Para desejar a todos os amigos um BOM DOMINGO, publico uma linda imagem da Ilha de Paquetá, com o Pier das Barcas, a Igreja de São Roque e um estonteante por do sol.
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domingo, 21 de julho de 2019
segunda-feira, 18 de março de 2019
BALANÇA O CLÃ BOLSONARO
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| Situação do Bolsonaro e família se complica a cada dia. |
A situação do clã Bolsonaro, a cada dia se complica mais e dentro do judiciário, alguns consideram que o impeachment do Jair Bolsonaro, é questão de tempo. O mercado está em compasso de espera. No meio político ele ainda tem apoio, que perdeu da grande parcela da população, mas muitos esperam se ele conseguirá aprovar a reforma da previdência, que tanto interessa ao mercado e aos banqueiros. Mas ninguém coloca um centavo se ele conseguirá se manter em pé, mesmo que consiga aprovar a reforma, que prejudica em muito o trabalhador assalariado.
Denúncia de ligação com o crime organizado, ligações próximas com os acusados de assassinato da vereadora Marielle e seu motorista, Anderson. Nesta postagem vejam quanta coincidência, que vão além do fato do Bolsonaro ser vizinho de um dos acusados de matar Marielle e Anderson e de um de seus filhos, ter namorado a filha de outro acusado do mesmo crime.
Em 2003, Jair Bolsonaro, defende no microfone do Congresso Nacional, as atuações das milícias e de grupos de extermínio, dando a entender que eles seriam os "justiceiros" que derrotariam os traficantes nas favelas da cidade do Rio de Janeiro e em bairros mais pobres.
Quatro anos depois, em 2007, o seu filho, Flávio Bolsonaro, na ALERJ, defende a legalização das milícias na cidade do Rio de Janeiro.
Em 2011, A juíza Patrícia Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, foi assassinada brutalmente, com 21 tiros no Rio de Janeiro, por milicianos. Vale lembar que a município tem forte ação das milícias. O filho e deputado estadual, Flávio Bolsonaro, após a morte da juíza, vai ao twitter e difama a magistrada, acusando-a de humilhar os réus e por isso ela teria sofrido este ataque.
Já em 2015, a juíza Daniela Barbosa, é agredida por milicianos durante uma inspeção no Batalhão Especial Prisional, que fica em Benfica, no Rio de janeiro. Flávio Bolsonaro sai em defesa dos agressores, dizendo que a juíza tratou os detentos de forma desumana.
Flávio Bolsonaro, nas eleições de 2018, faz campanha com família ligada ao jogo do bicho, organização que se fortificou justamente durante a Ditadura. Flávio fez caminhada, em Nilópolis/RJ, com o prefeito da cidade, Farid Abrahão David.
Ainda em 2018, policiais que integravam a campanha de Bolsonaro, são presos na Operação Quarto Elemento, que investiga a atuação de milicianos que praticavam extorsões. Os dois PMs presos são irmãos de Valdenice de Oliveira, a Val do Açaí, assessora de Bolsonaro e tesoureira do PSL.
Olha vocês quanta coincidência... Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, empregou mãe e mulher de chefe do Escritório do Crime em seu gabinete, que são suspeitos de assassinarem Marielle e Anderson.
A jornalista Eliane Brum, denunciou em seu perfil no Facebook que a Jornalista Constança Rezende, do Estadão, atacada recentemente por Bolsonaro, é filha de repórter da Globo que investiga milícias no Rio de Janeiro.
Para completar um dos filhos, o delegado não disse qual deles, apenas afirmou que um dos filhos, de Jair Bolsonaro, namorou a filha de um dos suspeitos, que está preso, de matar Marielle e Anderson, o PM reformado, Ronnie Lessa, que é vizinho no condomínio, na Barra da Tijuca/RJ.
Fonte: Blog do Miro
terça-feira, 10 de abril de 2018
COMEÇAM HOJE AS ELEIÇÕES DOS BANCÁRIOS DO RIO DE JANEIRO
Hoje, começam as eleições para a escolha da nova diretoria do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, que tem a previsão de quase de 10 mil trabalhadores participando do processo eleitoral que vai até sexta-feira (13).
São duas Chapas concorrendo no pleito. A Chapa 1 é a chapa da unidade Nacional da categoria bancária, que tem o apoio de 95% dos Sindicatos em todo o Brasil. Além de ter uma ampla aliança interna, com a CUT, CTB, Intersindical e Independentes. A Chapa 1 é liderada pela companheira Adriana Nalesso, funcionária do Itaú, tendo como vice-presidente, Paulo Cesar Matileti, funcionário da Caixa, representando a pluralidade na categoria.
A outra chapa (2), é o isolamento que já foi varrido das entidades sindicais bancárias de todo o país e tem o apoio da Conlutas/PSTU. Esta chapa nem conseguiu completar a nominata total - inscreveu apenas 35% das vagas disponíveis na chapa. Não tem quase candidatos de bancos privados.
Não tenho dúvidas em afirmar que a Chapa 1 é a melhor opção para os bancários enfrentarem os ataques que toda a classe trabalhadora vem sofrendo no país.
segunda-feira, 26 de março de 2018
CHARGE: AS BALAS ACHADAS
A Charge do Duke retrata bem a realidade da cidade do Rio de Janeiro, onde a sociedade se encontra refém da violência dos bandidos e da polícia.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
HISTÓRIA E CULTURA NEGRA NA REGIÃO PORTUÁRIA
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| Mapa de localização da Região Portuária |
Com a transformação da Região Portuária da cidade do Rio de Janeiro, descobriu-se uma história que estava escondida a séculos e com as escavações da obra do Porto Maravilha, trouxeram à tona a importância histórica e cultural da região. Achados arqueológicos motivaram a criação de um Decreto Municipal, assinado pelo Prefeito Eduardo Paes - 34.803 de 29 de novembro de 2011 que implementa políticas de valorização da memória e proteção deste patrimônio cultural.
No Mapa acima podemos conhecer a importância da vida dos africanos e seus descendentes na Região Portuária. Vejam abaixo os detalhes de cada um deles.
1) Cais do Valongo e da Imperatriz
"A chegada ao Brasil"
A Intendência Geral de Polícia da Corte da Cidade do Rio de Janeiro construiu o Cais do Valongo em 1811 para atender a antiga determinação do Vice-Rei, o Marquês de Lavradio, feita em 1779. Seu objetivo era retirar da Rua Direita, atual Primeiro de Março, o desembarque e comércio de africanos escravizados. O mercado de escravos se intensificou a partir da construção do Cais, porta de entrada de mais de 500 mil africanos, em sua maioria, vindos do Congo e de Angola, Centro-Oeste africano. Ao longo dos anos, o Cais sofreu sucessivas transformações. Na primeira intervenção, em 1843, foi remodelado com requinte para receber a Princesa das Duas Sicílias, Teresa Cristina Maria de Bourbon, noiva do (então) futuro Imperador D. Pedro II, e passou a se chamar Cais da Imperatriz, em memória ao acontecimento. Com as reformas urbanísticas da cidade no início do século XX, o Cais da Imperatriz foi aterrado em 1911. Um século depois, em 2011, as obras de reurbanização do Porto Maravilha permitiram o resgate do sítio arqueológico, agora monumento preservado e aberto, atendendo a uma antiga reivindicação do Movimento Negro.
2) Pedra do Sal
"Ponto de resistência, celebração e encontro"
Considerada berço do samba carioca, a Pedra do Sal, ao fim da Rua Argemiro Bulcão, ainda é ponto de encontro de sambistas da cidade. Tem este nome porque o sal era descarregado na rocha por africanos escravizados no século XVII. Os degraus foram esculpidos para facilitar o trabalho de subir na pedra lisa. A partir da segunda metade do século XIX, estivadores se reuniam no local para cantar e dançar. Na Pedra do Sal, surgiram os primeiros ranchos carnavalescos, afoxés e rodas de samba. Por ali passaram grandes nomes da música, como João da Baiana, Pixinguinha e Donga. Em 20 de novembro de 1984, dia da Consciência Negra, foi tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac).
3) Jardim Suspenso do Valongo
"História que buscou apagar traços do tráfico negro"
A antiga Rua do Valongo, que ligava o Cais do Valongo ao Largo do Depósito, abrigava lojas que vendiam escravos e artigos relacionados à prática da escravidão. No eixo formado por este caminho, os escravos recém-chegados eram acomodados em barracões conhecidos como casas de engorda, onde literalmente ganhavam peso, de modo a valorizar seu preço no mercado. Nesta área também havia mercados onde os africanos escravizados eram expostos aos potenciais compradores. No início do século XX, por ocasião do alargamento da via, foram construídos o Jardim Suspenso do Valongo, a Casa da Guarda e o Mictório Público. Parte do plano de remodelação e embelezamento da cidade pelo Prefeito Pereira Passos, o parque foi projetado pelo arquiteto-paisagista Luis Rey e inaugurado em 1906. Escavação arqueológica encontrou vasto acervo que remete à "tralha doméstica" da época, revelando aspectos da vida cotidiana, costumes e mentalidade dos habitantes do Morro da Conceição.
4) Largo do Depósito
"Área de venda de escravos"
Em 1779, quando o Marquês de Lavradio determinou a transferência do mercado de escravos da Praça XV para a região do Valongo, o Largo do Depósito, hoje Praça dos Estivadores, concentrava armazéns de "negociantes de grosso trato" que controlavam o negócio. A mudança introduziu uma série de novas atividades na área, como a instalação de trapiches, manufaturas e armazéns. O mercado na Rua do Valongo foi extinto oficialmente em 1831.
5) Cemitério dos Pretos Novos
"Restos mortais dos povos africanos"
A transferência do mercado de escravos da região da Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita) para a do Valongo implicou mudança do Cemitério dos Pretos Novos do Largo de Santa Rita para o Caminho da Gamboa - hoje a Rua Pedro Ernesto 32, endereço do Instituto Pretos Novos (IPN). Pretos Novos eram os cativos recém-chegados ao Brasil. Muitas vezes, não resistiam aos maus tratos da viagem desde a África e morriam pouco depois de desembarcar. O sítio arqueológico foi descoberto em 1996, quando moradores reformavam a casa. Arqueólogos identificaram milhares de fragmentos de restos mortais de jovens, homens, mulheres e crianças, africanos recém-chegados.
Considerado o maior cemitério de escravos das Américas, estima-se que tenham siso enterrados de 20 a 30 mil pessoas, embora nos registros oficiais esses números sejam menores, 6.122 entre 1824 e 1830. Seus corpos foram jogados em valas e queimados. A área servia também como depósito de lixo, o que revela o tratamento indigno aos africanos escravizados. Além de ossos humanos, havia também pertences dos pretos novos, como restos de alimentos e objetos de uso cotidiano descartados pela população. A análise do sítio constatou que a maior parte dos ossos pertence a crianças e adolescentes. Hoje a casa funciona como centro cultural para o resgate da história da cultura africana e oferece cursos e oficinas, além de uma biblioteca sobre a temática negra.
O IPN fica aberto de terça a sexta-feira, das 13h às 18h. Para visitar aos sábados, domingos e feriados, é preciso agendar pelo telefone (21) 2516-7089.
6) Centro Cultural José Bonifácio
"Centro de referência da cultura negra""
Inaugurado em 14 de março de 1877, o Centro Cultural José Bonifácio foi o primeiro colégio público da América Latina. Construído por ordem de D. Pedro II para a educação da comunidade carente da Região Portuária, fazia parte do conjunto das "escolas do imperador". Desativado em 1977, deu lugar à Biblioteca Popular Municipal da Gamboa. O palacete da Rua Pedro Ernesto 80, na Gamboa, é um centro de referência da cultura afro-brasileira.
Fonte: Porto Maravilha
domingo, 30 de março de 2014
BOM DOMINGO!
Esta linda imagem de tirar o fôlego, é para desejar a todos um bom domingo e uma semana com muita sorte, saúde e prosperidade. Viva a Cidade Maravilhosa!
domingo, 16 de março de 2014
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