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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

DÉBORA FONSECA É A LEGITIMA REPRESENTANTE DO FUNCIONALISMO DO BANCO DO BRASIL


Depois da vitória no primeiro turno nas eleições do Caref/BB, a candidata Débora Fonseca, apoiada pelo movimento sindical cutista, vem com força para a campanha no 2º turno. Nesta votação os funcionários do Banco do Brasil, irão escolher o novo representante dos trabalhadores no Conselho de Administração do banco.

A Contraf-CUT, como a maioria dos sindicatos pelo Brasil a fora, apoiam a candidatura da Débora Fonseca. As eleições acontecem entre os dias 25 e 31 de janeiro. Débora que é militante de base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, disputará este 2º turno com um executivo do banco.

Não tenho a menor dúvida que eleita, Débora, trabalhará em sintonia com as entidades sindicais e com os interesses dos trabalhadores do Banco do Brasil. Sua atuação, com certeza, irá fortalecer o Banco do Brasil como instituição pública, voltada para a geração de empregos e renda do país.

Fonte: CONTRAF/CUT

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

QUEM DISSE QUE O MOURÃO FILHO NÃO FOI PROMOVIDO?

Os defensores do Bolsonaro, tentam de todas as formas nas redes sociais, justificar o nepotismo que o vice-presidente da República, general Mourão, praticou no Banco do Brasil, alçando seu filho a assessor do novo presidente da instituição.

Os defensores soltaram uma Fake News, que virou uma especialidade desse povo, onde dizem que o Mourão filho, foi perseguido durante os governos do PT, que não recebeu promoções e ficou estagnado na carreira do banco. MENTIRA!

O bancário Antônio Hamilton Rossell Mourão, funcionário concursado do banco do Brasil desde 9 de janeiro de 2001, saltou três degraus hierárquicos no banco e recebeu nada menos do que OITO promoções durante os governos Lula e Dilma.

Mourão filho, começou no banco no Rio Grande do Sul e foi transferido para Brasília, em 2003, logo no primeiro mês do governo Lula. Saiu do atendimento da agência Campo Novo (RS), onde atuava como gerente de atendimento e foi para agência Asa Sul, para atuar como gerente de contas II, onde ficou apenas oito dias, sendo em seguida transferido para a função de operador financeiro júnior.

Vejam abaixo as promoções do filho do vice-presidente da República, na época dos governos do PT. Se isto é perseguição, quero ser perseguido.

1 – 21 de janeiro de 2003: de Gerente de Expediente em Campo Novo, RS, para Gerente de Contas II na Asa Sul, DF;


2 – 5 de março de 2003: Operador Financeiro Jr., já fora de agência e na estrutura do banco;
3 – 9 de agosto de 2004: Analista Pleno na Diretoria de Agronegócio;
4 – 14 de maio de 2007: Gerente Negocial na Superintendência de Varejo do BB em MS;
5 – 18 de junho de 2007: Analista na mesma Superintendência no MS;
6 – 21 de julho de 2008: Analista Sênior, de volta ao DF;
7 – 10 de dezembro de 2012: Analista Sênior na Gerência de Negócios;
8 – 28 de maio de 2013: Analista Empresarial na Gerência de Negócios.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

AGORA NÃO É BOQUINHA?

General Mourão arrumou uma boa boquinha para seu filho
Antes era boquinha do PT e da esquerda, quando um quadro político era nomeado para uma estatal ou cargo governamental. Agora o que irão dizer os seguidores do Bolsonaro, com o "bocão" do filho do general vice-presidente da República, Antonio Hamilton Rossell Mourão? 

Mourão filho que era assessor empresarial da área de agronegócios do Banco do Brasil e acaba de ser promovido, oito dias depois da posse do seu pai, assessor especial da presidência do Banco do Brasil, com um salário de cerca de R$ 36 mil.

Filho do vice-presidente, Mourão
Conheço bem a estrutura do Banco do Brasil e o cargo equivale a uma cadeira de um bom executivo do banco. Além disto, o Mourão filho também passa a integrar o PAET (Programa de Alternativas para executivos em Transição). O programa garante um ótimo bônus na sua saída, basta ficar 2 anos no cargo.

Bolsonaro falava que iria combater o aparelhamento de estatais e empresas públicas e agora nomeia o filho do seu vice-presidente, num grande cargo do banco estatal. Vale lembra que o Banco do Brasil vinha implementando a alguns anos, um programa que previa critérios para promoções, que tenho opinião contrária, esta atitude desmoronou toda e qualquer tentativa de moralização.

A cada dia o governo Bolsonaro deixa cair a máscara de um governo de privilegiados, com corruptos e que vai governar para os mais ricos.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

GOVERNO TRABALHA PARA ENTREGAR O BANCO DO BRASIL PARA OS BANQUEIROS

“Colocaram a raposa no galinheiro dos ovos de ouro”. O ditado popular explica com exatidão o que vem acontecendo dentro do Banco do Brasil, para atender interesses privados, mais precisamente, do Itaú. Em 2016 foi contratada, sem licitação, por “notório saber”, a Falconi Consultores de Resultados, para preparar o desmonte do BB, chamado oficialmente de “reestruturação”.
O trabalho desta empresa é enxugar a estrutura do banco público, preparando-o para a privatização, política do governo Fernando Henrique Cardoso, retomada pelo seu aliado, Michel Temer. Entre os membros do Conselho de Administração da Consultoria Falconi está Pedro Moreira Salles, à época da contratação Presidente do Conselho de Administração da holding Itaú Unibanco, atualmente Presidente do Conselho Diretor da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban).
O absurdo é um banco privado estar conduzindo as políticas de um banco público, que tem um papel estratégico, o de fomentar o desenvolvimento econômico e social do país. No mínimo a situação configura um conflito de interesses, já que o desmonte da rede de agências, com extinção de milhares de postos de trabalho, abriu espaço para os bancos privados, entre eles o próprio Itaú. A primeira fase da reestruturação resultou no fechamento de 402 agências, extinção de 9.400 postos de trabalho e redução salarial drástica que atingiu quase 4 mil funcionários.
O concorrente continua dentro do BB. A mesma consultoria está fazendo o mapeamento dentro da Diretoria de Tecnologia do banco, um setor altamente estratégico a cujas informações o setor privado está tendo acesso. Seguindo a linha de “mãos de tesoura” da Falconi, de corte dos custos, há o temor de extinção de funções, abrindo espaço para a substituição de funcionários concursados por trabalhadores precarizados de empresas terceirizada.
Fonte: Matéria reproduzida do site dos Bancários Rio na íntegra

sexta-feira, 9 de junho de 2017

ENCONTROS DO BANCO DO BRASIL E CEF


Vai acontecer neste final de semana os encontros estaduais dos funcionários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, onde será discutido a campanha contra o desmonte dos dois bancos públicos e a campanha contra as reformas trabalhista e previdenciária, que retiram direitos dos bancários e de toda a classe trabalhadora brasileira.

Vejam os locais na arte acima.

Arte: Sind. dos BancáRios

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

DESMONTE DO BANCO DO BRASIL, TRANSFORMA O ITAÚ NO MAIOR BANCO DO BRASIL


O atual governo federal, liderado pelos golpistas, trabalham para desmontar o Banco do Brasil e os resultados já começaram aparecer. O Banco Itaú passou o Banco do Brasil em ativos e se tornou, pela primeira vez na história, o maior Banco do Brasil. É o pagamento aos banqueiros ao golpe que destruiu o projeto de redistribuição de renda no país.

Os ativos do Banco do Brasil somaram R$ 1,401 trilhão em 2016, enquanto o Itaú chegou a R$ 1,426 trilhão. O Banco do Brasil perdeu 47 bilhões em ativos entre setembro e dezembro de 2016, proporcionando a ultrapassagem do banco da família Setúbal. O lucro líquido do banco foi em 2016 de R$ 8,034 bilhões, 44,2% abaixo dos 14 bilhões obtidos em 2015.

No patrimônio líquido, o Itaú lideram o ranking do sistema financeiro, com R$ 115,59 bilhões, seguido do Bradesco com 100,4 bilhões e só depois vem o Banco do Brasil com 87,2 bilhões.

A politica de entrega dos bancos públicos aos banqueiros está clara com o desmonte do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, instituições responsáveis pelo financiamento de diversos setores produtivos da nossa sociedade.

Fonte: Bancários

  


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

BLACK FRIDAY DO BANCO DO BRASIL


Hoje (25/11), Dia Nacional de Greves e Manifestações em Defesa dos Direitos e Contra o Ajuste Fiscal, os funcionários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal protestam contra o desmonte que o governo Temer anunciou que fará nas duas empresas. Além das mobilizações, os bancários do Banco do Brasil farão um Dia de Luto, trajando roupas pretas durante o expediente.

O desmonte no BB e na Caixa faz parte do arrocho fiscal que tem na Proposta de Emenda Constitucional 55 (PEC 55) um de seus principais pilares. A PEC congela o Orçamento da União por 20 anos, reduzindo investimentos sobretudo nas áreas sociais, como saúde e educação, mas também impondo cortes nas empresas públicas.

Os bancários do Banco do Brasil estão juntos com os funcionários da Caixa, realizando na parte da manhã uma paralisação contra o desmonte dos bancos públicos. Os prédios do Bancos do Brasil (SEDAN) e Caixa (Prédio da Almirante Barroso) estão parcialmente paralisados. 

Extensão do desmonte

O governo pretende impor um drástico enxugamento no BB e na Caixa. Para o primeiro, estão previstas a retirada de direitos e a extinção de até 18 mil vagas, além de comissões; o fechamento de 402 agências e a transformação de 397 delas em postos de atendimento. Milhares de funcionários terão, de uma hora para a outra, de procurar nova locação, sendo que novas comissões serão com jornada de seis horas, reduzindo o valor da remuneração. Está prevista, ainda, a extinção de unidades-meio. Na Caixa, serão fechados 11 mil postos de trabalho e mais de 100 agências. A previsão é de que isso ocorra no próximo ano. A empresa pretende lançar um plano de incentivo à aposentadoria e desligamento.

Pagamento do Golpe

Vários setores da nossa sociedade que apoiaram o golpe, estão recebendo os seus pagamentos pelo apoio. Artistas fazendo propaganda das empresas públicas, o Petróleo sendo entregue as multinacionais, a Rede Globo recebendo vultosas receitas por propaganda, o judiciário recebendo aumentos e mantendo suas regalias, Os empresários, através da FIESP, recebendo os ataques dos direitos dos trabalhadores e agora os banqueiros, que já estão em cargos importantes do governo golpista de Michel Temer, recebem o desmonte do Banco do Brasil e Caixa, para favorecer os bancos privados.

Fonte: Parte da Matéria foi do site dos Bancários Rio

sexta-feira, 11 de abril de 2014

APOIO A CHAPA 1 DA CASSI / BANCO DO BRASIL

Diretor de Saúde
Desde o último dia 09, está rolando as eleições para a direção da Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil, a Cassi. O processo eleitoral é amplo e democrático, todos os funcionários do banco que são associados a caixa de assistência votam e escolhem de forma direta o seu representante na direção. As eleições vão até o dia 22 de abril.
 
A Chapa 1 Todos pela Cassi foi formada pela grande maioria dos sindicatos, das associações de aposentados e das entidades associativas presentes constantemente na vida dos associados ativos e aposentados, defendendo os interesses coletivos e procurando soluções para as demandas do funcionalismo.

A Chapa 1 Todos pela Cassi construiu essa ampla unidade nacional das entidades do funcionalismo baseada no princípio de que a Caixa só consegue oferecer serviços de qualidade e atender a todos os associados e seus dependentes, de acordo com suas necessidades, se mantiver a solidariedade, que é a espinha dorsal do plano.
 
A Chapa 1 tem como candidato à Diretoria de Saúde o atual coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários, que há anos vem discutindo e negociando com o BB medidas de combate ao assédio moral e de prevenção à saúde dos trabalhadores, que é o companheiro William Mendes de Oliveira.
 
Além do Diretor de Saúde, também serão eleitos, membros para o Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal. A Chapa 1 tem os melhores candidatos também para estes cargos, são eles:
 
Conselho Deliberativo:
Fabiano Felix do Nascimento e Loreni de Senger (titulares)
Elisa de Figueiredo e Nilton Cifuentes - Ramon (Suplentes)
 
Conselho Fiscal:
Regina Fatima de Souza Cruz (Titular)
Daniel Liberato (Suplente)
 
A Chapa 1 tem amplo apoio entre as lideranças e figuras públicas funcionários do Banco do Brasil, entre elas estão:
 
José Ricardo Sasseron, ex-diretor da Previ/BB,
Paulo Assunção, diretor da Previ/BB
Fernanda Carísio, Presidenta do Conselho Deliberativo da Cassi
Rafael Matos, Caref/BB
Jacy Afonso, Diretor da CUT Nacional
Wagner Nascimento, Conselheiro da Previ Futuro/BB
Francisco Alexandre, ex-diretor da Previ/BB
Odali Cardoso Dias, Conselheiro Fiscal da Previ/BB
 
Além das lideranças sindicais:
 
Vagner Freitas, Presidente da CUT Nacional
Juvândia Moreira, Presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo
Almir Aguiar, Presidente dos Bancários do Rio de Janeiro
Eduardo Campos, Presidente dos Bancários de Brasília
Cardoso, Presidente do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte
Carlos Eduardo, Presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará
Jefferson Boava, Presidente do Sindicato dos Bancários de Campinas
Iaci Azamor, Presidenta do Sindicato dos Bancários de Campo Grande
Rosalina Amorim, Presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará
Otávio Dias, Presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba
Jaqueline Mello, Presidenta do Sindicato dos Bancários de Pernambuco
Mauro Salles, Presidente do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre 
 
Entre outras lideranças em todos o Brasil.
 
Quer conhecer mais sobre as propostas da Chapa 1 entre no site abaixo, Clique Aqui!