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sábado, 27 de outubro de 2018

O VOTO NO FUTURO DO BRASIL

Tranquilidade x ódio
Neste domingo, os brasileiros e brasileiras irão as urnas, para decidir não só o próximo presidente do Brasil, mas também que futuro de país deseja. O eleitor irá decidir por dois projetos totalmente antagônicos.

A candidatura do Fernando Haddad, apresentou durante toda a campanha um programa sustentável de gestão para o Brasil sair da crise e gera empregos e renda, numa economia pautada no setor de serviços, que precisa da renda e do consumo para sobreviver e fazer a roda econômica girar. Além de apresentar uma série de proposta que visam a redistribuição de renda, como a mudança na tabela do imposto de renda, onde o trabalhador assalariado, que ganha até R$ 5.000, estará isento. A tributação das grande fortunas e dos lucros dos bancos também são propostas de Haddad, que levou o processo eleitoral pautado no amor, tranquilidade e nas propostas para mudar o País.

Já a outra candidatura, Jair Bolsonaro, tenta passar para o eleitor a imagem que ele seria a renovação, quando tem 29 anos como deputado federal, sem apresentar nenhum projeto relevante, que possa mudar a vida dos brasileiros. Fala tanto em segurança publica, mas nada apresentou em todos esses anos. Bolsonaro, não fala em momento algum na sua campanha em taxar as grandes fortunas e os lucros dos bancos. Todas as falas do candidato é em direção aos direitos da classe trabalhadora, como a retirada de direitos como o 13º salário, férias e outros garantidos na CLT. Inclusive apresentando a proposta de  contratação diferenciada da carteira de trabalho "verde e amarela", onde o empregar poderá escolher entre contratar um empregado, com direitos ou sem direitos. Além de propagar o ódio, preconceito contra as minorias, transformando o país numa sociedade de guerra e intolerância.

É nisto que o eleitor vai ter que escolher nas urnas. Não tenho a menor dúvida que um Brasil mais justo e solidário, com respeito e fraternidade, passa pela eleição de Fernando Haddad-13.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

MARCOS COIMBRA DIZ QUE O CENÁRIO PROVÁVEL É DE EMPATE NAS PRÓXIMAS PESQUISAS

Marcos Coimbra: Tudo indefinido
O diretor do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, confirma o que todos já percebem nas ruas em todo o país. O cenário de crescimento do Fernando Haddad e queda do Jair Bolsonaro. Coimbra afirma que as pesquisas de sábado devem apresentar um cenário totalmente indefinido e que pode até apresentar um empate cravado.

Afirma ainda, que uma declaração do Ciro Gomes nesta reta final, poderá ser o fator decisivo para a virada do Haddad. "Pode ser valioso para definir as eleições em favor do candidato do PT". A rusga entre o irmão do Ciro, Cid Gomes, prejudicou em muito a campanha do Haddad, no Ceará, este movimento do Ciro Gomes poderá criar uma onda positiva, a partir do estado nordestino. Coimbra afirma também que uma declaração do Fernando Henrique Cardoso pode ajudar, já que parcela do eleitor conservador está incomodado com o Bolsonaro.

Bolsonaro está caindo e Haddad subindo lentamente; por isso, segundo Coimbra, um impulso que parta de Ciro e FHC pode ser decisivo. 

CENÁRIO DOS ELEITORES QUE VOTAM BRANCO E NULO, COM OS INDECISOS

As eleições de 2016 tem diferenças marcantes em relação a 2014. Naquela, a três dias da eleição as pesquisas indicavam entre 7% e 9% de votos indefinidos (indecisos, nulos e brancos); na pesquisa da Vox Populi de agora, o índice é de 17,6%. "No primeiro turno, houve 8,5% de votos nulos e brancos; tradicionalmente, no segundo turno este índice cai um pouco, deve ficar ao redor de 6,5%. Isso quer dizer que há 10% dos eleitores que devem resolver seu voto entre hoje e domingo", disse Coimbra.

Para o diretor do Vox Populi, a marca dos últimos dias tem sido "a incapacidade de Bolsonaro de ampliar sua base; está perdendo o que ganhou no impulso da vitória no primeiro turno e parece caminhar para uma votação semelhante à que teve na primeira rodada, porque está perdendo votos".

Uma eleição que parecia definida, a favor do Bolsonaro, agora tudo pode acontecer no domingo.

Fonte: Site Brasil 247

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

FERNANDO HADDAD VIRA NA CAPITAL PAULISTA

Julia Duailibi
Segundo a Julia Duailibi, no seu Blog, no site G1, Fernando Haddad, já ultrapassou Jair Bolsonaro, no 2º turno das eleições, na capital do estado de São Paulo, na última pesquisa do Ibope, divulgada dia 23/10. Haddad teria 51%, dos votos válidos, contra 49% do Bolsonaro.

A subida do Fernando Haddad, tem haver com a mudança de tom da campanha petista e também com a "colada" fracassada do João Dória, candidato do PSDB ao governo do estado. Usaram a palavra "Bolsodoria" para demonstrar claramente o vínculo bem próximo das duas candidaturas. Só que o "tiro" saiu pela culatra.

O candidato, Marcio França/PSB, que disputa o segundo turno das eleições, contra o Dória, vence na capital paulistana com uma diferença de 18 pontos. No interior, onde o eleitorado é mais conservador, Dória ainda lidera.

Para demonstrar a subida do Fernando Haddad, no 1º turno, o candidato petista conseguiu ter apenas, 19,7% dos paulistanos, enquanto Bolsonaro, obteve 44,58%.

No interior, onde é maioria o eleitorado, o "casamento Bolsodória" ainda lidera e com boa vantagem. Bolsonaro tem 71% das intenções de votos e Fernando Haddad, tem 29%, dos votos válidos. Mas a tendência da capital, poderá fazer uma onda para o interior e favorecer a candidatura petista.

Em todo o estado de São Paulo, Bolsonaro lidera com 64% e Haddad tem 36%, mas com viés de subida. Dória tem 53%, contra 47%, do Márcio França, que também tem viés de subida.

Este cenário em São Paulo pode demonstrar uma vidada em todo o processo eleitoral. Ainda teremos 4 dias de grandes emoções.

Fonte: G1

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

MAIS UM ATAQUE IMORAL DOS "BOLSONAROS" AO FERNANDO HADDAD


Texto publicado no site do ex-presidente Lula denuncia mais um episódio da "máquina de fake news dos apoiadores de Bolsonaro contra Fernando Haddad", que desta vez, por meio do filho do candidato do PSL Carlos Bolsonaro, "deixou de lado qualquer limite moral e resolveu acusar Haddad de envolvimento com a pedofilia e até com a questão do incesto". "É mentira, é óbvio!", denuncia o texto. Confira a íntegra:

Neste sábado (13/10) a máquina de fake news dos apoiadores de Bolsonaro contra Fernando Haddad deixou de lado qualquer limite moral e resolveu acusar Haddad de envolvimento com a pedofilia e até com a questão do incesto. É mentira, é óbvio!

Apesar de não guardarem nenhuma relação com a realidade, as postagens foram replicadas por vários perfis nas redes sociais, gerando centenas de denúncias ao canal da campanha do petista dedicado às fake news. Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, foi uma das pessoas que replicou o ataque à honra de Haddad em relação ao tema do incesto, mesmo após o desmentido feito pelo autor do post original (veja imagem abaixo).


Demonstrando completo escárnio ético e total indiferença face à verdade – e à Justiça Brasileira –, Carlos Bolsonaro fez, inclusive, questão de manter o post em sua página pessoal no Twitter como “Tweet Fixado”, a fim de dar destaque maior e permanente à mentira.


O tema do incesto havia surgido há alguns dias em um post mentiroso de Olavo de Carvalho no Facebook, no qual ele atribuía falsamente a Haddad uma suposta defesa do incesto. Após ter publicado a mentira em seu perfil, Olavo de Carvalho optou por retirar o post do ar – por se tratar de uma mentira.

As motivações de Carvalho para as postagens e sua alteração posterior são uma questão à parte – que o escritor, provavelmente, terá de responder na Justiça.

A questão que fica é o limite para Carlos Bolsonaro e para os apoiadores do candidato Jair Bolsonaro, que insistem na mentira até depois de ela ser desmentida pelo próprio inventor da mentira original.

Dia da Baixaria

Vale lembrar que, também neste sábado (13/10), utilizando-se de mecanismos completamente toscos – e sujos – de ataque à honra do candidato petista, as fake news falaram de um suposto projeto de lei para relativizar o crime de pedofilia, que seria um projeto do PT e de Haddad. A notícia, já desmentida, fazia referência ao PL 236/2012, que é, nada mais, nada menos, que o Novo Código Penal, de autoria do senador José Sarney (MDB), que está em tramitação no Senado e não legaliza a pedofilia. O mais importante: esse PL não tem NADA a ver com Haddad, nem com o PT.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

O TEMPO DE DECIDIR ESTÁ PASSANDO


Por, Teresa Cruvinel, no Jornal do Brasil
O tempo está correndo e daqui a 14 dias será o segundo turno.
Bolsonaro manteve, segundo a primeira pesquisa Datafolha, a vantagem de 16 pontos percentuais sobre Fernando Haddad (58% a 42% dos votos válidos) obtidos no primeiro.
Os Pilatos da direita lavaram as mãos, alegando tratar-se de disputa entre dois extremos; Ciro Gomes e Marina Silva saíram de cena lambendo as mágoas com o PT.
Apontar Haddad como o outro extremo é desonesto e o dilema é falso.
A escolha a ser feita é entre a continuidade da experiência democrática, que já fez do Brasil um país bem melhor, e o início de uma nova aventura autoritária.
Impedir que o autoritarismo se imponha pelo voto, abrindo as comportas para perseguições lastreadas em preconceitos, é algo que vai muito além de apoiar um candidato do PT.
Devia ser um imperativo democrático. Todos sabem que Haddad, com seus poucos aliados (PCdoB, PSB, PPL e PSOL), dificilmente conseguirá virar o jogo. Isso só será possível se houver uma unidade vigorosa na sociedade civil e na esfera partidária mas o que tem prevalecido, além da omissão, é uma resignação melancólica. Com tanto mimimi, devemos ir nos preparando para o governo Bolsonaro.
Para virar o jogo, Haddad teria que conquistar a maioria dos votos de Ciro, Marina e Boulos e parte dos votos de candidatos do outro lado, como Alckmin, João Amoedo, Dias e Daciolo.
E ainda boa parte dos dez milhões de eleitores que, juntos, ocuparam o quarto lugar no primeiro turno, depois de Alckmin: os sete milhões que anularam o voto e os 3 milhões que votaram em branco.
Existem ainda os 20 milhões que não foram às urnas no dia 7.
Existe, pois, alguma disponibilidade de votos para uma virada, se tomarmos como impossível a conquista de eleitores que votaram em Bolsonaro no primeiro turno.
Quem votou nulo ou em branco já disse que está por aqui com a política e com o sistema, e este também não é um voto fácil de ser conquistado. Uma parte dos que se ausentaram pode ter tido a mesma motivação mas muitos faltaram por impedimentos diversos.
Mas para conquistar parte destes votos disponíveis, o alinhamento das forças democráticas com Haddad devia ser vigoroso e já estar avançado, fazendo ecoar a mensagem de que o mais importante agora é preservar a democracia e barrar o avanço do projeto que, além de autoritário, será indutor da violência e de preconceitos como o racismo, a homofobia e o machismo.
Entre os partidos isso não aconteceu.
Na sociedade civil a movimentação é tímida, apenas intelectuais e artistas começam a se posicionar, como fez ontem Caetano Velloso, apesar da Regina Duarte, que tinha medo de Lula mas não tem de Bolsonaro, que recebeu a visita dela.
O que se tem visto é o festival do mimimi: não apenas políticos e partidos sobem no muro.
As pessoas também vão às redes sociais dizer que abominam o candidato autoritário mas não votam em Haddad por isso e aquilo: que o PT se corrompeu, que foi Lula que inventou o “nós contra eles”, que o PT só buscou vingança ao lançar candidato próprio, ao invés de apoiar Ciro, e coisas assim.
E se Ciro tivesse sido o candidato, não teria ele se tornado o alvo das iras bolsonarianas, sendo acusado de se alugar para o PT?
O que não se tem visto é alguém, cuja voz tenha ressonância, dizer sensatamente: os governos do PT trouxeram avanços mas também muitos danos ao país.
Os pecados cometidos, entretanto, são veniais diante do pecado mortal que será perpetrado contra a democracia se Bolsonaro for eleito.
Essa é a questão: para castigar o PT, estão dispostos a imolar a democracia?
O horário eleitoral começou e o programa de Bolsonaro, com seu aparente descuido técnico, mostrou que existem estrategistas de marketing na campanha, eficazes até na dissimulação do próprio marketing.
Ele vai usar armas pesadas, combinando rajadas de antipetismo com sua própria humanização.
O de Haddad foi correto, apresentou propostas mas transmitiu a sensação de isolamento. Faltaram os apoiadores, dizendo que estão com ele por uma razão maior. Por ora, estão dedicados ao mimimi.
Fonte: Brasil247

domingo, 7 de outubro de 2018

DIA DE DECIDIR ENTRE A INCLUSÃO SOCIAL E A BARBÁRIE

As principais cinco candidaturas nas pesquisas
Chegamos ao grande dia, o momento de escolher entre dois projetos de país bem destintos. Um projeto representado pelo Fernando Haddad-13, que propõe reeditar as politicas sociais e econômicas do governo Lula, com muita inclusão social e aumento da renda, para gerar empregos e fazer a roda econômica girar. Esta política favorece, principalmente os mais pobres e os trabalhadores, afinal todo processo é baseado no aumento da renda da população.

O outro projeto, representado por Jair Bolsonaro, é a barbárie para os trabalhadores com ameaças de mais retiras de direitos, como o 13º salário, mudança na aposentadoria e a manutenção dos privilégios dos políticos e do judiciário. Um projeto que pretende impor a força sua ideologia de ultra direita, propondo entregar a preço de banana, o que ainda restou do governo Temer. Bolsonaro votou a favor do projeto que terceiriza as atividades fins, a favor da reforma trabalhista, que retirou uma série de direitos dos trabalhadores e defende a reforma da previdência, que ferrar com os que buscam uma aposentadoria digna depois de anos de trabalho.

O voto não pode ser dado por uma obra de marketing ou dado com ódio, que foi fomentado pela grande mídia brasileira. Eu voto no Brasil, na inclusão social, na defesa das minorias, na manutenção da universidade pública e de um estado capaz de ser indutor do crescimento econômico. Por isto voto 13, Haddad Presidente! 

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

JOGO SUJO: TSE MANDA RETIRAR FAKE NEWS CONTRA HADDAD

Na última terça-feira (25/09), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ordenou que notícia falsa e maliciosa contra Fernando Haddad (PT), candidato à presidência pela coligação “O Povo Feliz de Novo”, seja retirada do ar, no Facebook, nas próximas 48 horas.

O boato publicado pela página Cacilda imputava a Haddad a seguinte fala, flagrantemente falsa: “Ao completar 5 anos de idade, a criança passa a ser propriedade do Estado! Cabe a nós decidir se menino será menina e vice-versa! Aos pais cabe acatar nossa decisão respeitosamente! Sabemos o que é melhor para as crianças!”.

Segundo a liminar, “comentários dessa natureza geram desinformação no período eleitoral e têm a potencialidade de atingir o candidato em sua imagem, bem jurídico constitucionalmente protegido no contexto da liberdade de expressão”.

A decisão do TSE determina não apenas que a falsa postagem seja retirada do ar,em caráter imediato e liminar, mas também que o Facebook informe a identidade dos responsáveis pela postagem, para prosseguimento das medidas jurídicas cabíveis.

Campanhas mentirosas, feitas com notícias falsas e terror, precisam ser denunciadas e combatidas. Somente com o debate real de ideias e propostas a democracia poderá ser refundada no Brasil.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

ANALISTA APONTA HADDAD NO SEGUNDO TURNO

Na avaliação do Antônio Augusto de Queiroz, analista político e diretor do DIAP - Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, a candidatura do Fernando Haddad (PT), deve crescer e chegar ao segundo turno, das eleições presidenciais.

O fator, segundo o analista, é o apoio do ex-presidente Lula, que tem grande transferência de votos e pelas próprias qualidades do candidato. Na sua avaliação, Haddad deve receber cerca de 35% dos votos que seriam destinados ao ex-presidente.

Ao todo, Haddad, pode acumular 22% das intenções de voto e indo ao segundo turno contra o Bolsonaro (PSL), que chega a 26%, segundo a última pesquisa Ibope. O Data-Folha, deu 24% para o candidato.

A chegada das duas candidaturas, seria a polarização clara de dois projetos de nação totalmente antagônicos. Um defendendo a segregação, o preconceito, o estado mínimo e tentando se passar de o justiceiro. Já vimos isto antes. A outra candidatura, que representa a inclusão social, a geração de empregos e o legado do mandato do ex-presidente Lula.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

LULA AGORA É HADDAD

Por Reginaldo Lopes*
Após a farsa do impeachment de Dilma, prenderam e condenaram sem provas o melhor presidente de nossa história que, não à toa, é o líder de todas as pesquisas e sem dúvidas, seria novamente morador do Palácio do Alvorada.
O que os algozes da democracia não sabem é que essa eleição sem Lula é impossível. Prendem um homem, mas não a sua história, o seu legado e a sua ideia.
O povo já escolheu o Brasil de Lula de volta. E é Fernando Haddad quem representará esse projeto nessa eleição decisiva para a história do país.
O voto popular dará um não definitivo ao golpe, à perda de direitos, um não à fome que voltou vergonhosamente no país.
Votará por mais empregos, oportunidades e por justiça; para Lula e para todos, afirmando seu direito de escolher, livremente, o seu representante.
À altura desse momento histórico, Haddad tem qualidades que nenhum adversário conseguirá discordar.
Ponderado, ético e aberto ao diálogo, não faz política com ódio, não tem arroubos autoritários, é arrojado e compatível com as demandas do século XXI.
Foi o melhor ministro da Educação da história do país, tendo sido responsável pelo Ideb, Prouni, pelo Sisu, pela expansão universitária, pelo Novo Enem e pela criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IF’s), gerando um novo patamar de acesso à educação.
A população universitária quase triplicou, saltando de três em 2003 para oito milhões, em 2016.
Na prefeitura de São Paulo, foi inovador. Apostou na mobilidade urbana, com a expansão da malha cicloviária e dos corredores de ônibus.
Enfrentou interesses poderosos e promoveu um verdadeiro avanço civilizatório, tendo sido reconhecido e premiado internacionalmente, além de ter entregado a gestão com R$ 6 bilhões de caixa, em meio a uma crise econômica.
Está longe de ser um poste, como gostam de tentar desqualifica-lo. É uma luz, um farol ao fim desse túnel tenebroso do governo Temer.
O Brasil do golpe envergonha a todos. Temer e o PSDB governam para o mercado financeiro internacional, aumentam o desemprego e rasgam a Constituição e a Carteira de Trabalho.
A candidatura de Fernando Haddad é a mais competitiva do campo progressista capaz de derrotar a pauta entreguista do golpe e o avanço conservador.
A aliança com Manuela D’Ávila é a novidade da eleição. Juntos, formam o time de Lula e trazem novas e arejadas pautas para o debate político.
O programa Lula de governo, coordenado por Haddad desde o princípio, propõe uma reforma tributária justa e progressiva, a necessidade de diversidade na mídia, do respeito às diferenças, do enfrentamento às opressões e ao preconceito e da volta de uma política externa altiva e ativa, além do fim do criminoso congelamento de investimentos imposto pelos golpistas.
Engana-se quem acha que tiraram Lula da eleição.
Ele será novamente julgado, desta vez pelo povo. Será julgado pelos mais de 22 milhões de empregos criados nos governos petistas.
Por termos saído do mapa da fome da ONU, pelo salário mínimo ter tido um aumento real de 72% e por 36 milhões de pessoas terem saído da condição de miséria, enquanto 42 milhões chegaram à classe média.
O PT tem responsabilidade histórica.
Chegou a hora de ganharmos essa eleição de volta para o povo brasileiro. Fernando Haddad é o nosso candidato e trará o Brasil de Lula de volta, para fazer o Brasil feliz de novo.
Lula livre, Haddad presidente!
*Reginaldo Lopes e economista, o deputado federal mais votado de Minas Gerais e coordenador da campanha Lula/Haddad/Manuela em Minas Gerais

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

HOJE A ESPERANÇA DO POVO TEM A CANDIDATURA REGISTRADA


Hoje - 15 de agosto - a candidatura da Chapa Lula / Haddad, será registrada no Tribunal Superior Eleitoral - TSE, em Brasília, onde ocorrerá um grande ato político com trabalhadores de todas as partes do Brasil. A maioria da população brasileira, principalmente, os que estão sofrendo com a crise econômica e sabem que a única alternativa de voltar a ter um Brasil para todos, espera que o TSE reafirme a força da democracia brasileira e confirme a candidatura do ex-presidente.

Qualquer outra alternativa, será a confirmação da política dos golpistas e o aprofundamento das mazelas que a população vem sofrendo. Apenas uma minoria, que tem dinheiro no mercado de capitais e os banqueiros, consegue ganhar dinheiro no país, as custas da miséria e a fome do povo brasileiro, além daqueles que estão tomados pelo ódio, defendem o impedimento da candidatura.