geographic. Profissionais, experientes e novatos, fizeram o seu melhor para capturar momentos únicos e tirar fotos verdadeiramente deslumbrantes. Esta foto é uma delas. Não tenho o crédito do autor da alucinante foto.

Fonte: http://dobuhdo.com/br/

domingo, 10 de julho de 2016

PARABÉNS A COLÔNIA PORTUGUESA

Portugal sagrou-se campeão da Europa, ao vencer na prorrogação a França, por 1x0, gol do atacante Éder.

Portugal, logo no início do jogo perdeu seu principal jogador, Cristiano Ronaldo, contundido. Muitos falaram, já era. Os Lusos não seriam capazes de segurar a França, dentro de casa e sem o seu principal jogador. 

O efeito foi ao contrario, a Seleção Portuguesa, se encheu de brios e acertou o posicionamento em campo e passou a controlar o jogo. Levou um susto no último minuto do tempo normal, com um boa na trave. Na prorrogação soube controlar o jogo e conseguiu um gol típico de atacante que conhece o ofício, Éder carregou na diagonal e deu um pacada no canto e foi o título que Portugal perdeu em casa para a Grécia.

Este teve um gosto mais saboroso, foi na casa do adversário e contra uma França jamais tinha perdido para Portugal, em jogos eliminatórios.

Parabéns a colônia portuguesa e meu cunhado, Nuno, deve está em êxtase em Portugal. 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

SÉRIE BANDEIRAS DA COPA: PORTUGAL

Serão 32 países ( México, Uruguai, França, Argentina, Nigéria, Coreia do Sul, Grécia, Inglaterra, Estados Unidos, Argélia, Alemanha, Austrália, Gana, Holanda, Japão, Camarões, Itália, Brasil, Costa do Marfim, Suíça, Portugal, Espanha, Honduras, Chile, Croácia, Colômbia, Irã, Bósnia, Equador, Costa Rica, Bélgica e Rússia), que vão disputar a Copa do Mundo aqui no Brasil a partir do dia 12 de junho, próxima quinta-feira.
Já retratamos um pouco das histórias das bandeiras do Brasil, Argentina, Inglaterra, Chile, Camarões, México, Uruguai, Itália, Costa do Marfim, França, Nigéria, Coreia do Sul, Grécia, Estados Unidos, Argélia, Alemanha, Honduras, Austrália, Gana, Croácia, Holanda, Japão, Suíça, Irã, Colômbia, Bélgica, Costa Rica e Bósnia). Agora iremos retratar um pouquinho da história da bandeira da PORTUGAL é a vigésima nona bandeira da Série BANDEIRAS DA COPA. Ainda faltam: Espanha, Equador e Rússia.
ATUAL BANDEIRA PORTUGUESA
A Bandeira de Portugal é uma bicolor retangular com um campo desigual dividido em verde na tralha, e vermelho na batente. O brasão de armas está centrado sobre o limite das cores da bandeira, a uma distância igual das bordas superior e inferior.  Menos de um ano (30 de Junho de 1911) após a queda da monarquia constitucional, a nova bandeira nacional, foi adotada.
BRASÃO DE ARMAS
A conjugação do novo dominio de cores, especialmente o uso do verde, não era tradicional na composição da Bandeira Nacional Portuguesa e representou uma mudança radical de inspiração republicana, que rompeu o vínculo com a bandeira monárquica religiosa. Desde da tentativa frustrada de insurreição republicana a 31 de Janeiro de 1891, o vermelho e o verde tinham sido estabelecidos como as cores do Partido Republicano Português e seus movimentos associados, cuja importância política continuou crescendo até atingir um período de auge na sequência da revolução republicana de 5 de Outubro de 1910.
BANDEIRA DE 1095 a 1139–1143
Nas décadas seguintes, essas cores foram popularmente propagandeadas como representação da esperança da nação (verde) e sangue (vermelho) daqueles que morreram defendendo-a, de maneira a dotá-la de uma forma mais patriótica e digna, portanto, menos política e sentimental.

BANDEIRA DE 1830 a 1910
O design da bandeira atual representa uma mudança dramática na evolução da norma portuguesa, que foi sempre intimamente associada com as armas reais. Desde a fundação do país, a bandeira nacional evoluiu da cruz azul sobre fundo branco, ao brasão de armas da monarquia liberal sobre um rectângulo azul-e-branco. Entre estes, grandes mudanças associadas a determinantes eventos políticos contribuíram para sua evolução ao design atual.