segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

CERCA DE 1.000 BANCÁRIOS ESCOLHEM COMISSÃO ELEITORAL



Cerca de 1.000 bancários (as) sindicalizados (as) elegeram no dia 14 de janeiro a Comissão Eleitoral que irá dirigir, conjuntamente com a direção da entidade, as eleições para a renovação da diretoria do Sindicato dos Bancários do município do Rio de Janeiro. A votação foi consagradora, apenas 14 presentes se abstiveram, todos os demais aprovaram os 5 membros da Comissão. São eles: Fernanda Carísio, Rui Roosevelt, Neufrido Pires, Sérgio Rayol e Alonso Rodrigues.
A Comissão já se reuniu e definiu o calendário de todo o processo eleitoral. Mas para que a festa da democracia seja completa é fundamental a participação de todos. Viva a democracia! Fonte: (bancariosrio.org.br)

TROPAS DE ISRAEL SAEM DE GAZA

Israel retira suas tropas de Gaza, de onde nunca deveriam ter entrado! Agora quem vai responder por todos os crimes de guerra cometido pelo o exército de Israel? Que matou milhares de Palestinos, bombardeando escolas e tirando a vida de crianças inocentes? A retirada é apenas para "agradar" o seu principal aliado, os EUA que empossa o seu novo presidente.

FOGÃO VENCE A PRIMEIRA EM 2009

O Botafogo bateu o Leme, da Terceira Divisão, por 2 a 0, no jogo-treino que aconteceu na manhã deste domingo, no Caio Martins. O técnico Ney Franco mudou quase a equipe inteira durante o jogo. Mas o destaque do amistoso foram dois atacantes. Reinaldo marcou de pênalti e Victor Simões chutou uma bomba para fazer o segundo.
O Botafogo entrou com a seguinte equipe titular: Renan, Emerson, Leandro Guerreiro e Teco; Alessandro, Fahel, Léo Silva, Maicosuel e Eduardo, Lucas Silva e Reinaldo. O Alvinegro ainda enfrentará o Olaria, no Engenhão, antes de estrear no Campeonato Carioca, contra o Boavista, em Saquarema. Fonte: (uol.com.br)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

CRISE, QUE CRISE?

Crise, que crise? O Paulinho da Força Sindical deveria ler isto. VOLKS FAZ HORA EXTRA E CONTRATA TRABALHADORES TEMPORÁRIOS (manchete do caderno de economia do Jornal da Tarde de São Paulo no dia de hoje).
Os dados preliminares indicam que a vendas de veículos cresceram em janeiro. isto mostra que a CUT tem toda razão em não participar desta tentativa dos patrões de retirar direitos trabalhistas com a desculpa da crise.
Além disto, a Volks de São Bernardo, resolveu convocar 5,6 mil empregados da produção para realizarem hora extra neste sábado. Venda de automóveis novos aumentaram 9% em relação ao mesmo período de dezembro de 2008. (fonte: jt.com.br)

ELEITA A NOVA COMISSÃO DOS PERDIDOS ÁS QUINTAS


O Grupo Perdidos às Quintas elegeu na última quinta-feira, dia 15 de janeiro, a nova Comissão. São eles os eleitos: Vinícius. Mário, Leonardo, Sérgio Cruz e Zé Elízio. Para quem ainda não conhece, o Grupo Perdidos às Quintas é um grupo de futebol que joga nos campos do Aterro, mais precisamente no Campo 04 do Gaúcho, todas às quintas-feiras de 19 às 21 horas, depois é churrasco e cerveja. É o grupo mais organizado do Aterro e foi fundado em 11 de novembro de 1999, portanto tem 9 anos de existência. Passe lá em qualquer quinta-feira e conheça o Grupo e suas "figuras". Este ano o Grupo promete muita comemoração com os 10 anos de existência, vamos realizar durante o ano vários churrascos, realizar a 2ª FEIJOADA e uma grande festa no final do ano. É muita comemoração para um ano bastante especial. O Grupo transformou-se em uma verdadeira família. A FAMÍLIA PERDIDOS ÀS QUINTAS!

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

BANCÁRIOS ESCOLHEM COMISSÃO ELEITORAL

Os bancários do município do Rio de Janeiro, vão nesta quarta-feira dia 14, às 18:30 horas, escolher os membros da Comissão Eleitoral que irão dirigir o processo eleitoral, que escolherá a nova direção do Sindicato dos Bancários e Financiários do Município do Rio de Janeiro. Assembléia será na galeria dos Empregados do Comércio, que fica na Av. Rio Branco, 120 / 2 andar, centro / RJ.
“Precisamos garantir uma eleição transparente e democrática, que esteja em sintonia com a tradição democrática deste Sindicato. Para isso, é fundamental a participação de toda a categoria na escolha de uma comissão eleitoral que preserve a ética, o espírito democrático e garanta a participação de todos os companheiros e companheiras no pleito, como ocorreu nos últimos anos, quando conseguimos disponibilizar urnas em todos os locais de trabalho”, afirma o presidente do Sindicato, Vinicius de Assumpção. (fonte: bancáriosrio.org.br)

FLEXIBILIZAÇÃO SÓ SERVE AOS PATRÕES

Abaixo resposta ao Jornal O Globo da entrevista do professor da USP, José Pastore defendendo a flexibilização da Legislação Trabalhista.

"Discordo totalmente da visão que o Profº José Pastore da USP tem em relação a Legislação Trabalhista. Por que sempre em tempos de crise é o trabalhador que tem que pagar a conta? Não vejo em nenhum momento, propostas onde os empresários façam a sua parte, quando a economia cresce e as empresas lucram, não vejo ninguém propondo repartir os lucros com os trabalhadores e a sociedade. Por que não incluir um cláusula de garantia dos empregos nos contratos de empréstimos que os empresários e banqueiros conseguem em empresas públicas? A flexibilização da Legislação Trabalhista é apenas para aumentar os lucros dos empresários e banqueiros. Nunca se gerou tanto empregos no Brasil como nos últimos anos e a Legislação trabalhista é a mesma e não foi impeditiva. O que precisamos é de políticas para incluir a informalidade na formalidade e não transformar todos em informais. Grande sonho dos que só pensam em lucros."

ENTREVISTA AO JORNAL BANCÁRIO


Jornal Bancário: Qual a sua avaliação da campanha salarial de 2008?
Vinicius - Foi uma campanha dura, com a categoria lutando, como sempre, contra a ganância dos banqueiros. Apesar dos altos lucros, os bancos tentaram de todas as maneiras retirar direitos. Nós procuramos avançar nas conquistas, conseguimos um reajuste que chegou a 10% e que poucas categorias conseguiram. Melhoramos a parcela básica da PLR (80% para 90% do salário), subimos o piso de 2 para 2,2 salários. Tivemos problemas na parcela adicional e que estamos negociando banco a banco. A atual regra é injusta e precisa ser melhorada. Realizamos uma grande greve, a maior desde o início dos anos 90 nos bancos privados. Portanto, a avaliação foi positiva. Mas temos ainda muito o que conquistar: melhorar os salários, a redação da PLR, as nossas condições de trabalho e, principalmente, arrancar a garantia no emprego. Mas só vamos garantir melhorias e conquistas com muita luta, mobilização e unidade. Bancário.
Como você avalia a sua gestão à frente da diretoria do Sindicato e quais foram os principais avanços para a categoria e para a entidade?
Vinicius - Realizamos muitas mobilizações em todas as campanhas salariais. Realizamos greves muito fortes. Conseguimos avançar e recuperar várias cláusulas específicas dos bancos públicos, já que esta parcela da categoria tinha uma série de direitos que eram inferiores aos demais bancários. Avançamos na organização e na participação dos bancários junto ao Sindicato. Melhoramos a forma de distribuição da PLR nos bancos públicos e nos privados e conquistamos várias cláusulas específicas nos bancos privados. Além disso, reforçamos a unidade de ação da categoria. O Sindicato do Rio é o que mais reintegra bancários no Brasil. Na parte estrutural da entidade tivemos importantes realizações: melhoramos a saúde financeira da entidade, entregamos uma nova sede moderna e bonita, para melhor atender a categoria, trocamos toda a frota de carros da entidade, compramos uma sprinter, o Sindicato Móvel, que aproximou ainda mais a entidade da categoria. Realizamos uma ampla reforma na sede campestre para o lazer dos bancários.
Bancários - Banqueiros e empresários se aproveitam da crise internacional para retomar o ataque aos direitos trabalhistas e demitir trabalhadores. Qual será a estratégia do Sindicato em 2009 para enfrentar essas ações patronais nos bancos, especialmente a política de demissões?
Vinicius – Vamos reforçar a mobilização e a unidade da categoria em todos os locais de trabalho. Só assim poderemos enfrentar os tubarões do sistema financeiro nacional e internacional. Esta crise não foi fabricada pelos trabalhadores e sim pela ciranda financeira e demonstra claramente a fragilidade do sistema capitalista. Vamos enfrentar um período duro, com a concentração cada vez maior do sistema financeiro, como é o caso da fusão do Itaú com o Unibanco. O trabalhador não pode e não vai pagar pela crise.
Como está a campanha permanente do Sindicato contra a prática de assédio moral?
Vinicius - O assédio moral é uma praga que os banqueiros se utilizam para tentar, através do terrorismo, aumentar a produtividade nas empresas. É um problema que atinge os bancários do setor privado com a ameaça de desemprego e, nos bancos públicos, com descomissionamento e transferência. O assédio moral resultou hoje num exército de lesionados e entre eles uma boa parte com a síndrome do pânico. O Sindicato, através da Secretaria da Sáude da entidade, mantém um campanha permanente nos locais de trabalho, procurando mobilizar e esclarecer os bancários sobre seus direitos. Temos uma cartilha explicando como ocorrem as situações do assédio moral, além de ações também na área jurídica e atuações em parceria com outras entidades para combater essa terrível forma de violência.
Como você avalia a situação dos funcionários do Banco do Brasil e dos empregados da Caixa Econômica e as expectativas para os bancos públicos neste ano?
Vincius - O Banco do Brasil fez 200 anos em 2008 e o que mais faltou ao banco foi a valorização do seu quadro funcional. Hoje a situação é muito ruim, quem é antigo espera o tempo para se aposentar e os mais novos esperam apenas um concurso melhor para também ir embora. Isto é fruto da falta de compreensão da direção do BB de que foram os funcionários que tornaram a instituição o maior banco do Brasil. Na Caixa é ainda pior, com a direção da empresa adotando o terrorismo e práticas usuais dos bancos privados, como a ameaça dos descontos dos dias parados, que visa coagir os bancários em futuras mobilizações. Este “pessoal” esqueceu que a greve é um direito legítimo do trabalhador e muitos que hoje estão na direção da empresa se utilizaram deste direito. Desde 2003 avançamos em várias cláusulas especificas dos bancos públicos, mas ainda temos que avançar em muitos pontos e conquistar a isonomia plena, o fim da lateralidade e a valorização dos bancários. Não tenho a menor dúvida de que este ano a nossa mobilização será ainda mais forte.
Como foi a experiência de se candidatar a vereador nas últimas eleições municipais e qual a sua opinião sobre o resultado do pleito?
Vinicius - Foi muito interessante, estressante e muito difícil. Quando você quer conquistar não apenas o voto, mas também mentes e corações, fazendo uma campanha limpa e na base de propostas, as dificuldades aumentam. Não estávamos representando uma vontade pessoal, como era a maioria das candidaturas, e sim um projeto político e coletivo. Obtivemos mais de 8 mil votos, uma das maiores votações de todo o município. Faltou pouco. O triste foi chegar perto e ver candidaturas ligadas ao crime organizado se elegerem.Os bancários do Rio de janeiro precisam entender que precisamos ter representantes no Parlamento para defender os nossos interesses e da classe trabalhadora. O resultado final foi positivo e vitorioso politicamente. Agora é continuar a travar o debate com a categoria sobre a importância de termos nossa representação parlamentar. Somos o segundo maior Sindicato de Bancários do Brasil e hoje não temos nenhum representante na Câmara dos Vereadores.
Apesar da crise econômica, quais as suas expectativas para a categoria em 2009?
Vinicius - Minhas expectativas são sempre positivas, ainda mais quando se tem uma categoria aguerrida como esta. Em função da crise este vai ser um ano, com certeza, de muita luta e mobilização. Não adianta o bancário se esconder atrás da mesa achando que o banqueiro não vai se lembrar dele. O melhor remédio contra as demissões é atuarmos todos juntos com o Sindicato. Só assim vamos conseguir barrar a ganância e preservar nossos empregos neste cenário crítico.

EMPREGADOS DA CEF RECONQUISTAM PROMOÇÃO POR MERECIMENTO

Desde 1993 que os empregados da Caixa lutam para reconquistar a promoção por merecimento (deltas) que existia desde os anos 70 e foi arrancada de forma unilateral pela política neoliberal iniciada pelo governo Collor e intensificada no governo Fernando Henrique Cardoso. Os ataques aos direitos dos trabalhadores tinham por objetivo a privatização da empresa.
Após dezesseis anos, os empregados do banco conseguiram, à custa de muita pressão e mobilização, retomar a promoção por merecimento. E o que é melhor: o direito é retomado sem nenhum vínculo com as metas e está garantido a todos os funcionários, independentemente do plano de cargos e salários (PCS) que esteja vinculado. “Esta vitória demonstra a importância da luta e da unidade nacional dos empregados junto aos Sindicatos e à Contraf-CUT”, ressalta o diretor do Sindicato Enilson Nascimento.
Na nova tabela, ficam mantidos os chamados interstícios, que correspondem a 2,35% de um nível para outro. (fonte: bancariosrio.org.br)

domingo, 11 de janeiro de 2009

ISRAEL COMETE CRIMES DE GUERRA


Israel comete crimes de guerra, matando mulheres e crianças, socorristas, jornalistas, e utilizando bombas de fósforo branco. Na verdade não existe uma guerra e sim uma carnificina no povo Palestino. O armamento de Isreal contra dos Palestinos são muito desproporcionais é só olhar o números de mortos dos dois lados. Já são 828 Palestinos mortos e 13 Israelenses, os Palestinos são vizinhos de Israel e não conseguem responder os ataques. Ainda temos centenas de crianças mortas que não estão nestes números e milhares de feridos.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas, que adotou na quinta-feira a resolução 1860, pedindo um cessar-fogo imediato em Gaza. O Conselho de Segurança deveria ter adotado uma resolução vinculante sobre um cessar-fogo, em virtude do capítulo VII, e mencionar os crimes de guerra cometidos" por Israel. O Conselho de Segurança não formou até agora uma Comissão para avaliar as denúncias sobre os crimes de guerra de Israel contra o povo Palestino. Com este atitude o Conselho da ONU, diz ao mundo que tem lado nesta guerra.
Com esta guerra Israel só vai conseguir apenas aumentar o ódio na região por muitas gerações.

REVELAÇÃO DO BOTAFOGO VAI PARA A SELEÇÃO SUB-17

Uma das revelações do Botafogo, Luis Guilherme foi convocado para a seleção brasileira sub-17 que disputará a Copa Internacional do México, que acontece de 24 de janeiro a 1º de fevereiro. O time enfrenta na primeira fase o Japão e os clubes locais Chivas, Morelia, Santos Laguna e Toluca. O goleiro é uma das boas revelações da posição que surgiram no Alvinegro nos últimos anos, ao lado de Renan e Milton Raphael.

Luis Guilherme de 16 anos, já realizou testes no Arsenal, da Inglaterra. Além disso, teria despertado interesse de alguns clubes brasileiros, como o Internacional. No entanto, o goleiro é tratado em General Severiano como uma joia. No ano passado ele firmou contrato profissional com o clube até junho de 2011. (Fonte: Globoesporte.com)
Este é a grande preocupação da diretoria alvinegra, perder suas revelações para os empresários - hoje a grande praga do futebol brasileiro. Este foi o grande motivo do Botafogo não mandar um time para a Copa Cidade de SP, pelo segundo ano.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

ATO CONTRA OS ATAQUES DE ISRAEL

Hoje, dia 08 de janeiro de 2009, quinta-feira, será realizado a partir das 15 horas ato contra os ataques de Israel a Palestina na faixa de Gaza, organizado por várias entidades de apoio a luta do povo Palestino; Partidos políticos; a CUT e também o Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro. O ato será na Cinelândia.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

POR QUE NELSON MOTTA ODEIA OS SINDICALISTAS


Nelson Motta é muita coisa na vida: jornalista, compositor, escritor, roteirista, produtor musical e letrista. Sempre esteve bem na e com a mídia, gosta de se cercar de celebridades e parece possuir bom gosto musical. Não me sinto apto a avaliar sua obra e seu trabalho vinculado à Música Popular Brasileira. Mas quando ele entra na seara do movimento sindical, sinto-me à vontade para debater e rebater, respeitando sempre o direito de quem quer que seja de expressar sua opinião sobre qualquer assunto. Em seu artigo "Os bons companheiros", publicado no jornal O Globo no último dia 2 de janeiro, Motta generaliza ao insinuar que todo sindicalista é "esperto" (no sentido mais pejorativo da palavra), "oportunista" e "não possui aptidão" e nem "talento profissional". Quem generaliza comete sempre uma injustiça. Assim como no jornalismo, na literatura, nas artes e na música há talentosos e medíocres, na política e no movimento sindical não é diferente.
Motta foi injusto com os sindicalistas e, em seu exemplo citado, com os bancários. Ele condena ao estigma da mediocridade todo o trabalhador que passa a atuar no movimento sindical. Em sua avaliação insípida, ele acredita que qualquer pessoa que transcende a lógica mercadológica do capitalismo (que propaga o egoísmo, o individualismo e a competição desenfreada) e luta por sua categoria através da solidariedade e da busca do bem-estar coletivo perde ou nunca teve talento.
De fato, atuar no movimento sindical tem um alto preço pessoal e pode custar todo um futuro profissional, mas não por falta de dedicação, interesse ou competência do trabalhador que torna-se sindicalista. Na prática, os patrões nunca perdoam o funcionário que passa a ter consciência de classe e luta coletivamente pelos direitos de sua categoria. Os sindicalistas, quando retornam à empresa, são perseguidos e tratados como se representassem uma ameaça aos interesses econômicos da empresa e, na primeira oportunidade, acabam sendo demitidos. É óbvio que sem a estabilidade, o empregador demitiria no primeiro dia os empregados sindicalistas. Um a um, estes trabalhadores do movimento sindical seriam demitidos e não haveria mais sindicatos. Este é o sonho neoliberal dos capitalistas e, ao que parece, do Nelson Motta. É compreensível. Afinal, Motta sempre precisou do patrocínio dos bancos para seus shows, produções e festas.
Ao contrário do que ele diz, são os banqueiros que parecem odiar os bancários e pouco se importar com a sociedade, o Brasil e o mundo. Afinal, a crise financeira que levou a derrocada o país e o modelo de sociedade idolatrado por Motta, os EUA, é fruto da ganância e da ciranda especulativa promovida por banqueiros e empresários que não têm limites para acumular riqueza, mesmo que o custo social para isso seja a demissão de milhares de trabalhadores, pessoas sem teto e mais miséria e desigualdade no planeta. Até dezembr o do ano passado, pelo menos meio milhão de pessoas perdeu o emprego em função da jogatina capitalista.
Quanto à política em seu sentido clássico, é natural que um sindicalista tenha o direito de se candidatar a um cargo público ou receba um convite para trabalhar num ministério, secretaria ou estatal. O Malan ocupou o Ministério da Fazenda e ao sair do governo ganhou um cargo num grande banco. Henrique Meirelles foi executivo de um banco estrangeiro e hoje é diretor do Banco Central. Não concordo com ambas as indicações políticas para o governo. Mas, da mesma forma poderia acontecer com um jornalista, um pedreiro, um metalúrgico, um trabalhador sindicalista de ser convidado ou eleito para um cargo público. É, antes de tudo, um direito constitucional.
Tamanha aversão e preconceito contra os sindicalistas tem outra explicação: tucano roxo, Nelson Motta (assim como seus colegas do programa Manhattan Conection) não engole a eleição de um operá rio e sindicalista para presidente do Brasil e o fato de Lula ter o reconhecimento internacional e o apoio popular que seu amigo, o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, ambicionou mas não conseguiu conquistar.
Esta inquietação e incômodo com a presença de trabalhadores e sindicalistas no poder lembram uma das justificativas dos militares para o golpe de 1964: a de que o Brasil estaria construindo uma "República Sindical". Ao citar a ditadura militar, não posso deixar de lembrar de tantos companheiros e companheiras do movimento sindical, que, na luta em defesa da democracia, foram presos, torturados, exilados e assassinados. Um desses sindicalistas, o bancário Aloisio Palhano, torturado e assassinado pelo Doi-Codi e cujo corpo jamais foi encontrado, é uma dessas personalidades cuja memória tratamos sempre de resgatar para a nossa categoria. O Sindicato dos Bancários do Rio foi invadido e tomado pelas forças armadas. Passamos vinte anos lutando pela redemocr atização do país, assim como continuamos a lutar por uma sociedade mais justa. Acredito que essas vidas dedicadas à democracia e a causa social têm muito mais relevância do que as que buscam apenas seu sucesso pessoal e adoram tornar-se celebridades da mídia.
Quanto à atuação política de Nelson Motta durante a ditadura militar eu me desculpo por desconhecer completamente. Do período, lembro-me apenas de sua imagem nos anos 70 e 80 como repórter da TV Globo para divulgar agenda cultural e falar de MPB. Os proprietários da emissora receberam benesses da ditadura para apoiar o regime em troca de apoio através do noticiário parcial e governista e de uma agenda cultural alienante.
Além do mais, o jornalista deveria lembrar de seus colegas de categoria que trilharam ou trilham o movimento sindical. Afinal, as férias remuneradas, o décimo terceiro salário, a jornada de trabalho e todos os direitos trabalhistas garantidos em sua carteira de trabalho só foram possíveis graças à mobilização dos trabalhadores junto aos sindicatos, entidades que Nelson Motta parece tanto odiar. Talvez porque ele nunca dependesse de seu salário para sobreviver e sustentar a si e a sua família.
Vinicius Assumpção - Presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

PT CONDENA ATAQUES DE ISRAEL

O Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chamou nesta segunda-feira de "terrorismo de Estado" o ataque de Israel a Gaza e equiparou as ofensivas israelenses a uma "prática típica do exército nazista".

"Os ataques do Exército de Israel contra o território palestino, que já causaram milhares de vítimas e centenas de mortes, além de danos materiais, só podem ser caracterizados como terrorismo de Estado", enfatizou o PT em comunicado, assinado por seu presidente, Ricardo Berzoini e seu secretário de Relações Internacionais, Valter Pomar.


O partido rejeitou qualquer "justificativa" baseada na defesa do governo israelense e ressaltou que a represália contra civis é uma "prática típica do Exército nazista". O PT considerou que os ataques, que "sob o pretexto" de combater ao terrorismo, vão "alimentar o ódio popular" dos inimigos dos Estados Unidos e seus aliados no Oriente Médio "aumentando a tensão mundial".

O PT convoca aos seus militantes a protestarem contra os ataques a Palestina. (fonte: pt.org.br)


Israel usa seu poderio militar contra um povo indefeso. Usa como desculpa que o Hamas quebrou o cessar-fogo lançando foguetes contra o estado de Israel, versão reproduzida por boa parte da imprensa mundial. Na verdade o Hamas apenas respondeu as humilhações que o povo palestino sofre diariamente em gaza do exército israelense. É um absurdo que a ONU e seus países membros não tomem uma medida mais dura para evitar a matança no território Palestino.

CRUZEIRENSE GANHA MEGA-SENA

Mineiro ganhador da Mega-Sena sabe de prêmio por mensagem de celular. O apostador que acertou as seis dezenas do concurso 1036 da Mega-Sena passou nesta segunda-feira em uma agência da Caixa Economica Federal para retirar o prêmio de R$ 44.550.370,27. Aposta foi feita em uma lotérica de São João Del Rei (MG), o sortudo é torcedor do Cruzeiro.

"Eu estava reunido com minha família no momento em que a mensagem chegou. Ficamos todos muito emocionados, pulamos e choramos de felicidade", contou.

Com o dinheiro aplicado na poupança, o novo milionário pode receber por mês, só em rendimentos, cerca de R$ 315 mil. O ganhador afirma que não tem pressa em fazer planos. (fonte: terra.com.br)

Que cruzeirense de sorte!!!