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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

O QUE TRANSFORMARAM O BRASIL

Jornal O Globo do dia 06 de agosto de 2018
A foto, publicada no Jornal O Globo, do último dia 06, reproduz bem o que se transformou o Brasil dos golpistas. Com a miséria e a concentração de renda aumentando a cada dia, o país vai voltando ao passado, com uma enorme diferença social.

A imagem do casal de classe média, passeando com seus cachorros, bem nutridos, - nada contra os caninos serem bem alimentados - e sem olhar o que acontece ao seu redor. A fome e o desespero de milhões pouco importam aos ricos e poderosos, ou aqueles que acham como tal. Este é a mais cruel face dos egoístas. 

O Jornal O Globo diz, "O flagelo se espalha", como se ele não tivesse culpa no cartório com toda essa realidade. As Organizações Globo, apoiaram o golpe pela segunda vez na história, e com certeza, mais tarde irão pedir desculpas pela segunda vez ao povo brasileiro.

A matéria usa a miséria, para atacar a prefeitura, que não cumpre o seu dever, como prover um mínimo abrigo, mas a matéria deveria atacar o governo Temer que desempregou milhões de trabalhadores, com suas reformas, que foram apoiadas pela Globo.

Como combater a miséria e a fome, sem a geração de renda e empregos? O egoísmo e a ganância das elites não conseguem enxergar - ou não querem - que o Lula que estava certo. Sem renda na mão do povo, para fomentar o consumo, não tem saída.

Fonte: Blog Tijolaço

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

BRASIL ENTRE OS 10 PAÍSES MAIS DESIGUAIS DO MUNDO

Vivemos tempos de muita violência no Brasil inteiro, mas parcela da população se recusa a relacionar o aumento dos números da violência ao aumento da concentração de renda e a pobreza.

Hoje, os 5% dos mais ricos do país, detêm a mesma fatia da renda que outros 95% da população. Os seis mais ricos do Brasil, são: Jorge Paulo Lemann (AB Inbev), Joseph Safra (Banco Safra), Marcel Hermmann Telles (AB Inbev), Carlos Alberto Sicupira (AB Inbev), Eduardo Saverin (Facebook) e Erminio Moraes (Grupo Votorantim). Juntos, eles concentram a mesma riqueza que os 100 milhões mais pobres do país, ou seja, a metade da população brasileira, cerca de 207 milhões.

Os super ricos, que são 0,1% da população brasileira hoje, ganham em um mês o mesmo que uma pessoa ganha em 19 anos, recebendo o salário mínimo nacional, que hoje corresponde a 23% da população brasileira.

Resultado da inclusão social entre 2004 e 2015. Reversão em 2017.
O Brasil chegou a avançar rumo a correção das desigualdades, com forte apoio governamental nos programas sociais. Mas a medida que o atual governo desfaz toda política social do governo anterior, a concentração de renda aumenta. A base da pirâmide engorda e o topo fica cada dia mais fino.

Neste ano o Brasil despencou 19 posições no ranking de desigualdade social da ONU, figurando entre os 10 mais desiguais do mundo. Na América Latina, só fica atrás da Colômbia e de Honduras.

Enquanto a sociedade não se entender que precisa diminuir a desigualdades sociais, ou viveremos no inferno da violência. Mais polícia, truculência não resolvem os problemas. Precisamos pensar alternativas e para isto, parcela importante da nossa sociedade tem que entender que precisa ceder.

No início dos anos 2.000, o Brasil experimentou a redução das desigualdades e por isto a violência e a pobreza diminuíram em todo o território nacional. O governo federal apostou nos programas sociais e parcela importante da população saiu da extrema pobreza e outra foi incluída na classe média. Com atual política social e econômica, o Brasil vai devolvendo milhões de brasileiros para a pobreza e a classe média vai diminuindo. Enquanto o topo da pirâmide vai engordando e acumulando riqueza.

Fonte: estudo sobre desigualdade social realizado pela Oxfam.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

TEMER "INCLUI" 4,1 MILHÕES NA POBREZA

Inegavelmente o Brasil, depois de 2003, quando o ex-presidente Lula assumiu a presidência, entrou numa rota de crescimento e inclusão social, onde mais de 40 milhões foram incluídos na classe média e mais de 30 milhões saíram da extrema pobreza. A fome de milhões de brasileiro foi praticamente erradicada.

Mais isto infelizmente incomodou muito a classe dominante brasileira, que não quer em hipótese alguma que o povão melhore de vida e chegue mais perto dos bens de consumo e serviços que só são usufruídos por ela.

Deram o golpe a qualquer custo e implementaram uma agenda derrota nas urnas. As mesmas medidas que o país já provou e que levou o Brasil a ter a maior concentração de renda do mundo.

Hoje, no (des)governo Temer, mais de 4,1 milhões de brasileiros entraram na faixa de pobreza, sendo que 1,4 milhões voltaram para a extrema pobreza, segundo relatório elaborado pelo Instituto de Pesquisa Aplicada(IPEA), pelo Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento (PNUD) e pela Fundação João Pinheiro, publicado na última segunda-feira (14).

Além disto, o estudo mostra que houve uma redução na renda per capita da população, que passou de R$ 803,36, para 746,84. Estes números demonstram o quando a política econômica de Temer é nefasta ao trabalhador e ao país. Afinal, o Brasil tem uma economia pautada no setor de serviços e para que este setor se desenvolva, é preciso que a população tenha o seu poder compra aumentado.

A frase que o ex-presidente Lula insiste em propagar, que o povo não é o problema e sim a solução. No fundo o que ele quer passar como mensagem, é que a economia brasileira só "roda positivamente", se o povo tiver dinheiro no bolso, para consumir e assim as empresas produzirem e gerarem empregos e renda.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

ENQUANTO ISTO...

O Brasil continua mergulhado numa grande crise econômica, com altas taxas de desemprego, com milhões de brasileiros no desespero, buscando algo para levar para sua família no final do dia.

Mas a farra da classe dominante continua a todo vapor. Com diversas empresas aumentando seus lucros e os banqueiros lucrando trilhões e comprando tudo o que vê pela frente. Mas a sociedade, o governo, ninguém faz algo para mudar esta deplorável situação, onde o pobre vai ficando cada dia mais pobre e os ricos cada vez mais bilionários.

O Bancão da família Setúbal, o Banco Itaú, comprou a pouco as operações do CitiBank no Brasil, e não satisfeitos, compraram a XP, por R$ 6,3 bilhões, com isto adquirindo 49% da maior corretora do Brasil. O Itaú vem lucrando por mês, mais de R$ 2 bilhões, num país mergulhado numa crise.

Surge a notícia que o governo Temer vai vender o controle acionário da BR Distribuidora e veja quem aparece fazendo parte do Conselho de Administração da Shell mundial, Roberto Setúbal. É muita coincidência para quem acredita em Gnomo ou Papai Noel.

Enquanto o Itaú projeta um lucro líquido que deve ultrapassar a R$ 24 bilhões, o Brasil segue, ENQUANTO ISTO, aumento seu desemprego, os miseráveis, a violência e concentrando cada vez renda.

Hoje, os filhos da classe média estão morrendo nas ruas do Brasil, pela violência, principalmente nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, fruto do egoísmo das classe dominantes, o Brasil não tem elite, e da classe média, que reproduz o discurso, sonhando algum dia ser um deles.

O Brasil precisa de distribuição mais justa da renda, o resto é argumento para analista político dos telejornais...  

sexta-feira, 25 de março de 2016

POBREZA CRESCE NA AMÉRICA LATINA E CAI NO BRASIL

Na última terça (22), foi divulgado o relatório do Panorama Social da América Latina 2015, pela Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), que apontou um aumento da pobreza na América Latina, mas no Brasil o caminho foi inverso.

O Brasil apontou uma redução importante nas taxas de pobreza. Esta diminuição foi mais acentuada entre os indigentes, e isto mostra, justamente, a eficácia e a importância dos programas de combate à extrema pobreza que existem atualmente no Brasil.

Mas a crise econômica atual pode jogar tudo por terra. O desemprego em alta pode ser o principal vilão de tudo o que foi conquistado nos últimos anos, por esta parcela da sociedade.

Entre 2014 e 2015, o número de pessoas em situação de pobreza, na América Latina, cresceu de 168 milhões para 175 milhões, o que representa 29,2% das pessoas. Já o número de pessoas em situação de indigência, ou extrema pobreza, passou de 70 para 75 milhões (12,4%).

De acordo com a Cepal, o trabalho é a chave mestra para reduzir a pobreza e as desigualdades. O aumento das taxas de desemprego na região é o grande problema para se enfrentar a pobreza. O organismo indica os esforços por um trabalho decente, formalização dos empregos e acesso aos mecanismos de proteção social devem persistir.


Os gastos com educação, saúde e previdência social devem ser de feitos independentes dos ciclos econômicos. Nos momentos de crise econômica, caso do Brasil, os países devem proteger os níveis de gastos sociais e nos períodos de crescimento, ampliar o gasto e os investimentos, para reforçar a construção da rede de proteção social.

O aumento do desemprego no Brasil e a diminuição dos gastos sociais, podem levar o país, ater um aumento nas suas taxas de pobreza.

Fonte: Agência Brasil