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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

ACORDO DOS BANCÁRIOS INJETA 10 BILHÕES MA ECONOMIA


Por Gilmar Carneiro*

Em plena recessão, casada com um governo ilegítimo e corrupto, vendo o Brasil ser dominado pelo ódio eleitoral, os sindicatos dos bancários de todo Brasil, liderados pela CONTRAF-CUT, conquistaram o melhor acordo deste ano. 

Alguém pode alegar que os banqueiros podem pagar porque ganham dinheiro demais em função dos juros abusivos e da cobrança de tarifas bancárias criminosas.

Se, por um lado, os bancos ganham muito, por outro lado, os banqueiros foram patrocinados do golpe de Estado, que derrubou o governo Dilma e tem sido o maior patrocinador das reformas contra o povo brasileiro. São adversários gananciosos, violentos e não democráticos. 

Já os sindicatos, dependem basicamente da capacidade de resistência das categorias profissionais, da capacidade de os dirigentes dos sindicatos serem habilitados em negociações, mobilizações e greves, além de terem que enfrentar o aparelho do Estado que geralmente está à serviço dos patrões.

Levantamento da Contraf-CUT comprova que promover emprego com qualidade e renda digna é o que estimula a economia

O acordo salarial conquistado pelos bancários e bancárias no final de agosto, que garantiu à categoria um reajuste salarial de 5% – reposição integral da inflação e aumento real de 1,31% –, terá um impacto positivo de aproximadamente R$ 10 bilhões na economia brasileira até o final deste ano, segundo levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Segundo a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, os ganhos são fundamentais para a retomada do crescimento, por garantir o poder de compra dos trabalhadores, o que, por sua vez, movimenta a economia.

"Quanto mais direito o trabalhador tem, quanto melhor o salário, mais a economia ganha", afirma Juvandia à repórter Michelle Gomes, do Seu Jornal, da TVT.

"Ao contrário do que alguns candidatos estão dizendo que para ter emprego não pode ter direitos e, isso é um absurdo, na verdade, é quando você tem emprego de qualidade com salário direito é que a economia ganha e gera mais empregos ainda", explica a presidenta.

Desde 2004, os bancários têm conquistado ganho real e, com o novo acordo, o aumento acumulado até 2019 será de cerca de 23% nos salários e 44,7% no piso da categoria. 

*Gilmar Carneiro: Foi presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Secretário Geral da CUT, um dos fundadores e dirigentes do PT e formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

BNDES APRESENTA PROPOSTA QUE SEGUE A FENABAN


A direção do BNDES apresentou a proposta de Acordo  Coletivo de Trabalho, para ser avaliada pelo corpo funcional do banco. A proposta segue o reajuste conseguido por toda a categoria, na mesa única da Fenaban, 5% em todas as verbas salariais e a manutenção de quase todas as cláusulas sociais.

A grande divergência é a cláusula do Vale Transporte, onde o banco arca com 100% do benefício para os seus funcionários, já que anteriormente o prédio da instituição não tinha vagas suficientes para atender a demanda e incentivou o uso do transporte público. Agora o banco quer incluir a cláusula da Fenaban que trata sobre o benefício, no ACT/BNDES. A Lei descreve o limite de 6% do salário e a cláusula da Convenção Coletiva da categoria, fala em 4% sobre o salário base, portanto, mais vantajosa que a Lei.



As demais cláusulas da ACT/BNDES foram todas mantidas e cláusulas polêmicas, como a autorização para o banco realizar processo demissional no caso de desempenho ruim do banco, foram barradas. Vejam abaixo um resumo sobre as cláusulas que entraram em debate na mesa.

LICENÇA POR INAPTIDÃO TEMPORÁRIA AO SERVIÇO

Devido à forte mobilização do corpo funcional no início desta semana, o Banco recuou na sua proposta inicial de alterar a cláusula de “Proteção contra despedida arbitrária ou sem justa causa” e de retirar do ACT a cláusula de “Licença por inaptidão temporária ao serviço” – direitos considerados “pétreos” pelos representantes do corpo funcional na mesa de negociação. As duas cláusulas permanecem inalteradas no ACT 2018-2020.

LICENÇA PATERNIDADE

Mesmo com a discordância da Comissão dos Empregados, a Administração insistiu em retirar do Acordo a cláusula de “Licença paternidade”, argumentando que o benefício está previsto na Lei nº 11.770/2018, que instituiu o Programa Empresa Cidadã, e integra normativo interno (IS SUP/AARH 04/2017-BNDES), nos moldes do que já acontece com a extensão da “Licença maternidade”.

VALE TRANSPORTE

O grande problema na proposta de ACT apresentada pelo Banco, que levou a discussão em mesa à exaustão, é a mudança na cláusula do “Vale transporte”, com a introdução do pagamento, pelo empregado, de 4% do salário-base para o custeio do benefício (como estabelece a Convenção Coletiva de Trabalho da categoria bancária). Hoje o benefício é custeado integralmente pelo empregador. 

A mudança da cláusula impacta negativamente parcela significativa do corpo funcional benedense, fazendo com que a proposta do ACT no BNDES fique inferior financeiramente ao que foi acordado pela categoria bancária na Mesa Fenaban.

A Comissão dos Empregados buscou na mesa compensação para o vale transporte com desconto de 4% na forma de outros benefícios pecuniários, como aumento do auxílio refeição. A Comissão do Banco disse que a proposta econômica está fechada e que não há espaço para avanços. Ou seja, dizer não à proposta do Banco apenas tem significado se este “não” vier acompanhado de um sim à mobilização dos empregados.

A mobilização do funcionalismo foi fundamental. As associações, em conjunto com o sindicato dos BancaRios e a Contraf/CUT, vão debater a proposta com o funcionalismo e em breve convocar assembléia para avaliação.

Fonte: AFBNDES 

  

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

BANCÁRIOS APROVAM PROPOSTA

Praticamente todos os bancários do país aprovaram a proposta apresentada a Fenaban ao Comando Nacional da categoria, em assembleias super representativas.

Sindicatos como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba, Pernambuco, entre outros tiveram assembleias cheias e com muito debate sobre a proposta.

Os bancários garantiram todos os seus direitos, que constam na maior Convenção Coletiva de trabalhadores do Brasil e reajuste de 5%. Os Acordos dos bancos públicos (Banco do Brasil e CEF) também constam todos os direitos.

O acordo foi tão importante que parcela da grande mídia disse que os bancários estariam preparando um contra-reforma a reforma trabalhista aprovada, neste Congresso que só representa os interesses do patronato e das elites. O acordo é maior que diversos pontos da atual legislação trabalhista, que retira direitos da classe trabalhadora.

Hoje ainda teremos assembleias em alguns sindicatos pelo país. Algumas base que não aceitaram o acordo, irão realizar novo debate hoje.

Quer saber mais sobre a proposta, Clique Aqui

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

BANCÁRIOS TEM ASSEMBLÉIA DECISIVA

Hoje em todo o Brasil, os bancários tem assembléias decisivas que vão avaliar a proposta apresentada pela Fenaban, que mantém todos os direitos da categoria e tem um reajuste de 5%, com aumento real de 1,18%.

Quase a totalidade dos sindicatos do Brasil, indicam a aprovação da proposta apresentada, por entenderem que numa conjuntura muito adversa para a classe trabalhadora, ter uma proposta de acordo onde todos os direitos estão assegurados e por dois anos, é uma vitória.

A estratégia do Comando Nacional da categoria foi acertada, quando antecipou o processo negocial, diante da negativa dos bancos de assinarem o pré-acordo, necessário para a manutenção dos direitos durante o processo negocial. Além disto não antecipou o indicativo de greve, para a categoria não ser acusada, num eventual ajuizamento de dissídio coletivo, de quebra do processo negocial.

A estratégia de negociação se mostrou acertada desde o início do processo, quando o Comando Nacional dos Bancários, afirmou em mesa, que não teria acordo com a retirada de direitos e se os banqueiros insistissem nessa proposta, a categoria iria à greve.

Além de preservados todos os direitos da CCT, os acordos específicos da Caixa e do Banco do Brasil também tem todos os seus direitos preservados.

O acordo também garante novas conquistas: Pela nova legislação trabalhista, quem ganha acima de R$ 11.291,60, não teria direito a CCT, mas isto foi garantido na redação da convenção coletiva. O parcelamento do adiantamento de férias, poderá ser pago em até três parcelas, antes era descontado no mês seguinte, deixando o bancários praticamente sem salário. O 3º censo da diversidade, em busca da igualdade de oportunidades. Flexibiliza o tempo de almoço, quando houver hora extra (de 30 minutos e não 1 hora). O bancário demitido não precisará mais requerer o pagamento proporcional da PLR.

No Rio de Janeiro, assembléia será única e na Galeria dos Empregados do Comércio, que fica na Av. Rio Branco, 120-SL, no centro da cidade, a partir das 18 horas. 

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

HOJE TEM NOVA NEGOCIAÇÃO ENTRE A FENABAN E OS BANCÁRIOS

Os bancos e bancários voltam a mesa de negociação, hoje a partir das 10 horas, em São Paulo. Uma rodada decisiva, que pode levar a categoria à greve, se os banqueiros continuarem com a tentativa da retirada de direitos da categoria bancária.

Vou passar maiores informações no meu twitter: @viniciusasbfr. 

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

BANCOS ESTÃO LEVANDO BANCÁRIOS À GREVE


Os bancos estão levando a categoria bancária à greve nacional, quando na mesa de negociações se negam a garantir todos os direitos conquistados pelos bancários, ainda propõem retirar direitos garantidos na Convenção Coletiva.

Na negociação de terça-feira, os bancos apresentaram a proposta de 0,5% de aumento real e ainda propuseram a retirada de algumas conquistas, chegando a beira do absurdo de propor não pagar a PLR para mulheres com licença maternidade. Gostaria de saber de onde eles saíram?

Nova negociação marcada para amanhã - quinta-feira - na parte da manhã. Vejam abaixo o que os banqueiros colocaram na mesa de negociação e que foi recusada pelo Comando Nacional dos Bancários.

• Retirada do salário substituto (cláusula 5ª);
• Fim da PLR integral para bancárias em licença-maternidade e afastados por acidente ou doença (esses trabalhadores receberiam PLR proporcional ao período trabalhado);
• Querem compensar, caso percam na Justiça, as horas extras pagas como gratificação de função conforme a cláusula 11ª da CCT. Esse item não vale para os bancos públicos, que têm Plano de Cargos e Salários (PCS). A proposta foi rejeitada e o Comando quer negociar PCS para todos;
• Alteração da cláusula do vale-transporte, rejeitada porque ficaria pior do que a lei (cláusula 21ª);
• Fim da cláusula que proíbe a divulgação de ranking individual (cláusula 37ª);
• Retirada da cláusula que previa adicional de insalubridade e periculosidade porque está na lei (cláusula 10ª);
• Querem flexibilizar o horário de almoço de 15 minutos para 30 minutos na jornada de seis horas (exceto para teleatendimento e telemarketing);
• Fim do vale-cultura (cláusula 69). Comando quer que permaneça para que o direito esteja garantido caso do governo retome o programa;
• Retirada da cláusula que garantia a homologação de rescisão contratual nos sindicatos;
• Aqui um avanço: garante o parcelamento do adiantamento de férias em três vezes, a pedido do empregado;
• Outro avanço: mantém o direito do hipersuficiente à CCT (quem ganha mais de R$ 11.291,60;
• Mantém o direito ao adiantamento emergencial para quem tem recurso ao INSS por 90 dias. Os bancários querem 120 dias.

Hoje - quarta-feira - os sindicatos de todo o país realizaram manifestações com paralisações nas principais concentrações bancárias. A categoria já decidiu, NENHUM DIREITO A MENOS! Não tem retirada de direitos na CCT e nem nas pautas específicas.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

BANQUEIROS ESTÃO LEVANDO BANCÁRIOS PARA GREVE NACIONAL

Mesa de Negociação, com membros do Comando Naciobnal
Na negociação de hoje entre bancários e banqueiros, nada avançou. Os bancos não apresentaram a proposta que diziam que iriam apresentar na mesa de negociação de hoje e frustaram mais uma vez as expectativas da categoria.

Com tanto lucratividade, qual a dificuldade de atender as reivindicações dos bancários?

Nova negociação foi marcada para o dia 21 de agosto, próxima terça-feira, em São Paulo. 

HOJE TEM NEGOCIAÇÃO ENTRE BANCÁRIOS E BANQUEIROS

Os bancários e banqueiros, voltam a mesa de negociação, nesta sexta-feira (17), para tratar da Convenção Coletiva de Trabalho - CCT, da categoria bancária, que trabalham para um dos setores mais lucrativos do Brasil. Os bancos vem conseguindo lucratividade impressionante, mesmo num país onde milhões de brasileiros estão desempregados e outros passando fome e morando nas marquises das grandes cidades brasileiras.

Os bancários esperam que hoje os banqueiros apresentem uma proposta descente para a categoria, que contenha, aumento real, PLR, garantia de todos os direitos e que a reforma trabalhista não será implementada nos postos de serviços bancários.

“Os bancários deixaram claro, em assembleias realizadas em todo o Brasil no dia 8, que não vão aceitar proposta sem aumento real. Também não admitem nenhum direito a menos e isso se aplica também aos acordos específicos dos bancos públicos”, afirmou Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), uma das coordenadoras do Comando.

Fonte: Contraf CUT

terça-feira, 14 de agosto de 2018

BANCÁRIOS:ASSEMBLÉIAS LOTADAS EXIGEM RESPEITO DOS BANQUEIROS


Na última quarta-feira (08), em todo o Brasil, os bancários lotaram as assembléias exigindo uma proposta digna por parte dos banqueiros. A mobilização foi forte e deu um recado aos bancos: atendem as reivindicações da categoria ou teremos uma forte greve nacional.

Os bancos tem totais condições de atender as reivindicações de seus trabalhadores. A lucratividade é monstruosa, mesmo num país em crise e com milhões de brasileiros passando fome e morando nas marquises das grandes cidades. Os cinco maiores bancos do país, lucraram juntos, somente nos primeiros três meses de 2018, mais de R$ 18 bilhões.

Os bancos e bancários voltam a mesa de negociação, no próximo dia 17 de agosto. A cada dia o prazo fica apertado, pois com a nova legislação trabalhista, a categoria ficará desguarnecida de direitos, a partir do dia 01 de setembro. Antes os bancos e bancários assinavam um pré-acordo garantindo todos os direitos vigentes, até o fim das negociações. Este ano a nova legislação não garante isto, com o fim da ultratividade, e os banqueiros não assinaram o pré-acordo.

Os bancários já deram o seu recado nas assembléias e resta os banqueiros entenderem.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

BANCOS LUCRAM, DEMITEM E NÃO APRESENTAM PROPOSTA DIGNA PARA OS BANCÁRIOS

Apesar da enorme lucratividade do setor financeiro, os bancos apresentaram uma proposta que só cobre a inflação do período, nos salários e nas demais verbas, a categoria bancária, na última terça-feira. Os banqueiros também não garantiram que a nova (?) legislação trabalhista não será aplicada nos bancos, precarizando as relações de trabalho.
O Comando Nacional dos Bancários analisando a proposta, indicou sua rejeição nas assembléias e o fortalecimento das mobilizações, com a inclusão da categoria no Dia do Basta (10/08 - sexta). A posposta foi rejeitada em todas as assembléias realizadas na quarta-feira, com grande indignação da categoria com a proposta. 
Uma nova negociação ficou agendada para o dia 17 de agosto, apenas 13 dias do fim da validade da Convenção Coletiva dos Bancários. Até agora os bancos não assinaram o pré-acordo, que garante a validade da CCT até o fim das negociações.
Os cinco maiores bancos do sistema financeiro, lucraram juntos, R$ 77,4 bilhões em 2017. Os três maiores bancos privados do Brasil, lucraram juntos, R$ 28,9 bilhões, somente no primeiro trimestre de 2018. O Banco Itaú lucrou R$ 13 bilhões; O Bradesco, R$ 10 bilhões; O Santander, R$ 5,9 bilhões.
Como podemos olhar no parágrafo anterior, dinheiro não é problema para atender todos as reivindicações dos bancários. O pior é que nada disto vai de retorno para a sociedade, quem realmente financia o sistema financeiro nacional.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

BANQUEIROS NÃO APRESENTAM PROPOSTA E LEVAM BANCÁRIOS PARA O CONFRONTO

Os banqueiros, na negociação de ontem - quarta (01) - não apresentaram, conforme tinham prometido, uma proposta de reajuste para a categoria bancária. Ficaram de apresentar a proposta na próxima semana.

Os bancos recusaram assinar o pré-acordo de ultratividade, que garantiria a validade dos direitos até o final das negociações. Parece que os banqueiros estão empurrando a categoria para o confronto e não deixando alternativas para o movimento sindical.

O mais absurdo é que os bancos podem, com facilidade atender todas as reivindicações da categoria bancária. As cinco maiores instituições financeiras do país - Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa - lucraram juntas R$ 77,4 bilhões, com um lucro 33,5% maior que o período anterior. Um absurdo, numa país onde temos milhões de trabalhadores desempregados e morrendo de fome.

"O setor cresceu dessa maneira numa crise da proporção que estamos vivendo no Brasil”, questionou a dirigente. “Isso é resultado do trabalho dos bancários, muitas vezes além do limite para alcançar os resultados perseguidos pelos bancos”, criticou Juvandia Moreira, presidenta da CONTRAF e coordenadora do Comando Nacional do Bancários.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

BANCÁRIOS ENTREGAM PAUTA DE REIVINDICAÇÕES AOS BANQUEIROS

Hoje, 13/06, os bancários de todo o país, através do Comando Nacional da Categoria, vão entregar a pauta de reivindicações a FENABAN, em São Paulo. A pauta que foi construída depois de um amplo debate em todo o Brasil, com a realizações de conferências estaduais e regionais, culminando com a conferência nacional, que foi realizada na capital paulista, entre os dias 08 e 10 de julho.

Os bancários estão exigindo a manutenção de todos os direitos, a manutenção integral da convenção coletiva da categoria, aumento real de 5%, emprego e Participação nos Lucros e Resultados, no mesmo modelo dos anos anteriores.

A pesquisa na categoria mostra um alto índice de disposição dos bancários de participar da uma futura paralisação na categoria. Os bancários exigem que a nefasta reforma trabalhista, não seja aplicada nos direitos da categoria, conquistados com muita luta e participação, durante décadas. 

sexta-feira, 8 de junho de 2018

A CAMPANHA NACIONAL DOS BANCÁRIOS


Começa, hoje(08/06), a Conferência Nacional dos Bancários, em São Paulo, onde estarão bancários e bancárias de todo o país e de todos os bancos, públicos e privados, debatendo e definindo as estratégias para a próxima campanha salarial.

A campanha dos bancários começa num cenário muito difícil e adverso para a classe trabalhadora, com ataques aos direitos e conquistas, por parte do governo federal e dos patrões, que aprovaram uma Reforma Trabalhista, no Congresso Nacional, que destrói praticamente tudo o que foi conquistando pelos trabalhadores em décadas de lutas. Um retrocesso!

Os bancários como são uma categoria grande, organizada nacionalmente, diversas outras categorias estão de olhos nesta campanha salarial. Os bancários estão priorizando a manutenção de direitos, aumento real, PLR, emprego e defesa da democracia no país.

Ainda teremos movimentações de categorias fortes e importantes como os Petroleiros e metalúrgicos, que podem se somar a luta dos bancários.

Vou acompanhar tudo pelo twitter: @viniciusasbfr

segunda-feira, 21 de maio de 2018

COMANDO NACIONAL DOS BANCÁRIOS APROVAM MÍDIA DA CAMPANHA 2018


O Comando Nacional da Categoria Bancária aprovou o slogan e a mídia da Campanha Nacional do Bancários 2018.
"A campanha estimulará a união da categoria na defesa dos direitos garantidos na sua Convenção Coletiva de Trabalho, mas também com possibilidade de atingir toda a sociedade, mostrando a importância da organização e participação dos trabalhadores na luta contra os ataques que estão sofrendo”, explicou Gerson Pereira, secretário de Comunicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
A campanha será apresentada a categoria, na Conferência Nacional dos Bancários, que será realizada nos dias 08 a 10 junho, em São Paulo.
Fonte: CONTRAF/CUT

sexta-feira, 18 de maio de 2018

BANCÁRIOS DO RJ E ES REALIZAM CONFERÊNCIA INTERESTADUAL

Os bancários dos Estados do Rio de Janeiro e Espirito Santos, realizam hoje e amanhã (sexta e sábado), na cidade de Três Rios-RJ, a Conferência Interestadual, onde a categoria irá debater propostas para levar para a Conferência Nacional, onde sairão as propostas e estratégias para a Campanha Salarial de 2018.

Os bancários, como um categoria organizada nacionalmente, tem uma importância fundamental no processo de resistência aos ataques aos direitos de todos os trabalhadores brasileiros. 

A categoria vem se preparando para enfrentar um cenário bastante adverso, o que nunca foi obstáculo para impedir a mobilização da categoria. A força da categoria, muitas vezes na história, foi demonstrada e reforçada nos momentos de maior adversidade.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

O PAPEL FUNDAMENTAL DOS BANCÁRIOS

Os bancários, como todos os trabalhadores brasileiros, enfrentam uma conjuntura muito adversa, com seus direitos sendo ameaçados e alguns já "arrancados" pelo donos do poder real, os banqueiros. 

Nestes momentos de incertezas, os bancários como uma categoria nacional e super organizada, além de enfrentarem os bancos, que ditam a política econômica do atual governo, tem um papel fundamental para todos os trabalhadores. Serão eles que vão apontar para outras categorias, o rumo a ser seguido e os parâmetros dos processos de negociações coletivas.

A categoria bancária, que tem a maior e mais completa convenção coletiva do país, tem o seu maior patrimônio ameaçado pela ganância e pela reforma trabalhista aprovada, que prioriza o lucro em detrimento das condições de trabalho e remuneração. A grande luta desta categoria será entender que neste momento, mais do que nunca,o caminho é fortalecer suas entidades sindicais, que estão sendo atacadas e fragilizadas, para que não tenham condições de responder aos ataques aos seus direitos trabalhistas.
A força da mobilização será fundamental na campanha salarial
A reforma trabalhista, patrocinada pelos banqueiros, não quer apenas retirar direitos, quer avançar por cima de todos que ousarem a resistir, a nova "ordem do mercado". A classe dominante quer espoliar até matar os trabalhadores, para aumentar suas absurdas margens de lucros e assim, acumular cada vez mais riqueza, em detrimento da maioria do povo trabalhador, que vem empobrecendo e perdendo seu poder de comprar, que vinha sendo recuperado nos últimos anos.

Criar, manter e aumentar o bolsão de pobreza, faz parte da estratégia da classe dominante brasileira, para conseguir ter trabalhadores num cenário que aceitem suas precárias condições de trabalho.

Por isto que os bancários precisam romper esta lógica, manter seus direitos e a convenção coletiva intactos, para servirem de "farol" para todos os outros trabalhadores brasileiros.

"Unir, Resistir e Avançar" é o caminho.