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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

HOJE BANCÁRIOS AVALIAM PROPOSTAS DOS BANCOS

Hoje os bancários de todo o Brasil irão debater em assembléias a proposta dos bancos para a categoria. No Rio de Janeiro aconteceram nos seguintes endereços e todas as 18 horas.

Bancos Privados: Sindicato: Av. Presidente Vargas, 502 / 21 anadar - Centro
Banco do Brasil: ABI - Rua Araújo Porto Alegre, 71 - Centro
CEF: Galeria dos Empregados do Comércio - Av. Rio Branco, 120 / SL - Centro

Depois de uma greve 21 dias de greve, os bancos foram obrigados a melhorara a proposta para a categoria bancária e apresentaram o índice de 10% para todas as verbas salariais e PLR. Para os tíquetes refeição e alimentação o reajuste será de 14% e o Comando Nacional indica pela aprovação da proposta que foi resultado da luta da categoria. 

tenho a certeza que merecemos muito mais. Mas os banqueiros queriam na verdade implodir nossa estratégia de campanha unificada e retornar com o abono para arrochar nossos salários. Banqueiro só coloca o abono para conceder reajuste salarial abaixo da inflação, coisa que não acontece com a categoria desde 2004.


A proposta ainda prevê, ainda, entre 63% e 72% de anistia dos dias parados.

O ABONO É PERDA PARA O TRABALHADOR e uma manobra dos banqueiros para arrochar nossos salários e baratear as suas folhas de pagamentos. O Abono no incide sobre as verbas salariais, FGTS, 13 salário, Férias, entre outras verbas  

Podemos fazer um cálculo rápido e poderemos ver os efeitos maléficos do abono em nossos salários.

Exemplo sobre um salário de R$ 2.000

Reajuste de 10% - R$ 200,00
Salários Mensal: R$ 2.200,00 (x13)
Total Anual: 28.600,00


Reajuste de 5,5% - R$ 110,00 + Abono R% 2.500,00 
Salário Mensal: R$ R$ 2.110,00 (x13)
Total Anual: 27.430,00

Nos salários a perda em apenas um ano é de R$ 1.170,00 e isto não levando em consideração as perdas no FGTS, no 13 salário, nas remuneração das férias, entre outras verbas.

Fazendo uma projeção que em 2016 o reajuste também seja de 10% sobre os salários, mais perdas aconteceriam, vejam:

No Salário de R$ 2.200,00 x 10% = R$ 220,00
No Salário de R$ 2.110,00 x 10% = R$ 211,00

Uma perda de R$ 9,00 por mês no mesmo índice de reajuste. No ano chega a R$ 117,00 e assim os banqueiros vão arrochando nossos salários. Se for levar em conta que o banqueiro de um certo banco tem 64.000 funcionários com todos na mesma faixa salarial (R$ 2.000), ele estaria economizando R$ 7.488.000,00 

A sucessão ganho real que a categoria teve durante os últimos anos, levou os bancários acumularem um aumento acima da inflação de 20,83%, é por isto que os bancos tentam queriam nos impor a lógica do abono.

Todos nas assembléias e não deixe que ninguém decida por você.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

GREVE FORTE EM TODO O BRASIL, ARRANCA NEGOCIAÇÃO


A Greve dos Bancários em todo o Brasil só cresce a cada dia e mais bancários aderem ao movimento grevista. Esta movimentação já foi percebida pelos banqueiros, que chamaram os bancários para nova negociação, nesta terça (20), depois da ridícula proposta que arrocha os salários da categoria em mais de 4%.

A categoria continua firme e revoltada com a proposta. Os maiores bancos do Brasil lucraram juntos mais de R$ 37 bilhões somente neste ano e portanto, tem plenas condições de atender as reivindicações da categoria.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

GREVE DOS BANCÁRIOS COM FORÇA NO BRASIL


A greve dos bancários cresce em todo o país e pressiona a FENABAN para sair da inércia e voltar a mesa de negociação. Bancários de norte a sul demonstram a revolta com a proposta e o desrespeito do banqueiros.

 Vejam abaixo mais imagens da greve no Rio de Janeiro:
Caixa na unidade nacional

Bradesco paradão
BRB com força
Itaú também na paralisação
Santander parou com força também
Mercantil do Brasil junto com toda a categoria
Banco do Brasil mantendo a unidade dos bancários


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

GREVE NACIONAL DOS BANCÁRIOS COMEÇA AMANHÃ


Depois de mais de 50 dias de negociações, a FENABAN apresentou um "provocação" a categoria bancária. A proposta dos banqueiros não cobre nem a inflação do período e impõem um arrocho salarial que ultrapassa aos 4% no período de 12 meses. 

Mas eles continuam ganhando e muito. Os principais bancos ultrapassaram aos R$ 5 bilhões de lucro líquido no primeiro semestre deste ano e mesmo assim a ganância é grande e apresentaram aos seus funcionários um reajuste de apenas 5,5% com um abono, que não incorpora ao salários, de R$ 2.500,00 pago em uma única vez. 

Portanto, a categoria bancária não restou outra alternativa e a greve foi aprovada em todo o país por tempo indeterminado. 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

HOJE BANCÁRIOS DECIDEM GREVE A PARTIR DO DIA 06

Hoje a categoria bancária vai decidir os rumos da campanha salarial 2015. Com a proposta rebaixada apresentada pelos banqueiros e o governo a categoria, não resta outra alternativa aos bancários a não ser decidir pela greve a partir do dia 06 (terça-feira).

A assembléia vai acontecer na Galeria do Empregados do Comércio, Av. Rio Branco, 120 / SL, a partir das 18:30 e com bancários de bancos públicos e privados. A pauta da assembléia é apreciar a proposta rebaixada (orientação do comando nacional e do sindicato, é pela rejeição) e decidir pela grave a partir do dia 06.

Os bancários do Rio esquentam a campanha salarial e na última terça-feira (29), paralisaram as atividades de agência e os prédios do Itaú, Caixa e Santander em São Cristóvão. Vejam as imagens.
Bradesco Lgo. da Cancela, em São Cristóvão paralisado
Prédio do Itaú no Largo da Cancela totalmente vazio
Prédio da Caixa em São Cristóvão também paralisado
Ag. HSBC de São Cristóvão fechadinha
Prédio do Santander em São Cristóvão também parado

terça-feira, 29 de setembro de 2015

PROPOSTA "COXINHA" DOS BANQUEIROS


A proposta apresentada pela Fenaban, de 5,5% de reajuste mais R$ 2.500,00 de abono, não incorporado ao salário, significa perda real de 4% para os salários e demais verbas da categoria, já que a inflação acumulou 9,88% (INPC).

Esta proposta já vem sendo apelidada pela categoria de "proposta coxinha" afinal o reajuste só dará para comprar uma coxinha e sem refresco.

Nos últimos 12 anos os bancários vêm acumulando uma valorização salarial acima da inflação do mesmo período, por conta da estratégia de conseguir aumento sempre acima da inflação. A proposta dos banqueiros tem como objetivo romper com esta lógica. 

 Nos últimos dois anos, os bancários garantiram, na luta, aumento real de 1,82% e 2,02%, o que resultou num ganho acumulado de 3,88%. Ou seja, a proposta da Fenaban, na prática, mais do que anula os ganhos conquistados pela categoria em 2013 e 2014. Se essa proposta fosse aplicada, o saldo final de 2013, 2014 e 2015 seria de perda real de 0,26% para os bancários.

Ruim demais - Com a proposta feita pela Fenaban, considerando o ganho anual do trabalhador (salários, 13º, férias e FGTS) e a PLR, o bancário que recebe o salário médio da categoria (R$ 6.208) teria uma perda de R$ 2.144,81 ao longo do ano (se comparado a uma proposta que apenas repusesse a inflação).

ABONO É PERDA!

Além disso, o abono de R$ 2,5 mil não se integraria aos salários, seria pago só uma vez. Incide imposto de renda e INSS. Ou seja, o valor que seria pago é bem menor que o apresentado pelos bancos. Abono em vez de aumento real significa chegar à próxima campanha, em 2016, com toda a inflação de um ano mais as perdas de 4% para repor nos salários e demais verbas dos bancários. Não incorpora ao FGTS, à aposentadoria nem ao 13º salário. No longo prazo, isso significaria trabalhadores com menos poder de compra e mais dinheiro nos cofres dos banqueiros.

NEM PARA UMA COXINHA

A proposta da Fenaban de 5,5% de reajuste para os vales não cobre a inflação da alimentação fora de casa (10,56%), nem da refeição no domicílio (10,72%). Com esse reajuste de fome, o vale-refeição aumentaria apenas R$ 1,43 (não dá nem para uma coxinha), passando dos atuais R$ 26 por dia para R$ 27,43. Hoje o valor médio de uma refeição na rua é R$ 33,16.

Fonte: Bancários Rio e Bancários SP

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

BANQUEIROS PROVOCAM OS BANCÁRIOS


Parece piada mas não é! Os banqueiros apresentaram hoje (sexta, 25) uma proposta de reajuste inferior a inflação do período, que é de 9,88%, apesar dos lucros exorbitantes do setor financeiro no país.

A FENABAN apresentou 5,5% de reajuste para os salários e vales, que representaria um prejuízo maior que 4% aos salários. A proposta ainda prevê um abono de R$ 2,5 mil. Na PLR (Participação nos Lucros e Resultados) a proposta é a mesma de 2014, reajustada em 5,5%. 

Os sindicatos de todo o país, seguindo orientação do comando nacional da categoria, convocam assembleias no dia 01 de outubro com indicativo de greve a partir do 06 de outubro.

Foto: Nando Neves

BANCÁRIOS: PROPOSTA DECENTE OU GREVE


Hoje acontece a última rodada de negociações entre os bancários e os banqueiros. A pauta de reivindicações foi entregue desde o dia 11 de agosto e até o momento os bancos não apresentaram nenhuma proposta a categoria bancária.


Já são 44 dias de negociações e nada. É um total desrespeito aos bancários que constroem com o suor de seu trabalho a alta lucratividade dos bancos brasileiros. "Não dá mais para adiar. Caso a Fenaban não apresente uma proposta digna, a greve poderá ser a única saída da categoria para que os bancos avancem nas negociações", disse a presidenta do Sindicato do Rio, Adriana Nalesso.



O Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, como toda a categoria no Brasil, vem intensificando as mobilizações com caravanas, visitas as unidades e paralisações parciais. Na última quarta (23), as unidades da principal avenida da cidade foi paralisada parcialmente. Esta atividade foi um aviso aos banqueiros que a categoria vem com força contra o desrespeito e a ganância.


"Eles não perdem por esperar, terão uma resposta dura da categoria que está sentindo humilhada pelo descaso dos banqueiros". Disse o funcionário do sindicato dos bancários, Marcos "Espirro".


Foto: Nando neves
Fonte: Bancários Rio

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

BANCÁRIOS DO RIO LANÇAM CAMPANHA SALARIAL


Hoje, segunda (17), os bancários irão lançar sua Campanha Salarial na Av. Rio Branco a partir das 13 horas. O evento irá contar com diversas lideranças sindicais e denunciará a exploração dos banqueiros com a categoria e os clientes. O mote da campanha é a "EXPLORAÇÃO NÃO TEM PERDÃO"

Os bancários de todo o Brasil tem o desafio de realizar uma campanha forte nas ruas diante uma conjuntura política desfavorável, onde a pauta conservadora avança no Congresso Nacional, com o risco de aprovação do projeto que amplia a terceirização, inclusive nas atividades principais das empresas.

Fonte: Bancários Rio

sexta-feira, 10 de julho de 2015

BANCÁRIOS DO RJ E ES APROVAM REIVINDICAÇÕES

No último sábado (4 de julho) os bancários do Rio de Janeiro e Espírito Santo debateram os rumos da campanha salarial, em Macaé/RJ. Foram debatidos temas de interesse da categoria que serão levados para a Conferência Nacional, que será realizada em São Paulo, nos dias 31 de julho, e 1 e 2 de agosto.

Os sindicalistas lembraram que não há crise no sistema financeiro, e a política recessiva que atinge principalmente os trabalhadores, mas também setores produtivos da economia, não chega nem perto dos bancos, que batem recordes de lucros e se beneficiam da política do aumento dos juros básicos imposta pelo governo.

"O sistema financeiro precisa assumir responsabilidade social com o país e a sociedade, preservando os empregos dos bancários, ameaçados pela rotatividade, pela política de demissões dos bancos, terceirização e avanço tecnológico. Os bancos têm de garantir saúde e melhores condições de trabalho para todos os funcionários e ter compromisso com o desenvolvimento econômico e social do país", disse a presidente do Sindicato do Rio, Adriana Nalesso. 

O presidente da Fetraf RJ/ES (Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), Nilton Damião, o Niltinho, defende a unidade como estratégia fundamental para uma campanha vitoriosa. "É preciso deixar em segundo plano nossas diferenças e centrar no inimigo de classe comum, os patrões. Nas negociações, a voz dos bancos estão sempre em uníssono, e nós, muitas vezes, deixamos passar nossas divergências, que acabam repercutindo na mesa de negociação", afirma.
As principais reivindicações
Remuneração - Entre os principais itens aprovados sobre remuneração são: aumento real de 7% mais a inflação do período, fim do teto para a PLR linear, 14º salário, parcelamento do desconto do adiantamento de férias, salário mínimo do Dieese para os pisos, vale-cultura para todos os bancários, além do fim do banco de horas, com pagamento integral de todas as horas extras.


Emprego – Entre as estratégias referentes ao emprego, combate aos correspondentes bancários, a terceirização e a política de demissões dos bancos, com o fim da alta rotatividade no setor e a contratação de mais bancários; a extensão dos direitos da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria para os trabalhadores terceirizados e a igualdade de oportunidades, cuja novidade é a inclusão de curso de libras para todos os funcionários a fim de impedir o isolamento dos deficientes auditivos.



Saúde e condições de trabalho – Entre as principais estratégias de luta, estão o fim das metas, o combate ao assédio moral. Foi aprovado a isonomia de direitos entre trabalhadores da ativa e aposentados, a realização de novo senso da Diversidade nos bancos públicos e privados, desta vez com a participação do movimento sindical na elaboração e aplicação do questionário. Incluir o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), que é o documento histórico-laboral que contém várias informações relativas às atividades do trabalhador na empresa. Instituído pelo Instituto Nacional do Seguridade Social (INSS), o documento informa detalhadamente as atividades do trabalhador, exposição a agentes nocivos à saúde e outros dados de caráter administrativo . Reivindica ainda a ampliação do auxílio-maternidade ou a redução da carga horária dos funcionários responsáveis por filhos com algum tipo de deficiência física ou mental.



Segurança - Em relação à segurança, os bancários defendem a retirada da redação da minuta sobre a emissão da CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) o termo "fato consumado". O objetivo dessa mudança é incluir também na CAT bancários vítimas de "tentativas de assaltos e sequestros". È também reivindicado que "os bancos arquem com as despesas de mudança de residência dos funcionários sequestrados", "garantindo também o emprego destes trabalhadores". Uma antiga reivindicação foi reafirmada como item da pauta: proibir a guarda das chaves das agências por bancários. O movimento sindical quer ainda ter acesso ao plano de segurança das unidades bancárias e a obrigatoriedade da instalação de porta giratória antes dos terminais de autoatendimento, câmeras de vigilância, além do aumento para cinco o número mínimo de vigilantes em cada agência.

Fonte: Bancários Rio