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segunda-feira, 3 de junho de 2019

VINHOS DO MUNDO: ÁFRICA DO SUL

A África do sul é conhecida por combinar, em seus vinhos tintos e brancos, o sabor e a intensidade do Novo Mundo com a classe e a elegância dos rótulos da Europa.

O país é um dos maiores destaques da atualidade, com celebrados vinhos sul africanos finos, equilibrados e saborosos, sempre de excelente relação qualidade/preço. Na verdade, tanto pelo estilo da viticultura quanto pela antiguidade dos vinhedos, é difícil decidir se é mais apropriado classificar a África do Sul como “Novo Mundo” ou “Velho Mundo” em matéria de vinhos.

Os vinhedos do país foram plantados já no começo do século XVII, pela holandesa Cia das índias Orientais, enquanto a viticultura recebeu um grande impulso com a chegada de muitos imigrantes huguenotes franceses à região do Cabo, entre os quais vários decidiram se dedicar a produção de vinhos.

A África do Sul dispõe de tamanha relevância no universo do vinho que está entre as 10 maiores produtoras de vinho do mundo. Parte disso é refletido na quantidade de vinícolas e produtores encontradas na região: estima-se que há, atualmente, cerca de 340 vinícolas e 4.200 produtores em atividade no país.

Com clima temperado, a África do Sul cultiva inúmeras variedades de uvas, mas tem na poderosa Pinotage a imagem de sua uva mais emblemática. A casta foi criada na própria região, quando o professor Abraham Izak Perold da University Stellenbosch realizou o cruzamento entre as uvas Pinot Noir e Cinsaut gerando assim, a uva que hoje simboliza os melhores vinhos da África do Sul.

Os vinhos tintos elaborados com a uva Pinotage são intensos e bastante encorpados, com um aroma muito característico. Variedades de uvas francesas também são encontradas nos vinhedos sul africanos, como as castas Cabernet Sauvignon, Syrah e Merlot, que se adaptaram muito bem ao país e também produzem grandes tintos, de sabor e estirpe.

A África do Sul produz alguns maravilhosos “Cape Blends”, cortes bordaleses ou com outras uvas. Os excelentes vinhos sul africanos de Syrah estão entre as novidades mais celebradas no país na atualidade. O país também produz vinhos brancos excelentes e muito finos.

Algumas das melhores barganhas do mundo do vinho na atualidade estão na África do Sul, com vinhos tintos e vinhos brancos de fantástica relação qualidade/preço. São todos achados que realmente vale a pena descobrir!

terça-feira, 28 de maio de 2019

VINHOS DO MUNDO: ESPANHA

Continuo a Série: VINHOS DO MUNDO, com a Espanha nesta matéria. Anteriormente já tinhamos comentado dos países produtores, como: Brasil, Argentina, França, Chile e Portugal.

A Espanha é um dos países com a maior gama de opções para os amantes dos bons vinhos, oferecendo tintos, brancos e rosados com uma grande variedade de preços e estilos. Alguns vinhos espanhóis das regiões mais quentes são bem macios e exuberantes, em um estilo que deve agradar aos apreciadores dos melhores vinhos do Novo Mundo.

O país é dotado da maior área plantada de vinhedos do mundo, cerca de 1,2 milhão de hectares bem distribuídos por todo seu território, o que torna a Espanha um dos maiores produtores de vinhos em nível mundial, ficando atrás apenas de França e Itália. A Espanha elabora 13% de todos os rótulos consumidos ao redor do globo.

Apesar de os vinhedos espanhóis abrigarem cerca de 600 variedades de uvas, e muitos deles serem constituídos por vinhas antigas, a maior parte dos vinhos espanhóis é produzido somente com 20 tipos de cepas. Entre elas, as de coloração branca com maior destaque são as uvas Airén, Palomino, Macabeo e Pardina. Já no caso das uvas tintas, Tempranillo, Garnacha, Monastrell e Bobal, são as mais utilizadas.

A tradição vinícola da Espanha consiste não só na produção de bons vinhos, como também no consumo. O país é o oitavo maior consumidor da bebida, demonstrando o enorme apreço dos espanhóis pelo vinho.
O clima da Espanha é um dos grandes responsáveis pela alta qualidade dos melhores vinhos espanhóis. Localizado entre o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrâneo, o país é beneficiado pelo clima e solo peculiares, que divergem de uma região a outra, tornando possível a elaboração de vinhos com diferenças marcantes.


A Espanha recebeu um impressionante montante de investimentos nas zonas vinícolas ao final do século XX, o que possibilitou a ampliação e variedade de sua oferta de rótulos, que vão desde vinhos bastante tradicionais - como os elaborados na Rioja -, até vinhos modernos, cheios de fruta e complexidade, como os grandes vinhos da região do Priorato.
Fonte: Site Mistral

terça-feira, 26 de março de 2019

VINHOS DO MUNDO: CHILE

Nos últimos anos, o Chile tem surpreendido o mundo com vinhos excelentes, de fantástica relação qualidade/preço e, em geral, inspirados pelos melhores exemplares de Bordeaux, Califórnia e Austrália.
Situado entre o Oceano Pacífico e a Cordilheira dos Andes, o Chile é 'protegido' da incidência de pragas conhecidas por atacarem vinhedos e prejudicarem a qualidade das uvas, abrindo espaço para o cultivo de uma ampla variedade de castas e para a elaboração de uma vasta gama de estilos. Alguns têm inspiração mais francesa, enquanto outros são exuberantes e ricos, no estilo do Novo Mundo.
Mais até do que variedade de estilos, há enormes diferenças de qualidade dependendo do produtor, como em toda a América do Sul. Os melhores produtores do Chile fazem vinhos chilenos realmente excelentes, ricos e equilibrados, que merecem altas notas e muitos elogios da imprensa especializada no mundo todo.
Por outro lado — como é normal em várias regiões produtoras de sucesso — há também muitos exemplares abertamente comerciais, sem muitas qualidades, algumas vezes doces e desequilibrados, com forte presença de carvalho. Sendo assim, é preciso estar atento ao nome do produtor.
Os melhores produtores do Chile fazem ótimos vinhos em todas as faixas de preço. Graças a seu sabor, apelo e excelente relação qualidade/preço, os bons vinhos chilenos têm tido um enorme sucesso no Brasil, Estados Unidos, Inglaterra e, hoje, até mesmo em muitos países europeus.
Apresentando uma boa variedade de climas entre suas regiões, que vão do mediterrâneo ao temperado, o Chile possui cerca de 117 mil hectares de vinhedos plantados, dentre os quais metade é ocupada por vinhas da uva Cabernet Sauvignon, já que 70% da produção total do país destina-se a vinhos tintos.
Graças ao seu solo, clima e localização bastante específicos, o terroir expressado pelas uvas pode variar bastante, isto é, a mesma casta pode originar vinhos com caráter bastante distinto, podendo ser mais frutado ou ácido de acordo com a região de cultivo.
Em geral, os bons vinhos chilenos são saborosos e concentrados, cheios de fruta madura, elaborados principalmente com variedades francesas, como a Cabernet Sauvignon, a Merlot, a Sauvignon Blanc e a Camenerère, uva leve e tradicional no país.
Fonte: Site Mistral

terça-feira, 19 de março de 2019

VINHOS DO MUNDO: PORTUGAL

Portugal é um dos mais tradicionais países produtores de vinhos do mundo, onde foram criados vinhos clássicos, como o Vinho do Porto e o Vinho Madeira. Com mais de 250 tipos de uvas nativas cultivadas em seus vinhedos, o país é responsável pela elaboração de vinhos que encantam os nomes mais exigentes da crítica especializada.
Até alguns anos atrás, os grandes vinhos portugueses estavam limitados aos vinhos fortificados (produzidos com acréscimo de aguardente vínica), mas hoje Portugal vive uma verdadeira revolução vitivinícola, apresentando ao mundo produtos de classe mundial, capazes de concorrer com o melhor produzido na Europa e no Novo Mundo.
O clima quente de algumas regiões, aliado ao terroir privilegiado e às modernas técnicas de produção utilizadas na elaboração de seus vinhos, têm garantido a Portugal vinhos concentrados, complexos e únicos, geralmente apresentando uma excelente relação qualidade/preço.
Além das castas internacionais, que se adaptaram muito bem ao clima e solo portugueses, como é o caso das uvas Syrah, Cabernet Sauvignon e Chardonnay, Portugal conta com uma impressionante variedade de castas autóctones, incluindo algumas – como a Touriga Nacional - que já são consideradas entre as melhores uvas do mundo para a produção de vinhos finos.
Apesar da Touriga Nacional ser bastante utilizada na elaboração de vinhos e considerada um dos maiores tesouros portugueses, outras uvas nativas também recebem o merecido destaque, como é o caso das castas tintas Castelão, Baga, Trincadeira e Touriga.
As uvas de coloração branca mais utilizadas no país são as castas nativas Fernão Pires, Alvarinho, Encruzado e Arinto. As cepas dão origem a vinhos brancos leves e refrescantes, incluindo o famoso Vinho Verde português, conhecido por ser acessível, além de apresentar aromas florais. Os vinhos são ligeiramente frisantes e exprimem no palato acidez e leveza.
Sem dúvidas, Portugal produz alguns dos maiores tesouros do mundo do vinho, em uma grande variedade de estilos e preços para todos os bolsos, agradando aos mais exigentes críticos do universo dos vinhos.
Fonte: Site Mistral

terça-feira, 12 de março de 2019

VINHOS DO MUNDO: ARGENTINA

A Argentina é uma das regiões com maior importância na vinicultura atual, o que fez com que se tornasse o quinto maior produtor de vinhos do mundo, além de ser a região vinícola de maior destaque e prestígio em toda a América do Sul. O país possui média de 210 mil hectares de vinhedos plantados, além de exportar 25% de toda a sua produção anual para o Velho Mundo.  
O sucesso dos vinhos argentinos tem sido estrondoso, e vem encantando o mundo todo nos últimos anos com seus vinhos tintos ricos, macios e concentrados, elaborados em estilo moderno — principalmente com as uvas Malbec e Cabernet Sauvignon —, que estão entre os que mais agradam o paladar contemporâneo, especialmente nos países do Novo Mundo.
Em geral, são vinhos de excelente relação qualidade/preço, muito sabor e apelo imediato, fáceis de gostar ao primeiro gole. Além de muitos vinhos saborosos e acessíveis, o país produz também alguns grandes vinhos, de estrutura e complexidade, entre os melhores do mundo, como é o caso dos famosos Catena Alta, Catena Zapata ou do raro Nicolás Catena Zapata, que são as principais referências de qualidade em vinhos argentinos hoje em dia.
O potencial da Argentina para produzir grandes vinhos é realmente notável, tanto pelo clima quanto pelos terroirs privilegiados e pela possibilidade de se plantar em altitude, característica que vem sendo cada vez mais explorada pelo reverenciado produtor Catena Zapata.
Entre os vinhos tintos argentinos, os de maior destaque são mesmo os elaborados com as uvas Malbec e Cabernet Sauvignon, enquanto entre os vinhos brancos, predomina o uso da casta Chardonnay que, nas mãos de alguns bons produtores argentinos, resulta em excelentes vinhos, intensos, ricos e complexos, classificados entre os melhores do continente americano.
A uva Bonarda também é muito plantada na Argentina, e tem rendido vinhos tintos macios, alegres e donos de muito sabor. Experiências têm sido feitas com inúmeras outras uvas, como Syrah, Pinot Noir, Tempranillo, Merlot e Sauvignon Blanc, e o futuro promete interessantes surpresas.
A Argentina não é apenas uma das maiores produtoras de vinho do mundo, como também uma das grandes consumidoras da bebida, ocupando a quinta posição no ranking de consumo do vinho.

Postagens anteriores em VINHOS DO MUNDO:
1- França

2- Brasil

  • Próxima postagem será Portugal
Fonte: Site Mistral

terça-feira, 5 de março de 2019

VINHOS DO MUNDO: BRASIL

O Brasil tem sustentado uma crescente melhora na qualidade de seus vinhos. Atingindo um sucesso cada vez maior na produção de rótulos, que priorizam a qualidade e a elegância, o país revela uma identidade própria e única em cada variedade elaborada pelas mãos de excelentes produtores. Apesar disso, o consumo de vinhos no país ainda é relativamente baixo. Estima-se que cada habitante brasileiro consome, em média, 1,8 litros da bebida anualmente.
São Paulo e Paraná merecem destaque na produção dos vinhos brasileiros, mas a maior parte da produção está concentrada no Rio Grande do Sul, com produtores distintos como a pequena Vallontano que, com muita dedicação e perseverança, busca produzir quantidades limitadas dos vinhos que melhor reflitam o terroir e o clima de seus ótimos vinhedos em Bento Gonçalves.
Sua filosofia é muito parecida com a dos pequenos produtores europeus representados pela Mistral. O talentoso enólogo Luis Zanini produz vinhos em estilo próprio, que buscam a tipicidade e a identidade regionais, sem tentar copiar os tintos de outros países da América do Sul. Por sua boa acidez - característica do clima e do solo - são vinhos talhados para acompanhar comida, e não para degustações. A casa produz dois ótimos espumantes: o Espumante Brut, seco e elegante, um corte de Chardonnay e Pinot Noir; e o Espumante Moscatel, delicadamente adocicado.
Entre os tintos, see Tannat é muito reputado, tendo sido escolhido um dos cinco melhores vinhos brasileiros por Ed Motta. O saboroso Cabernet Sauvignon é o tinto mais acessível da casa, enquanto os Reserva Cabernet Sauvignon e especialmente o ótimo Reserva Merlot, ambos envelhecidos em carvalho por 12 meses, são exemplos do que a Serra Gaúcha pode produzir de melhor. São todos vinhos de produção muito pequena, com garrafas numeradas.
Apesar da supremacia gaúcha, ainda podem ser encontradas áreas vinícolas em Santa Catarina e no Nordeste. Em Santa Catarina, por exemplo, as uvas possuem maior concentração de aromas, graças ao amadurecimento mais lento que apresentam, condição influenciada pelas altitudes onde os plantios de vinhedos estão localizados, entre 900 e 1.400 metros em relação ao nível do mar.
Já no Nordeste, o maior destaque fica para a região do Vale do São Francisco. Ainda que a área sofra com a baixa incidência de chuvas, as plantações de uvas recebem sistema de irrigação artificial, podendo originar até duas safras por ano.
O Brasil cultiva em seus vinhedos diversos tipos de uvas estrangeiras, entre elas as castas tintas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Tannat, Pinot Noir, Gamay, Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinta Roriz e Syrah. Já no caso das uvas brancas, o destaque fica por conta das uvas Riesling, Sémillon, Chardonnay e Trebbiano, além da mais plantada entre todas as outras, a Moscato Branca.
O país tem sido bastante lembrado e comentado quando o assunto é vinhos espumantes. O clima tropical quente do Brasil é ideal para o cultivo de uvas ácidas, que denotam um caráter fresco e aromático para os rótulos que vem agradando os mais exigentes paladares dos especialistas. 
Fonte: Site Mistral

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

VINHOS DO MUNDO: FRANÇA

A França é o mais tradicional produtor de vinhos de qualidade e maior referência em todo o mundo, produzindo uma grande diversidade de estilos, que geralmente servem de inspiração para os vinhos criados em todos os cantos do globo. O país oferece vinhos grandiosos nas mais diversas regiões, ajudando a definir o conceito de terroir. São vinhos feitos para serem servidos à mesa e os melhores são capazes de envelhecer por muitos anos.
O país é um dos maiores produtores e, também, uma das grandes nações consumidoras do vinho. Reconhecida mundialmente como a maior potência vinícola do mundo, a França produz, em média, 4,6 bilhões de litros anualmente, além de ostentar o maior consumo per capita entre todos os países do continente.
Com mais de 15 regiões vinícolas em seu território - entre as quais algumas das mais famosas do mundo do vinho, como Borgonha, Bordeaux, Champagne, Loire, Alsácia Francesa e Vale do Rhône -, a França é um dos países mais cultuados quando o assunto é a variedade de rótulos, graças à ampla diversidade de uvas cultivadas em seus vinhedos.
Castas como a Malbec, Merlot, Chardonnay, Riesling, Pinot Noir, Carmenère e Sauvignon Blanc são responsáveis pela criação de exemplares únicos e incomparáveis, com características peculiares que exprimem da melhor forma as variações de terroirs da França. Os vinhos franceses são, sem dúvidas, uma das grandes referências mundiais para a definição deste conceito, chamado 'terroir'.
A tradição vinícola do país é sustentada pelo constante aprimoramento de seus métodos de cultivo e técnicas de vinificação no decorrer dos anos, o que garantiu à França prestígio e reputação indeléveis. Por abrigar muitos dos principais produtores de vinho do mundo em seu território, a França possui centenas de denominações AOC (Appellation d’Origine Contrôlée).
Elaborando vinhos capazes de envelhecer por muitos anos, a França possui o vinho não somente como parte de sua cultura, mas também como parte de sua história.
Fonte: Site Mistral

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

VIDEIRAS


Aprendi nome das uvas, cada lenda, cada história, guardei na minha memória. Que é pra conversar bonito, pra passar por erudito, por um bom entendedor, Eu sou um bom bebedor, gosto de uma boa bebida, de um bom vinho, harmonizando seu cheiro e seu sabor. Nada de grandes conhecimentos, mas o necessário para ter prazer ao beber um vinho. Vou falar um pouco de algumas uvas, sem aprofundar muito o assunto.

🍇CABERNET SAUVIGNON

Presente em toda taverna, Cabernet vem de caverna, Sauvignon de selvagem. Vai do calor à friagem, se adaptando a cada clima, um cruzamento “obra-prima”. É do século dezesseis e vou dizer pra vocês, é uva de minha estima.

🍇MERLOT

A francesa, o seu significado, diz-se ter se originado, do pássaro “merle” pequeno. Abundante em terreno, onde a uva era plantada, sua cor preto azulada, seu gosto por ela madura, era a praga da cultura, em outra época passada

🍇PINOT NOIR

veio lá da Borgonha, esta uva depende do terroir de onde é extraída. Sua coloração é a uva camaleão, muda de cor e aroma. Uva de fino sabor.

🍇TANNAT

Pensa nela, lembra logo do Uruguai, mesmo sendo uma uva francesa. Vai bem com churrasco, com um assado de vitela, pois seus taninos são marcantes e tem poderes antioxidantes. Desta uva sai vinhos intensos e elegantes, com final longo e memorável.

🍇PETIT VERDOT

Uva de cacho pequeno, própria de clima ameno, demora amadurecer, entre o plantar e o colher. É uma uva resistente
Ela mostra-se resistente e vem da região de Bordeaux

🍇SANGIOVESE

A Sangiovese, é da região da Toscana, Itália, onde é amada desde a Roma antiga. É a própria história de Roma e da Italia engarrafada.

🍇CARMENÉRE

Uma das minhas preferidas. Uva desaparecida da região de Bordeaux, onde deram como extinta, mas reapareceu no Chile, onde virou a uva nacional. Seu sabor se agiganta e tem um ótimo custo benefício. Uma cepa divina. Uva preferida da minha esposa e companheira, Mara Cruz.

🍇SYRAH, SHIRAZ "DARO-É-SHAH"

Uva que faz muito bem a saúde, principalmente ao coração e a alma. Sabor intenso e profundo. No novo e no velho sempre desperta paixão. Um remédio do Rei.

🍇MALBEC

Uma uva francesa, que virou sucesso na Argentina. Cultivada de Mendonza à Patagônia, com sabor marcante e fino. Um Malbec é elegante, ao estilo europeu. A uva preferida do meu pai, Antônio Rodrigues.

🍇NEBBIOLO

Vem de "Nebbia", traduz-se em nevoeiro. Um vinho piemontês, que harmoniza com uma boa macarronada.


🍇TEMPRANILLO

Uva ilustre da Espanha de três mil anos de história, é a primeira que amadurece. "Temprano"significa precocidade. Dela sai um vinho, vigoroso e que traz felicidade, que em garrafa se oferece.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

VINHO DE A a Z

Vai chegando o inverno uma boa época para saborear um bom vinho. Então conheça um pouco do mundo da "bebida dos deuses".
Acidez - É o nome que se dá à composição de ácidos da bebida. Um vinho equilibrado é aquele cuja acidez aparece na medida certa.
Adstringência - Sensação de aspereza na boca, provocada pelos taninos do vinho.
Aroma - Como o vinho é percebido pelo nosso olfato. Pode ser captado por via nasal (o nariz aspira direto do copo) ou retronasal (o olfato chega às vias nasais logo após o vinho entrar em contato com a língua e a boca).
Áspero - Com excesso de adstringência e acidez.
Assemblage - É a união de dois ou mais tipos de uva em um único vinho. Também chamada de "corte".
Aveludado - Untuoso, macio, remete à textura do veludo.
Buquê - É o aroma que o vinho adquire durante sua estadia dentro da garrafa.
Brut - Um espumante "brut" é mais seco, com poucos açúcares.
Cava - Nome dado aos espumantes produzidos na Espanha.
Cepa - Equivale à variedade da uva.
Champagne - Designa os espumantes produzidos na região da Champagne, no nordeste da França.
Complexidade - Característica de um vinho com diferentes aromas.
Decantar - Colocar o vinho em uma jarra (decanter) para separar os sedimentos do líquido e deixá-lo respirar. Assim, os aromas da bebida afloram por completo e seus sabores podem ser percebidos totalmente.
Encorpado - Vinho que preenche a boca, com certo peso proveniente principalmente do teor alcoólico.
Enófilo - Apreciador de vinhos.
Enólogo - Profissional responsável pela produção do vinho.
Equilíbrio - É a combinação entre os componentes do vinho. Um vinho "desequilibrado" é aquele que tem, por exemplo, uma proporção exagerada de álcool.
Espumante - Vinho que contém gás carbônico produzido naturalmente. Os espumantes passam por duas fermentações -a segunda é a que dá origem às borbulhas. Se produzido na região da Champagne, na França, é chamado de champanhe. Na Espanha, o vinho ganha o nome de cava. Na Itália, de Prosecco (ver "Método Champenoise" e "Método Charmat").
Frutado - Um vinho que tem gosto e/ou aroma de frutas.
Jovem - Vinho leve que ainda não envelheceu como deveria ou que não precisa de envelhecimento.
Leve - Vinho geralmente equilibrado, com teor alcoólico não muito alto, fácil de beber.
Maduro - É o vinho que atingiu todo o seu potencial.
Método Champenoise - Também chamado de método tradicional ou clássico, é o modo artesanal de fazer com que o espumante tenha uma segunda fermentação dentro da garrafa. O espumante é produzido a partir de um vinho base, que já passou por uma fermentação. Assim, dentro da própria garrafa, o vinho passa por uma segunda fermentação, que o deixa menos ácido e um pouco mais alcoólico.
Método Charmat - Por esse método, a segunda fermentação é realizada em tanques de aço inox, em que é possível controlar a pressão e a temperatura da bebida.
Perlage - Nome que se dá às bolhas dos espumantes.
Prosecco - Tipo de uva branca originária da Itália. Também denomina espumantes feitos naquele país.
Retrogosto - É a percepção olfativa/gustativa deixada pelo vinho depois de ser ingerido.
Sommelier - Nome dado ao profissional responsável pela bebida em um restaurante, bar, loja ou importadora. Em um restaurante, o sommelier se dedica a escolher, guardar, provar e sugerir vinhos aos clientes. A mulher é chamada de sommelière.
Tanino - Substância natural presente na casca da uva vermelha. Um vinho com muitos taninos deixa gosto adstringente na boca.
Terroir - Em francês, significa o terreno do vinhedo. Mas o termo pode ser utilizado para definir o clima, o solo e o ambiente do lugar onde o vinho foi produzido

Varietal - Vinho que tem uma única uva como componente principal.
Acidez - É o nome que se dá à composição de ácidos da bebida. Um vinho equilibrado é aquele cuja acidez aparece na medida certa.
Adstringência - Sensação de aspereza na boca, provocada pelos taninos do vinho.
Aroma - Como o vinho é percebido pelo nosso olfato. Pode ser captado por via nasal (o nariz aspira direto do copo) ou retronasal (o olfato chega às vias nasais logo após o vinho entrar em contato com a língua e a boca).
Áspero - Com excesso de adstringência e acidez.
Assemblage - É a união de dois ou mais tipos de uva em um único vinho. Também chamada de "corte".
Aveludado - Untuoso, macio, remete à textura do veludo.
Buquê - É o aroma que o vinho adquire durante sua estadia dentro da garrafa.
Brut - Um espumante "brut" é mais seco, com poucos açúcares.
Cava - Nome dado aos espumantes produzidos na Espanha.
Cepa - Equivale à variedade da uva.
Champagne - Designa os espumantes produzidos na região da Champagne, no nordeste da França.
Complexidade - Característica de um vinho com diferentes aromas.
Decantar - Colocar o vinho em uma jarra (decanter) para separar os sedimentos do líquido e deixá-lo respirar. Assim, os aromas da bebida afloram por completo e seus sabores podem ser percebidos totalmente.
Encorpado - Vinho que preenche a boca, com certo peso proveniente principalmente do teor alcoólico.
Enófilo - Apreciador de vinhos.
Enólogo - Profissional responsável pela produção do vinho.
Equilíbrio - É a combinação entre os componentes do vinho. Um vinho "desequilibrado" é aquele que tem, por exemplo, uma proporção exagerada de álcool.
Espumante - Vinho que contém gás carbônico produzido naturalmente. Os espumantes passam por duas fermentações -a segunda é a que dá origem às borbulhas. Se produzido na região da Champagne, na França, é chamado de champanhe. Na Espanha, o vinho ganha o nome de cava. Na Itália, de Prosecco (ver "Método Champenoise" e "Método Charmat").
Frutado - Um vinho que tem gosto e/ou aroma de frutas.
Jovem - Vinho leve que ainda não envelheceu como deveria ou que não precisa de envelhecimento.
Leve - Vinho geralmente equilibrado, com teor alcoólico não muito alto, fácil de beber.
Maduro - É o vinho que atingiu todo o seu potencial.
Método Champenoise - Também chamado de método tradicional ou clássico, é o modo artesanal de fazer com que o espumante tenha uma segunda fermentação dentro da garrafa. O espumante é produzido a partir de um vinho base, que já passou por uma fermentação. Assim, dentro da própria garrafa, o vinho passa por uma segunda fermentação, que o deixa menos ácido e um pouco mais alcoólico.
Método Charmat - Por esse método, a segunda fermentação é realizada em tanques de aço inox, em que é possível controlar a pressão e a temperatura da bebida.
Perlage - Nome que se dá às bolhas dos espumantes.
Prosecco - Tipo de uva branca originária da Itália. Também denomina espumantes feitos naquele país.
Retrogosto - É a percepção olfativa/gustativa deixada pelo vinho depois de ser ingerido.
Sommelier - Nome dado ao profissional responsável pela bebida em um restaurante, bar, loja ou importadora. Em um restaurante, o sommelier se dedica a escolher, guardar, provar e sugerir vinhos aos clientes. A mulher é chamada de sommelière.
Tanino - Substância natural presente na casca da uva vermelha. Um vinho com muitos taninos deixa gosto adstringente na boca.
Terroir - Em francês, significa o terreno do vinhedo. Mas o termo pode ser utilizado para definir o clima, o solo e o ambiente do lugar onde o vinho foi produzido.


Varietal - Vinho que tem uma única uva como componente principal.