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segunda-feira, 22 de julho de 2019

OS DEPUTADOS QUE VOTARAM CONTRA A SUA APOSENTADORIA


Conheça os deputados que votaram contra a sua aposentadoria. Todos eles votaram para manter os privilégios, do poder legislativo, judiciário e militares. Novamente o povo trabalhador pagando com seus direitos a conta da crise.

O trabalhador perde a aposentadoria, direitos trabalhistas, poder de compra, emprego, enquanto os ricos e os banqueiros crescem seus patrimônios.

sexta-feira, 26 de abril de 2019

BRADESCO NO PARAÍSO

O Brasil é realmente o paraíso dos banqueiros. A cada ano que passa os lucros dos bancos cresce de forma assustadora, na mesma velocidade que a miséria do povo aumenta.

O Bradesco lucrou somente nos três primeiros meses de 2019, R$ 6,2 bilhões, com um crescimento de 22,3% em relação ao mesmo período de 2018. Mas parece que o banco não ficou satisfeito com o resultado alcançado e partiu com força para cima do atual governo Bolsonaro, exigindo a aprovação da Reforma da Previdência até, no máximo, no início do segundo semestre deste ano.

“A aprovação da proposta da Nova Previdência nos próximos meses constitui condição fundamental para reequilíbrio das contas públicas no médio prazo, com importante impacto na confiança dos agentes econômicos e, consequentemente, retorno de investimentos privados”, diz o banco, no seu documento, que exige a a provação da Reforma da Previdência.

Na grande verdade os bancos estão de olho nos trilhões da poupança de milhões de aposentados e trabalhadores da ativa, com o sistema de capitalização, que já levou milhões aposentados para extrema pobreza, nos países onde o sistema foi aprovado e hoje buscam alternativas.

Para Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco, acredita que o documento mostra o sentimento negativo do banco com o resultado. “É impressionante como, mesmo com um resultado 22% maior do que o do ano passado, essa insatisfação. Eles sempre querem mais. A ansiedade na aprovação da Reforma da Previdência deixa claro que as mudanças só vão beneficiar os banqueiros e os empresários.”

Fonte: ContrafCUT

terça-feira, 2 de abril de 2019

BOLSONARO QUER DESTRUIR A RESISTÊNCIA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA


A PEC (Projeto de Emenda Constitucional) da Reforma da Previdência, é um ataque duríssimo aos direitos da classe trabalhadora, se já não bastasse a Reforma Trabalhista aprovada no Governo Temer, com o voto de então deputado federal, Jair Bolsonaro, que retira dos trabalhadores direitos elementares como férias e 13º salário. Muitos trabalhadores ainda não sentiram na pele as mudanças, por causa dos patrões, que preferem fazem mais lentamente. Em alguns setores do comércio isto já é latente. Vale lembra que o discurso era pela geração de empregos, mas, o que se viu até agora, foi o aumento do desemprego e da informalidade.

A PEC da Previdência, se aprovada na sua integralidade, mantém praticamente intactos, todas as regalias dos poderes judiciário e legislativo, além dos militares. Quem paga a conta são trabalhadores, com a perda do regime solidário, com as contribuições tripartite de patrões, governo e empregados, implementando a capitalização individual, onde só o trabalhador contribui para sua previdência. Esta conta não fecha e no final é o trabalhador sem aposentadoria digna, e os banqueiros acumulando bilhões a mais de lucro.

Agora o Bolsonaro ataca as entidades sindicais, de onde vem a organização da resistência de sua maldades com a classe trabalhadora. A MP que ele decretou, é para acabar com as entidades sindicais e não estou falando das contribuições que são aprovadas nas assembleias e sim das mensalidades que o trabalhador contribui espontaneamente para sua entidade de classe, através de autorização por escrito. É isto que a imprensa pouco divulgou e que ele quer realmente atacar com a MP 873.

Assim ele acredita que poderá tirar todo poder de resistência da classe trabalhadora a esta nefasta Reforma da Previdência, que seu governo quer aprovar para agradar os banqueiros e o mercado. Que na verdade fazer política com sangue dos trabalhadores.

Mas ele não sabe que o poder de enorme parcela dos sindicatos vai além do dinheiro, tem uma organização nacional e isto seu governo, que só veio para fazer maldade contra seus adversários, não enxerga. Sempre digo: "Ele só enxerga a árvore, sem olhar para a floresta." 

Aos trabalhadores, a mensagem está na imagem acima. Se está ruim com ele, pior sem ele. Não generalize se o seu sindicato não é atuante, pode ter a certeza que os objetivos do governo Bolsonaro, é atacar as entidades que pode organizar a resistência.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

BANCÁRIOS PARAM CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Bancários e outras categorias de todo o país estão decidindo parar no próximo dia 19, Dia nacional de paralisações e manifestações, em todo o Brasil, contra a reforma da previdência que o governo Temer que impor aos trabalhadores brasileiros e para isto usa de todos os artifícios, inclusive mentir nas propagandas do governo a favor da reforma.

No final do dia, no Rio de Janeiro, haverá uma passeata, com concentração na Candelária e caminha pela Av. Rio Branco até a Cinelândia, contra uma reforma que afeta de cara os trabalhadores da iniciativa privado e funcionalismo público que ganham salários mais baixos. As regalias estão todas garantidas de juízes, promotores, procuradores, políticos e todos aqueles que ganham altos salários.

O governo temer que governa para o grande capital em detrimento da população mais pobre, tem gastos milhões em publicidade para convencer a população da necessidade da reforma e que ela será boa para o trabalhador. Mentira!

Especialistas no assunto foram unânimes em afirmar que não existe déficit e que este é um argumento falso usado pelo governo para aprovar uma reforma desumana que só interessa aos grandes grupos econômicos. A previdência é superavitária e o grande problema são os desvios de bilhões para outras finalidades. 

“A reforma fixa idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres, com 15 anos de contribuição. Segundo o Dieese, a expectativa de vida em bairros como o do Irajá, por exemplo, é de 62 anos e 8 meses; no de Costa Barros, 64 anos e 7 meses. Ou seja, o trabalhador vai morrer sem se aposentar”, argumentou. Lembrou outra mudança cruel: a aposentadoria só será pelo teto, caso a pessoa contribua por 49 anos. Já as pensões por morte serão pagas pela metade e não mais no mesmo valor da aposentadoria do cônjuge falecido, sendo que a pensionista, se for aposentada, terá que abrir mão de um dos benefícios, não podendo acumulá-los, como é hoje.

“Com as formas de contratação precárias, como o contrato intermitente por hora ou por dia, ou como pessoa jurídica, como consta das novas regras trabalhistas, vai ser quase impossível se aposentar. Mas estas informações Temer e sua base e escondem”, afirmou a presidenta do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Adriana Nalesso, na assembleia que aprovou a paralisação do dia 19.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

REFORMA DA PREVIDÊNCIA: ESSA CONTA NÃO É DO TRABALHADOR

A cara de pau dos empresários brasileiros nós já conhecemos, mas eles conseguem sempre nos surpreender com suas declarações e atitudes. 
Um anúncio de página inteira assinado pela Firjan – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro - está sendo divulgado nos grandes jornais responsabilizando todos os brasileiros pelo déficit da Previdência.

Esse é mais um dos grandes absurdos que o governo está tentando empurrar para a conta dos trabalhadores. E os empresários, como um dos maiores patrocinadores do golpe, ajudam com prazer.

De acordo com levantamento da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, empresas devem R$ 426,07 bilhões à Previdência Social. O valor corresponde a quase três vezes o déficit alegado pelo governo Temer para justificar a reforma da Previdência. Somente os cinco maiores bancos, Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica devem juntos mais de R$ 1,3 bilhão.

O governo acabou de anunciar que não vai cobrar, mais uma vez, os R$25 bilhões sonegados pelo Itaú relativos à valorização do banco devido à fusão com o Unibanco. Parte desse dinheiro sonegado seria destinado ao pagamento da Previdência Social.

Será que ainda existe alguma dúvida de quem é a culpa do déficit da Previdência? Nós, trabalhadores, não temos somente a convicção, mas temos provas que o governo mente ao afirmar que a Previdência é deficitária. Se dívidas como a dos banqueiros e empresários fossem cobradas e o próprio governo pagasse a sua parte na conta, os trabalhadores não precisariam ser penalizados por um governo que tem como meta tirar todos os direitos adquiridos e nos transformar em máquinas operando com sua capacidade máxima.

Medidas como taxação de grandes fortunas, venda de imóveis da Previdência, que estão sem uso, melhoria da fiscalização e cobrança dos devedores já deixariam a Previdência com superávit, e, quem sabe, poderiam até pagar as aposentadorias milionárias do Temer (R$68.985), Sarney (R$109.892), Fernando Henrique Cardoso (R$67.450) e tantos outros que apoiaram o golpe e querem que o trabalhador pague pelas suas mordomias.

Charge: Mariano

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

GOVERNO TEMER MENTE SOBRE REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Quem vê a propaganda do governo Temer a respeito da "reforma" da Previdência vai se deparar com a informação de que os trabalhadores rurais não serão afetados pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 287). No entanto, trata-se de uma propaganda enganosa, segundo Edjane Rodrigues, secretária de Políticas Sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

"É mentira que os rurais estão fora dessa reforma da Previdência", afirma. "A emenda aglutinativa deixa muito clara a exigência da contribuição previdenciária mensal e individual para agricultores e agricultoras familiares. Esse é um dos principais pontos e, na nossa avaliação, exclui pelo menos 60% da agricultura familiar dos sistemas de proteção previdenciária", pontua Edjane. Hoje, a contribuição previdenciária dos agricultores familiares é feita com base em uma alíquota de 2,3% sobre a venda de sua produção.

Outro ponto destacado pela secretária da Contag se relaciona à elevação da idade de aposentadoria para os assalariados e assalariadas rurais. "A proposta prevê igualar com os urbanos, passando para 65 anos os homens e 62 as mulheres, o que significa um grande aumento de dificuldades de comprovação do tempo de trabalho, algo gerado inclusive pela descontinuidade dos contratos e pela alta informalidade, além da penosidade que essas pessoas enfrentam nas atividades rurais."

A Contag cita dados de 2015 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, segundo a qual 44,2% da população brasileira ocupada começou a trabalhar antes dos 14 anos. No entanto, existe uma grande diferença entre trabalhadores urbanos e rurais em termos de ingresso no trabalho: enquanto 34% das mulheres e 45,3% dos homens que moram em áreas urbanas iniciaram antes dos 14 anos, no campo, os índices chegam a 70,2% da população ocupada feminina e 78,2% da masculina.

Segundo Edjane, a entidade segue realizando um trabalho de mobilização e pressão sobre deputados e senadores. "Estamos dialogando com parlamentares dizendo que quem votar pela reforma da Previdência – e este é um ano eleitoral – está votando contra classe trabalhadora, e vamos dar a resposta à altura", afirma. "Se a gente não mantém uma política como a da Previdência Social, tão importante, que ajuda as pessoas a permanecer no campo, como vamos garantir que os jovens de hoje possam produzir com qualidade os alimentos colocados na mesa dos brasileiros?"

domingo, 24 de dezembro de 2017

REFORMA DA PREVIDÊNCIA COM OS PRIVILÉGIOS MANTIDOS


É véspera de Natal, mas não posso deixar de alertar sobre a manipulação que o governo Temer quer fazer com sua propaganda sobre a Reforma da Previdência, com o apoio da grande mídia golpista. A charge do Mariano ilustra bem a tática de governo que tentar enganar a população sobre a necessidade da Reforma da Previdência, mas os privilégios estão todos mantidos na proposta do governo federal. A crise só quem paga é o trabalhador.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O PATO É VOCÊ! SERÁ QUE ENTENDEU AGORA?


Durante o impeachment da ex-presidenta, Dilma Rousseff, a FIESP (Federação das Industrias dos Estado de São Paulo) usou como peça de marketing, o Pato Amarelo, com o slogan "Não vamos pagar o pato". Usando a luta contra os impostos para inflamar o povo pela derrubada da presidenta.

No período diversos setores da nossa sociedade alertaram o povo o que estava por trás da derrubada do projeto de distribuição de renda que estava em curso no país, mas a grande mídia brasileira, aliada com os grandes empresários, jogando pesado conseguiram destruir a economia e levar o país ao fundo do poço.

Ma o objetivo central era entregar nossas riquezas ao capital privado internacional e nacional, como é o caso da Petrobras e do Pré-Sal, que estão sendo entregues de mão beijada as petrolíferas internacionais. Outro objetivo era destruir tudo o que a classe trabalhadora brasileira conquistou durante décadas de lutas, em pouco tempo escravizaram os trabalhadores e agora trabalham com todo empenho para tirar a aposentadoria.

Enquanto isto, os ricos continuam com suas fortunas sem tributação, os deputados e senadores com suas regalias mantidas. Juízes, Promotores e Procuradores, com seus altos salários mantidos. Na crise só que é atacado e quem perde é o trabalhador. 

Neste período os empresários estão realizando um grande lobby com deputados para aprovar a reforma da previdência. A ganância dos ricos e poderosos não tem limites. Quando votar pense nisto, aquele deputado que votou a favor da reforma da previdência, faça campanha contra, assuma a campanha SE VOTAR, NÃO VAI VOLTAR!

Até quando este povo irá assistir tudo calado? Entendeu agora que o Pato é você!

Fonte: Tijolaço 

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

85% DOS BRASILEIROS SÃO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E DARÃO O TROCO EM 2018

A mais recente rodada da pesquisa CUT-Vox Populi, realizada entre os dias 27 e 31 de outubro, mostra que os parlamentares devem se preocupar e muito com a reeleição em 2018, se decidirem aprovar o fim das aposentadorias, como querem os empresários e os especuladores.

85% dos brasileiros discordam da Reforma da Previdência e 71% acham que não conseguirão se aposentar se a mudança das regras for aprovada.
No Sudeste, onde estão os maiores colégios eleitorais do País – São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro – foram encontrados os maiores percentuais de rejeição à Reforma da Previdência proposta por Michel Temer (PMDB-SP) e apoiada por parlamentares do PSDB, DEM, PP, PSD, PRB e PP.
Nesta região, onde vivem Temer, o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e o senador Aécio Neves (PSDB-MG), entre outros apoiadores da retirada de direitos da classe trabalhadora, 91% dos entrevistados são contra e 78% acham que se a Reforma da Previdência for aprovada, nunca se aposentarão.
O Nordeste vem em segundo lugar, com 85% da população contrária a reforma – 74% acham que não vão se aposentar se a reforma for aprovada. Em seguida, vem o Centro-Oeste/Norte, onde 82% são contra e 69% temem não se aposentar. Por último, vem o Sul, com 70% contra a reforma e 49% que acham que não vão se aposentar.
Para Vagner Freitas, presidente da CUT, Temer – impopular e rejeitado por 96% dos brasileiros – não escuta o clamor do povo.
“Ouve apenas os empresários, como o Nizan Guanaes que o aconselhou a aproveitar a rejeição para fazer as reformas Trabalhista e Previdenciária, mesmo que seja contra o povo” – a primeira foi aprovada pelo Congresso Nacional e já está em vigor desde o último dia 11. Já a Reforma da Previdência, empacou no Congresso Nacional.
“Até agora, o medo das urnas vem falando mais alto”, analisa Vagner.
“Os brasileiros já entenderam que milhões perderão o direito de se aposentar se for aprovado o desmonte da Previdência e já sabem o que têm de fazer em 2018”, conclui Vagner.
A rejeição à mudança das regras da aposentadoria aumenta à medida que a proposta se torna mais conhecida e, além de todas as regiões do país, atinge todas as classes sociais, gêneros e faixas etárias. Mais uma notícia péssima para os parlamentares.
Segundo a pesquisa CUT-Vox, são contra a reforma 89% dos entrevistados que ganham mais de 2 até 5 salários mínimos. Entre os que ganham até 2 SM e mais de 5 SM, o percentual de rejeição foi o mesmo: 82%.
Entre as mulheres a rejeição é de 86% contra 84% entre os homens.
A nova rodada da pesquisa CUT-VOX foi realizada em 118 municípios. Foram entrevistados 2000 brasileiros com mais de 16 anos de idade, residentes em áreas urbanas e rurais, de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior, em todos os segmentos sociais e econômicos. A margem de erro é de 2,2%, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

Fonte: Vox Populi e CUT

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

CENTRAIS SINDICAIS FECHAM UNIDADE

As principais centrais sindicais do país, fecharam unidade em defesa das empresas estatais e contra a Reforma da Previdência.

Na defesa das empresas estatais, as centrais sindicais decidiram estarem juntas no próximo dia 03, no Rio de Janeiro, dia do aniversário da Petrobras. O ato terá a concentração às 11 horas na porta da Eletrobrás, que fica na Av. Presidente Vargas, esquina com Av. Rio Branco, e partirá em caminhada até a sede da Petrobrás em uma manifestação contra a entrega da empresa e de outros patrimônios públicos ao capital privado nacional e internacional.

As centrais também fecharam apoio à campanha contra a votação da Reforma da Previdência e definiram que se o Congresso Nacional colocar a proposta em votação, o Brasil vai cruzar os braços em defesa das aposentadorias e dos direitos da Seguridade Social.

terça-feira, 11 de abril de 2017

APOSENTÔMETRO

A Central Única dos Trabalhadores lançou uma ferramenta que você pode calcular quanto tempo falta para a sua aposentadoria e perceber o tamanho do prejuízo com a Reforma da Previdência, proposta pelo (des) governo Temer.

O projeto tenta aumentar a idade mínima para 65 anos, tanto para homens, como para as mulheres, do campo ou da cidade; e aumenta o tempo de contribuição de 15 anos para 25 anos. São propostas na verdade, tem como único objetivo inviabilizar que ampla parcela dos trabalhadores consigam se aposentar.

A ferramenta chamada APOSENTÔMETRO irá informar ao trabalhador quanto tempo lhe resta para aposentar nas regras atuais e como ficará se a proposta da reforma da Previdência for aprovada pelo Congresso.

Clique aqui e tenha acesso a calculadora feita pela CUT e o DIEESE.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A LUTA CONTRA A RETIRADA DE DIREITOS

BancáRios em Copacabana, protestando contra a Reforma da Previdência

Começou 2017 e o Sindicato, junto com sua categoria, nas ruas contra os ataques dos direitos dos trabalhadores. O (des)governo Michel Temer tenta de todas as formas atender os desejos dos ricos e poderosos deste país, que apoiaram o golpe e agora cobram a conta.

Agora pe o momento da resistência e será preciso que a categoria bancária e todos os trabalhadores estejam atentos e juntos com os seus sindicatos para lutarem contra a injustiça social e a retora de direitos da classe trabalhadora.

Foto: Nando Neves

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

PROTESTO EM COPACABANA CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA


Céu azul, aberto, muito sol e calor, do jeito que o carioca gosta. Este foi o cenário em Copacabana durante o protesto de trabalhadores contra a reforma da Previdência e os ataques aos direitos dos trabalhadores impostos pelo governo Michel Temer, no último domingo, dia 3.

 O calor não inibiu a disposição dos militantes. A manifestação foi agitada pelo ritmo do Bloco Discípulos de Oswaldo, forma por funcionários da Fundação Oswaldo Cruz. Os manifestantes percorreram a orla, do Hotel Copacabana Palace ao Posto seis e protestaram também contra o projeto de privatização da Cedae proposto pelo governo Luiz Fernando pezão, também do PMDB. Antes da passeata houve homenagens à ex-primeira-dama do Brasil e mulher do ex-presidente Lula, Marisa Letícia, que faleceu aos 66 anos na última sexta-feira (3), em São Paulo, vítima de um quadro irreversível de AVC hemorrágico.


O deputado federal Wadih Damous e o deputado estadual Gilberto Palmares, ambos do PT, e o ex-deputado Vivaldo Barbosa participaram do ato público.



Os bancários participaram da atividade. A presidenta do Sindicato Adriana Nalesso destacou que somente a pressão popular nas ruas será capaz de barrar as reformas e projetos dos governos Temer e Pezão contra os trabalhadores e acusou o governo de querer levar os brasileiros a trabalhem até a morte.



O ato público foi organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), sindicatos e várias entidades dos movimentos sociais.

Foto: Nando Neves

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

AS MALDADES DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Na segunda-feira (30/01) foi realizado na sede da ABI, no centro da cidade do Rio de Janeiro, um debate sobre o que representa para os trabalhadores a Reforma da Previdência, proposta pelo governo Temer. Na mesa do debate estavam: Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência Social e a economista e professora da UFRJ, Denise Lobato.

O debate deixou claro que o problema da Previdência Social não é a questão do tão propagado déficit, que não é verdade e que a reforma proposta vai atingir em cheio os brasileiros mais pobres e socialmente vulneráveis.

Gabas defende que, antes de discutir se a previdência é deficitária ou superavitária, precede uma discussão conceitual. “A reforma que o governo Temer mandou não tem relação com a sustentabilidade. Ela se aproveita de uma discussão — necessária e que nós já vínhamos fazendo – para mandar um conjunto de medidas que destroem a previdência social. Esta reforma acaba com a proteção ao trabalhador rural, às mulheres, aos professores, às pensões, às aposentadorias especiais e à própria aposentadoria em si. Foram décadas de muito trabalho para se construir o sistema que foi consolidado pela Constituição de 1988 num conjunto de políticas de proteção social”.

Funcionário de carreira do INSS e profundo conhecedor do tema, Gabas foi enfático em afirmar, sobre o tão anunciado déficit da previdência, que há um equivoco deliberado na apresentação dos números. As fontes de financiamento da Seguridade Social são muitas e existem para garantir a sustentação do modelo. “Um dos melhores sistemas de proteção social do mundo é o brasileiro. Temos uma ampla cobertura para uma população muito grande. Não se pode comparar o sistema do Brasil com o de um país como a Dinamarca, que é muito menor em extensão e em população”, defende. O ex-ministro afirmou, ainda, que o país tem uma dívida com negros e mulheres e que é preciso oferecer proteção principalmente aos mais pobres. Para Gabas, a proposta de reforma apresentada pelo governo do golpista Temer “atinge de forma frontal e cruel todos os segmentos da sociedade”.

Quanto ao equilíbrio das contas, Gabas afirmou que, nos anos em que a economia apresentou crescimento, as despesas ficaram estáveis e a receita aumentou. “As despesas não tiveram um descontrole, uma explosão. O déficit se dá pela queda de arrecadação, que é fundamentalmente baseada nas folhas de pagamento das empresas, nos salários. Foi com a crise e a recessão que a arrecadação diminuiu”, esclareceu. Para nós, o remédio não é a retirada de direitos, mas o crescimento econômico”, defende


As mudanças fazem parte de um projeto político privatista que favorece os empresários, sobretudo os do sistema financeiro. “Há uma orientação velada para que as pessoas migrem para a previdência complementar aberta, privada. Isso é um pagamento para aqueles que fizeram o golpe. Dinheiro de volta para quem financiou o golpe”, destacou Gabas.

A professora Denise mostrou os números e os detalhes mais perversos da reforma. Ela apontou que a proposta é tão dura que até os organismos internacionais que, tradicionalmente, defendem medidas austeras se mostraram contrários ao modelo proposto. “A reforma proposta aqui é mais radical que as que estão sendo discutidas na Europa, e os nossos indicadores sociais são muito piores. É a que tem idade para aposentadoria maior, mas nossa expectativa de vida é, em média, de oito anos a menos”, aponta.

Para Denise, o impacto da reforma sobre os segmentos mais pobres será não só amplo, como dramático. “Esta reforma vai fazer controle populacional. Se for aprovada, será um genocídio”, alertou a economista.

A perversidade não está somente nas novas regras, mas nos motivos. “Por um lado, se diz que é necessário fazer reforma na previdência porque a despesa aumentou. Por outro, se faz renúncia fiscal, reduzindo a arrecadação. A DRU – Desvinculação das Receitas da União – prevê que 20% das receitas de seguridade social podem ser usadas em outras despesas”, criticou a professora.

Para Denise Gentil, a previdência, em si, não tem problemas. “O que causa crise na previdência é a política macroeconômica do governo. O que provoca os desajustes fiscais são os juros, defende a economista. E aponta como o governo está operando para empurrar o país para o aumento da concentração de renda, também citada pelo ex-ministro Gabas. “O que está sendo feito é promover recessão para provocar desemprego e diminuir os salários. É preciso que o governo faça política monetária para equilibrar a economia”.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

MANIFESTAÇÃO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA EM COPACABANA


Será neste domingo (05), em Copacabana, será a vez dos trabalhadores protestarem contra a Reforma da Previdência, que retira direitos da classe trabalhadora e pune a parte mais pobre da população. A manifestação será com o jeito carioca de ser, terá a presença de diversos blocos de rua do Rio. 

No Rio, a manifestação vai acontecer a partir das 10 horas, é o momento para pressionar o governo Temer e o Congresso Nacional. Portanto é fundamental que todos saiam das Redes Sociais e venham para as ruas neste domingo, em todo o Brasil. 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

AS VERDADES SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA DO GOVERNO TEMER

Para tentar conquistar o apoio da população à reforma da Previdência, o governo Temer investiu em propaganda massiva via redes sociais. As páginas oficiais governamentais publicaram nas últimas semanas uma série de vídeos defendendo as mudanças, muitos deles usados como propaganda nos meios de comunicação. Mas alguns pontos precisam ser mais bem esclarecidos, para que os trabalhadores não sejam enganados.

Um deles, intitulado Entenda a Reforma da Previdência, foi publicado na página do Palácio do Planalto no Facebook em 6 de dezembro de 2016 – mesmo dia em que o governo encaminhou a proposta ao Congresso. Nele, o secretário de Previdência Social, Marcelo Caetano, aparece "explicando" a medida. Veja, ponto a ponto, o que se esconde nas entrelinhas dessa propaganda:

'Idade mínima para se aposentar passa para 65 anos'

VERDADE CRUEL – Idade mínima para se aposentar passa a ser 65 anos para todos, em vez dos atuais 55 para mulheres ou 60, para homens. No caso dos trabalhadores rurais vale a mesma regra, ou seja, idade mínima de 65 anos para a aposentadoria, apesar de, via de regra, ingressarem mais cedo no mercado e da rotina mais penosa de trabalho.


'Tempo mínimo de contribuição será de 25 anos'

VAMOS DETALHAR – De fato, o tempo mínimo será de 25 anos. Entretanto, para ter direito a receber o valor integral do benefício de aposentadoria (ou seja, média salarial durante tempo de contribuição), são necessários 49 anos de contribuição ininterruptos. Isso porque o benefício passa a ser calculado levando-se em conta a parcela de 51% das maiores contribuições com 1% adicionais a cada ano de contribuição. Ou seja, para atingir os 100%, o trabalhador precisa ficar 49 anos na ativa, sem interromper o pagamento ao INSS. Caso não consiga cumprir todos estes requisitos, o trabalhador tem direito ao equivalente a 76% da média salarial, acrescido de 1 ponto porcentual por ano de contribuição além dos 25 exigido


'Homens a partir de 50 anos e mulheres com 45 ou mais terão regra de transição'

VAMOS DETALHAR – O trabalhador ou a trabalhadora que estiver na faixa etária citada terá de pagar um "pedágio", que equivale a 50% do tempo que seria necessário para se aposentar pelas regras atuais. Ou seja, se você precisa contribuir por mais quatro anos pela regra atual para se aposentar, vai precisar ficar na ativa por mais seis anos caso a reforma seja aprovada (4 + 50%).


'O objetivo da reforma é dar sustentabilidade à previdência no longo prazo, poder garantir o pagamento das aposentadorias e pensões das pessoas lá pra frente'

NÃO É BEM ASSIM – O principal argumento do governo para aprovar a proposta é o chamado "rombo da previdência". Entretanto, a maior parte deste déficit alegado pelos defensores da reforma tem causas não relacionadas à previdência propriamente dita, como benefícios concedidos a empresas e a Desvinculação de Receitas da União. Dessa forma, o aumento no tempo de contribuição pelo trabalhador não garantiria, por si só, o equilíbrio dessas contas tal como apresentadas pelo governo.


'Reforma valerá também para políticos e servidores'

NÃO É BEM ASSIM – Os militares foram excluídos da reforma, apesar de serem os responsáveis por metade do dito "déficit". Eles continuariam nas regras atuais: a categoria pode se aposentar com 30 anos de serviço recebendo salário integral. Enquanto que os civis, como já detalhamos, precisariam contribuir ininterruptamente por 49 anos para ter direito à aposentadoria integral.


'A gente gasta com pensão por morte muito mais que países mais velhos e mais ricos que a gente em termos proporcionais'

NÃO É BEM ASSIM – O Japão é o país com a maior expectativa de vida do planeta: 83,7 anos, segundo a Organização Mundial da Saúde. Mesmo assim, em novembro passado, o parlamento do país aprovou uma reforma na lei da previdência social que reduz o tempo mínimo de contribuição para aposentadoria, de 25 anos para 10 anos.


Hoje, o Brasil tem 20,2 milhões de trabalhadores com 65 anos de idade ou mais. Destes, somente 13,4% compõem a força de trabalho, estando os demais estão fora do sistema. Esta característica demográfica brasileira evidencia a dificuldade que a população idosa terá para se manter na ativa e contribuindo para poder se aposentar.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

GOVERNO QUER QUE VOCÊ DESISTA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL


O atual governo federal quer que você desista de ter a Previdência Social e existe uma forma bastante ardilosa de fazer uma pessoa desistir de algo: Torne esta coisa inalcançável. A pessoa tenta, se esforça e chega num certo momento, com tantas dificuldades, que ela desiste porque percebe que não vai conseguir.

Esta é estratégia e a conclusão que atual governo usa quando apresenta uma proposta onde a maioria dos trabalhadores irão morrer antes de se aposentar. Na maior cara de pau, apresentam estudos que a Previdência Social não é rentável, quando não é verdade. A Previdência tem lucro, é superavitária e só apresenta números negativos porque o próprio governo não repassa a sua parte, e ainda "patrocina" as isenções fiscais que prejudicam e tiram a Previdência a possibilidade de aumentar sua arrecadação.

Se o projeto de reforma previdenciária for aprovada, aposentar-se pelo INSS vai ser tão difícil e provavelmente desvantajoso financeiramente e, assim os trabalhadores vão migrar para a previdência privada, mesmo tendo objetivos completamente diferentes.

Na verdade, o governo Michel Temer quer dá uma "ajudinha" aos bancos para aumentar suas já monstruosas lucratividades. É o pagamento do golpe aos banqueiros. FIESP, banqueiros, políticos, judiciário, EUA, Mídia e diversos outros setores estão recebendo os seus pagamentos pelo apoio ao golpe e quem vem perdendo com seus direitos trabalhistas e previdenciários, são os trabalhadores e os aposentados.

E toma de bater panela!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

2017 É LUTAR OU VIRAR ESCRAVO ATÉ MORRER

O Ano de 2016 vem acabando e o trabalhador brasileiro nada tem a comemorar, ao contrário, tem muito para esquecer. Quase todos os direitos que a classe trabalhadora conquistou nos últimos anos, estão sendo atacadas e retirados pelos golpistas, que implementaram uma agenda que nunca seria aprovada num processo democrático, passando pelo crivo do povo brasileiro.

O pacote de maldades do governo Temer deixou um gosto amargo em 2016 e pode piorar em 2017 com a Reforma da Previdência, que vai transformar a classe trabalhadora brasileira em escravos de seus patrões, enquanto os privilegiados irão manter suas regalias, como parlamentares, juízes, promotores, procuradores e militares.  

Esta reforma praticamente extingue a aposentadoria no teto e faz o brasileiro trabalhar até morrer, além de desvincular os reajustes de benefícios do aumento do salário mínimo arrochando ainda mais as aposentadorias de quem trabalhou a vida inteira. Isto sem falar nos direitos trabalhistas que constam na CLT.

Para impedir este pacote safado só existe uma saída, o povo brasileiro acordar e ir para as ruas exigir respeito ao seus direitos como seres humanos. Se metade disto estivesse acontecendo em alguns outros países latinos, a coisa estaria bem mais agitada. 

Não resta outra alternativa, é às ruas ou trabalhar até morrer para engordar ainda mais as fortunas de uma elite egoísta e preconceituosa.

Apesar de tudo, aposto num 2017 melhor e mais feliz para todos nós.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

1 MILHÃO NAS RUAS CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA


Não podemos confiar neste Congresso corrupto e entreguista, para debater os assuntos de interesses da classe trabalhadora brasileira e nem neste governo golpista que entrega nossas riquezas e nossos direitos.


Neste momento, em que o atual governo manda a Câmara dos Deputados uma Reforma da Previdência, que torna a grande maioria dos trabalhadores em escravos e que não conseguirão se aposentar por que vão morrer antes, já que a expectativa de vida do brasileiro é de 75 anos.

Agora não tem jeito, os trabalhadores terão que tomar as ruas e esta é a única alternativa. Faço um chamamento as frentes (Frente Popular,Brasil e Povo Sem Medo), aos sindicatos, centrais sindicais, aos partidos progressistas que façam uma convocação de "1 MILHÃO NAS RUAS CONTRA REFORMA DA PREVIDÊNCIA". 

As manifestações terão que ser chamadas para um domingo, em todas as capitas e cidades do interior. No Rio de Janeiro, vamos ocupar a orla de Copacabana, em São Paulo, a Av. Paulista, em Brasília, o gramado do Congresso Nacional. Vamos tomar as ruas do Brasil e isto é possível.


Isto precisa ser urgente e justo agora onde o governo chega a mentir em comerciais de TV para tentar ludibriar a opinião pública. A Previdência não é deficitária, estudos demonstram isto. O Brasil precisa fazer uma auditoria na previdência e tornar transparente todas as contas para a sociedade. Os governos (federal e estaduais) com suas políticas de isenções dão um prejuízo de bilhões, só com isto a Previdência seria superavitária.

Todos contra a Reforma da Previdência que inaugura uma nova fase de escravidão no Brasil e para ficar bem claro, esta será a pauta única da manifestação que dará um grande grito, NÃO A REFORMA DA PREVIDÊNCIA!

sábado, 12 de novembro de 2016

TRABALHADORES FORAM AS RUAS CONTRA A RETIRADA DE DIREITOS

Nos últimos meses, com o golpe contra a democracia brasileira concretizado, os golpistas começam a concretizar o grande objetivo de toda esta movimentação política, entregar as nossas riquezas e retirar os direitos da classe trabalhadora.

Mas os trabalhadores começam a ser movimentar e a resistir aos ataques. A CUT e as demais centrais sindicais realizaram, ontem (sexta, 11), o Dia Nacional de Greve e Manifestações, em todo o Brasil, paralisando estradas, transporte, bancos, universidades e não faltam motivos para união e a mobilização dos trabalhadores.

Os golpistas querem atacar diversos direitos. Confira alguns:

PEC 241: O Projeto de Emenda Constitucional 241, foi apelidada de "PEC do Fim do Mundo" que prevê o congelamento em investimentos públicos para os próximos 20 anos. Os setores mais afetados serão a Educação e a Saúde, já que os repasses a esses setores serão reajustados apenas pela a inflação do período. Somado a entrega do Pré-Sal, que também tinha verbas destinada a Educação e a Saúde, os prejuízos ao futuro de futuras gerações, principalmente de quem depende dos serviços públicos, é enorme.

Pré-Sal: A PL 4567-2016, altera o papel da Petrobrás na exploração do Pré-Sal, retirando a estatal de operadora única e também perdendo o direito ao mínimo de 30% da produção, conforme previa Lei aprovada durante o governo Lula. A PL deverá fazer grandes estragos em toda cadeia produtiva do petróleo, além de prejudicar o desenvolvimento tecnológico e ainda fazer o Brasil um mero exportador de matéria-prima. Para ganhar o petróleo brasileiro, os EUA não precisou disparar nenhum tiro, bastou fazer uma grande alianças com deputados e senadores entreguistas. É um crime de lesa pátria e rasga o nosso passaporte ao primeiro mundo.

Reforma da Previdência: A reforma proposta pelos golpistas deve aumentar a idade mínima de aposentadoria para 65 anos e igualar entre homens e mulheres e entre os trabalhadores do campo e da cidade. Além disto, a reforma do governo Michel Temer também prevê a vinculação dos benefícios da previdência aos reajustes de salários mínimos. A reforma ataca os direitos previdenciários dos trabalhadores da iniciativa privada e do funcionalismo público, mas não altera as diferenciações do judiciário, militares e, principalmente, dos próprios parlamentares e políticos.

Terceirização: O PL 4330, que já foi aprovado na Câmara dos Deputados e tramita no Senado Federal, como PLC 30, prevê a terceirização da atividade-fim nas empresas. Aprovando o PL, o Senado vai precarizar as relações de trabalho e pode significar a extinção da CLT. É só olhar como os trabalhadores terceirizados são tratados pelas suas empresas, muitas delas somem do mercado e deixam seus empregados a "ver navios", sem nenhum direito trabalhista. Exemplo claro o que este processo pode acarretar, os bancos poderão terceirizar os seus caixas e as empresas de ônibus poderão trabalhar sem nenhum motorista contratado. A quem vai servir este projeto? 

Luta contra a Corrupção: Desde que assumiu o governo, o golpista Michel Temer, fez diversos discursos contra a corrupção, mas na prática ele lidera o grupo de políticos mais corruptos do país, só no seu governo, três ministros foram afastados por suspeita de envolvimento em corrupção: Romero Jucá, Fabiano Silveira e Henrique Alves. Todas as medidas contra a corrupção estão sendo desconstruídas pelo seu governo ou pela sua base de sustentação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Exemplo claro, foi a sua atitude de retirar o regime de urgência da tramitação do pacote de medidas anti-corrupção, que foi elaborado pelo governo de Dilma Rousseff e enviado ao Congresso.

Motivos não faltam para você se organizar e participar desta luta. O dia 11 de novembro, foi apenas o início de um longo processo de mobilização contra os ataques aos direitos dos trabalhadores e a soberania brasileira.