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terça-feira, 23 de abril de 2019

REFORMA DA PREVIDÊNCIA TORNA SONHO DA APOSENTADORIA IMPOSSÍVEL


A Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro - Contraf/CUT, criou um vídeo simples que explica como ficará a situação do trabalhador se a reforma da previdência do governo Bolsonaro passar no Congresso Nacional.

A maioria dos trabalhadores não conseguirá se aposentar com esta proposta. Agora não resta outra alternativa, a não ser lutar para impedir este absurdo com o povo trabalhador.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

VOTAR TAMBÉM É LUTAR POR DIREITOS

A Contraf-CUT representa 108 sindicatos e oito federações de empregados do setor financeiro em todo o Brasil. Boa parte atuando em bancos públicos federais ou regionais. Nossa prioridade é atuar pelo fortalecimento da categoria bancária de forma que possamos manter nossas conquistas e ampliar nossos direitos.
Clique aqui e veja a lista dos deputados que votaram a favor da terceirização e que são candidatos.
Por isso, diante das eleições que se avizinham, nas quais dois projetos tão distintos estão em disputa, manifestamos nossa posição de forma que os trabalhadores escolham, no próximo dia 7, parlamentares e governantes que respeitem a luta empreendida por nossa entidade há mais de uma década e pela Central Única dos Trabalhadores há mais de 30 anos.
Repudiamos candidatos e candidatas que defendem as privatizações e atacam as empresas públicas, ignorando o papel fundamental que têm na construção da riqueza de nosso país, na promoção de justiça social. Privatizar as empresas e os bancos públicos resultará em mais desemprego, na redução do crédito, na elevação da taxa de juros, no comprometimento do desenvolvimento econômico. Um Brasil sem a Caixa Econômica Federal, por exemplo, tornaria inviável o sonho da casa própria, já que 69% do crédito habitacional é financiado por ela. Sem o Banco do Brasil e o Banco do Nordeste, responsáveis por 70% do crédito agrícola, os alimentos seriam tão caros que a fome se alastraria pelo país.
Manifestamos nosso apoio a candidatos e candidatas de partidos que sempre estiveram ao lado da classe trabalhadora, que votaram contra a terceirização e o desmonte trabalhista, e que pautam sua atuação no sentido de promover a criação de empregos com respeito aos direitos – e não as vagas precárias de um trabalho degradante. Candidatos e candidatas que não compactuem com a proposta de reforma da Previdência dos golpistas, voltada unicamente à destruição da aposentadoria pública.
Temos de eleger deputados e deputadas, senadores e senadoras, governadores e governadoras, e um presidente da República que estejam ao lado do povo, e não do sistema financeiro. Que enxerguem na distribuição de renda e na inclusão social o caminho para fomentar o crescimento do nosso país. E que pautem sua atuação pela defesa da democracia, dos direitos da cidadania, do respeito à diversidade e à igualdade de oportunidades para todos e todas.
As eleições são um momento supremo da cidadania e de um Estado democrático. Não abra mão de ir às urnas fazer sua escolha, defender seus direitos e o futuro do nosso país. Não permita que definam, por você, como serão os próximos quatro anos. Exerça seu direito ao voto com amor e sabedoria!
Fonte: Contraf-CUT

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

ACORDO DOS BANCÁRIOS INJETA 10 BILHÕES MA ECONOMIA


Por Gilmar Carneiro*

Em plena recessão, casada com um governo ilegítimo e corrupto, vendo o Brasil ser dominado pelo ódio eleitoral, os sindicatos dos bancários de todo Brasil, liderados pela CONTRAF-CUT, conquistaram o melhor acordo deste ano. 

Alguém pode alegar que os banqueiros podem pagar porque ganham dinheiro demais em função dos juros abusivos e da cobrança de tarifas bancárias criminosas.

Se, por um lado, os bancos ganham muito, por outro lado, os banqueiros foram patrocinados do golpe de Estado, que derrubou o governo Dilma e tem sido o maior patrocinador das reformas contra o povo brasileiro. São adversários gananciosos, violentos e não democráticos. 

Já os sindicatos, dependem basicamente da capacidade de resistência das categorias profissionais, da capacidade de os dirigentes dos sindicatos serem habilitados em negociações, mobilizações e greves, além de terem que enfrentar o aparelho do Estado que geralmente está à serviço dos patrões.

Levantamento da Contraf-CUT comprova que promover emprego com qualidade e renda digna é o que estimula a economia

O acordo salarial conquistado pelos bancários e bancárias no final de agosto, que garantiu à categoria um reajuste salarial de 5% – reposição integral da inflação e aumento real de 1,31% –, terá um impacto positivo de aproximadamente R$ 10 bilhões na economia brasileira até o final deste ano, segundo levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Segundo a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, os ganhos são fundamentais para a retomada do crescimento, por garantir o poder de compra dos trabalhadores, o que, por sua vez, movimenta a economia.

"Quanto mais direito o trabalhador tem, quanto melhor o salário, mais a economia ganha", afirma Juvandia à repórter Michelle Gomes, do Seu Jornal, da TVT.

"Ao contrário do que alguns candidatos estão dizendo que para ter emprego não pode ter direitos e, isso é um absurdo, na verdade, é quando você tem emprego de qualidade com salário direito é que a economia ganha e gera mais empregos ainda", explica a presidenta.

Desde 2004, os bancários têm conquistado ganho real e, com o novo acordo, o aumento acumulado até 2019 será de cerca de 23% nos salários e 44,7% no piso da categoria. 

*Gilmar Carneiro: Foi presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Secretário Geral da CUT, um dos fundadores e dirigentes do PT e formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

BANQUEIROS NÃO APRESENTAM PROPOSTA E LEVAM BANCÁRIOS PARA O CONFRONTO

Os banqueiros, na negociação de ontem - quarta (01) - não apresentaram, conforme tinham prometido, uma proposta de reajuste para a categoria bancária. Ficaram de apresentar a proposta na próxima semana.

Os bancos recusaram assinar o pré-acordo de ultratividade, que garantiria a validade dos direitos até o final das negociações. Parece que os banqueiros estão empurrando a categoria para o confronto e não deixando alternativas para o movimento sindical.

O mais absurdo é que os bancos podem, com facilidade atender todas as reivindicações da categoria bancária. As cinco maiores instituições financeiras do país - Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa - lucraram juntas R$ 77,4 bilhões, com um lucro 33,5% maior que o período anterior. Um absurdo, numa país onde temos milhões de trabalhadores desempregados e morrendo de fome.

"O setor cresceu dessa maneira numa crise da proporção que estamos vivendo no Brasil”, questionou a dirigente. “Isso é resultado do trabalho dos bancários, muitas vezes além do limite para alcançar os resultados perseguidos pelos bancos”, criticou Juvandia Moreira, presidenta da CONTRAF e coordenadora do Comando Nacional do Bancários.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

BANCÁRIOS PROTESTAM EM TODO O PAÍS

Os direitos dos bancários estão em risco. Na primeira rodada de negociação da Campanha Nacional Unificada 2018, realizada em 28 de junho, os representantes da federação dos bancos (Fenaban) não assinaram o pré-acordo de ultratividade que garantiria tudo que está previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) até a assinatura de um novo acordo.
Em anos anteriores, esse pré-acordo, uma formalidade, vinha sendo assinado no início da negociação sem qualquer problema.
Mas, em 2018, há um agravante: a lei trabalhista pós-golpe extinguiu a ultratividade prevista em lei. Assim, sem esse pré-acordo, a partir de 31 de agosto os bancos poderão deixar de pagar vales refeição e alimentação, auxílio-creche, plano de saúde ou contratar com salários abaixo do piso. A data base da categoria é 1º de setembro.
Esse problema já atinge outras categorias. Vigilantes do Rio de Janeiro não assinaram acordo antes do vencimento da data base. Em algumas empresas, quando os trabalhadores foram usar seus vales-refeição, constataram que não tinham recebido nenhum valor.
“Por isso, hoje (11/07), os bancários estão promovendo atos, em todo o país, cobrando dos bancos que assinem o pré-acordo. Estamos dispostos a negociar e esperamos o mesmo dos bancos: que demonstrem disposição para debater com seriedade a pauta dos bancários na rodada agendada para 12 de julho”, afirma Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e uma das coordenadoras do Comando.
#AssinaFenaban 
Fonte: Contraf CUT

sexta-feira, 25 de maio de 2018

BANCOS LUCRAM E DEMITEM

Mesmo com a sequência de lucros, os bancos fechados 2.347 postos de emprego bancário em todo o país, nos quatro primeiros meses de 2018. São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná foram os estados com maiores saldos negativos. Foram, ao todo, 8.933 admissões e 11.280 desligamentos no mês. Somente em março, os bancos fecharam mais de 121 postos de trabalho pelo país.
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) apontam ainda que São Paulo registrou 58,1% das admissões e 65,5% do total de desligamentos, apresentando o maior saldo negativo no emprego bancário no período analisado, com 663 postos fechados no ano. Rio de Janeiro e Paraná foram os estados que mais fecharam postos, depois de São Paulo. Foram fechados, respectivamente, 462 e 323 postos. O Pará apresentou o maior saldo positivo (95 postos).
Para Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT, a pesquisa deixa clara a falta de responsabilidade social dos bancos. “É inadmissível que ao mesmo tempo que os banqueiros lucram cada vez mais, eles cortem postos de trabalho. Toda a população é atingida, pois aumenta o desemprego no país, sobrecarrega os profissionais que continuam empregados nas instituições e prejudicam a qualidade do atendimento aos clientes. Isso, sem comentar as altas taxas de juros executadas no País.”
A situação é mais alarmante se levarmos em conta que, desde janeiro de 2016, apenas em 4 meses os saldos foram positivos (janeiro de 2016, julho e novembro de 2017 e janeiro de 2018).
De acordo com dados dos balanços das instituições financeiras, os cinco maiores bancos que atuam no país (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú e Santander) eliminaram 16,9 mil postos de trabalho somente em 2017. Levando em conta todo o setor bancário, segundo o Caged, o número de vagas extintas no ano passado chegou a 17,5 mil.
Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander – os quatro maiores bancos múltiplos com carteira comercial que atuam no país –, lucraram R$ 17,4 bilhões apenas nos três primeiros meses de 2018.
No período, o Banco do Brasil atingiu lucro líquido ajustado de R$ 3 bilhões, crescimento de 20,3% em relação ao primeiro trimestre de 2017. O Bradesco teve lucro líquido recorrente de R$ 5,1 bilhões, alta de 9,8% em relação ao mesmo período do ano passado. O Itaú obteve lucro líquido recorrente de R$ 6,4 bilhões, crescimento de 3,9% em relação a igual período do ano passado. O Santander alcançou lucro de R$ 2,9 bilhões, alta de 25,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
A Caixa ainda não divulgou seu lucro trimestral, e junto com os outros quatro bancos citados acima, responde por aproximadamente 90% dos empregos do setor bancário.
Os bancos não lucram apenas com o fechamento de postos de trabalho. A alta rotatividade com redução salarial é outra maneira encontrada por esses conglomerados para aumentar os ganhos.
De janeiro a abril, os bancários admitidos recebiam, em média, R$ 4.007, enquanto os desligados tinham remuneração média de R$ 6.607. Ou seja, os admitidos entram ganhando 61% do que os que saem.
A discriminação de gênero é outra realidade nos bancos. Em abril, as bancárias mulheres foram contratadas com média salarial de R$ 3.245, o que equivale a 72% do salário médio dos bancários homens, que no mesmo mês foram admitidos com média salarial de R$ 4.488. As bancárias demitidas recebiam, em média, R$ 5.549, equivalente a 73% do salário médio dos homens desligados que ganhavam R$ 7.579.
Fonte: Contraf-CUT

quinta-feira, 19 de abril de 2018

CONTRAF UM NOVO DESAFIO


Aconteceu, em São Paulo, entre os dias 06 e 08 de abril, o Congresso da Contraf/CUT (Confederação do Ramo Financeiro) que elegeu a nova direção e aprovou o plano de lutas da categoria para o próximo período.

Fui eleito vice-presidente e o companheiro Almir Aguiar, secretário de combate ao racismo da entidade nacional. A companheira Juvândia Moreira, foi eleita presidenta da entidade, antes tinha dirigido os bancários de São Paulo. Veja abaixo a matéria do Jornal BancáRio.


Vinicius Assumpção e Almir Aguiar, ambos sindicalistas bancários do Rio, tomaram posse, neste domingo (15) na nova diretoria da Confederação Nacional de Trabalhadores no Ramos Financeiro (Contraf-CUT). Vinícius Assumpção é vice-presidente e Almir Aguiar, reeleito, continuará atuando na Secretaria de Combate ao Racismo.

Unidade 

Em entrevista ao Jornal Bancário, Vinicius defendeu a união das várias correntes da categoria é um passo importante para construirmos a unidade dos trabalhadores, a começar no setor de serviços, no qual os bancários estão inseridos. “Bancários, vigilantes, funcionários dos Correios, precisamos estar todos unidos numa ação conjunta para fortalecermos a resistência em defesa dos direitos trabalhistas e avançarmos na luta pela democracia”, conclamou. 

Desafios da categoria

“É preciso pensar também o futuro da categoria, revendo as estratégias de organização. Temos de ir além das questões corporativas e debater ações conjuntas com outras categorias”. 

Bancários do Rio na Contraf-CUT

“Assumo a vice-presidência da Contraf-CUT certo de que este cargo não é uma conquista pessoal minha, mas de todos os bancários e bancárias do Rio. A presença de dirigentes sindicais de nossa base na entidade nacional só fortalece a nossa presença na categoria, pois somos o segundo maior sindicato dos bancários de todo o país”, concluiu.

sábado, 7 de abril de 2018

COMEÇA O CONGRESSO DA CONTRAF


Acontece neste final de semana o congresso eleitoral da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro - CONTRAF/CUT, em São Paulo, com mais de 300 participantes de todo o Brasil, onde será eleita a nova direção e será debatido um novo plano de lutas para enfrentar os grandes desafios que a classe trabalhadora terá pela frente.

Os bancários estão com seus direitos e conquistas ameaçados e na próxima campanha salarial precisará de muita unidade e força para barrar os ataques dos banqueiros.  A categoria bancária é a mais organizada no país, com mais de 400 mil trabalhadores e com organização nacional.

sexta-feira, 2 de março de 2018

BANCÁRIOS DO RIO ELEGEM DELEGADOS PARA O CONGRESSO DA CONTRAF

Na última terça-feira, (27/2), os bancários do Rio de Janeiro elegeram os 24 representantes que a base tem direito ao 5º Congresso Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro - CONTRAF-CUT, que acontecerá em São Paulo, nos dias 06, 07 e 08 de abril.

O Congresso da confederação de uma importante categoria nacional, acontece num momento de graves ataques aos direitos dos trabalhadores, que pensam nas formas de resistências. A Contraf, que tem mais de 95% da representação sindical dos bancários de todo o país, é responsável pela organização, luta e negociação da categoria bancária, juntamente com os sindicatos de base.

O Congresso além de debater a política e estratégias para a categoria, vai eleger a nova direção que irá dirigir a confederação no período de 2018 a 2021.

Para a presidenta do Sindicato, Adriana Nalesso, a eleição de representantes em assembleias de base em todo o país é uma forma importante de fortalecer ainda mais a Contraf, sendo fundamental, principalmente num ano em que haverá muitas lutas, seja na campanha salarial, para garantir os direitos contidos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), seja em defesa dos direitos previdenciários e trabalhistas, por uma verdadeira reforma tributária, eficaz e progressiva, incidindo proporcionalmente sobre a renda e a riqueza, e em defesa da democracia.

terça-feira, 25 de julho de 2017

BANCOS FECHAM MAIS DE 10 MIL POSTOS DE EMPREGO

Mesmo lucrando bilhões, os banqueiros ajudam aumentar a crise que o Brasil enfrenta, quando encerram 10.752 postos de trabalho em todo o país, somente no primeiros seis meses de 2017.

Os estados que mais sofrem com a ganância dos banqueiros, são: Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Os bancos Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa, foram os principais responsáveis pelo processo de demissões. São os mesmos que arrecadam milhões com a cobrança de tarifas bancárias aos clientes, sem contar as demais operações financeiras, altamente lucrativas. Com isto os bancos pagam todas as despesas de pessoais e ainda sobra muito dinheiro.

Pesquisa da CONTRAF - Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro, CLIQUE AQUI para ver.

Os bancos vão para a grande mídia passar uma imagem, através dos anúncios mentirosos, que são responsáveis socialmente. Se fossem, não estariam demitindo em plena crise, afinal lucram bilhões com a sociedade brasileira e este seria o mínimo que poderíamos esperar de um setor altamente lucrativo.

Fonte: CONTRAF CUT

segunda-feira, 8 de junho de 2015

30 ANOS DE CONSTRUÇÃO DA UNIDADE NACIONAL DOS BANCÁRIOS


Os bancários estão comemorando 30 anos da sua organização nacional que virou exemplo para todas as outras categorias. Foi um processo longo de construção, que significou aumento da capacidade de negociação, resultou em muitos avanços para a categoria e culminou com criação da Contraf-CUT, em janeiro de 2006.


Foi no dia 6 de junho de 1985, às vésperas da primeira grande greve nacional dos bancários, diante da necessidade de articular a organização da categoria em todo o país, que representantes de sindicatos e oposições de 16 estados fundam em reunião no Rio de Janeiro o Departamento Nacional dos Bancários da CUT (DNB/CUT). É eleita uma comissão provisória integrada por dirigentes dos sindicatos de São Paulo, Rio, Porto Alegre e Londrina.

"Nosso mandato coincide com os 30 anos da criação do Departamento Nacional dos Bancários (DNB-CUT), a origem da construção da organização e da unidade nacional da categoria. Nosso compromisso é dar continuidade a essa fantástica história de lutas e de mobilizações, em defesa dos direitos dos bancários, da classe trabalhadora e de um país mais justo e solidário." afirma Roberto Von Der Osten, presidente da Contraf.

Veja, abaixo, outros momentos importantes na construção organização nacional dos bancários:

1986 - Encontro Nacional de Bancários aprova em São Paulo o estatuto do DNB-CUT e elege nova coordenação, integrada pelos sindicatos de São Paulo, Rio, Porto Alegre, Londrina, Ipatinga, Alagoas e Sergipe.

1987 - Pela primeira vez o DNB, representando a CUT, entrega pauta de reivindicações à Fenaban.

1989 - 1º Congresso do DNB-CUT, realizado em junho, elege a primeira diretoria, encabeçada por Ricardo Berzoini.

1990 - No 2º Congresso, em agosto, começa o debate para transformar o Departamento em Confederação (CNB-CUT).

1991 - O DNB-CUT avança rumo à unidade nacional e pela primeira vez apresenta à Fenaban a Minuta Mínima Unificada, com as reivindicações dos bancários de todos os bancos.

1992 - 3º Congresso transforma o DNB em CNB-CUT e aprova filiação à Fiet, federação internacional de trabalhadores em serviços. Berzoini é (re)eleito presidente.

A CNB-CUT assina a primeira Convenção Nacional dos Bancários com a Fenaban.

1994 - 1º Congresso da CNB/CUT, realizado em junho em São Paulo, elege Sérgio Rosa presidente.
- Bancários conquistam a cesta-alimentação.

1995 - Bancários são a primeira categoria a conquistar a PLR.

1997 - O 2º Congresso da CNB, realizado no Rio de Janeiro, reelege Sérgio Rosa.
- Categoria conquista complementação salarial por doença ou acidente de trabalho, além da verba de requalificação profissional na demissão. Criada a comissão permanente de saúde e a comissão de raça, gênero e orientação sexual.

1998 - Conquista do Programa de Prevenção, Tratamento e Readaptação de LER/Dort.

1999 - A CNB-CUT participa, em março, da criação da Union Network Internacional (UNI), em Congresso Mundial realizado em Sidney, a partir da fusão da Fiet, da CI (Comunication International) e da FGI (Federação Internacional dos Gráficos). Gilmar Carneiro é eleito para o Comitê Executivo Mundial da UNI.

Realizada em julho, no Rio, a 1ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro.

A CNB-CUT é eleita para a direção da Coordenadora das Centrais Sindicais no Cone Sul (CCSCS).

2000 - 3º Congresso da CNB/CUT, realizada em São Paulo, elege Fernanda Carisio presidente.

2002 - Realizada em agosto 1ª Conferência Mundial do Setor de Finanças da UNI, no Rio de Janeiro, seguida da 1ª Conferência da UNI Américas. 

Inclusão na CCT de cláusula sobre Igualdade de Oportunidades.

2003 O 4º Congresso da CNB-CUT elege Vagner Freitas presidente.
- Primeira campanha nacional unificada. Com greve, bancários dos bancos públicos conquistam a mesma PLR dos bancos privados.

2004 - Com greve vitoriosa, bancários conquistam aumento real de salário, o que se repetiria nos dez anos seguintes.
- CNB/CUT assume a presidência da UNI Américas Finanças.

2005 - Assinada a primeira Convenção Nacional dos Bancários com participação do Banco do Brasil e da Caixa Federal.

2006 - Criada a Contraf-CUT, em assembleia realizada em Curitiba em janeiro. Luiz Cláudio Marcolino é eleito presidente.
- Conquista do valor adicional da PLR e implementação do grupo de trabalho para debater assédio moral com a Fenaban.

1º Congresso da Contraf-CUT, realizado em Nazaré Paulista em abril, elege Vagner Freitas presidente.

2007 - Conquista da 13ª cesta-alimentação.
2008 - A Contraf-CUT obtém o reconhecimento legal do Ministério do Trabalho. Conquista do primeiro Censo da Diversidade.

2009 - 2º Congresso da Contraf-CUT, em São Paulo, elege Carlos Cordeiro presidente.
- Conquista da licença-maternidade de 180 dias.
- Mudança no modelo de cálculo e melhorias da 
PLR adicional.
- Inclusão dos parceiros de mesmo sexo nos
planos de saúde.

2010 - Inclusão na CCT de cláusula com mecanismo de combate ao assédio moral.

2011 - Fim de divulgação de rankings individuais de produtividade, ampliação do aviso prévio proporcional, 5 mil novas contratações na Caixa, proibição de transporte de numerário por bancários e avanço na igualdade de oportunidades.

2012 - Conquista do II Censo da Diversidade, do projeto piloto sobre segurança bancária e avanços na saúde e condições de trabalho
- Realizado em Guarulhos o 3º Congresso da Contraf, com reeleição de Carlos Cordeiro.

2013 - Com grande participação dos bancários, mobilização impede votação do PL 4330 da terceirização no CCJ da Câmara dos Deputados. 
- Conquista da proibição de cobrança de metas via SMS, da mesa parar apurar causas dos adoecimentos e do vale-cultura.

2014 - Com mais uma grande greve, bancários conquistam aumento real de salário pelo 11º ano consecutivo, acumulando ganho de 20,7% acima da inflação nos salários e de 42,1% no piso. Também conquistam avanços no combate às metas abusivas e ao assédio moral, na igualdade de oportunidades e na segurança bancária.

2015 - 4º Congresso, em São Paulo, elege Roberto Von Der Osten presidente da Contraf-CUT.

Fonte: Contraf/CUT

sexta-feira, 20 de março de 2015

COMEÇA O CONGRESSO DA CONTRAF/CUT


Começa hoje, sexta-feira (20), o IV Congresso da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, em São Paulo. Este congresso vai debater as políticas para a categoria bancária para os próximos anos e também escolher a nova direção da entidade. O congresso vai até o dia 22 no domingo.

A Contraf/CUT é uma das maiores entidades de trabalhadores do Brasil, representando milhares de em todo o Brasil. Mais de 90% dos Sindicatos de Bancários são filiados a Contraf/CUT, dando a ela uma inquestionável representação política.

Foi criada em 2006, em uma assembléia ocorrida em Curitiba/PR. O grande objetivo da criação da Contraf, é agregar todos os trabalhadores que estão dentro do sistema financeiro, onde muitos deles não tem direitos a Convenção Coletiva Nacional dos Bancários, embora realizem serviços contratados por empresas que fazem parte das holdings controladas por bancos.

Podemos afirmar que temos, aproximadamente, mais de 1 milhão de trabalhadores no Ramo Financeiro e apenas 450 mil são bancários. A Contraf/CUT é orgânica da Central Única dos Trabalhadores e cumpre uma das principais estratégias da CUT que é a ampliação da representação dos trabalhadores.

segunda-feira, 9 de março de 2015

CONGRESSO DA CONTRAF/CUT SERÁ NO FINAL DE MARÇO


O 4 Congresso da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro/CONTRAF/CUT será realizado entre os dias 20 a 22 de março, em São Paulo. O Congresso vai eleger a nova direção da entidade, além de tratar de pontos como a Reforma Estatutária e da linha política e organizativa da entidade para o próximo período.

Assembleias da entidades filiadas para a tirada de delegados devem acontecer até o dia 12 de março e todos os bancários e bancárias estão convocados para debater os rumos da sua confederação. O Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, realiza sua assembléia para eleição de delegados ao congresso, nesta quarta(11), a partir das 18 horas, no auditório da entidade, na Av. Presidente Vargas, 502/21 andar.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

CONTRAF/CUT: 9 ANOS DE EXISTÊNCIA

Foto do 1 Congresso da Contraf/CUT
Hoje, segunda (26), a Confederação dos Trabalhadores no Ramo Financeiro, completa 9 anos de existência, em tão pouco tempo a CONTRAF/CUT, se tornou uma referência nacional em organização e lutas, em todo o Brasil. A Contraf ampliou o espaço de atuação da extinta CNB - Confederação Nacional dos Bancários, assumindo a representação de todos os trabalhadores do ramo financeiro, mesmo que ainda precise consolidar sua representação em alguns setores, mas a Contraf/CUT avançou muito nesse período.

O primeiro presidente foi o Luiz Cláudio Marcolino, funcionário do Itaú e ex-presidente dos bancários de São Paulo. Logo após a presidência ficou a cargo do Vagner Freitas, funcionário do Bradesco e atual Presidente da CUT Nacional. Hoje a entidade é presidida pelo Carlos Cordeiro, Carlão, que é funcionário do Itaú. Ainda este ano, teremos o 4º Congresso da Contraf, onde será debatido as questões estratégicas para a categoria nos próximos anos e também será eleita a nova direção.

Logo da Contraf/CUT

A Contraf/CUT coordena o Comanda Nacional dos Bancários e possui 8 federações estaduais e 115 sindicatos filiados em todo o Brasil, garantindo assim mais de 90% de toda a representação dos trabalhadores do ramo financeiro. Tudo isto foi construído através das lutas dos bancários que sempre foi uma categoria de ponta na organização da classe trabalhadora brasileira.

Veja mais no site da própria Contraf/CUT, clicando Aqui!

Fonte e Foto: Contraf/CUT