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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

BANCÁRIOS FORTALECEM SUA UNIDADE NACIONAL

Com mais de 600 bancários de todo o país, reunidos em São Paulo, a 21ª Conferência Nacional aprovou resoluções que vão nortear a categoria no próximo período. A principal delas é a luta na defesa da unidade nacional e da mesa única de negociações.

Uma nova forma de organização da classe trabalhadora também foi tema da Conferência, além da luta contra as privatizações dos bancos públicos, tão importantes para o desenvolvimento do país e um calendário de lutas em defesa do emprego. Outros temas importantes para a categoria, como a Reforma da Previdência e o fortalecimento da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho).

“Aprovamos a defesa da mesa única, da CCT e dos acordos coletivos nacionais, reafirmando a importância da unidade nacional da categoria. Além da luta contra o trabalho aos sábados e domingos.”, declarou a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (CONTRAF/CUT).
A Conferência ainda deliberou a participação da categoria nas manifestações em defesa da educação, no dia 13 de agosto. 


Fonte: Contraf CUT

domingo, 12 de maio de 2019

BANCÁRIOS DE BRASÍLIA JÁ ESCOLHERAM A MELHOR CHAPA


Nos próximos dias 15, 16 e 17 de maio, teremos as eleições para a renovação da direção de um dos mais importantes sindicatos de trabalhadores do Brasil, que representa os trabalhadores bancários e do Ramo Financeiro, na capital do país.

Estão aptos a votar quase 12 mil trabalhadores da ativa e mais de 6 mil aposentados.

A Chapa 1 - Unidade e Resistência, tem uma renovação de 40% da direção, 40% de mulheres e representação em todos os segmentos da categoria. São quadros já comprovados na luta, que junta a experiência com a garra da renovação.

A categoria já percebeu que a Chapa 1 - Unidade e Resistência é a que tem os candidatos mais capacitados para enfrentar e resistir aos ataques que a categoria e a classe trabalhadora vem sofrendo. 

A forte resistência a tentativa de desmonte e privatização dos bancos públicos, terá que ter uma resposta forte e só a Chapa 1 - Unidade e Resistência, demonstra neste processo a capacidade de fazer este enfrentamento.

A Chapa é liderada pelo companheiro, Kleytton Morais, funcionário do Banco do Brasil, que vem com sua garra na campanha, conquistando a todos e demonstrando está preparado para liderar a nova direção do Sindicato dos Bancários de Brasília, neste cenário de dificuldades. 

quinta-feira, 7 de março de 2019

BANQUEIROS MANDAM NO GOVERNO E NO JUDICIÁRIO

Ministra Rosa Weber que atendeu o pedido absurdo dos banqueiros
Para quem não acreditava que o "sistema" está de vez nas mãos dos banqueiros, está ai a prova. Eles entraram com uma ação no STJ/RJ e depois retiraram o pedido, afinal alguém duvida que já tinham negociando antecipadamente com a alta cúpula do judiciário?

Entraram com o pedido de suspensão do feriado, através de uma liminar, na sexta-feira e no apagar das luzes do expediente, os banqueiros conseguiram, com a presidenta do Supremo Tribunal Federal-STF, a liminar, não dando nem tempo de reação para a procuradoria da ALERJ, onde foi aprovada a Lei, com articulação dos sindicatos dos bancários.

Com isto, a decisão da ALERJ será avaliada somente pelo Pleno do Tribunal, afinal foi uma liminar da presidenta, Rosa Weber. O engraçado é que os trabalhadores estão sendo massacrados nos seus direitos pelo atual governo e o mesmo STF se mantém em silêncio, inclusive com algumas atitudes que ferem a nossa constituição.

Esta é a diferença de um governo que escuta a classe trabalhadora antes de tomar suas decisões e um governo que só escuta o outro lado, os banqueiros e patrões. 

Não bastasse a liminar absurda, onde bancários perderam até diárias em hotel já contratadas, tiveram que voltar as pressas de suas viagens. Além de expor a categoria a violência, inclusive de clientes inconformados com a falta de dinheiro nas unidades, afinal, os cofres já tinham sido programados para abrir apenas na quinta-feira.

Vejam abaixo a nota do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro. 


Fomos surpreendidos, durante o desfile do Bloco dos Bancários, nesta sexta-feira, 1/3, com a notícia de que o feriado bancário da quarta-feira de cinzas, havia sido suspenso.

A Ministra Rosa Weber deferiu um pedido de liminar em ação cautelar proposta pela Consif -Confederação Nacional do Sistema Financeiro, sem entrar no mérito da questão. Ou seja, não analisou se a Alerj é competente para legislar sobre o feriado, deixando a decisão para o pleno do STF.

A divulgação ocorreu após o encerramento do expediente bancário, quando a maioria da categoria já havia deixado o local de trabalho.

Considerando que a suspensão de medida cautelar é atribuição do presidente do STF ou do pleno e que os Sindicatos, a Federação e a Contraf/CUT não são parte na Adin - Ação Direta de Inconstitucionalidade, proposta pelos bancos, buscamos, imediatamente, um contato com o deputado André Ceciliano, presidente da Alerj e um dos autores da lei, além do deputado Gilberto Palmares, solicitando que adotasse  junto a Procuradoria da Assembleia Legislativa as medidas cabíveis para tentar reverter a decisão.

Diante do exposto, entendemos que os bancários devem comparecer ao trabalho na quarta-feira de cinzas.

O Sindicato repudia a irresponsabilidade e falta de sensibilidade dos banqueiros que colocam em risco a integridade física dos bancários e a segurança das agências, pois é sabido que em muitas dependências os cofres foram programados para serem abertos somente na quinta-feira e que em muitas agências poderá ocorrer a insuficiência no quadro de vigilantes.

Vamos buscar que a Contraf/CUT possa fazer parte dessa demanda judicial, para defender os interesses da categoria.

Por fim, caso a constitucionalidade da lei seja reconhecida pelo STF, o Sindicato promoverá ações de cobrança de horas-extras por trabalho em feriado.

Diretoria Sindicato dos Bancários do Rio

#SóALutaTeGarante
#Maisumgolpenotrabalhador
#STFdesrespeitaAlerjebancários

sexta-feira, 1 de março de 2019

HOJE TEM O BLOCO DOS BANCÁRIOS RIO "VESTIU UMA CAMISINHA LISTRADA E SAIU POR AÍ"

O Bloco dos Bancários na Av. Rio Branco
Hoje tem o tradicional Bloco dos Bancários do Rio de Janeiro, "Vestiu uma camisinha listrada e saiu por aí". A concentração será a partir das 17:30 no Buraco do Lume, na Rua São José, com Av. Rio Branco. O desfile será pela Av. Graça Aranha. O bloco conta com a bateria "Pura Cadência" da GRES Unidos da Tijuca.
Com os amigos, Marcos Renato, Mariza, Bel e o "Carnavalesco" Marcos Hemellin

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

CAMPANHA DE SINDICALIZAÇÃO DOS BANCÁRIOS DO RIO DE JANEIRO

O Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, lança hoje a sua campanha de sindicalização. O lançamento será no ensaio do Bloco dos Bancários, no auditório da entidade, que fica na Av. Presidente Vargas, 502 / 21ª andar, a partir das 18h30, com sorteio de prêmios aos bancários que já são sindicalizados da ativa, valorizando a quem já contribui com a entidade.

Para participar basta o bancário realizar seu cadastro no site do sindicato - CLIQUE AQUI e participe. O prazo termina hoje as 12:00.

A campanha tem caráter permanente e institucional e poderão participar, além de bancários sindicalizados da ativa, aposentados e licenciados. A cada nova sindicalização o bancário sindicalizado ganhará pontos, correspondente ao valor da mensalidade paga pelo novo associado (se a mensalidade for R$50, são 50 pontos acumulados). Estes pontos serão trocados por prêmios (confira abaixo a tabela) disponível  e o regulamento. Além de trocar pontos por prêmios, os participantes vão concorrer a novos sorteios. Todo novo associado, a partir de 1º de janeiro de 2019, tem direito a um brinde de boas-vindas, que será distribuído na festa do dia 28/02.

Regulamento da Campanha de Sindicalização
1- Estão aptos a participar da campanha, na condição de sindicalizadores:
• Bancários sindicalizados da ativa, licenciados e aposentados

• Funcionários do Sindicato e contratados eventuais

2 – Os sindicalizadores a cada nova sindicalização efetuada irão acumular pontos a serem trocados por prêmios conforme tabela de prêmios a ser divulgada pelo site e Jornal Bancário.

3- Os pontos a serem acumulados serão correspondentes ao valor da primeira mensalidade paga pelo novo associado. A cada 1 real (R$1), 1 ponto

4- O controle de pontos dos sindicalizadores ficará sob a responsabilidade da Secretaria Administrativa do Sindicato, que deverá informar aos sindicalizadores, o acúmulo de seus pontos, todas as vezes que os mesmos solicitarem.

5- Os pontos serão contabilizados em favor do sindicalizador, logo após a efetivação da nova sindicalização com o pagamento da primeira mensalidade.

6- Os pontos poderão ser trocados por prêmios pelos sindicalizadores, mediante solicitação na Secretaria Administrativa, que no prazo máximo de 15 dias procederá a entrega do referido prêmio ao sindicalizador solicitante.

7- A tabela de prêmios a ser divulgada no site do Sindicato e Jornal Bancário, poderá ser alterada ao longo da campanha a partir de prévio comunicado, de 30 dias de antecedência.

8- Os bancários sindicalizadores também poderão acumular pontos mediante a participação nas atividades convocadas pelo Sindicato, conforme definição de pontos a ser divulgada no site e no Jornal Bancário.

9- Os novos associados receberão um brinde de boas-vindas no prazo máximo de 15 dias.

10- O sindicato se exime de qualquer responsabilidade sobre a qualidade dos prêmios, sendo de inteira responsabilidade da empresa fabricante do prêmio, sanar os problemas oriundos de sua fabricação. Os prêmios podem ser conferidos na própria página do sindicato.

Vamos juntos fortalecer nossa entidade que luta pelos nossos direitos. Nunca o banqueiro deu nada de graça e tudo que temos de conquista é resultado da luta da categoria junto ao seu sindicato.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

BANCOS QUEREM DESTRUIR CONVENÇÃO NACIONAL DOS BANCÁRIOS

Banqueiros solicitaram ao TRT/SP, audiência de conciliação sobre a CCT dos Bancários e convidaram o Sindicato dos Bancários de São Paulo, na quarta-feira (12). Os banqueiros propuseram retirar da CCT da categoria, a cláusula 11ª, que trata da gratificação de função, sob alegação da insegurança jurídica.

A intenção dos bancos é aplicar a CLT, que fala em 33% do pagamento da gratificação de função e na CCT determina os 55%.  

“A audiência de conciliação solicitada pelos bancos, depois de um acordo com validade de dois anos, assinado há pouco mais de três meses, nos causa perplexidade porque nós sempre apostamos no processo negocial. O Sindicato não permitirá que nenhuma cláusula da nossa Convenção seja descumprida. Caso isso ocorra, entraremos imediatamente em greve”, afirmou a presidenta do Sindicato, Ivone Silva, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.

Durante a audiência, os banqueiros chegaram a sugerir que se cancelasse a CCT e se iniciasse nova negociação partindo do zero. Caso contrário, passariam a cumprir apenas o que determina a CLT (33% de gratificação) a partir de janeiro para todos os funcionários, deixando claro que descumpririam a convenção coletiva. O sindicato rejeitou veementemente a proposta

“Tivemos uma pequena vitória, porém temos de nos manter mobilizados para evitar que nossos direitos sejam atacados. Quem está vivendo num estado de insegurança são os trabalhadores, não os banqueiros. A qualquer sinal de ataque, reagiremos”, afirmou a dirigente.

ENTENDA A POLÊMICA

A cláusula 11ª determina que, em caso de ganho na Justiça de ação de horas extras (7ª e 8ª horas), o banco poderá compensar o valor de gratificação que pagou durante o contrato de trabalho, nos últimos 5 anos. isto anteriormente não constava na CCT, mas boa parte dos juízes aplicavam a regra.

Durante as negociações da Campanha dos Bancários deste ano, a Fenaban (federação dos bancos) queria discutir a jornada de 6 horas, uma conquista histórica da categoria que os bancos têm descumprido há muitos anos. Negando-se, inclusive, a negociar soluções para isso. O movimento sindical já propõe há muito tempo que fossem estabelecidos dois turnos de trabalho com jornadas de 6 horas cada, mas a Fenaban não admite a discussão na mesa, alegando que isso é uma questão de gestão e que só cabe às empresas determinar.

Como o movimento sindical se recusou a discutir o fim da jornada de 6 horas, a Fenaban então propôs o fim da gratificação de 55%.

O Sindicato não aceitou nenhuma das duas propostas. O fim da gratificação da CCT implicaria no risco de os bancos contratarem novos funcionários com comissionamento menor (33%) e demitirem os atuais com comissionamento maior (de no mínimo 55% do salário).

Diante do impasse na mesa de negociação e de um cenário de reforma trabalhista que favorecia os bancos, a Fenaban impôs a compensação. Era aceitar ou retirar a cláusula 11ª.

“A cláusula garante o mínimo de 55% para todos os comissionados. Portanto, o número de beneficiados com a manutenção do direito é bem maior do que o número de trabalhadores que ingressam com ação e que conseguem vitória na Justiça”, ressalta Ivone Silva, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

Fonte: SPBancários
Arte: Fabiana Lumi

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

VOTAR TAMBÉM É LUTAR POR DIREITOS

A Contraf-CUT representa 108 sindicatos e oito federações de empregados do setor financeiro em todo o Brasil. Boa parte atuando em bancos públicos federais ou regionais. Nossa prioridade é atuar pelo fortalecimento da categoria bancária de forma que possamos manter nossas conquistas e ampliar nossos direitos.
Clique aqui e veja a lista dos deputados que votaram a favor da terceirização e que são candidatos.
Por isso, diante das eleições que se avizinham, nas quais dois projetos tão distintos estão em disputa, manifestamos nossa posição de forma que os trabalhadores escolham, no próximo dia 7, parlamentares e governantes que respeitem a luta empreendida por nossa entidade há mais de uma década e pela Central Única dos Trabalhadores há mais de 30 anos.
Repudiamos candidatos e candidatas que defendem as privatizações e atacam as empresas públicas, ignorando o papel fundamental que têm na construção da riqueza de nosso país, na promoção de justiça social. Privatizar as empresas e os bancos públicos resultará em mais desemprego, na redução do crédito, na elevação da taxa de juros, no comprometimento do desenvolvimento econômico. Um Brasil sem a Caixa Econômica Federal, por exemplo, tornaria inviável o sonho da casa própria, já que 69% do crédito habitacional é financiado por ela. Sem o Banco do Brasil e o Banco do Nordeste, responsáveis por 70% do crédito agrícola, os alimentos seriam tão caros que a fome se alastraria pelo país.
Manifestamos nosso apoio a candidatos e candidatas de partidos que sempre estiveram ao lado da classe trabalhadora, que votaram contra a terceirização e o desmonte trabalhista, e que pautam sua atuação no sentido de promover a criação de empregos com respeito aos direitos – e não as vagas precárias de um trabalho degradante. Candidatos e candidatas que não compactuem com a proposta de reforma da Previdência dos golpistas, voltada unicamente à destruição da aposentadoria pública.
Temos de eleger deputados e deputadas, senadores e senadoras, governadores e governadoras, e um presidente da República que estejam ao lado do povo, e não do sistema financeiro. Que enxerguem na distribuição de renda e na inclusão social o caminho para fomentar o crescimento do nosso país. E que pautem sua atuação pela defesa da democracia, dos direitos da cidadania, do respeito à diversidade e à igualdade de oportunidades para todos e todas.
As eleições são um momento supremo da cidadania e de um Estado democrático. Não abra mão de ir às urnas fazer sua escolha, defender seus direitos e o futuro do nosso país. Não permita que definam, por você, como serão os próximos quatro anos. Exerça seu direito ao voto com amor e sabedoria!
Fonte: Contraf-CUT

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

ACORDO DOS BANCÁRIOS INJETA 10 BILHÕES MA ECONOMIA


Por Gilmar Carneiro*

Em plena recessão, casada com um governo ilegítimo e corrupto, vendo o Brasil ser dominado pelo ódio eleitoral, os sindicatos dos bancários de todo Brasil, liderados pela CONTRAF-CUT, conquistaram o melhor acordo deste ano. 

Alguém pode alegar que os banqueiros podem pagar porque ganham dinheiro demais em função dos juros abusivos e da cobrança de tarifas bancárias criminosas.

Se, por um lado, os bancos ganham muito, por outro lado, os banqueiros foram patrocinados do golpe de Estado, que derrubou o governo Dilma e tem sido o maior patrocinador das reformas contra o povo brasileiro. São adversários gananciosos, violentos e não democráticos. 

Já os sindicatos, dependem basicamente da capacidade de resistência das categorias profissionais, da capacidade de os dirigentes dos sindicatos serem habilitados em negociações, mobilizações e greves, além de terem que enfrentar o aparelho do Estado que geralmente está à serviço dos patrões.

Levantamento da Contraf-CUT comprova que promover emprego com qualidade e renda digna é o que estimula a economia

O acordo salarial conquistado pelos bancários e bancárias no final de agosto, que garantiu à categoria um reajuste salarial de 5% – reposição integral da inflação e aumento real de 1,31% –, terá um impacto positivo de aproximadamente R$ 10 bilhões na economia brasileira até o final deste ano, segundo levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Segundo a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, os ganhos são fundamentais para a retomada do crescimento, por garantir o poder de compra dos trabalhadores, o que, por sua vez, movimenta a economia.

"Quanto mais direito o trabalhador tem, quanto melhor o salário, mais a economia ganha", afirma Juvandia à repórter Michelle Gomes, do Seu Jornal, da TVT.

"Ao contrário do que alguns candidatos estão dizendo que para ter emprego não pode ter direitos e, isso é um absurdo, na verdade, é quando você tem emprego de qualidade com salário direito é que a economia ganha e gera mais empregos ainda", explica a presidenta.

Desde 2004, os bancários têm conquistado ganho real e, com o novo acordo, o aumento acumulado até 2019 será de cerca de 23% nos salários e 44,7% no piso da categoria. 

*Gilmar Carneiro: Foi presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Secretário Geral da CUT, um dos fundadores e dirigentes do PT e formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

TRABALHADORES DE EMPRESAS PÚBLICAS SEM AUMENTO REAL EM 2018

Em 2018, o TST mediou ao menos seis acordos de trabalhadores em empresas públicas. Em todos eles, nada de ganho real.
Em junho foram julgados quatro, pendentes desde maio de 2017:  Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Valec Engenharia, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco (Codevasf). Para essas empresas, o resultado foi um reajuste inferior ao INPC calculado para o período. Segundo o site do TST foi evocada a jurisprudência que orienta concessão de reajuste “pouco inferior” à inflação. Nesses casos, houve manutenção das cláusulas sociais dos acordos de anos anteriores.
Infraero e Correios também tiveram acordos submetidos à mediação do TST. No caso da Infraero, foi fechado por dois anos (2017 a 2019): no primeiro haverá reajuste de salários pelo INPC e no segundo os reajustes serão equivalentes a 75% do INPC do período, ou seja, com perdas em relação à inflação. Além disso, o acordo prevê bônus de R$ 1.000 nos dois anos de acordo e manutenção das cláusulas sociais.
Nos Correios, chegou-se a um acordo que previa reajuste igual à inflação do período, porém a cláusula referente ao plano de saúde, cujo valor de custeio está cada vez mais alto, segue como impasse.
Negociações coletivas não garantiram aumento
No caso das estatais que fecharam acordo direto (sem mediação do TST), os resultados foram reajustes próximos à inflação. Empresas como Petrobras e Eletrobras fecharam acordos prevendo apenas reposição da inflação. No caso da Petrobras, essa condição se estende por dois anos consecutivos.
Metroviários de São Paulo conquistaram reposição da inflação, porém com aumento da participação dos empregados no custeio do plano de saúde.
Trabalhadores do Serpro fecharam acordo de dois anos prevendo reposição da inflação para 2018 e perda de poder de compra. No segundo ano, a reposição prevista será de apenas 60% da inflação.
Esta é a realidade que alguns, sem a responsabilidade de dirigir uma categoria importante como essa, estavam nas assembleias de bancários, na última quarta-feira, tentando inverter.
Fonte: Contraf CUT

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

BANCÁRIOS APROVAM PROPOSTA

Praticamente todos os bancários do país aprovaram a proposta apresentada a Fenaban ao Comando Nacional da categoria, em assembleias super representativas.

Sindicatos como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba, Pernambuco, entre outros tiveram assembleias cheias e com muito debate sobre a proposta.

Os bancários garantiram todos os seus direitos, que constam na maior Convenção Coletiva de trabalhadores do Brasil e reajuste de 5%. Os Acordos dos bancos públicos (Banco do Brasil e CEF) também constam todos os direitos.

O acordo foi tão importante que parcela da grande mídia disse que os bancários estariam preparando um contra-reforma a reforma trabalhista aprovada, neste Congresso que só representa os interesses do patronato e das elites. O acordo é maior que diversos pontos da atual legislação trabalhista, que retira direitos da classe trabalhadora.

Hoje ainda teremos assembleias em alguns sindicatos pelo país. Algumas base que não aceitaram o acordo, irão realizar novo debate hoje.

Quer saber mais sobre a proposta, Clique Aqui

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

BANCÁRIOS TEM ASSEMBLÉIA DECISIVA

Hoje em todo o Brasil, os bancários tem assembléias decisivas que vão avaliar a proposta apresentada pela Fenaban, que mantém todos os direitos da categoria e tem um reajuste de 5%, com aumento real de 1,18%.

Quase a totalidade dos sindicatos do Brasil, indicam a aprovação da proposta apresentada, por entenderem que numa conjuntura muito adversa para a classe trabalhadora, ter uma proposta de acordo onde todos os direitos estão assegurados e por dois anos, é uma vitória.

A estratégia do Comando Nacional da categoria foi acertada, quando antecipou o processo negocial, diante da negativa dos bancos de assinarem o pré-acordo, necessário para a manutenção dos direitos durante o processo negocial. Além disto não antecipou o indicativo de greve, para a categoria não ser acusada, num eventual ajuizamento de dissídio coletivo, de quebra do processo negocial.

A estratégia de negociação se mostrou acertada desde o início do processo, quando o Comando Nacional dos Bancários, afirmou em mesa, que não teria acordo com a retirada de direitos e se os banqueiros insistissem nessa proposta, a categoria iria à greve.

Além de preservados todos os direitos da CCT, os acordos específicos da Caixa e do Banco do Brasil também tem todos os seus direitos preservados.

O acordo também garante novas conquistas: Pela nova legislação trabalhista, quem ganha acima de R$ 11.291,60, não teria direito a CCT, mas isto foi garantido na redação da convenção coletiva. O parcelamento do adiantamento de férias, poderá ser pago em até três parcelas, antes era descontado no mês seguinte, deixando o bancários praticamente sem salário. O 3º censo da diversidade, em busca da igualdade de oportunidades. Flexibiliza o tempo de almoço, quando houver hora extra (de 30 minutos e não 1 hora). O bancário demitido não precisará mais requerer o pagamento proporcional da PLR.

No Rio de Janeiro, assembléia será única e na Galeria dos Empregados do Comércio, que fica na Av. Rio Branco, 120-SL, no centro da cidade, a partir das 18 horas. 

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

BANQUEIROS NÃO APRESENTAM PROPOSTA E LEVAM BANCÁRIOS PARA O CONFRONTO

Os banqueiros, na negociação de ontem - quarta (01) - não apresentaram, conforme tinham prometido, uma proposta de reajuste para a categoria bancária. Ficaram de apresentar a proposta na próxima semana.

Os bancos recusaram assinar o pré-acordo de ultratividade, que garantiria a validade dos direitos até o final das negociações. Parece que os banqueiros estão empurrando a categoria para o confronto e não deixando alternativas para o movimento sindical.

O mais absurdo é que os bancos podem, com facilidade atender todas as reivindicações da categoria bancária. As cinco maiores instituições financeiras do país - Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa - lucraram juntas R$ 77,4 bilhões, com um lucro 33,5% maior que o período anterior. Um absurdo, numa país onde temos milhões de trabalhadores desempregados e morrendo de fome.

"O setor cresceu dessa maneira numa crise da proporção que estamos vivendo no Brasil”, questionou a dirigente. “Isso é resultado do trabalho dos bancários, muitas vezes além do limite para alcançar os resultados perseguidos pelos bancos”, criticou Juvandia Moreira, presidenta da CONTRAF e coordenadora do Comando Nacional do Bancários.

terça-feira, 31 de julho de 2018

BANCOS PROJETAM LUCRO R$ 71 BILHÕES PARA 2018.

Os bancos projetam uma lucratividade que vai ultrapassar a R$ 71 bilhões, em 2018. Isto vai representar um aumento de 11,6% em relação aos lucros de 2017. Mesmo com toda esta lucratividade, os bancos continuam a reduzir seus lucros e aumentar o desespero de milhões de brasileiros e brasileiras com o fantasma do desemprego.

Os bancários estão já em negociação pela campanha salarial e vem exigindo nas mesas de negociações que os empregos da categoria seja preservado e que as novas contratações sejam feitas por bancários e não por terceirizados, com a utilização da precarização da  mão de obra, através da nova legislação trabalhista, que destrói a qualidade do emprego no Brasil.

Os bancos vão para a televisão e propagam seus anúncios a modernidade e falam da responsabilidade social. Só na propaganda mesmo! Afinal de contas, com toda essa lucratividade, se os banqueiros tivessem a responsabilidade com o país de verdade, poderiam preservar os empregos de seus trabalhadores, já seria uma grande contribuição para a sociedade, numa grave crise que o país atravessa.

Mas os bancos continuam a demitir e somente este ano (2018), já fecharam 2.846 postos de trabalho. O estado de São Paulo registrou o maior saldo negativo no emprego bancário no período: 57,8% das admissões e 64,7% do total de desligamentos, com 955 postos fechados. Em seguida, Rio de Janeiro e Paraná foram os estados que mais fecharam postos: 724 e 358 

Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a estratégia dos banqueiros é a de economizar uma grana preta para faturar ainda mais dinheiro, sem repassar a redução de custos para o consumidor, que continua pagando tarifas cada vez mais caras e os maiores juros do planeta. “Os bancos trazem prejuízos para os bancários e para a sociedade, pois com menos caixas e funcionários para o atendimento, as filas aumentam, o atendimento piora, sobrecarregando os funcionários que continuam nas agências”, critica a presidenta do Sindicato, Adriana Nalesso.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

BANCÁRIOS PROTESTAM EM TODO O PAÍS

Os direitos dos bancários estão em risco. Na primeira rodada de negociação da Campanha Nacional Unificada 2018, realizada em 28 de junho, os representantes da federação dos bancos (Fenaban) não assinaram o pré-acordo de ultratividade que garantiria tudo que está previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) até a assinatura de um novo acordo.
Em anos anteriores, esse pré-acordo, uma formalidade, vinha sendo assinado no início da negociação sem qualquer problema.
Mas, em 2018, há um agravante: a lei trabalhista pós-golpe extinguiu a ultratividade prevista em lei. Assim, sem esse pré-acordo, a partir de 31 de agosto os bancos poderão deixar de pagar vales refeição e alimentação, auxílio-creche, plano de saúde ou contratar com salários abaixo do piso. A data base da categoria é 1º de setembro.
Esse problema já atinge outras categorias. Vigilantes do Rio de Janeiro não assinaram acordo antes do vencimento da data base. Em algumas empresas, quando os trabalhadores foram usar seus vales-refeição, constataram que não tinham recebido nenhum valor.
“Por isso, hoje (11/07), os bancários estão promovendo atos, em todo o país, cobrando dos bancos que assinem o pré-acordo. Estamos dispostos a negociar e esperamos o mesmo dos bancos: que demonstrem disposição para debater com seriedade a pauta dos bancários na rodada agendada para 12 de julho”, afirma Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e uma das coordenadoras do Comando.
#AssinaFenaban 
Fonte: Contraf CUT

quarta-feira, 13 de junho de 2018

BANCÁRIOS ENTREGAM PAUTA DE REIVINDICAÇÕES AOS BANQUEIROS

Hoje, 13/06, os bancários de todo o país, através do Comando Nacional da Categoria, vão entregar a pauta de reivindicações a FENABAN, em São Paulo. A pauta que foi construída depois de um amplo debate em todo o Brasil, com a realizações de conferências estaduais e regionais, culminando com a conferência nacional, que foi realizada na capital paulista, entre os dias 08 e 10 de julho.

Os bancários estão exigindo a manutenção de todos os direitos, a manutenção integral da convenção coletiva da categoria, aumento real de 5%, emprego e Participação nos Lucros e Resultados, no mesmo modelo dos anos anteriores.

A pesquisa na categoria mostra um alto índice de disposição dos bancários de participar da uma futura paralisação na categoria. Os bancários exigem que a nefasta reforma trabalhista, não seja aplicada nos direitos da categoria, conquistados com muita luta e participação, durante décadas. 

sexta-feira, 8 de junho de 2018

A CAMPANHA NACIONAL DOS BANCÁRIOS


Começa, hoje(08/06), a Conferência Nacional dos Bancários, em São Paulo, onde estarão bancários e bancárias de todo o país e de todos os bancos, públicos e privados, debatendo e definindo as estratégias para a próxima campanha salarial.

A campanha dos bancários começa num cenário muito difícil e adverso para a classe trabalhadora, com ataques aos direitos e conquistas, por parte do governo federal e dos patrões, que aprovaram uma Reforma Trabalhista, no Congresso Nacional, que destrói praticamente tudo o que foi conquistando pelos trabalhadores em décadas de lutas. Um retrocesso!

Os bancários como são uma categoria grande, organizada nacionalmente, diversas outras categorias estão de olhos nesta campanha salarial. Os bancários estão priorizando a manutenção de direitos, aumento real, PLR, emprego e defesa da democracia no país.

Ainda teremos movimentações de categorias fortes e importantes como os Petroleiros e metalúrgicos, que podem se somar a luta dos bancários.

Vou acompanhar tudo pelo twitter: @viniciusasbfr

terça-feira, 29 de maio de 2018

TOMA POSSE A NOVA DIREÇÃO DOS BANCÁRIOS DO RIO DE JANEIRO

A Nova direção do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, tomou posse nesta terça-feira (29/05), no auditório do entidade, com a participação de várias personalidades, demonstrando a força politica da entidade para a sociedade.

Depois das saudações tivemos a palestra do bancário aposentado do Banerj de São Paulo, Gilmar Carneiro, lideranças nas grandes greves e lutas dos bancários em todo o país. Gilmar foi um dos responsáveis pela construção da nossa unidade nacional que teve força para construir a mais completa convenção coletiva de trabalho do Brasil.

A Atual direção tem grandes desafios pelas frente, num cenário pouco favorável a classe trabalhadora. O primeiro deles é construir uma grande campanha salarial, para garantir intacta nossos direitos e avançar nas conquistas.

A atual direção foi eleita para o triênio Junho de 2018 a maio de 2021, com 86% dos votos dos bancários e terá a frente, como presidenta, Adriana Nalesso (Itaú) e o vice, Paulo Cesar Matileti (Caixa). 

segunda-feira, 21 de maio de 2018

COMANDO NACIONAL DOS BANCÁRIOS APROVAM MÍDIA DA CAMPANHA 2018


O Comando Nacional da Categoria Bancária aprovou o slogan e a mídia da Campanha Nacional do Bancários 2018.
"A campanha estimulará a união da categoria na defesa dos direitos garantidos na sua Convenção Coletiva de Trabalho, mas também com possibilidade de atingir toda a sociedade, mostrando a importância da organização e participação dos trabalhadores na luta contra os ataques que estão sofrendo”, explicou Gerson Pereira, secretário de Comunicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
A campanha será apresentada a categoria, na Conferência Nacional dos Bancários, que será realizada nos dias 08 a 10 junho, em São Paulo.
Fonte: CONTRAF/CUT

sexta-feira, 18 de maio de 2018

BANCÁRIOS DO RJ E ES REALIZAM CONFERÊNCIA INTERESTADUAL

Os bancários dos Estados do Rio de Janeiro e Espirito Santos, realizam hoje e amanhã (sexta e sábado), na cidade de Três Rios-RJ, a Conferência Interestadual, onde a categoria irá debater propostas para levar para a Conferência Nacional, onde sairão as propostas e estratégias para a Campanha Salarial de 2018.

Os bancários, como um categoria organizada nacionalmente, tem uma importância fundamental no processo de resistência aos ataques aos direitos de todos os trabalhadores brasileiros. 

A categoria vem se preparando para enfrentar um cenário bastante adverso, o que nunca foi obstáculo para impedir a mobilização da categoria. A força da categoria, muitas vezes na história, foi demonstrada e reforçada nos momentos de maior adversidade.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

O PAPEL FUNDAMENTAL DOS BANCÁRIOS

Os bancários, como todos os trabalhadores brasileiros, enfrentam uma conjuntura muito adversa, com seus direitos sendo ameaçados e alguns já "arrancados" pelo donos do poder real, os banqueiros. 

Nestes momentos de incertezas, os bancários como uma categoria nacional e super organizada, além de enfrentarem os bancos, que ditam a política econômica do atual governo, tem um papel fundamental para todos os trabalhadores. Serão eles que vão apontar para outras categorias, o rumo a ser seguido e os parâmetros dos processos de negociações coletivas.

A categoria bancária, que tem a maior e mais completa convenção coletiva do país, tem o seu maior patrimônio ameaçado pela ganância e pela reforma trabalhista aprovada, que prioriza o lucro em detrimento das condições de trabalho e remuneração. A grande luta desta categoria será entender que neste momento, mais do que nunca,o caminho é fortalecer suas entidades sindicais, que estão sendo atacadas e fragilizadas, para que não tenham condições de responder aos ataques aos seus direitos trabalhistas.
A força da mobilização será fundamental na campanha salarial
A reforma trabalhista, patrocinada pelos banqueiros, não quer apenas retirar direitos, quer avançar por cima de todos que ousarem a resistir, a nova "ordem do mercado". A classe dominante quer espoliar até matar os trabalhadores, para aumentar suas absurdas margens de lucros e assim, acumular cada vez mais riqueza, em detrimento da maioria do povo trabalhador, que vem empobrecendo e perdendo seu poder de comprar, que vinha sendo recuperado nos últimos anos.

Criar, manter e aumentar o bolsão de pobreza, faz parte da estratégia da classe dominante brasileira, para conseguir ter trabalhadores num cenário que aceitem suas precárias condições de trabalho.

Por isto que os bancários precisam romper esta lógica, manter seus direitos e a convenção coletiva intactos, para servirem de "farol" para todos os outros trabalhadores brasileiros.

"Unir, Resistir e Avançar" é o caminho.