quarta-feira, 9 de setembro de 2015

PALPITES DO BRASILEIRÃO - 24ª RODADA

Depois de cinco acertos na rodada passada, vamos aos palpites para a mais uma rodada do Campeonato Brasileiro da Série A.

QUARTA - 09 DE SETEMBRO

PONTE PRETAXVASCO - EMPATE

INTERNACIONALXPALMEIRAS - EMPATE

ATLÉTICO/MGXAVAÍ - ATLÉTICO/MG

FIGUEIRENSEXATLÉTICO/PR - FIGUEIRENSE

CORINTHIANSXGRÊMIO - EMPATE

SANTOSXSÃO PAULO - SANTOS

CORITIBAXFLUMINENSE - CORITIBA


QUINTA - 10 DE SETEMBRO

GOIÁSXSPORT - EMPATE

FLAMENGOXCRUZEIRO - CRUZEIRO

JOINVILLEXCHAPECOENSE - JOINVILLE

O PATO E A GALINHA


A ONU anunciou que o numero de refugiados sírios chega a 4 milhões de pessoas. É a maior população de refugiados por um conflito em apenas uma geração. Isto sem falar que dentro da Síria existem mais de 7 milhões de deslocados. Atualmente há 1.805.255 de sírios registrados na Turquia, 249.726 no Iraque, 629.128 na Jordânia, 132.375 no Egito, 1.172.753 no Líbano e 24.055 na região norte da África. Os quase 270.000 sírios que solicitaram asilo na Europa não estão incluídos nos dados oficiais, nem os milhares que entraram em vários países sem um registro oficial.
Vejam  abaixo o artigo do Mauro Satayana no seu Blog
Embora não o admita – principalmente os países que participaram diretamente dessa sangrenta imbecilidade – a Europa de hoje, nunca antes sitiada por tantos estrangeiros, desde pelo menos os tempos da queda de Roma e das invasões bárbaras, não está colhendo mais do que plantou, ao secundar a política norte-americana de intervenção, no Oriente Médio e no Norte da África.
Não tivesse ajudado a invadir, destruir, vilipendiar, países como o Iraque, a Líbia, e a Síria; não tivesse equipado, com armas e veículos, por meio de suas agências de espionagem, os terroristas que deram origem ao Estado Islâmico, para que estes combatessem Kadafi e Bashar Al Assad, não tivesse ajudado a criar o gigantesco engodo da Primavera Árabe, prometendo paz, liberdade e prosperidade, a quem depois só se deu fome, destruição e guerra, estupros, doenças e morte, nas areias do deserto, entre as pedras das montanhas, no profundo e escuro túmulo das águas do Mediterrâneo, a Europa não estaria, agora, às voltas com a maior crise humanitária deste século, só comparável, na história recente, aos grandes deslocamentos humanos que ocorreram no fim da Segunda Guerra Mundial.
Lépidos e fagueiros, os Estados Unidos, os maiores responsáveis pela situação, sequer cogitam receber – e nisso deveriam estar sendo cobrados pelos europeus – parte das centenas de milhares de refugiados que criaram, com sua desastrada e estúpida doutrina de “guerra ao terror”, de substituir, paradoxalmente, governos estáveis por terroristas, inaugurada pelo “pequeno” Bush, depois do controvertido atentado às Torres Gêmeas.
Depois que os imigrantes forem distribuídos, e se incrustarem, em guetos, ou forem – ao menos parte deles – integrados, em longo e doloroso processo, que deverá durar décadas, aos países que os acolherem, a Europa nunca mais será a mesma.
Por enquanto, continuarão chegando à suas fronteiras, desembarcando em suas praias, invadindo seus trens, escalando suas montanhas, todas as semanas, milhares de pessoas, que, cavando buracos, e enfrentando jatos de água, cassetetes e gás lacrimogêneo, não tendo mais bagagem que o seu sangue e o seu futuro, reunidos nos corpos de seus filhos, irão cobrar seu quinhão de esperança e de destino, e a sua parte da primavera, de um continente privilegiado, que para chegar aonde chegou, fartou-se de explorar as mais variadas regiões do mundo.
É cedo para dizer quais serão as consequências do Grande Êxodo. Pessoalmente, vemos toda miscigenação como bem-vinda, uma injeção de sangue novo em um continente conservador, demograficamente moribundo, e envelhecido.
Mas é difícil acreditar que uma nova Europa homogênea, solidária, universal e próspera, emergirá no futuro de tudo isso, quando os novos imigrantes chegam em momento de grande ascensão da extrema-direita e do fascismo, e neonazistas cercam e incendeiam, latindo urros hitleristas, abrigos com mulheres e crianças.
Se, no lugar de seguir os EUA, em sua política imperial em países agora devastados, como a Líbia e a Síria, ou sob disfarçadas ditaduras, como o Egito, a Europa tivesse aplicado o que gastou em armas no Norte da África e em lugares como o Afeganistão, investindo em fábricas nesses mesmos países ou em linhas de crédito que pudessem gerar empregos para os africanos antes que eles precisassem se lançar, desesperadamente, à travessia do Mediterrâneo, apostando na paz e não na guerra, o velho continente não estaria enfrentando os problemas que encara agora, o mar que o banha ao sul não estaria coalhado de cadáveres, e não existiria o Estado Islâmico.
Que isso sirva de lição a uma União Europeia que insiste, por meio da OTAN e nos foros multilaterais, em continuar sendo tropa auxiliar dos EUA na guerra e na diplomacia, para que os mesmos erros que se cometeram ao sul, não se repitam ao Leste, com o estímulo a um conflito com a Rússia pela Ucrânia, que pode provocar um novo êxodo maciço em uma segunda frente migratória, que irá multiplicar os problemas, o caos e os desafios que está enfrentando agora.
As desventuras das autoridades europeias, e o caos humanitário que se instala em suas cidades, em lugares como a Estação Keleti Pu, em Budapeste, e a entrada do Eurotúnel, na França, mostram que a História não tolera equívocos, principalmente quando estes se baseiam no preconceito e na arrogância, cobrando rapidamente a fatura daqueles que os cometeram.
Galinha que acompanha pato acaba morrendo afogada.
É isso que Bruxelas e a UE precisam aprender com relação a Washington e aos EUA.
Por Mauro Santayana

terça-feira, 8 de setembro de 2015

HOJE TEM BOTAFOGO


Hoje o Botafogo tem uma partida fundamental para consolidar o seu caminho de volta ao lugar que nunca deveria ter saído. A vitória sobre o Paraná vai significar não só os três pontos, mas o distanciamento do quinto colocado, é grande a possibilidade desta vantagem chegar a sete pontos.

Além da folga na tabela, a vitória vai trazer a torcida de volta que parecia ter retornado no jogo contra o Paysandu. Espero que o time novamente não decepcione. Já percebo um padrão de jogo no time do Ricardo Gomes, os chutões desnecessários diminuíram e a equipe valoriza mais a posse de bola e as jogadas pelas laterais do campo. 

Estarei lá!

#PactoAlvinegro

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O BRASIL QUE A GRANDE MÍDIA NÃO MOSTRA

Diversos índices sociais melhoraram no Brasil nos últimos anos, mas a grande mídia continua apenas divulgando as notícias negativas e tentando inflar a crise econômica. É claramente a política de quanto pior melhor nesta disputa política.

Nesta semana saiu o Índice de Índice de Vulnerabilidade Social, que caiu 27% no período de 2000 a 2010, fazendo com que o país passasse da faixa de alta vulnerabilidade social para a faixa de média vulnerabilidade social. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

De acordo com a publicação Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, o número de cidades com alta ou muito alta vulnerabilidade social caiu de 3.610 no ano 2000 para 1.981 em 2010. Já o de municípios com baixa ou muito baixa vulnerabilidade social passou de 638 para 2.326 no mesmo período.
A vulnerabilidade social à que o índice se refere indica a ausência ou insuficiência de recursos ou estruturas (como fluxo de renda, condições adequadas de moradia e acesso a serviços de educação) que deveriam estar à disposição de todo cidadão. A divulgação do índice serve para orientar gestores no desenvolvimento de políticas públicas de acordo com as carências e necessidades de cada localidade.
A melhora, segundo o levantamento, foi mais nítida em alguns Estados das regiões Centro-Oeste (como a faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul), Norte (especialmente no Tocantins) e Nordeste (com destaque para o sul da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e leste de Pernambuco).
O Ipea ressaltou, entretanto, que o quadro de disparidades regionais no país permanece, com concentração de municípios na faixa de muito alta vulnerabilidade social no Norte (Acre, Amazonas, Pará, Amapá e Rondônia) e no Nordeste (principalmente no Maranhão, em Alagoas e em Pernambuco, além de porções do território baiano).
– Num país desigual como o nosso e que, apesar de todos os avanços, ainda apresenta um quadro de vulnerabilidade social média, a gente não derrotou o problema da vulnerabilidade social estrutural. A gente está em um processo. Os avanços são substantivos. Não há como o Brasil se desenvolver e ser um país minimamente mais justo se as políticas sociais não tiverem continuidade – explicou o diretor de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea, Marco Aurélio Costa.
Os dados mostram que, no Centro-Oeste e no Sudeste, mais de 48% dos municípios estavam na faixa de baixa vulnerabilidade social em 2010. O Sul, por outro lado, registrou o maior percentual de cidades com índice de vulnerabilidade muito baixo: 28,7%. No Norte, 41,9% dos municípios tinham vulnerabilidade social muito alta, enquanto na Região Nordeste quase metade das cidades (47,7%) apresentava alto índice de vulnerabilidade social.
– Como o Brasil é um país que tem desigualdades regionais muito expressivas, os efeitos das políticas ocorrem de maneiras diferentes nas diversas regiões – destacou Costa.
Segundo a publicação, o aspecto que mais influenciou a redução do índice de vulnerabilidade social no país é o que engloba renda e trabalho. Todos os indicadores que envolvem insegurança de renda e precariedade nas relações de trabalho tiveram melhora entre 2000 e 2010, refletindo, de acordo com o estudo, a redução da informalidade, do trabalho infantil e o aumento da ocupação.
– O Brasil fez um esforço de políticas sociais muito grandes. Esse esforço deu resultados e é importante manter as políticas sociais para que a gente continue a avançar e se torne uma sociedade menos injusta e menos desigual – concluiu o diretor do Ipea.
Foto: Correio do Brasil
Fonte: Correio do Brasil/Max Fabian

domingo, 6 de setembro de 2015

BOM DOMINGO!


Bom Domingo a todos os amigos. Estou neste domingo mostrando o início do Morro da Urca (Pão de Açúcar), em 1913.

sábado, 5 de setembro de 2015

PALPITES DO BRASILEIRÃO - 23ª RODADA

Vamos aos meus palpites para mais uma rodada do Campeonato Brasileiro de futebol.

SÁBADO - 05 DE SETEMBRO

SÉRIE B
VITÓRIAXBOTAFOGO - EMPATE

SÉRIE A

SÃO PAULOXINTERNACIONAL - EMPATE

VASCOXATLÉTICO/MG - VASCO

ATLÉTICO/PRXJOINVILLE - EMPATE


DOMINGO - 06 SETEMBRO

CRUZEIROXFIGUEIRENSE - CRUZEIRO

CHAPECOENSEXPONTE PRETA - CHAPECOENSE

PALMEIRASXCORINTHIANS - EMPATE

FLUMINENSEXFLAMENGO - EMPATE

GRÊMIOXGOIÁS - GRÊMIO

AVAÍXCORITIBA - EMPATE

SPORTXSANTOS - EMPATE

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

SAMBA DOS BANCÁRIOS CONTINUA NA BRIGA NA UNIDOS DA TIJUCA


O lindo samba composto por bancários continua na briga para ser o hino da GRES Unidos da Tijuca no carnaval 2016. Sábado (05) o samba será o décimo se apresentar e se você curte um bom programa, prestigie uma boa composição torcendo para o SAMBA 05.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

CAI A PROPOSTA DO SERRA/PSDB DE ENTREGAR O PRÉ-SAL


Ontem - quarta (02) não houve quórum para que fosse votada no plenário do Congresso Nacional o projeto de lei complementar que retira da Petrobrás a participação mínima de 30% na exploração do petróleo e gás da camada do pré-sal brasileiro.

O projeto do senador do PSDB/SP, José Serra, tem como objetivo sangrar o patrimônio do povo brasileiro e agradar aos financiadores estrangeiros das campanhas eleitorais dos candidatos da oposição ao atual governo. Isto é a interferência do capital estrangeiro na política brasileira. É o tal do financiamento privado de campanha tentando "meter" a mão nos interesses do povo brasileiro. 

O Congresso Nacional criou uma comissão especial para debater o projeto e foi extinta na semana passada porque não conseguiu reunir os senadores.  O Coordenador da Federação Única dos Petroleiros - FUP, José Maria Rangel, acompanhou, de perto, a tramitação da proposta de Serra.

"Desde o início, esta comissão se mostrava desarticulada e desorganizada. Nem mesmo o senador Serra, autor da proposta, aparecia nas reuniões. No dia em que o presidente dissolveu a comissão, Serra chegou atrasado, perdido, perguntando o que tinha acontecido". – relata José Maria.

"Querem voltar com a política do FHC. Não vão conseguir isso – afirmou, referindo-se à tentativa do ex-presidente de privatizar a estatal brasileira do petróleo". Disse o Senador Roberto Requião do PMDB/PR

O Senador Randolfe Rodrigues do PSOL/AP, também dúvida que o projeto seja aprovado no plenário. "É um projeto contrário aos interesses do Brasil. É tão danoso, que é impossível melhorá-lo. Tem de ser derrubado". – afirmou o senador do Amapá.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

PALPITES DO BRASILEIRÃO - 22ª RODADA

O Campeonato começa a decidir quem vai brigar na parte de cima ou na parte de baixo. Na rodada passada apenas três acertos. Vamos melhorar nesta rodada.

QUARTA - 02 DE SETEMBRO

PONTE PRETAXCRUZEIRO - EMPATE

INTERNACIONALXVASCO - INTERNACIONAL

JOINVILLEXSÃO PAULO - EMPATE

FLAMENGOXAVAI - FLAMENGO

ATLÉTICO-MGXATLÉTICO-PR - ATLÉTICO-MG

CORINTHIANSXFLUMINENSE - CORINTHIANS

CORITIBAXSPORT - CORITIBA

GOIÁSXPALMEIRAS - EMPATE


QUINTA - 03 SETEMBRO

SANTOSXCHAPECOENSE - SANTOS

FIGUEIRENSEXGRÊMIO - FIGUEIRENSE

terça-feira, 1 de setembro de 2015

LULA RESPONDE AS MANIPULAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES GLOBO

A Revista Época e o Jornal Nacional atacaram novamente o ex-presidente Lula com o principal objetivo de manchar a imagem da maior liderança popular com a população. O Instituto Lula divulgou uma nota respondendo a reportagem e ela foi ignorada no Jornal Nacional da Rede Globo, que repercutiu a reportagem mentirosa da Revista Época, que parece querer tomar o lugar da Revista Veja. 

A reportagem acusa Lula de "abrir" mercados para as empresas brasileiras no exterior, acusação absurda e antiga. Agora fazem uma reportagem tentando passar a imagem que o ex-presidente Lula favoreceu uma empresa brasileira e o governo cubano.

Vejam abaixo a nota do Instituto Lula na integra:

Jornalistas da revista ​Época e do Jornal O Globo já foram acionados judicialmente por danos morais praticados contra o ex-presidente Lula, em reportagens que divulgam mentiras e manipulam documentos oficiais. 

O ex-presidente Lula, a exemplo de outros dirigentes mundiais de expressão, atua com muito orgulho para abrir mercados internacionais para o nosso país e nossas empresas, sem receber por isso nenhuma remuneração. 

Não há ilícito nessa atividade em favor do Brasil e da geração de empregos em nosso país por meio da exportação de serviços e de produtos, como faz por exemplo, a Rede Globo, que desde 1982 exporta novelas para Cuba. 

O ex-presidente Lula jamais interferiu em decisões do BNDES, nem isso seria possível, dado ao rigor dos procedimentos da instituição, e como devem saber os profissionais das Organizações Globo, que têm um antigo e importante relacionamento societário com a subsdiária BNDESPar. 

Também não há ilícito na contratação de palestras do ex-presidente, como fizeram desde 2011 dezenas de empresas, inclusive a Infoglobo O único crime que ressalta na matéria da revista Época são documentos transferidos ao Ministério Público.


Todos os presidentes que se presam, usam o seu mandato para apresentar empresas de seu país a outros mercados, a China faz isto de maneira costumeira e legal. O que fez o Obama na sua recente visita à África? O que há de ilegal nisto? Lula sendo uma grande presidente, reconhecido mundialmente, usou sua influência para abrir mercados para empresas brasileiras e assim gerar mais empregos e renda no mercado interno brasileiro.

Sobre a utilização de supostos benefícios do BNDES as empresas brasileiras que atuam no exterior e com taxas mais baixas, é mais uma "ficção" da reportagem. O BNDES financia operações casadas com países no exterior, em troca da contratação de produtos e serviços no Brasil, assim gerar riqueza no país. Aliás, o BNDES emprestou a taxas mais altas e que a rentabilidade das operações externas é maior que a da Taxa Selic, que já é absurda. Vejam abaixo a tabela divulgada pelo próprio banco, que prova o estou dizendo.


A verdade e a isenção não é o que orienta as reportagens da publicações das Organizações Globo, o que importa é tirar do poder quem ousou a inverter a lógica que sempre valeu neste país. O Governo a serviço dos poderosos e de uns poucos, é isto que eles querem de volta.

Hoje a Globo é a força política paralela do Brasil, que se alimenta do poder e principalmente do medo que os políticos brasileiros tem dela. Parece que finalmente o Lula resolveu enfrentar, mesmo sabendo que será uma luta inglória e que outros tentaram e foram derrotados. Mas esta é a única forma de, um dia, vencê-la e ter uma imprensa verdadeiramente isenta e democrática.

Fonte: Instituto Lula e Blog do Altamiro Borges