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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

GASOLINA BATE RECORDES E AS PANELAS EM SILÊNCIO


Sábado (01/09) passado tivemos um aumento da gasolina. Na última terça-feira (04/09) outro, assim a gasolina vai batendo recordes nas bombas dos postos pelo país.

A irresponsável política de reajustes de preços implementado pelo governo federal, fez a gasolina subir 13,4% nos últimos 30 dias. Com isto a Petrobrás vai subindo seus lucros e o valor de suas ações, assim atendendo o mercado, as custas do desespero do povo.

Mas a grande razão desta política de preços, além de atender os investidores, é destruir a imagem da Petrobrás com a população e assim abrir as portas para a privatização da maior empresa do país.

A gasolina aumenta quase todos os dias e as penelas continuam em silêncio. É a prova para aqueles que ainda não acreditavam que toda aquela "zueira" era apenas para tirar o governo do PT.

Fonte: Tijolaço

terça-feira, 14 de julho de 2015

EM DEFESA DA PETROBRÁS

A Federação Única dos Petroleiros (FUP-CUT) e seus sindicatos filiados participarão do ato em defesa da Petrobrás e da democracia que acontecerá na próxima terça-feira (14), em Brasília. A mobilização foi organizada pela Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobrás com apoio de partidos, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), outras centrais, confederações e movimentos sociais.
A coordenação da FUP-CUT esteve na última quinta-feira (9) com o presidente da Frente, Davidson Magalhães (PC do B/BA) e assessores dos senadores Roberto Requião (PMDB/PR), Lindberg Farias (PT/RJ) e Randolfe Rodrigues (PSOL/AP). No encontro além dos petroleiros agradeceram o empenho da Frente e dos senadores que se opuseram de forma contundente ao projeto entreguista de José Serra, a FUP-CUT e seus sindicatos acordaram em participar do ato.
Para o Coordenador Geral da FUP, José Maria Rangel, a presença da categoria no Senado e as diversas atividades de mobilização dos petroleiros que ocorreram em todo o País na semana passada foram fundamentais para garantir o adiamento da votação. “O trabalho realizado nas últimas semanas pela Federação e seus sindicatos foi intenso e mostrou que a decisão da categoria, na Plenária Nacional dos Petroleiros (Plenafup)  foi acertada e corajosa. Conseguimos evitar que esse projeto entreguista fosse votado às pressas, sem o devido entendimento dos parlamentares e da sociedade sobre a gravidade que representa para o futuro do nosso País", afirma José Maria.
Na Plenafup, realizada entre os dias 1 e 5 deste mês, na cidade de Guararema (SP), a categoria aprovou a luta em defesa da Petrobrás para que o pré-sal continue sendo patrimônio dos brasileiros. “Os delegados entenderam a gravidade do momento e foram firmes na defesa da Petrobrás e do pré-sal como patrimônio nacional. Sabemos que, se esse projeto passar, perderemos o controle sobre esse recurso fundamental para as conquistas sociais que tivemos nos últimos doze anos”, afirma o coordenador da FUP.

Projeto do senador José Serra que propõe reduzir participação da Petrobrás nos consórcios de exploração do Petróleo na camada do pré-sal quase foi votado do senado.
Após ampla mobilização de trabalhadores do sistema Petrobrás e da educação e de outros setores do movimento social, lideranças da base do governo formularam um requerimento que contou com 46 assinaturas para que fosse retirado o regime de urgência para a votação do Projeto de Lei 131/2015, do senador José Serra (PSDB/SP). Após discussão sobre o requerimento, os parlamentares aprovaram a criação de uma comissão especial para debater o projeto por 45 dias, antes de ir para votação em plenário. A derrubada do regime de urgência foi muito comemorada pelos petroleiros, pois estava previsto para votação no dia (6).

Pré-sal é essencial para a Educação
Durante a manhã do dia 7, os petroleiros acompanharam audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, que fez um balanço do primeiro ano do Plano Nacional de Educação (PNE). A audiência contou com a participação de professores, estudantes e representantes de diversos movimentos sociais.  A atual Lei de Partilha que Serra quer modificar criou o Fundo Social Soberano que garante que os recursos dos pré-sal sejam destinados ao cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE)
Fonte: CUT e FUP

quinta-feira, 18 de junho de 2015

PETROLEIROS LUTAM CONTRA A ENTREGA DO PRÉ-SAL

Petroleiros no ato em Brasília
Tramita no Senado Federal a proposta que muda o modelo de participação da Petrobrás e consequentemente do Brasil, na Divisão do Pré-Sal. Setores que tem seus interesses com as multinacionais do petróleo, querem voltar o  modelo anterior e acabar com o sistema de partilha, que é muito mais favorável ao país e que mantém o controle das reservas petrolíferas.

Os petroleiros, liderados pela FUP (Federação Única dos Petroleiros), estiveram em Brasília na última terça-feira (16), protestando contra o Projeto e que divulgou, junto a outros movimentos sociais, como a CUT. O documento justifica a importância de manter a Petrobrás como operadora única na exploração do Pré-Sal.

O documento é uma crítica ao Projeto de Lei 131, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), que acaba com a obrigatoriedade legal que garante à estatal exclusividade na operação do pré-sal, além da participação mínima de 30% nos blocos exploratórios. Para a FUP, o projeto de Serra, que foi apresentado em março deste ano, obteve parecer favorável na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) "em tempo recorde e sem qualquer debate com a sociedade". Uma caravana do Sindipetro Unificado de São Paulo foi até Brasília para protestar contra a proposta.

Veja, abaixo, o texto divulgado pela FUP

Seis motivos que justificam a importância de manter a Petrobras como operadora única na área do pré-sal

1- Para avançar com soberania energética e ambiental: controlando a produção, garantido o abastecimento nacional,evitando a extração predatória, os riscos de acidentes e maiores custos econômicos no futuro. A operação única pela Petrobras no pré-sal brasileiro garante ao Estado nacional, que detém a maioria do capital votante da empresa, o planejamento da produção, escapando da armadilha da produção rápida e predatória, que compromete os reservatórios e trás inúmeros riscos ambientais como o ocorrido no acidente no campo de frade no litoral do Rio de Janeiro em novembro 2011 operado pela estadunidense Chevron.
O petróleo por muitos anos será estratégico como energético (responsável por mais de 50% da matriz mundial) e como matéria prima (presente em mais de 3 mil produtos). Garantir, sua exploração e uso adequado na atualidade, e que não faltará este recurso para as futuras gerações de brasileiros é obrigação de todos.
São inúmeros os exemplos de nações que submeteram a produção a multinacionais que operam sobre a lógica meramente econômica e hoje se encontram em maus lençóis. As situações vividas por nossos vizinhos argentinos onde após a privatização exportaram petróleo a 4 dólares o barril e mais tarde tiveram que importar a mais de 100 dólares, ou da Indonésia, que exportou petróleo a 1 dólar o barril e hoje drena seus recursos pagando pelo mesmo barril de petróleo 60 dólares, são procedimentos que não devemos repetir em nosso país.

2- Para preservar e ampliar o conhecimento, bem que vale mais do que o dinheiro. Ter a Petrobras como operadora única é essencial para garantir o domínio e a continuação do desenvolvimento tecnológico. O nível tecnológico atingido pelos trabalhadores da Petrobrás é fruto de muito trabalho e desenvolvimento científico. Ceder a condição de operadora única dificulta esta vantagem estratégica, expõe nossa capacidade de vanguarda a potenciais competidores e desperdiça oportunidades de aprendizado. A Petrobras recebeu em maio de 2015 o prêmio da Offshore Technology Conference (OTC), considerado o Nobel da indústria petroleira.
Este prêmio foi graças à nossa produção no pré-sal. Chegar a essa condição custou sangue, suor e lágrimas a gerações de brasileiros. As três coisas mais importantes para uma empresa de energia são: mercado, reservas e conhecimento tecnológico. O Brasil através da Petrobras detém os três, sendo o conhecimento o mais difícil de ser alcançado. Não temos nenhuma dúvida que a história vitoriosa da Petrobras, e seu extraordinário potencial indica plena capacidade de ser a operadora única no pré-sal. Mesmo vivenciando dificuldades momentâneas em relação a sua capacidade financeira, fato que já esta sendo superado com uma política adequada de preços, a Petrobras conseguiu em apenas oito anos após a descoberta do pré-sal, uma produção de cerca de 800 mil barris por dia, fato inédito na indústria do petróleo.

3- Para garantir que o petróleo produzido e os royalties recolhidos sirvam aos interesses do povo brasileiro. A operadora é responsável por medir o petróleo produzido e submeter a informação às instituições de controle e regulação. A produção sobre as condições do pré-sal, a quilômetros de distancia da costa dificulta e muito a fiscalização. Seguramente a melhor forma de acompanhamento pelo povo, e por nossas instituições nacionais dessa importante questão é estar sob controle da Petrobras. Ter a Petrobrás como operadora única, com o adequado controle público, é maior garantia na destinação dos royalties para educação e para a saúde. Além do mais, a propriedade do petróleo da às nações vantagens geopolíticas, na medida em que, o Estado pode administrar uma base natural rara, não renovável, desigualmente distribuído]no planeta e sobretudo essencial para a sobrevivência a segurança e o bem estar de todos os estados.

4- Para alavancar o desenvolvimento, com o conteúdo local, gerando mais e melhores empregos. A Petrobras, como operadora única, tem plenas condições de dirigir os empreendimentos. Incentivando de forma organizada o desenvolvimento da indústria de bens e serviços. Essa condição é essencial para a política industrial brasileira, maximizando o conteúdo local, em bases competitivas, e garantindo o desenvolvimento integrado a nível nacional. Segundo dados do Sindicato da Construção Naval (Sinaval), apesar da existência de inúmeras operadoras privadas e estrangeiras no Brasil apenas a Petrobras tem encomendas de navios e plataformas aos nossos estaleiros, portanto, a prática nos conduz a convicção, que sem a Petrobras, a política do conteúdo local tão importante para impulsionar o desenvolvimento nacional ficará só no papel. A operação e a condução dos empreendimentos pela Petrobrás possibilitam que mais e melhores empregos sejam criados no Brasil. Este fator estimula o estudo, a pesquisa e o conhecimento, potencializando a inteligência local, garantindo as condições para o intercambio de experiência com o conhecimento produzido a nível mundial.

5- Para manter a integralidade da lei da Partilha. A lei da Partilha 12.351/2010 aprovada pelo Congresso Nacional representou um salto de qualidade para a produção de petróleo no Brasil. Esta lei possibilita a estruturação de uma grande nação alavancando o desenvolvimento nacional, garantindo soberania energética e dando destino social ao retorno econômico, resolvendo assim nossos ainda graves problemas sociais. A Petrobras, como operadora única do pré-sal, é parte fundamental do modelo formulado na partilha para garantir esse tripé: soberania energética, desenvolvimento econômico e destinação social. Mudar esse ponto irá "desfigurar a Lei da Partilha" comprometendo a utilização adequada de um recurso que a natureza levou 150 milhões de anos para produzir.

6- Porque acreditamos no Brasil, na nossa potencialidade e na nossa capacidade. A história da indústria do petróleo em nossa pátria é cheia de desafios, que foram sendo superados um a um com perseverança, determinação e muito trabalho. Superamos o desafio de encontrar o sonhado petróleo no Brasil. Superamos o desafio dedesenvolver uma empresa e uma indústria potente e exemplar. Superamos o desafio de sermos autossuficientes em petróleo. Superamos o desafio histórico, ao descobrir o pré-sal, que para o consumo nacional, temos petróleo para mais de 100 anos. Confiamos plenamente no povo brasileiro, na capacidade de superarmos problemas que possam surgir. A Petrobras, operadora única no pré-sal, é mais uma conquista histórica. Manter esta conquista é um desafio de todos que lutam por um país justo, democrático e fraterno."

Rio de Janeiro, 15 de junho de 2015.

Federação Única dos Petroleiros (FUP)
Central Única dos Trabalhadores (CUT)
Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)


Fonte: FUP / Rede Brasil Atual

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

DEFENDER A PETROBRÁS, É DEFENDER O BRASIL


Hoje (24/02) acontece o ato em defesa da Petrobrás, com representantes de diversos setores da sociedade. O Slogan criado pela FUP (Federação Única dos Petroleiros) e a CUT, "Defender a Petrobrás é defender o Brasil", será o mote dos debates neste ato, que será realizado no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), que fica na rua Araújo Porto Alegre, 71, centro da cidade do Rio de Janeiro, a partir das 18 horas.

Estão confirmados representantes dos movimentos sociais, estudantes, artistas, advogados, jornalistas e intelectuais, além do ex-presidente da república, Luis Inácio Lula da Silva, do coordenador da FUP, José Maria Rangel, do presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, dos escritores Eric Nepumoceno e Fernando Moraes, das jornalistas Hildegard Angel e Luis Nassif do Cineasta Luiz Carlos Barreto, da filosofa Marilena Chauí, dos economistas Luiz Gonzaga Belluzo e Márcio Pochmann, do presidente da OAB/RJ Felipe Santa Cruz, da presidenta da UNE Vic Barros, do cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, entre outras figuras públicas.

"A investigação, o julgamento e a punição de corruptos e corruptores, doa a quem doer, não pode significar a paralisia da Petrobrás e do setor mais dinâmico da economia brasileira", reitera o Manifesto em Defesa da Petrobrás e do Brasil, cuja íntegra pode ser acessada em http://www.fup.org.br/2012/assinatura-de-manifesto.

"É urgente denunciar, no entanto, que esta ação tem servido a uma campanha visando à desmoralização da Petrobrás, com reflexos diretos sobre o setor de Óleo e Gás, responsável por investimentos e geração de empregos em todo o País; campanha que já prejudicou a empresa e o setor em escala muito superior à dos desvios investigados", afirma também o manifesto.

A campanha em defesa da estatal prosseguirá após o ato do dia 24, com atividades por todo o país. Uma grande manifestação popular já está agendada para o dia 13 de março, na Avenida Paulista, em São Paulo.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

PRESIDENTE DO SINDIPETRO BAHIA GANHA ELEIÇÃO NA PETROBRÁS

Coordenador da FUP, Zé Maria, apoiou a candidatura do Deyvid Bacelar
O Presidente do Sindicato dos Petroleiros da Bahia, Deyvid Bacelar, derrotou no segundo turno, o Sílvio Sinedino e se tornou o novo representante dos funcionários no Conselho da Petrobrás. O Sindipetro Bahia é filiado a CUT.

Deyvid Bacelar, que teve o apoio da Federação Única dos Petroleiros - FUP, obteve 2.300 votos, enquanto o Silvio Sinedino teve 1.333 votos. Sinedino foi eleito pelos funcionários na última eleição para o CA e parece que esqueceu disto, fez um mandato sem transparência na relação com os trabalhadores, sequer fez uma reunião nos locais de trabalho ou com as entidades representativas do funcionalismo. Votava no Conselho de Administração conforme sua vontade pessoal e não com a vontade coletiva dos trabalhadores petroleiros. Nesta crise sequer apresentou qualquer explicações aos seus representados. sua atuação no CA demonstrou total falta de capacidade de fazer articulações para que os interesses dos funcionalismo fossem preservados.
Devid Bacelar, o novo conselheiro eleito da Petrobrás
A eleição do Deyvid Bacelar representa a vontade do funcionalismo da Petrobrás pela renovação de seus quadros e o presidente do Sindipetro Bahia é um nova e grande liderança da categoria e da classe trabalhadora brasileira. Tenho a certeza que os funcionários da Petrobrás, agora terão uma verdadeira representação de base no Conselho de Administração da empresa.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

PASADENA FOI UM MAL NEGÓCIO?

Os ataques de alguns setores da mídia demonstram claramente o desespero de quem destruiu o Brasil e quer agora voltar ao poder a qualquer custo. As denúncias surgem uma atrás da outra e sempre bem combinado, uma revista de circulação nacional denuncia e os principais canais de TV e jornais reproduzem no dia seguinte, dando a entender que é tudo correto. esticam o assunto por alguns dias e pronto, uma mentira virou verdade. Foi assim no propagado caos na Copa. depois que tudo deu certo, silêncio absoluto, tiram da pauta o assunto.


O mesmo aconteceu com a compra da refinaria de Pasadena pela Petrobrás, no Texas (EUA). Disseram que foi um péssimo negócio para o país, inclusive aumentando o valor final de compra, incluindo outros investimentos. A Refinaria teve lucro líquido de US$ 63,8 milhões no primeiro trimestre de 2014. Se repetir este resultado nos outros trimestres do ano, dará US$ 255 milhões de lucro. Uma taxa de retorno excelente, de 20% ao ano sobre o investimento de US$ 1,249 bilhão gasto no total pela aquisição da Refinaria e da Trading.

É por isto que o assunto sumiu do noticiário!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

EM DEFESA DA PETROBRÁS

Mobilização contra os ataques da mídia a Petrobrás
Os Petroleiros de todo o país, através do seus sindicatos filiados a FUP (Federação Única dos Petroleiros) e mais a CUT, CTB, UNE, Via Campesina e outras organizações, estarão realizando nesta quinta (15), um ato em defesa da Petrobrás, afinal o que está por trás de todos estes ataques da mídia a estatal, é uma grande aliança orquestrada pelas grandes multinacional estrangeiras de petróleo e gás, que querem "meter" a mão no maior patrimônio do povo brasileiro, que é as nossas reservas petrolíferas. O ato será na porta da empresa, na sua sede aqui no Rio de Janeiro.
 
Claro que toda esta estratégia passa pelo retorno do PSDB ao poder, afinal seu candidato a presidente da república, já disse aos empresários, que está preparado para realizar as medidas anti-populares em seu governo. Aí cada um interpreta da sua maneira, mas esta declaração bate direitinho com a ânsia privatista dos tucanos.
 
Os mesmos que hoje querem fazer uma CPI da Petrobrás, são os mesmos que quiseram vendê-la no passado. Na verdade setores conservadores da nossa sociedade querem tirar o papel único da Petrobrás de operadora do Pré-Sal, estão num processo irresponsável de desacreditar a estatal brasileira no mercado e na opinião pública, para depois mudar a legislação e assim abrir as portas para entregar ao capital privado. 
 
O diretor da CUT Nacional, Roni Anderson, disse: "Querem colocar a Petrobrás como uma forma de atacar Governo Federal, atacar a presidenta Dilma. E pouco interesse apresentam, de fato, pela Petrobrás", complementa. Para ele, a empresa tem papel central na vida de categorias trabalhistas como metalúrgicos, petroleiros e indústria naval, e não deve servir para ataques eleitorais.
Também no dia 15 haverá uma manifestação pela Petrobrás em Recife, em frente à sede administrativa da estatal. Na semana seguinte, no dia 27 de maio, será a vez dos trabalhadores e movimentos sociais de São Paulo.
 
Todo o tipo de corrupção deve ser investigada e apurada, mas não pode e não deve ser utilizada para influenciar o processo político e na verdade é isto que vem acontecendo. Como os setores conservadores detém a maioria no Congresso Nacional e no setores importantes do judiciário, impedem outras investigações que não sejam de seus interesses políticos, como o metrô de São Paúlo ou a meia tonelada de cocaína encontrada pela PF, em uma aeronave de políticos de Minas Gerais. 
Fonte: Contraf e FUP

quinta-feira, 17 de abril de 2014

ATO EM DEFESA DA PETROBRÁS

 
Os trabalhadores de diversas categorias participaram do ato chamado pelo FUP (Federação Única dos Petroleiros) e a CUT/RJ (Central Única dos Trabalhadores) em defesa da Petrobrás contra os ataques que a mídia tenta patrocinar contra a empresa. Mesmo numa quarta-feira (15) chuvosa na cidade do Rio de Janeiro, quase 400 trabalhadores foram a porta da Petrobrás, com faixas, cartazes e carro de som, defender a empresa contra os ataques do setor conservador da nossa sociedade, que na verdade é doida para entregar a maior estatal brasileira para o capital privado. Outra manifestação já foi marcada para o próximo dia 23, agora será em Brasília.
 
Coordenador da FUP, Moraes
"Estamos aqui para reafirmar aos setores entreguistas que a Petrobrás é do povo brasileiro e que essa campanha da mídia golpistas não conseguirá acabar com um patrimônio que o nosso povo levou décadas para construir", alertou o coordenador da FUP, João Antônio de Moraes, que deixou claro que os petroleiros não aceitam desmandos, nem desvios de gestão na Petrobrás. "Exigimos a apuração de todas as denúncias pelos órgãos fiscalizadores e que os culpados sejam punidos, mas não admitimos que a Petrobrás seja desmoralizada em uma CPI para servir de palanque eleitoral dos que sempre defenderam a sua privatização", ressaltou Moraes.
 
Darby Igayara, Presidente da CUT/RJ
Dep. Federal Edson Santos
Fonte: FUP