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quarta-feira, 8 de maio de 2019

BRASIL PERTO DA CONVULSÃO SOCIAL

A cada dia que passa cresce assustadoramente o "exército" de desempregados em todo o país, que povoam as calçadas das grandes cidades. São famílias inteiras entrando em desespero, por não ter mais como alimentar seus filhos e não ter onde morar. A dignidade do ser humano indo para o lixo.

É uma tragédia coletiva por trás de um desempregado. Como conseguir um novo emprego como uma economia que só encolhe? As empresas demitem, diminuem e várias fecham as portas.

Um governo que não tem a menor condição de fazer a roda da economia girar de outra forma. Não tem uma ação sequer apontando para o crescimento econômico. O mercado percebe isto e se retrai. É um caos para o setor produtivo do país.

Mas, o mercado financeiro este sim, está muito feliz e aplaudindo um governo que "bate continências" para suas exigências, derretendo os direitos da classe trabalhadora e, assim abocanharem trilhões dos direitos trabalhistas e previdenciários.

O (des)governo Bolsonaro, apostou na informalidade como forma de gerar subempregos, para atender os empresários e parcela da elite brasileira, enganando a população com números que poderiam significar geração de empregos. Mas nem isto vai ocorrer, é tragédia total!

Agora o Ministro Paulo Guedes, fala em acabar com o direito a aposentadoria, como forma de "salvar" o país da derrocada, se a reforma não sair o Brasil não tem mais jeito. É uma falácia que eles sempre usam quando precisam aprovar algo de interesse dos ricos.

Além do desemprego em massa, o governo destrói as políticas públicas e prepara o Brasil para entrar numa convulsão social, talvez jamais vista em nossa história. 

Ainda temos aqueles que defendem este governo, mas a maioria que fez "arminha" nas eleições estão envergonhados com o que transformaram o nosso país. O Brasil hoje, é governado para uma minoria privilegiada e tem um governo que nos envergonha internacionalmente.

Pobre do Brasil e do nosso povo!  

sexta-feira, 25 de março de 2016

POBREZA CRESCE NA AMÉRICA LATINA E CAI NO BRASIL

Na última terça (22), foi divulgado o relatório do Panorama Social da América Latina 2015, pela Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), que apontou um aumento da pobreza na América Latina, mas no Brasil o caminho foi inverso.

O Brasil apontou uma redução importante nas taxas de pobreza. Esta diminuição foi mais acentuada entre os indigentes, e isto mostra, justamente, a eficácia e a importância dos programas de combate à extrema pobreza que existem atualmente no Brasil.

Mas a crise econômica atual pode jogar tudo por terra. O desemprego em alta pode ser o principal vilão de tudo o que foi conquistado nos últimos anos, por esta parcela da sociedade.

Entre 2014 e 2015, o número de pessoas em situação de pobreza, na América Latina, cresceu de 168 milhões para 175 milhões, o que representa 29,2% das pessoas. Já o número de pessoas em situação de indigência, ou extrema pobreza, passou de 70 para 75 milhões (12,4%).

De acordo com a Cepal, o trabalho é a chave mestra para reduzir a pobreza e as desigualdades. O aumento das taxas de desemprego na região é o grande problema para se enfrentar a pobreza. O organismo indica os esforços por um trabalho decente, formalização dos empregos e acesso aos mecanismos de proteção social devem persistir.


Os gastos com educação, saúde e previdência social devem ser de feitos independentes dos ciclos econômicos. Nos momentos de crise econômica, caso do Brasil, os países devem proteger os níveis de gastos sociais e nos períodos de crescimento, ampliar o gasto e os investimentos, para reforçar a construção da rede de proteção social.

O aumento do desemprego no Brasil e a diminuição dos gastos sociais, podem levar o país, ater um aumento nas suas taxas de pobreza.

Fonte: Agência Brasil