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segunda-feira, 25 de março de 2019

ALGUÉM ESTÁ MENTINDO AO POVO BRASILEIRO

Nas redes sociais encontramos das mais variadas análises de conjunturas políticas do país. Mais algumas merecem destaque, como a do Paulo Lindesay, Diretor da ASSIBGE-SN/Coordendor do Núcleo da Auditoria Cidadã-RJ. Veja...

Precisamos conhecer alguns conceitos para entender a linguagem dos números. Por trás dos números existe um projeto financeiro de captura do Estado Brasileiro e sua população. 

Muitas informações mentirosas e sem consistências são divulgadas na grande mídia como se fosse a mais pura verdade.

ALGUNS SOFISMAS

O Brasil está quebrado. Será verdade essa afirmação?

O deficit fiscal de R$ 159 bilhões só se resolve com AJUSTE FISCAL?

É necessário uma Nova Previdência por Capitalização para equilibrar as contas da Previdência e garantir o pagamento futuro das aposentadorias e pensões?

Mas primeiramente quero apresentar alguns conceitos importantes para compreendermos o cenário financeiro atual do Brasil.

Base Monetária - R$ 279 Bilhões ou 4% do PIB
Conta Única do Tesouro Nacional - R$ 1,145 Bilhões ou 16,6% do PIB
Operação Compromissada - R$ 1,239 Bilhões ou 17,9% do PIB
Reserva Cambial - US$ 379 Bilhões (dólar R$ 3,91) ou R$ 1,445 Trilhões.

Como pode um País onde o governo afirma que o Brasil está quebrado por apresentar um deficit fiscal de R$ 159 Bilhões?

Temos uma reserva cambial de R$ 1,445 Trilhões + R$ 1,145 Trilhões de Conta Única do Tesouro Nacional + R$ 1,239 Trilhões de sobra de caixa dos bancos que são esterilizados da economia brasileira. Essas três fontes financeiras totalizam R$ 3,829 Trilhões de saldo nos cofres do Governo Federal.

O que é Base Monetária?

Em economia, base monetária se refere ao volume de dinheiro criado pelo Banco Central - isto é, moeda (em papel ou metálica) e reservas bancárias em poder das entidades financeiras ou depositadas no Banco Central. Trata-se de uma definição restrita da oferta de dinheiro, que diz respeito apenas às formas mais líquidas. A partir dessa base monetária, o sistema bancário, através dos créditos concedidos, cria moeda escritural e portanto aumenta a oferta de moeda.

O Brasil tem um grande problema com sua BASE MONETÁRIA. Em janeiro de 2019 o valor dessa base Monetária representou pouco mais de R$ 279 bilhões ou 4% do PIB. Isso significa que o dinheiro circulante na economia brasileira não é suficiente para financiar essa mesma economia. Uma economia do tamanho da do Brasil deve trabalhar com uma base Monetária em torno de 40% do PIB.

O que é Conta Única do Tesouro Nacional?

É a conta mantida no Banco Central do Brasil, acolhe todas as disponibilidades financeiras da União, inclusive fundos, de suas autarquias e fundações. Constitui instrumento de controle das finanças públicas, uma vez que permite a racionalização da administração dos recursos financeiros, reduzindo a pressão sobre a caixa do Tesouro, além de agilizar os processos de transferência e descentralização financeira e os pagamentos a terceiros.

O que é Operação Compromissada?

A operação compromissada acontece quando o Banco vende títulos públicos, com compromisso de recompra e o cliente compra com compromisso de revendê-los ao Banco, com prazo definido e rendimento prefixado ou pós-fixado.

O que é Reserva Cambial?

São os meios de pagamento de que dispõem as autoridades monetárias de um país ou o montante de moeda estrangeira de que dispõe o país. Originam-se de superávits nos balanços de pagamentos e destinam-se a cobrir eventuais déficits das contas internacionais.

O governo deve analisar. Precisamos de uma reserva cambial de US$ 378 Bilhões?

Fonte:
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/reservasinternacionais

quinta-feira, 29 de março de 2018

ECONOMIA AFUNDA, MAS A MÍDIA ESCONDE

Por Altamiro Borges


Apesar da falsa euforia da mídia chapa-branca, corrompida com milhões em publicidade oficial, a economia brasileira segue patinando. Na semana passada, o Banco Central divulgou que ela encolheu 0,56% em janeiro, o que jogou um balde de água fria nas previsões otimistas de Henrique Meirelles, o “sinistro” da Fazenda do covil golpista de Michel Temer. O estudo não virou manchete nos jornalões e nem foi motivo de comentários ácidos dos ex-urubólogos da imprensa. O IBC-BR (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) apontou a contração em vários setores – com exceção do agronegócio. A produção industrial mostrou a mais forte retração nos últimos dois anos ao encolher 2,4% em janeiro, na comparação com dezembro. Já o volume de serviços recuou 1,9% no mesmo período, no pior resultado para janeiro em seis anos. 

O desastre, porém, não inibiu a mídia chapa-branca, que continua jurando que “a situação está ruim, mas vai melhorar”. O seu esforço para manipular a sociedade é descarado. Ela evita dar destaque às péssimas notícias do cotidiano. Na semana anterior, uma nota bem minúscula da Folha informou que “o número de micro e pequenas indústrias paulistas que realizaram algum investimento caiu em fevereiro deste ano em relação a janeiro. Cerca de 15% aportaram recursos no próprio negócio, uma queda de um ponto percentual, segundo o Simpi (sindicato do setor) ... ‘Para a micro e pequena indústria, ainda há um aprofundamento da crise: investimento baixo, crédito escasso e perda de empregos’, diz o presidente do Simpi”. 

Já a revista Época também postou outra notinha miúda na segunda-feira (19): “Pesquisa realizada pela Fecomercio mostra que houve fechamento de quase 18 mil postos de trabalho no estado de São Paulo no mês de janeiro. A capital responde por quase um terço do total. De acordo com a entidade, o recuo no número de vagas é natural para janeiro pois sucede o Natal, ocasião em que as contratações crescem. Os setores mais atingidos com o fechamento de postos foram: vestuário, tecidos e calçados e supermercados. Atualmente há mais de dois milhões de empregos formais no varejo paulista”. Ou seja: 18 mil pessoas são jogadas no olho da rua, mas para a revista da golpista famiglia Marinho isto é “natural”. 

A quebradeira das empresas – com a multiplicação de placas de “vende-se” ou “aluga-se” – pode ser vista nas ruas de várias cidades do país. Mas a mídia insiste em ocultar o desastre. Em fevereiro, a própria Confederação Nacional do Comércio (CNC), que teve papel ativo na desestabilização do país e na cavalgada que alçou ao poder a quadrilha de Michel Temer, confirmou a tragédia. Segundo seu estudo, que também foi abafado pela imprensa, 226,5 mil lojas fecharam as portas no ano passado – um recorde histórico. Em 2016, ano do golpe, já tinham sido fechados 105,3 mil estabelecimentos comerciais em todo o país. Apesar da tragédia, a golpista CNC garante que “a previsão é de alguma recuperação para 2018”. E tem otário que acredita! 

Em tempo: Neste esforço para iludir os brasileiros, a mídia chapa-branca deu manchetes e soltou rojões com a notícia de que o “Brasil registrou a criação de 61.188 novas vagas com carteira assinada em fevereiro de 2018, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira, 23, pelo Ministério do Trabalho. O resultado é o melhor para o mês desde 2014, quando foram criadas 260.823 vagas. Em fevereiro de 2017, foram criados 35.612 postos de trabalho” – comemorou o Estadão. Em editorial publicado neste sábado (24), a própria Folha, mais cautelosa, evitou a euforia. 

"O balanço do emprego formal de fevereiro apresentou notícias positivas, mas ainda frustrantes. Criaram-se mais vagas com carteira assinada do que no mesmo mês de 2017 (61,2 mil contra 35,6 mil), mostra o Caged. Entretanto os números vieram abaixo das previsões de economistas do setor privado – e restam setores e regiões em crise”. O jornalão da famiglia Frias até ensaia uma crítica suave ao covil golpista. “A gestão Michel Temer não conseguiu deslanchar um programa de concessões de obras e serviços para a iniciativa privada... Em suma, a recuperação do mercado de trabalho formal permanece lenta. Indica reticência e capacidade ociosa nas empresas. A escassez de vagas de melhor qualidade é, decerto, um obstáculo à expansão do consumo e da economia”.


terça-feira, 6 de março de 2018

O BRASIL REAL

Parte da grande imprensa brasileira tenta de todas as maneiras passar uma imagem que o pior já passou, bem diferente dos anos que o PT era governo, onde uma notícia positiva era praticamente impossível nos telejornais, rádios ou nas manchetes dos jornais de circulação nacional.



Agora propagam que a economia avançou e passam a imagem que tudo vai melhorar. Tudo isto para manter o podre governo Temer em pé até as eleições de 2018, onde tentarão emplacar alguma "novidade" para continuar a espoliação ao trabalhador brasileiro e as riquezas do nosso país.


Mas a realidade do trabalhador e do povo é bem diferente. O País iniciou o ano com o aumento da taxa de desemprego e do número de pessoas sem trabalho. A reforma trabalhista só fez o mercado informal ditar as regras, mesmo com um cenário de juros baixos, o empresariado brasileiro sabe que não se pode confiar neste cenário econômico para investimentos, como fizeram na época do governo Lula, onde os índices de desemprego chegaram perto do pleno emprego, com 4%.

A taxa de desemprego no país subiu a 12,2% no trimestre até janeiro, segundo a Pnad, divulgada pelo IBGE, na última quarta-feira. Com isto os números voltaram ao mesmo patamar do trimestre até outubro de 2017, significando que as contratações temporárias da época de final de ano, viraram poeira.

O Brasil tinha entre novembro e janeiro, 12,689 milhões de pessoas desempregadas - uma Portugal inteira - contra 12,300 milhões no quarto trimestre de 2017 e de 12,921 milhões no mesmo período do ano anterior.

Já o número de pessoas ocupadas caiu no período a 91,702 milhões; sobre 92,1 milhões no período anterior e 89,854 milhões, no mesmo período do ano anterior.

Este é o Brasil real e oficial e não o que a Globo, Bandeirantes e Cia, tentam fazer a população acreditar.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

ECONOMIA BRASILEIRA DEMONSTRA RECUPERAÇÃO, DIZ FINANCIAL TIMES


O jornal britânico "Financial Times" afirma, em reportagem publicada na edição desta terça-feira (3), que a economia brasileira está começando a mostrar sinais de recuperação, mas que isso deve acabar beneficiando o vice-presidente Michel Temer, que assume caso Dilma seja afastada pelo Senado no processo de impeachment.

A reportagem afirma que é uma "ironia" que, enquanto o Senado se prepara para votar seu afastamento, provavelmente no dia 11, a economia, começa ganhar pulso

A reportagem afirma que indicadores como a expectativa da inflação estão começando a melhorar e diz que Dilma nomeou, no ano passado, o ministro da Fazendo Joaquim Levy para "tentar desfazer alguns dos erros dela".

Segundo o "FT", algumas medidas tomadas por Levy, como o fim do controle de preços, começam a mostrar resultado. Apesar de a alta de preços ter gerado inicialmente um aumento pontual da inflação, a tendência foi contida pela manutenção da taxa básica de juros em 14,25%, acrescenta o artigo.

A desvalorização acentuada sofrida pelo real no período mais agudo da crise política tem ajudado o Brasil a diminuir o defict em conta corrente e aumentar a confiança do setor exportador. Isto, combinado com a manutenção das reservas cambiais em um nível elevado, tem mantido o interesse dos investidores internacionais.

O reflexo é visível com a entrada de US$ 16,9 bilhões de investimento externo no primeiro trimestre desse ano superando os US$ 13,1 bilhões registrados em igual período do ano anterior.

"Se você resolver a crise política, a recuperação econômica pode acontecer", disse Ricardo Camargo, da consultoria Prospectiva, à publicação.

 E está melhorando mesmo. Veja o que diz a agência de notícias Reuters nesta terça feira:

Mercado projeta melhora para atividade econômica em 2017

As expectativas dos economistas para a inflação em 2016 continuaram a melhorar, como vem ocorrendo nos últimos dois meses, e a perspectiva para a atividade econômica parece ter parado de piorar. Ao mesmo tempo, ao longo das últimas duas semanas, o mercado começa a ver uma perspectiva melhor para a economia em 2017. A expectativa de inflação está se distanciando do teto da meta, de 6%, enquanto houve dois pequenos ajustes para cima na estimativa do Produto Interno Bruto (PIB). Também se espera juros ainda menores no ano que vem.

De acordo com o boletim Focus, do Banco Central, a mediana das estimativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2016 caiu pela oitava semana, de 6,98% para 6,94%. A aposta, contudo, ainda segue acima do teto da meta, de 6,50%, para o período. A projeção em 12 meses também recuou, pela quarta semana, de 6,20% para 6,19%.

Para 2017, o recuo das estimativas foi um pouco mais intenso, de 5,80% para 5,72%. Entre os analistas Top 5, a mediana do IPCA para 2016 seguiu em 7,05%, mas a de 2017 recuou de 6% para 5,90%.

Esse recuo nas estimativas de inflação são acompanhados por melhora nas projeções para os preços administrados, que devem subir 6,95% neste ano e 5,73% no ano que vem. As previsões anteriores eram de 7% e 5,80%. A previsão para o dólar também caiu, de R$ 3,80 para R$ 3,72 no fim de 2016, e de R$ 4 para R$ 3,91 no fim de 2017.

Quanto à atividade, os economistas continuaram a ajustar a previsão para o PIB de 2016 para baixo, mas com menor intensidade. A estimativa passou de queda de 3,88% para retração de 3,89%. A expectativa para 2017 foi ajustada para cima pela segunda semana, desta vez de crescimento de 0,30% para 0,40%.

Após vários ajustes, os economistas mantiveram a projeção para a taxa Selic em 13,25% ao fim deste ano. Na semana passada, ao decidir manter o juro em 14,25%, o Comitê de Política Monetária (Copom) disse que apesar dos avanços na política de combate à inflação, o nível dos preços em 12 meses continua elevado e as expectativas seguem distantes dos objetivos do regime de metas. Analistas consideram que o comunicado do Copom sinaliza que o colegiado pode começar a reduzir a taxa Selic no segundo semestre deste ano.

No Focus, a expectativa para a Selic ao fim de 2017 recuou de 12% para 11,75%. Entre os analistas Top 5, as estimativas seguiram em 13,38% para 2016 e 12,25% para 2017.

Produção industrial no Brasil sobe 1,4% em março, diz IBGE

(Reuters) - A produção industrial brasileira registrou alta de 1,4 por cento em março na comparação com o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção caiu 11,4 por cento. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de alta de 1,6 por cento na variação mensal e de queda de 10,8 por cento na base anual.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

CRESCE A RENDA DOS TRABALHADORES BRASILEIROS

Os números divulgados na última segunda-feira (18) pelo Ministério do Trabalho, demonstram que o rendimento médio do trabalhador brasileiro cresceu 3,18% em 2013, passando de R$ 2.195,78 (dez/12) para R$ 2.265,71 (dez/13).

Os estados que obtiveram os maiores ganhos nos salários de seus trabalhadores foram, Roraima (+6,11%), Piauí (+4,95%), Pará (+4,86%), Paraná (+4,79%) e Rio Grande do Sul (+4,66%). As mulheres tiveram ganhos maiores que os homens, com um percentual de 3,34%, passando de R$ 1.953,19 para R$ 2.018,48. Os maiores setores da economia foram:  Agricultura (+6,13%), Extrativa Mineral (+4,76%), Construção Civil (+4,29%), Comércio (+3,63%), Indústria de Transformação (+3,40%) e Serviços (+3,33%).

Mesmo com a grande mídia tentando transformar o país numa grande "droga", o Brasil continua crescendo e gerando empregos e renda para seu trabalhador, enquanto em boa parte do mundo o desemprego aumenta e diminui a renda da classe trabalhadora e em países importantes como o EUA, Espanha, Alemanha, Inglaterra. Na verdade tentam desesperadamente recuperar o poder para estancar a transferência de renda que efetuada pelo atual Governo Dilma Rousseff.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

BRASIL RECEBE TURISTAS ACIMA DA MÉDIA MUNDIAL


O Brasil teve em 2013 um crescimento acima da média mundial, quando o assunto é turismo estrangeiro . Este crescimento foi três vezes maior que a alta verificada nos demais países da América do Sul. No Brasil este crescimento foi de 6%, enquanto o total de estrangeiros que fazem turismo registrou alta de 5% no ano passado, conforme dados da WTO (Organização Mundial do Turismo, na sigla em inglês). Nos países da América do Sul este crescimento foi de 2%. Este crescimento representou o ingresso de pelo menos 6 milhões de turistas estrangeiros.
 
“No caso do Brasil, o bom desempenho de 2013 foi influenciado pela Jornada Mundial da Juventude, Copa das Confederações e pela maior exposição do país no cenário internacional em função de grandes eventos como a Copa do Mundo, que começa em junho próximo, e das Olímpiadas de 2016 no Rio de Janeiro”, explicou o presidente da Embratur, Flávio Dino.
 
A entrada de milhões de turistas no Brasil, significa divisas, emprego e renda para o nosso povo, isto é uma resposta a aqueles que apostam no caos, que querem destruir a imagem do Brasil no exterior, com objetivos eleitoreiros em 2014. São egoístas, porque não apostam na força do nosso povo e nem se importam com eles, só olham para os seus interesses mesquinhos.
 
Tenho certeza que o Brasil não vai ficar refém de meia dúzia de mascarados, que a boa parte da grande mídia tenta inflar para contaminar a população brasileira. Sei do poderio da mídia, mas o povo é inteligente e já percebeu o que está em jogo. Queiram ou não, vamos realizar uma grande Copa do Mundo de futebol e dar um exemplo para o mundo, que podem confiar e investir no Brasil.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O PIB BRASILEIRO CRESCE 2,2% PARA DESESPERO DE ALGUNS

O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro no terceiro trimestre de 2013, cresceu 2,2% em relação ao memso periodo de 2012, segundo o IBGE. Nos primeiros noves meses de 2013, a soma das riquezas do país aumentou 2,4%. A industria vresceu 1,9%, os serviços tiveram alta de 2,2% e a agropecuária recuou 1% em relação ao mesmo periodo do ano anterior. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador de investimento em máquinas, equipamentos e na construção, aumentou 7,3%, segundo o IBGE "pela expansão da produção interna de bens de capital".
 
O CONSUMO TAMBÉM CRESCEU
 
O consumo das famílias, que somou R$ 764,9 bilhões, cresceu 2,3% também na comparação com o terceiro trimestre do ano passado. Foi a 40ª variação positiva consecutiva. A massa salarial dos trabalhadores cresceu 2,1% ajudando muito no crescimento do consumo.
 
São números que demonstram a vitalidade da economia brasileira, enquanto boa parte do mundo continua tentando sair de uma crise sem fim e com altos números de desemprego, principalmente na juventude. Na Espanha o desemprego entre os mais jovens chega a 57% da população, enquanto no Brasil estes números beiram a casa dos 5%. Mesmo assim, ainda tem uma minoria na sociedade que tenta "fabricar" uma crise, numa tentativa clara de tirar proveitos políticos nas eleições do ano que vem. Alguns meios de comunicações escondem os números positivos da economia brasileira e trabalham de forma pontual propositalmente para tentar criar um outro cenário economico. Olham a árvore e não querem ver a floresta.
 
Mas as pesquisas recentes, demonstram claramente que o povo, já não se influencia tanto com as notícias forjadas nos principais telejornais e jornais, dos grandes meios de comunicações. O Governo Dilma vem fazendo história, gerando empregos, renda, qualidade de vida e inclusão social, dando continuidade do processo iniciado pelo governo Lula.

Fonte: Rede Brasil Atual